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	<title>Porra, man!terror | Porra, man!</title>
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	<description>Cinema e Séries do jeito que você entende.</description>
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		<title>A Centopéia Humana 2</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 18:48:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Nome: The Human Centipede 2 &#8211; 2011 Direção: Tom Six Sinopse: Martin, um homem com muitos problemas psicológicos,  fica obcecado pelo filme A Centopéia Humana e resolve fazer a sua própria versão do horror. &#160; &#160; É difícil falar de A Centopéia Humana 2. Muito difícil mesmo, mais até do que eu poderia imaginar quando resolvi assistir. O burburinho em torno do filme ajudou a criar uma expectativa do quão repulsivo poderia ser esta sequência. Quando o Reino Unido tentou banir o filme, muitos falaram que era um absurdo, não pode haver censura, as pessoas devem decidir o que assistir&#8230; eu preferi me omitir. Como posso falar a respeito de algo que eu nem vi? Vocês poderíam até mesmo dizer que não importa o conteúdo, não pode ser censurado&#8230; eu diria que não é bem assim. Um exemplo: eu sou totalmente a favor de boicote  (não censura) a filmes que matam animais para suas produções. A grande questão não é necessariamente o ato de censurar algo mas acredito sim na outra ponta: a competição para ver o quanto se pode ir mais baixo para chocar o público. Antes que digam que sou a favor da censura vamos voltar ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-9626" title="Centopeia-Humana-2-" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/Centopeia-Humana-2-poster-22Set2011-404x600.jpg" alt="" width="404" height="600" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Nome: The Human Centipede 2 &#8211; 2011</p>
<p>Direção: Tom Six</p>
<p>Sinopse: Martin, um homem com muitos problemas psicológicos,  fica obcecado pelo filme A Centopéia Humana e resolve fazer a sua própria versão do horror.</p>
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<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/AqJn3evJZ00" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">É difícil falar de <strong>A Centopéia Humana 2</strong>. Muito difícil mesmo, mais até do que eu poderia imaginar quando resolvi assistir. O burburinho em torno do filme ajudou a criar uma expectativa do quão repulsivo poderia ser esta sequência. Quando o Reino Unido tentou banir o filme, muitos falaram que era um absurdo, não pode haver censura, as pessoas devem decidir o que assistir&#8230; eu preferi me omitir. Como posso falar a respeito de algo que eu nem vi? Vocês poderíam até mesmo dizer que não importa o conteúdo, não pode ser censurado&#8230; eu diria que não é bem assim. Um exemplo: eu sou totalmente a favor de boicote  (não censura) a filmes que matam animais para suas produções. A grande questão não é necessariamente o ato de censurar algo mas acredito sim na outra ponta: a competição para ver o quanto se pode ir mais baixo para chocar o público. Antes que digam que sou a favor da censura vamos voltar ao filme&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O Reino Unido mudou sua decisão de proibir o filme mas exigiu um total de 32 cortes o que prejudicou de certa forma o choque das ações de Martin e claro, provocou alguns furos no filme. Tudo isso porque classificaram o filme como moralmente repreensivo. E eu concordo. A Centopéia Humana é um filme repugnante. Isso não quer dizer que ele é ruim&#8230; sua idéia é chocar, ele consegue isso; o filme tenta ser asqueroso ao ponto de você fechar os olhos para não ver determinadas cenas, nisso ele obteve sucesso. Mas um filme não se sustenta só por isso, então vamos falar sobre o decorrer dele.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-9627" title="RTEmagicC_A_Centopeia_Humana_2" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/RTEmagicC_A_Centopeia_Humana_2_txdam21319_184b51.jpg-600x337.jpg" alt="" width="540" height="303" /></p>
<p style="text-align: justify;">Martin é um homem com sérios problemas psicológicos. Ele mora com a mãe que o odeia por ter denunciado o pai que o violentava e o culpa pela prisão e abandono do marido. Além disso, Martin ainda é molestado pelo terapeuta que só piora seu quadro clínico. Tudo isso já é um contexto um tanto bizarro mas some a isso as nuances do nosso vilão Martin: um homem bem acima do peso que por conta disso tem dificuldade de locomoção, tem os olhos esbugalhados, um olhar psicótico, asmático, viciado no filme A Centopéia Humana o qual assiste incessantemente e se masturba (com uma lixa) vendo as cenas  do filme. Ele guarda notícias, fotos, desenhos e uma espécie de maquete em um grande álbum em homenagem a Centopéia Humana. Martin não diz uma única palavra durante  filme e isso não faz dele menos assustador, por sinal, se eu encontrar o ator Laurence Harvey  na rua eu com certeza mudo de calçada. O trabalho dele como este personagem é surreal.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-9630" title="Human Centipede 2" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/Human-Centipede-2-600x337.jpg" alt="" width="540" height="303" /></p>
<p style="text-align: justify;">A obsessão de Martin por  A Centopéia Humana fica tão latente que ele decide fazer sua própria centopéia unindo nada menos que 12 pessoas raptadas no estacionamento onde ele trabalha como segurança. Ao contrário do seu  mestre que fez uma cirurgia com anestesia em uma sala de procedimentos médicos, Martin usa uma maleta com grampos, martelos, facas, fita adesiva e muitos outros materiais nojentos.   A partir daí somos &#8220;agraciados&#8221;  com tudo aquilo que o primeiro filme não mostrou: O gore.</p>
