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The Walking Dead: Zumbis em Série
Jun 28th
Depois que minhas séries favoritas chegaram ao fim (Prison Break, Lost, 24 horas, Battlestar Galactica, etc) como de costume, fiquei caçando ‘novidades’ para preencher a lacuna existente em “minha grade de programação”. O problema é que séries como Fringie e Flash Foward, por exemplo, se demonstraram extremamente desapontantes, pelo menos para o meu gosto pessoal.
Confesso que não queria mais começar a ver uma série nova (como estou fazendo com True Blood), porque tem todo aquele drama de ficar aguardando o episódio da semana, ter paciência quando rolam aqueles longos hiatos ou, pior ainda, esperar a próxima temporada, fato que geralmente leva pelo menos 6 meses. Sem contar quando o seriado não dá um retorno satisfatório e os produtores mandam cancelar precocemente (Jericho me deixou triste).

Todos estes dois longos parágrafos foram só pra dizer que finalmente fiquei contente com uma nova série que está para surgir e que vai se basear num universo o qual sou aficcionado demais, Zumbis!!1!
The Walking Dead, a série:
Adaptada de uma série em quadrinhos homônima de Robert Kirman, Tony Moore e Charles Adlard, “The Walking Dead” vai ser escrita e dirigida por Frank Darabond (que também escreveu e dirigiu o filme “O Nevoeiro” adaptando obra de Stephen King).
A trama vai seguir a vida de um grupo de pessoas em um apocalipse Zumbi que serão guiados por um policial para tentarem, juntos, sobreviverem a este ‘holocausto’. Simples e fascinante (não precisa de muita coisa para entreter quem ama obras do gênero).
A HQ é distribuída no Brasil pela HQ Maniacs e se chama “Os Mortos Vivos”. Acesse o site e confira informações e também como comprar (antes que alguém dê “chilique”, o jabá é ‘free’ e não recebi nada por isso, fiz porque quis e achei interessante).
A produção será do canal americano AMC e o ‘pedido’ inicial foi de 6 episódios, podendo ser estendido a depender do retorno. A estréia da série está programada para Outubro deste ano lá no EUA.

Para acompanhar as informações diretamente da “fonte” uma boa dica é seguir o blog da série (http://blogs.amctv.com/the-walking-dead/).
Atores:
O personagem principal da série será o policial que guiará o grupo de sobreviventes chamado Rick Grimes, ele será interpretado pelo ator Andrew Lincoln.
Teremos ainda a “Sara Tancredi de Prison Break”, a atriz Sarah Wayne Callies que interpretará Lori Grimes. Linds Edwards interpretará Leon Basset e Jim Coleman fará Lambert “Lam” Kendel. O restante do elenco conta ainda com Steven Yeun (Glenn), Jeffrey DeMunn (Dale), Jon Bernthal (Shane), Laurie Holden (Andrea), Michael Rooker (Merle), e Chandler Riggs (Carl, o filho do policial Rick Grimes.
Imagens:
Veja na galeria abaixo imagens disponibilizadas pelos produtores da série (clique na imagem para ver em tamanho decente):
O que esperar:
Talvez por ser amante de obras “Zumbi” (filmes, games, quadrinhos, whatever) eu possa estar um pouco impressionado com tudo, mas sinceramente, tem como dar errado? Os filmes Zumbis já são bastante consagrados, pegar uma HQ de sucesso e transpor para a televisão é simplesmente genial e acredito que esta série promete muito.
Como sempre, projetos assim, podem demorar de aparecer em nossas emissoras de tv por assinatura (tv aberta esqueça isso). Para a nossa sorte (e desespero de donos de emissoras) a internet está aí para nos oferecer o que tem de melhor e, provavelmente (e infelizmente também confesso), será assim que irei acompanhar a série.
Tomara que seja realmente um sucesso e que tenha vida longa, pelo menos para os que não virarem zumbis!
Fontes: Herói, Omelete, The Walking Dead Blog.
Zumbilândia (Zombieland)
Feb 5th

Zumbilândia (Zombieland, 2009: Terror, Comédia, Ação – 88 min)
Dirigido por Ruben Fleischer, com roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick. Estrelando: Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Emma Stone, Abigail Breslin e Bill Murray.
George Romero se consagrou como o mestre dos filmes de zumbi, que se tornou até um gênero de filme. Suas obras sempre foram reconhecidas por terem um cunho social por detrás de toda a mística em torno dos mortos-vivos. “Zumbilândia (Zombieland)“, ao contrário disto, é a mais pura diversão do início ao fim.
E o diretor Ruben Fleischer disse que a idéia para fazer Zombieland surgiu mesmo quando ele assistiu “Todo Mundo Quase Morto”, que possui altas doses de humor negro. Não tenho nem como explicar a minha fascinação por filmes de Zumbi, sejam eles do mestre Romero ou adaptações de filmes seus como ótimo “Madrugada dos Mortos” de Zack Snyder, ou ainda projetos como este, eu sempre assisto porque adoro.

E Zumbilândia já mostra para o que veio logo nos créditos iniciais, onde, através de uma narrativa do personagem Columbus, ele descreve alguma de suas regras para sobrevivência no mundo agora tomado por estes mortos-vivos (que são acelerados bem ao estilo dos vistos em “Extermínio”). A diversão já começa a partir daí e em alguns momentos parece até um jogo de videogame as cenas.
Na trama seguimos a história de Columbus (Jesse Eisenberg, Adventureland), um sujeito um tanto quanto nerd e que tinha uma vida que podemos taxar como insignificante antes do planeta se tornar a ‘Zumbilândia’. Certo dia ele encontra um sujeito ‘durão’ chamado Tallahassee (Woody Harrelson, 2012, Onde os Fracos não tem Vez) e vai com ele de carona num verdadeiro ‘road-movie’, vivendo com suas regras e observando Tallahassee se divertir matando zumbis de tudo quanto jeito e até elegendo a morte da semana.

Numa parada eles encontram duas espertas (até demais) garotas: Wichita (Emma Stone, Superbad – É Hoje) e Little Rock (Abigail Breslin, Pequena Miss Sunshine), que estão até melhor habituadas que eles a viver neste mundo hostil.
Todo o elenco faz um trabalho sensacional e esbanja carisma mas, dos protagonistas, o destaque fica mesmo para Woody Harrelson que está hilário. O jovem Jesse Eisenberg continua demonstrando que tem um futuro bastante promissor, mesmo sendo comparado por muita gente com o Michael Cera. As meninas também contribuem e muito para fazer de Zombieland um filme divertidíssimo e interessante. Agora, a participação de Bill Murray (com direito até a cena extra após os créditos) é impagável e vale o filme.

Longe de querer ser uma obra prima do cinema, o que os diretores, roteiristas e atores quiseram deixar como principal marca em Zumbilândia é mesmo a diversão sem limites. Com cenas geniais, politicamente incorretas e algumas memoráveis, um lugar na minha lista de melhores que vi este ano já está devidamente ocupado, e com méritos.
PS: Mais assustador do que viver em Zumbilândia é morar numa província como Salvador (3º maior cidade em população no Brasil). O filme, que tinha cartazes espalhados até num cinema por aqui, no dia da estréia “lá no Brasil” (Royalties para Ramon Prates) simplesmente não apareceu na programação, até mesmo o dito cartaz sumiu. Esperei meses até a estréia nacional, pois queria pagar para ver no cinema, e mais uma vez me vi decepcionado com a distribuição dos filmes por aqui. Mas enquanto houver torrents, existe esperança.
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