<p style="text-align: justify;">Por falar nisso, esse filme é todo em preto e branco e parece que acontece em um universo paralelo.  Acho que o este recurso foi bem utilizado porque apesar de tudo que vimos  &#8211; massacre de uma mulher grávida, de um bebê, extração de dentes, estupro da centopéia, cortes, escatologia extrema &#8211; caso fosse em cores seria muito difícil de fazer com  ess grau de realismo e em vez de chocar ficaria tosco. O primeiro filme foi muito ciriticado por não ter sangue e  gore suficiente embora eu acredite que ele foi incrivelmente eficaz no seu papel de chocar. Pense bem, a idéia de um doutor evil formar uma centopéia humana ligando três pessoas no esquema boca-ânus é uma das coisas mais doentias que eu lembro de ter ouvido falar sem contar que deve ser pior do que qualquer tortura mostrada em filmes como O Albergue ou Jogos Mortais. Se não acredita é só tentar se imaginar vivendo &#8211; disse vivendo e não morrendo &#8211; acoplado em uma centopéia.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o público não acredita nisso. Ele pediu mais, queria ver a Centopéia sendo feita, como seria se pudesse acontecer de maneira mais doentia, com mais sangue, mais gore, mais sofrimento e conseguiram um filme assim. Eu sou fã do primeiro filme porque sou fã de filmes de terror e estou cansada do mais do mesmo. Ele mostrou que a mente humana pode pensar coisas realmente bizarras&#8230; enquanto Centopéia Humana 2 é amoral como seu vilão que tem enorme prazer sexual vendo a degradação das pessoas. Filmes como esse me fazem pensar nos rumos que o cinema de terror está tomando. Sei que parece contraditório pois um filme de terror para ser bom precisa dar medo mas ao mesmo tempo pode cruzar uma linha muito tênue em relação o que é medo e o que é chocar. O que me assusta no momento é saber que milhões de pessoas vão assistir A Centopéia Humana 2 e vão achar o filme fraco, bobo sem gore suficiente. Isso me assusta muito mais que o próprio filme e ao seguir por essa linha de pensamento, nascer um Martin por aí não é tão difícil. Por essas e outras deixo a pergunta no ar: O que de fato choca você?</p>
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		<title>A Hora do Espanto &#8211; 2011</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 09:19:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[remake]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Nome: Fright Night &#8211; 2011 Direção: Craig Gillespie Elenco: Colin Farrell, David Tennant, Christopher Mintz-Plasse, Anton Yelchin, Imogen Poots, Toni Collette, Dave Franco Reid Ewing, Will Denton. Sinopse: Charley está namorando uma garota popular, anda com os caras descolados da escola e como consequência se afastou dos seus dois grandes amigos nerds pois tem vergonha dessa amizade. Quando um  estranho homem chamado Jerry se muda para a casa vizinha, ele começa a desconfiar que o cara é o responsável pelo desaparecimento de um dos seus amigos&#8230; e o pior, o novo morador da cidade é um vampiro. &#160; &#160; &#160; Nunca fui uma grande fã do filme A hora do espanto (1985) mas muitos consideram este um clássico. A simplicidade do filme o fez conquistar o coração de muitos telespectadores que viram esta película quando ainda eram crianças e apesar de ser um filme de terror assustador é uma aventura muito eficiente. Eu li as notícias a respeito da produção de um remake e não fiquei muito animada. Nem mesmo conseguia visualizar o Colin Farell no papel de Jerry Dandridge e o trailer não ajudou muito. Demorei pra ver o filme mas tive uma grata surpresa. Com um ar clássico de filme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9540" title="a_hora_do_espanto" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/a_hora_do_espanto_2011_f_002.jpg" alt="" width="340" height="500" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Nome: Fright Night &#8211; 2011</p>
<p>Direção: Craig Gillespie</p>
<p>Elenco: Colin Farrell, David Tennant, Christopher Mintz-Plasse, Anton Yelchin, Imogen Poots, Toni Collette, Dave Franco Reid Ewing, Will Denton.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinopse: Charley está namorando uma garota popular, anda com os caras descolados da escola e como consequência se afastou dos seus dois grandes amigos nerds pois tem vergonha dessa amizade. Quando um  estranho homem chamado Jerry se muda para a casa vizinha, ele começa a desconfiar que o cara é o responsável pelo desaparecimento de um dos seus amigos&#8230; e o pior, o novo morador da cidade é um vampiro.</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
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<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/0uVFDRvw62Q" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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<p style="text-align: justify;">Nunca fui uma grande fã do filme A hora do espanto (1985) mas muitos consideram este um clássico. A simplicidade do filme o fez conquistar o coração de muitos telespectadores que viram esta película quando ainda eram crianças e apesar de ser um filme de terror assustador é uma aventura muito eficiente. Eu li as notícias a respeito da produção de um remake e não fiquei muito animada. Nem mesmo conseguia visualizar o Colin Farell no papel de Jerry Dandridge e o trailer não ajudou muito. Demorei pra ver o filme mas tive uma grata surpresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Com um ar clássico de filme para sessão da tarde esse remake é bem funcional e nos dá aquele gostinho de aventura típico dos filmes dos anos 80. Charlie é uma espécie de ex nerd que tornou-se popular e agora tem vergonha do passado e dos antigos amigos. Quando um dos seus companheiros desparece, Ed, tenta convencer Charlie que um vampiro se mudou para sua rua e provavelmente sumiu com o amigos deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Obviamente Charlie não dá muita bola para Ed e tenta concentrar-se na sua bela namorada mas quando percebe que o tal vizinho Jerry tem hábitos estranhos como nunca aparecer durante o dia e por ser um vampiro clássico não pode entrar em um local sem ser convidado, não se expõe ao sol, explora sua sensualidade com convicção&#8230; e um momento que vale ser ressaltado é quando Charlie tenta resgatar uma pessoa na casa do vampiro e a cena de gato e rato é muito bem construída com final inesperado.</p>
<p style="text-align: justify;">Como no filme original não achei tão empolgante assim e nesse remake posso dizer que o resultado foi bem divertido. Quem sabe minha falta de expectativas ajudou mas quem é fã do clássico pode se decepcionar com algumas mudanças no roteiro. Abaixo você confere alguns dos personagens no original e no novo A hora do espanto!</p>
<div id="attachment_9549" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-large wp-image-9549 " title="4pv3keybex9fn5oefh80zsyjc" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/4pv3keybex9fn5oefh80zsyjc-600x375.jpg" alt="" width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">Peter Vincent</p></div>
<div id="attachment_9550" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-9550" title="amy85_2011" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/amy85_2011.jpg" alt="" width="320" height="193" /><p class="wp-caption-text">Amy</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_9551" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-large wp-image-9551 " title="hde" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/hde-600x375.jpg" alt="" width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">Jane</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_9552" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><img class="size-large wp-image-9552 " title="hde1" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/hde1-600x375.jpg" alt="" width="480" height="300" /><p class="wp-caption-text">Charlie</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_9553" class="wp-caption aligncenter" style="width: 269px"><img class="size-full wp-image-9553" title="images" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/images.jpg" alt="" width="259" height="194" /><p class="wp-caption-text">Jerry</p></div>
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		<title>11-11-11</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 02:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem me conhece ou acompanha meu blog pessoal “Onze e Onze” sabe que o número 11 andava me perseguindo ultimamente, podia ser em uma comanda de restaurante ou até mesmo quando ia olhar as horas e estava lá cravado: “11:11”. Claro que a indústria do cinema não iria perder a oportunidade de no dia 11 de novembro de 2011 lançar o filme “11-11-11” que, em teoria, deveria explorar toda essa suposta mística que rondou este “acontecimento” (na verdade nada aconteceu). Perdi a “piada” de ir no cinema no fatídico e numerológico dia, mas até que foi bom, alugar no torrent me compensou alguns reais que seriam muito mal gastos caso eu tivesse pago pra ver essa obra medíocre, uma das piores do ano sem dúvidas. A trama segue a vida de Joseph Crone (Timothy Gibbs), um famoso autor de livros best-sellers que perdeu no passado a esposa e filho numa morte trágica. Com seu pai enfermo ele viaja até Barcelona onde encontra lá também o seu irmão (Michael Landes) que não via a algum tempo. Cada vez mais estranhos acontecimentos envolvendo o número 11 começam a deixar Joseph um pouco preocupado até porque o dia 11 do 11 do 11 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Péssimo: Classificação 1 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/1_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Quem me conhece ou acompanha meu<em> blog pessoal</em> “<a href="http://marciomelo.posterous.com/" target="_blank">Onze e Onze</a>” sabe que o número 11 andava me perseguindo ultimamente, podia ser em uma comanda de restaurante ou até mesmo quando ia olhar as horas e estava lá cravado: “<strong>11:11</strong>”. Claro que a indústria do cinema não iria perder a oportunidade de no dia 11 de novembro de 2011 lançar o filme “<strong>11-11-11</strong>” que, em teoria, deveria explorar toda essa suposta mística que rondou este “<em>acontecimento</em>” (na verdade nada aconteceu). Perdi a “<em>piada</em>” de ir no cinema no fatídico e <em>numerológico</em> dia, mas até que foi bom, <em>alugar no</em> <em>torrent</em> me compensou alguns reais que seriam muito mal gastos caso eu tivesse pago pra ver essa obra medíocre, uma das piores do ano sem dúvidas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9489" title="11-11-11" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/tn_620_600_PAG4-11-11-11_2.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>A trama segue a vida de Joseph Crone (<strong>Timothy Gibbs</strong>), um famoso autor de livros <em>best-sellers</em> que perdeu no passado a esposa e filho numa morte trágica. Com seu pai enfermo ele viaja até Barcelona onde encontra lá também o seu irmão (<strong>Michael Landes</strong>) que não via a algum tempo. Cada vez mais estranhos acontecimentos envolvendo o número 11 começam a deixar Joseph um pouco preocupado até porque o dia 11 do 11 do 11 está bem próximo de chegar. Joseph começa bastante incrédulo e quanto mais pesquisa a respeito do “11-11-11” aquilo que parecia bobagem se torna obsessão, tudo isso acompanhado de estranhas aparições.</p>
<p><strong>Daria para escrever umas 11 páginas com todas as falhas encontradas em “11-11-11”,</strong> filme dirigido e roteirizado por <strong>Darren Lynn Bousman</strong> (o carinha responsável por <em>Jogos Mortais 2, 3 e 4</em>). Como se já não bastasse o fato de que filmes profeticamente datados sempre possuem um prazo de validade – até a data da tal profecia chegar e o mundo continuar girando normalmente, no caso aqui foi em 11 de novembro de 2011 -, ele ainda <strong>abusa de clichês, sustos fáceis e medíocres incapazes de assustar até mesmo crianças criadas pelos avós</strong> e atuações e diálogos simplesmente deprimentes.</p>
<p>Existe um momento do filme, num intervalo de minutos, que o personagem de Joseph repete a mesma coisa pro irmão 3 vezes: “<em>Se você acredita em Deus porque eu não posso acreditar no 11?</em>”. E o péssimo roteiro segue assim, criando situações bobas e com justificativas deprimentes. A moça bonitinha precisa estar em Barcelona? Fácil, manda ela dizer que sua mãe é comissária de bordo e que ela consegue passagens grátis. <strong>Quando as explicações não são horríveis, são desnecessárias e sem propósito</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9488" title="cena-do-filme-11-11-11-de-darren-lynn-bousman-jogos-mortais" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/cena-do-filme-11-11-11-de-darren-lynn-bousman-jogos-mortais-2-1320957902751_615x300.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Os atores não ajudam muito, a história não é interessante e <strong>pouco se explora o tal 11 e 11</strong>, no máximo umas buscas na internet, livros satanistas e fim de papo, ou seja, toda a interessante premissa é jogada no ralo para se explorar um terror que nunca acontece. Avisem ao pessoal que faz cinema que ninguém mais se assusta com velhas puxando cortina rapidamente (e quem faz isso na vida real?). Até mesmo um bibliotecário joga um <em>calhamaço</em> de livros pesados na mesa tudo de vez acompanhado do som “<em>pam!</em>”, sério, parem com isso POR FAVOR!</p>
<p>E como já diria o velho <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Murphy" target="_blank">Murphy</a> (esse sim é um cara que me dá medo), nada é tão ruim que não possa piorar, e o desfecho do filme chega para comprovar essa máxima. Se a trama já não andava interessante, se já não torcíamos pelos personagens e tampouco existia um clima mínimo de suspense, o final consegue ser ainda pior. <strong>Assustador mesmo é o fato de produções como esta conseguirem apoio, dinheiro e ainda serem exibidas nos cinemas</strong>. Agora só nos resta torcer que não façam no ano que vem o “<em>12-12-12</em>”.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="size-medium wp-image-9490 alignright" title="11_11_11_2011_600x889_377405" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/11_11_11_2011_600x889_377405-202x300.jpg" alt="" width="141" height="210" />11-11-11 (2011, 90 min)<br />
</strong><strong>Suspense, Terror</strong></p>
<p>Um filme de Darren Lynn Bousman com Timothy Gibbs, Michael Landes, Denis Rafter, Wendy Glenn, Lluís Soler, Brendan Price, Lolo Herrero, Montserrat Alcoverro, Benjamin Cook, Salomé Jiménez.</p></blockquote>
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		<title>American Horror Story &#8211; Pilot</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/11/american-horror-story-pilot/</link>
		<comments>http://www.porraman.com/2011/11/american-horror-story-pilot/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Nov 2011 14:11:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seriados]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
		<category><![CDATA[series]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Preciso dizer que tive muita resistência até assistir o primeiro episódio de American Horror Story. Após alguns comentários via twitter e facebook, resolvi dar uma chance a série que passa no mesmo dia de The Walking Dead, minha preferida no momento. Minha curiosidade só aumentou quando vi comentários sobre a loucura da série mas sempre aliada a uma idéia de ser algo bacana, isso foi o suficiente para aceitar o desafio. De início vamos para o ano de 1978 onde somos apresentados a dois gêmeos ruivos, nada adoráveis, que entram em uma casa abandonada, munidos de tacos de baseball com o único intuito de depredar o local. Obviamente essa expedição dos garotos não dá certo e eles são assassinados na misteriosa casa. Com este acontecimento já podemos imaginar que aquele lugar ali é assombrado e se contar com a morte dos irmãos, a idéia só piora. No centro da trama está a família Harmon. Vivien é uma mulher metódica, preocupada com a saúde e vigia atentamente os hábitos alimentares da família. Sua preocupação vai além do consumo de produtos orgânicos mas se extende também a arrumação da casa, evitando qualquer tipo de química.  Superando uma derpressão após  seu bebê [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-9398" title="american-horror-story" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/11/american-horror-story-600x187.jpg" alt="" width="600" height="187" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Preciso dizer que tive muita resistência até assistir o primeiro episódio de American Horror Story. Após alguns comentários via twitter e facebook, resolvi dar uma chance a série que passa no mesmo dia de The Walking Dead, minha preferida no momento. Minha curiosidade só aumentou quando vi comentários sobre a loucura da série mas sempre aliada a uma idéia de ser algo bacana, isso foi o suficiente para aceitar o desafio.</p>
<p style="text-align: justify;">De início vamos para o ano de 1978 onde somos apresentados a dois gêmeos ruivos, nada adoráveis, que entram em uma casa abandonada, munidos de tacos de baseball com o único intuito de depredar o local. Obviamente essa expedição dos garotos não dá certo e eles são assassinados na misteriosa casa. Com este acontecimento já podemos imaginar que aquele lugar ali é assombrado e se contar com a morte dos irmãos, a idéia só piora.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9400" title="american-horror-story-" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/11/american-horror-story-estreia-nesta-terca-feira-8-na-fox-600x373.jpg" alt="" width="480" height="298" /></p>
<p style="text-align: justify;">No centro da trama está a família Harmon. Vivien é uma mulher metódica, preocupada com a saúde e vigia atentamente os hábitos alimentares da família. Sua preocupação vai além do consumo de produtos orgânicos mas se extende também a arrumação da casa, evitando qualquer tipo de química.  Superando uma derpressão após  seu bebê morrer ainda na barriga de sete meses ela enfrenta problemas no casamento. Nesse período ela sofre outro duro golpe: Flagra o marido Ben transando com uma aluna em sua casa, no seu quarto&#8230; na sua cama.</p>
<p style="text-align: justify;">Ben Harmon é um psiquiatra que parece amar a família acima de tudo. Após a trágica morte do bebê ele e a esposa se distanciam e passam a não se entender, cada um lidando com sua dor de maneira diferente. Durante esse tempo ele se envolve com uma das suas alunas e após ser flagrado por Vivien e tentar manter o casamento, eles decidem se mudar. Outra casa, outra cidade, uma tentativa de esquecer o passado e se manterem unidos. O medo da mudança, as brigas entre os pais, dificuldade em se adaptar, Violet se torna uma adolescente cada dia mais reclusa. Ela entende que não se encaixa mas isso não faz dela uma garota problemática, algumas vezes ela parece o ponto mais sólido da família.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9402" title="111" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/11/300966_100810883366218_100763043371002_5364_310934733_n.jpg" alt="" width="320" height="240" /></p>
<p style="text-align: justify;">A família se muda muda para a nova casa e descobre que um casal moreu ali. mas sem se importar muito com este histórico eles decidem ficar. A partir daí somos apresentados a um freak show onde os personagens se confundem entre vivos e mortos, é difícil descobrir o que de fato é real pois personagens enxergam diferente uma mesma coisa além de parecer que todos escondem algum segredo.</p>
<p style="text-align: justify;">A vizinha Constance é uma figura estranha, intrometida, manipuladora e as vistas de todos trata a filha Addy que tem síndrome de down como uma verdadeira aberração. A governanta Moira pertuba Ben de maneira contundente e a incerteza da sua real aparência confunde a cabeça do telespectador. Tate é um jovem paciente do Dr. Harmon que demonstra claras tendências homicidas e ao se aproximar de Violet torna todo esse relacionamento médico/ familiar muito perigoso. A forma que Addy entra e saí da casa da família Harmon sem ser notada é angustiante. Ela parece saber e ver coisas que os outros não podem além demonstrar a total fragilidade na segurança daquela velha casa. Moira &#8211; Constance &#8211; Addy &#8211; Tate &#8230; todos estão interligados e parece que estão jogando com a família Harmon.</p>
<p style="text-align: justify;">A fragilidade emocional de Vivien que parece uma louça prestes a cair da estante fica evidente em vários momentos a exemplo. Ben, que parece ser o mais afetado pelas forças sobrenaturais que vivem na casa, tem crises de sonanbulismo e sofre com a visão distorcida que tem de Moira. Em determinado momento ele chora após se masturbar pensando na governanta, aflorando ainda mais o sentimento de culpa e fracasso que carrega dentro de si.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas coisas acontecem mas neste primeiro momento quero evitar spoilers e na verdade a idéia é indicar a série para vocês. A partir dos outros episódios conto mais intensamente os acontecimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>The Woman (A Mulher &#8211; 2011)</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 14:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>

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		<description><![CDATA[Nome: The Woman Direção: Lucky McKee. Elenco: Angela Bettis, Carlee Baker, Marcia Bennett, Pollyanna McIntosh, Sean Bridgers. Sinopse: Um respeitável advogado e pai de família encontra uma mulher no meio da floresta, vivendo como um animal e com um comportamento violento. Sem pensar duas vezes ele a captura e tenta civilizá-la, o que se torna o seu pior erro e toda sua família vai pagar por isso. &#160; Alguns filmes lançaram um questionamento perturbador: Do que você seria capaz se não tivesse ninguém olhando? Ou não sofresse uma punição por conta da lei e fosse contra aquilo que é considerado ético como base de uma sociedade? Quando Gael Garcia Bernal se intitula Rei da Camarata 3 no filme Ensaio sobre a cegueira, percebemos o quão duro o ser humano pode ser quando se tem um poder além de qualquer punição. Ao subjulgar todas as mulhers daquele &#8220;hospital&#8221; ele apresenta o monstro que existe dentro dele, algo adomercido quando ele não havia se tornado cego e vivia dentro das limitações imposta por uma sociedade. Lembrando disso tudo, chegamos ao Chris Cleeks. Um advogado e respeitado morador da comunidade local, mais parece uma figura delicadamente retirada de algum seriado dos anos 70 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9179" title="The_woman_" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/10/The_woman_film_poster.jpg" alt="" width="300" height="427" /></p>
<blockquote><p><strong>Nome:</strong> The Woman</p>
<p><strong>Direção:</strong> Lucky McKee.</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Angela Bettis, Carlee Baker, Marcia Bennett, Pollyanna McIntosh, Sean Bridgers.</p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Um respeitável advogado e pai de família encontra uma mulher no meio da floresta, vivendo como um animal e com um comportamento violento. Sem pensar duas vezes ele a captura e tenta civilizá-la, o que se torna o seu pior erro e toda sua família vai pagar por isso.</p>
<p style="text-align: center;">
</blockquote>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/UsUxrMyWXeI" frameborder="0" width="518" height="292"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns filmes lançaram um questionamento perturbador: Do que você seria capaz se não tivesse ninguém olhando? Ou não sofresse uma punição por conta da lei e fosse contra aquilo que é considerado ético como base de uma sociedade? Quando <strong>Gael Garcia Bernal</strong> se intitula Rei da Camarata 3 no filme <strong>Ensaio sobre a cegueira</strong>, percebemos o quão duro o ser humano pode ser quando se tem um poder além de qualquer punição. Ao subjulgar todas as mulhers daquele &#8220;hospital&#8221; ele apresenta o monstro que existe dentro dele, algo adomercido quando ele não havia se tornado cego e vivia dentro das limitações imposta por uma sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrando disso tudo, chegamos ao Chris Cleeks. Um advogado e respeitado morador da comunidade local, mais parece uma figura delicadamente retirada de algum seriado dos anos 70 e colocado alí naquele ambiente. Seu cabelo, seu sorriso, seu biotipo, tudo isso aparenta algo que ele não é. Logo no início do filme podemos perceber algo estranho. Sua esposa, Belle, é uma mulher contida, sempre amedrontada, cautelosa em não contrariar o marido, com um ar cansado. Parece um animal acuado. A filha mais velha, Peggy, tem o mesmo ar retraído da mãe. Na maior parte do tempo em silêncio, discreta, prefere entrar e sair sem ser notada, como se estivesse sempre alerta e algo de ruim fosse acontecer a qualquer momento. Com o mesmo jeito discreto é Brian, irmão mais novo de Peggy. Ao contrário dela, tem um olhar amedrontador, é como se estivesse sempre com os olhos cerrados, pensando em algo, elaborando algo pra fazer&#8230; e não é algo bom. A caçula <em>Darling</em> é o oposto de toda a família. Por sua inocência, não entrou na atmosfera sombria e está sempre vendo a vida de forma colorida e pura, mesmo quando presencia as atrocidades. Sua inocência é sua maior proteção.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9189" title="The-Woman-2011" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/10/The-Woman-2011-movie-3.jpg" alt="" width="450" height="250" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quando Chris vai caçar na floresta que rodeia sua casa se depara com uma mulher tomando banho no rio. Ela parece selvagem, pega um peixe e o come ainda na lança. Encantado com a descoberta, Chris resolve capturar aquela mulher e levá-la para uma espécie de porão que tem na sua casa e civilizá-la! A idéia que ele tem  &#8211; intimamente &#8211; é de domá-la, assim como faz com as mulheres ao seu redor.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando ele chega com a desconhecida mulher para dentro do seu porão, ele amordaça as mãos e os pés dela com um aparato de roldanas com o pretexto de que ela é selvagem e periogosa. Não contente ele faz com que a família participe dessa situação doentia, onde a mulher que não sabe falar inglês, fica o tempo todo presa e exposta a todo o tipo de humilhação.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9192" title="the-woman" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/10/the-woman-horror-movie-007.jpg" alt="" width="460" height="276" /></p>
<p style="text-align: justify;">Com o cativeiro da mulher começamos a conhecer melhor o motivo do ar sombrio que paira sobre aquela família. Os motivos da retração de Belle, porquê Peggy é tão distante e o que se esconde por trás do olhar atento de Brian e como aquele homem conduz a situação e por consequência, a sua família. Em determinado momento, lembrei de um outro filme: <strong>Martyrs</strong>. Obrigada a comer como um cão, amordaçada, vítima de abuso sexual, A Mulher que é vista como selvagem na verdade muda o papel e mostra quem de fato é o selvagem e civilizado na história. Muito disso é mérito de Pollyanna McIntosh que mostra uma protagonista como a muito tempo não vejo em um filme. Sem falar uma palavra, apenas com o olhar, ela demonstra uma vivacidade incrível. Podemos saber se ela está com raiva, se está se rendendo, se está tramando algo&#8230; tudo por meio daqueles dois olhos, emoldurados em um cabelo desgrenhado, um rosto sujo e dentes podres. Vou ficar de olho nessa atriz e seus futuros trabalhos. <strong>A Mulher</strong> não tem novidades mas retrata a brutalidade em várias esferas e a omissão que pode ser punida de forma tão dura quanto aqueles que são os algozes.</p>
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		<title>A Pele que Habito &#8211; 2011</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2011 14:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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		<category><![CDATA[terror]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Nome: La Piel que Habito &#8211; 2011 Direção: Pedro Almodovar Elenco: Antonio Banderas, Elena Anaya, Marisa Paredes, Cornet Janeiro. Sinopse: Cirurgião obcecado em criar uma pele quase invulnerável, mantém jovem presa em um cômodo da sua casa para que ela possa ser cobaia de seu maior experimento. &#160; Desde o início me pareceu improvável que Almodovar fosse fazer um filme de terror. Depois que vi o tailer, minha convicção diminuiu mais ainda. Do início até um pouco antes da metade  do filme eu vi tudo menos terror&#8230; mas quando os créditos subiram vi que eu estava enganada. O terror tem muitas esferas. Ao se falar em filme de terror, muitos esperam sangue, mutilação, gore, psicopatas mascarados, zumbis, aliens, qualquer coisa menos um terror psicológico. Aquele pânico que sobe no corpo sem ver ao menos uma gota de sangue na tela. É disso que se trata A Pele que Habito. Dr. Robert Ledgard é um renomado cirurgião plástico que está em uma incessante pesquisa. Uma pele mais resistente que possa ser implantada em seres humanos vítimas de queimaduras. Esta obsessão foi causada por conta da morte de sua esposa que após sofrer um acidente de carro, foi carbonizada. Ela sobreviveu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9314" title="a-pele-que-habito" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/11/poster-do-filme-a-pele-que-habito-de-pedro-almodovar-1302902731567_300x420.jpg" alt="" width="300" height="420" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Nome: La Piel que Habito &#8211; 2011</p>
<p>Direção: Pedro Almodovar</p>
<p>Elenco: Antonio Banderas, Elena Anaya, Marisa Paredes, Cornet Janeiro.</p>
<p>Sinopse: Cirurgião obcecado em criar uma pele quase invulnerável, mantém jovem presa em um cômodo da sua casa para que ela possa ser cobaia de seu maior experimento.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/HCdt4M0hkQQ?rel=0" frameborder="0" width="520" height="293"></iframe></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o início me pareceu improvável que Almodovar fosse fazer um filme de terror. Depois que vi o tailer, minha convicção diminuiu mais ainda. Do início até um pouco antes da metade  do filme eu vi tudo menos terror&#8230; mas quando os créditos subiram vi que eu estava enganada. O terror tem muitas esferas. Ao se falar em filme de terror, muitos esperam sangue, mutilação, gore, psicopatas mascarados, zumbis, aliens, qualquer coisa menos um terror psicológico. Aquele pânico que sobe no corpo sem ver ao menos uma gota de sangue na tela. É disso que se trata <strong>A Pele que Habito</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Dr. Robert Ledgard é um renomado cirurgião plástico que está em uma incessante pesquisa. Uma pele mais resistente que possa ser implantada em seres humanos vítimas de queimaduras. Esta obsessão foi causada por conta da morte de sua esposa que após sofrer um acidente de carro, foi carbonizada. Ela sobreviveu um tempo, graças ao médico que implantou nela a pele trangênica mas não pôde conter o suicídio iminente.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9317" title="a-pele-que-habito" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/11/a-pele-que-habito.jpg" alt="" width="392" height="280" /></p>
<p style="text-align: justify;">Após perder a mulher e a filha de maneira trágica, Robert se isola em sua casa &#8211; que funciona como um centro cirúrgico &#8211; ele trabalha em suas pesquisas e continua operando os pacientes normalmente. Após apresentar sua pele trangênica, tem a pesquisa repudiada pela comunidade científica que não aceita o uso de material trangênico em seres humanos vivos ( Robert usa a pele humana aliada ao material genético de porcos). Isso não o impede de continuar pesquisando e testanto seu experimento em Vera, um Frankeinstein moderno.</p>
<p style="text-align: justify;">Vera é uma misteriosa mulher que vive aprisionada em um dos cômodos da casa de Robert e serve como cobaia do doutor. Usando uma espécie de meia que lhe cobre o corpo na maior parte do tempo, ela usa a yoga para manter a mente ocupada e meditar. Vera não tem contato com ninguém além da governanta Marília que trabalha e mesmo assim apenas por meio de um pequeno elevador onde ela recebe tudo que é necessário: alimentos, roupas, maquiagem e afins.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">SPOILERS ABAIXO </span></strong><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">para ler basta selecionar o trecho. Se não viu o filme, melhor não ler o texto pois vai estragar muito do impacto das cenas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #c0c0c0;">Com uma trama aparentemente arrastada, mudamos de idéia quando entendemos todo o contexto daquela situação de cárcere. Robert é um vilão atípico. Suas ações não são frutos da mera maldade. Ele é um homem dominador que não aceita ter situações além do seu controle, principalmente no que se refere as mulheres de sua vida. Sua esposa foge com seu amigo &#8211; na verdade irmão -  durante a fuga sofre um acidente de carro e é carbonizada. Incansável na tentativa de salvá-la, ele não aceita que antes da sua vontade, a dela vai contar primeiro. Na primeira oportunidade em que a mulher tem de se olhar no espelho, deformada pelas queimaduras, não suporta o que vê e se atira pela janela. Norma, a filha de Robert assiste o suicídio da mãe e desenvolve problemas mentais. Com um tratamento psquiátrico, muitos remédios e uma tentativa de resocialização, ela recebe alta. Robert a leva para uma festa e por um descuido de segundos ele a perde de vista. Norma sofre uma tentativa de estupro e tem uma recaída. Sem conseguir superar o trauma ela  comete suicídio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #c0c0c0;">Mais uma vez Dr. Robert perdeu o controle sobre a vida das mulheres que amou. Tomado pelo instinto de vingança ele sequestra o homem que estuprou sua filha e o tranca no porão da mansão. Sem saber o que lhe espera Vincent apenas aguarda que o algoz apareça. Eles protanizam uma das melhores cenas do filme: o momento em que Vincent é barbeado  por Robert, com uma navalha. Aos poucos entendemos qual é o verdadeiro plano do Doutor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #c0c0c0;">A cirurgia de mudança de sexo feita em Vincent tem muitos significados.  Ao ouvir que passou por uma vaginoplastia é como uma espécie de sonho, ele não reage. Seu olhar incrédulo, sua incompreensão, faz dele alguém perdido, como se a qualquer momento ele fosse abrir os olhos e aquilo não passaria de um sonho ruim. O momento em que ele tenta olhar seu novo órgão no espelho, nós também compartilhamos da sua angustia. Queremos ver mas ao mesmo tempo não queremos. Quando Dr. Robert mostra a Vincent (agora Vera) os dilatadores em formato de falo, que ela deve usar para alargar seu orifício construído, vamos para outra camada do filme.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #c0c0c0;">O falo é quase sempre mostrado como um objeto opressor no filme. O falo de outro homem foi o catalizador da fuga da esposa de Robert, o falo de Vincent criou o trauma de Norma, os falos usados para alargar a vagina de Vera que depois foi estuprada pelo falo do &#8220;tigre&#8221; e oprimida pelo falo de Robert em uma relação sexual.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #c0c0c0;">Depois dos recursos do flashback, entemos o porquê  de Vera não gostar de maquiagem, não usar os vestidos e passar a maior parte do tempo usando apenas o traje de moldura. Com o passar dos anos ela assumiu uma outra identidade, esculpida por Dr. Robert que iniciou-se como um processo de vingança &#8211; depois nos perguntamos se de fato Vincent cometeu um estupro ou uma tentativa ou foi um mal entendido -  na verdade a obsessão médica transformou-se em um sentimento conflitante pois que não poderia mais ver aquela mulher como o homem que violentou sua filha. Por ter a aparência da falecida esposa de Robert ele passou a ter todo o controle que nunca teve antes. E por incível  que possa parecer é quando ele perde o controle da situação (o tigre estupra Vera) é como se as coisas finalmente começassem a dar certo.</span></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9325" title="a-pele-que-eu-habito" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/11/a-pele-que-eu-habito-3.jpg" alt="" width="420" height="264" /></p>
<p style="text-align: justify;">O terror, ser mantidos em cárcere, pode ir além de tudo isso. Existe pior prisão do que aquela sem muros? E quando o seu próprio corpo é uma prisão? A sua identidade é sua carga genética, seu corpo, sua alma, sua mente? Qual é sua verdadeira identidade?  Quando a governanta diz: &#8220;a loucura está no meu ventre, a culpa disso tudo é minha&#8221;  ela  expõe mais uma questão que corroi os personagens: Robert se culpa por não ter salvo a mulher e a filha, a governanta por gerar dois psicopatas, Vicent por estuprar Norma&#8230;  <strong>La Piel que Habito</strong> é como uma flor com suas diversas pétalas. A medida que vamos arrancando-as somos levados ao seu interior e vendo que aquela beleza inicial pode não ser bem o que de fato é belo. As camadas vão sendo ultrapassadas e nos deparamos com aquele miolo, vulnerável, nu, não tão atraente como no começo. A pele que você habita, diz quem você é ou lhe aprisiona?</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Não tenha medo do escuro (2011)</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/10/nao-tenha-medo-do-escuro-2011/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 13:11:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Guillermo Del Toro]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Don´t be afraid of the dark &#8211; 2011 Direção: Troy Nixey Roteiro: Guillermo Del Toro e Matthew Robbins Elenco: Katie Holmes, Guy Pearce e Bailee Madison. Sinopse: Alex se muda para uma mansão do século 19 para reformá-la em parceria com sua namorada. Tentando adaptar-se com a chegada da filha que veio morar com ele, Alex faz de tudo para dar atenção a ela e também a reforma. Com toda a curiosidade típica de uma criança Sally descobre criaturas assustadoras vivendo dentro daquela casa e faz de tudo para o pai e a madrasta acreditarem nela. . .  Esperei por Não tenha medo do escuro com uma curiosidade acima do normal. Gosto de Guilhermo Del Toro e quando assisti A Espinha do Diabo, foi como se depertasse em mim aquela sensação de arrepio tão difícil de encontrar nos filmes de terror hoje em dia. Após assistir O Labirinto do Fauno e O Orfanato constatei que me interessaria por qualquer coisa que ele mostrasse nas telas. Não foi diferente quando soube que estava preparando o roteiro para o remake de Don´t be not afraid of the dark, pena que o resultado não foi o que eu esperava. Apesar de ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-9220" title="dont_be_afraid_of_the_dark" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/10/dont_be_afraid_of_the_dark_ver3_xlg-404x600.jpg" alt="" width="404" height="600" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Don´t be afraid of the dark &#8211; 2011</p>
<p>Direção: Troy Nixey</p>
<p>Roteiro: Guillermo Del Toro e Matthew Robbins</p>
<p>Elenco: Katie Holmes, Guy Pearce e Bailee Madison.</p>
<p style="text-align: justify;">Sinopse: Alex se muda para uma mansão do século 19 para reformá-la em parceria com sua namorada. Tentando adaptar-se com a chegada da filha que veio morar com ele, Alex faz de tudo para dar atenção a ela e também a reforma. Com toda a curiosidade típica de uma criança Sally descobre criaturas assustadoras vivendo dentro daquela casa e faz de tudo para o pai e a madrasta acreditarem nela.</p>
</blockquote>
<p>.<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/mpvohWie4Ks?rel=0" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>.</p>
<p style="text-align: justify;"> Esperei por Não tenha medo do escuro com uma curiosidade acima do normal. Gosto de Guilhermo Del Toro e quando assisti <strong>A Espinha do Diabo</strong>, foi como se depertasse em mim aquela sensação de arrepio tão difícil de encontrar nos filmes de terror hoje em dia. Após assistir O Labirinto do Fauno e O Orfanato constatei que me interessaria por qualquer coisa que ele mostrasse nas telas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não foi diferente quando soube que estava preparando o roteiro para o remake de <strong>Don´t be not afraid of the dark</strong>, pena que o resultado não foi o que eu esperava. Apesar de ser uma trama conhecida de um famoso filme de 1973, é difícil se deixar levar pela história. Alex e Kim formam um casal totalmente focado no trabalho. Katie Holmes no papel de Kim é aquilo que eu espero de Kristen Stewart em Crepúsculo: inexpressiva e sem nenhum carisma. Ela faz o papel de madrasta preocupada e que tenta se aproximar da enteada sem êxito.  Guy Pierce como Alex é o pai que não sabe muito como agir com a inesperada presença da filha em casa e também precisa lidar com a grande reforma do casarão &#8211; coisa que pode alavancar sua carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Sally é uma criança introspectiva; precisou lidar com a separação dos pais e não consegue entender o motivo da mãe tê-la enviado para morar com o pai. Ela se sente uma intrusa naquela casa, não permite a aproximação da madrasta e circula pela mansão com aquele ar triste e cansado. Provavelmente essa solidão foi quem aguçou sua curiosidade infantil de explorar aquela casa e descobrir no porão, algo que estava preso a muito tempo mas sua carência e inocência a fez libertar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9226" title="dont-be-afraid-of-the-dark" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/10/dont-be-afraid-of-the-dark-2011-movie.jpg" alt="" width="480" height="320" /></p>
<p style="text-align: justify;">As criaturas do filme pode-se dizer que são uma alusão a fábula Fada do dente! São pequenos seres que estão aprisionados no porão da casa e quando são libertados por Sally, espalham-se por todos os cantos com um único propósito: Levar a garota e comer seus dentes! Este argumento é interessante e amedrontador por sí só. O problema é que o desenvolvimento não é bom. Por mais que o visual das criaturas tenha sido trabalhado, sua aparência não dá medo durante todo o filme.</p>
<p style="text-align: justify;">O medo durante o filme não crescente. A tensão é pontual em algumas cenas mas não vai aumentado de acordo com a história. A primeira aparição das criaturas e a cena do banheiro foram eficientes e deu arrepios, tirando isso, o desenvolvimento das ações soou estranho. Era como se as criaturas pudessem pegar Sally a qualquer momento, se não fizeram isso logo é porque não quiseram.</p>
<p style="text-align: justify;">Com todos esses questionamentos e ressalvas,  não tenha grandes pretensões e veja <strong>Não tenha medo do escuro</strong> pois ele merece ser assistido.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Atividade Paranormal 3 &#8211; 2011</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/10/atividade-paranormal-3-2011/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 10:16:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[atividade paranormal 3]]></category>
		<category><![CDATA[paranormal]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Nome: Paranormal Activity 3 Direção: Henry Joost e Ariel Schulman Sinopse: Este é o terceiro filme da franquia (sem contar com a versão japonesa) e conta o que aconteceu antes do primeiro filme. Kristi ainda é crianças e vive com a irmã Kate, com a mãe e o padrasto quando começa a ver um amigo imaginário chamado Tobby. Achando que atividades paranormais estão acontecendo na casa o padrasto dela decide investigar instalando câmeras por toda a residência.  Uma coisa que me incomoda demais é quando sou enganada vendo um trailer e isso aconteceu com Atividade Paranormal 3. É incrível a quantidade de cenas que tem no trailer e em algumas fotos promocionais mas que não estão no filme. Se a montagem final retirou estas cenas, não use-as no trailer. Tenha bom senso. Veja algumas cenas que não veremos no filme: - Kristi se equilibrando na mureta do quarto e se jogando embaixo; - A menina jogando água em Tobby; - Visita e ataque ao padre/ pesquisador/ pessoa que está junto ao casal; - Menina dentro do carro; - Incêndio; - Mãe sendo atacada; - Meninas no banheiro brincando de Blood Mary; - Cena de Kristi em frente ao espelho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9263" title="Atividade-Paranormal-3.-Pôster." src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/10/Atividade-Paranormal-3.-P%C3%B4ster.-384x600.jpg" alt="" width="384" height="600" /></p>
<blockquote><p>Nome: Paranormal Activity 3</p>
<p>Direção: Henry Joost e Ariel Schulman</p>
<p style="text-align: justify;">Sinopse: Este é o terceiro filme da franquia (sem contar com a versão japonesa) e conta o que aconteceu antes do primeiro filme. Kristi ainda é crianças e vive com a irmã Kate, com a mãe e o padrasto quando começa a ver um amigo imaginário chamado Tobby. Achando que atividades paranormais estão acontecendo na casa o padrasto dela decide investigar instalando câmeras por toda a residência.</p>
<p style="text-align: justify;">
</blockquote>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/-8-FeM3no2E?rel=0" frameborder="0" width="463" height="261"></iframe></p>
<p style="text-align: justify;"> Uma coisa que me incomoda demais é quando sou enganada vendo um trailer e isso aconteceu com Atividade Paranormal 3. É incrível a quantidade de cenas que tem no trailer e em algumas fotos promocionais mas que não estão no filme. Se a montagem final retirou estas cenas, não use-as no trailer. Tenha bom senso. Veja algumas cenas que não veremos no filme:</p>
<p style="text-align: justify;">- Kristi se equilibrando na mureta do quarto e se jogando embaixo;</p>
<p style="text-align: justify;">- A menina jogando água em Tobby;</p>
<p style="text-align: justify;">- Visita e ataque ao padre/ pesquisador/ pessoa que está junto ao casal;</p>
<p style="text-align: justify;">- Menina dentro do carro;</p>
<p style="text-align: justify;">- Incêndio;</p>
<p style="text-align: justify;">- Mãe sendo atacada;</p>
<p style="text-align: justify;">- Meninas no banheiro brincando de Blood Mary;</p>
<p style="text-align: justify;">- Cena de Kristi em frente ao espelho mas o reflexo dela não está igual.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode parecer que sou chata e tudo mais só que eu me sinto enganada. Eu espero uma coisa e recebo outra. Enfim, o filme conta uma história anterior ao primeiro Atividade Paranormal onde podemos ver Kate e Kristi felizes na infância e se apegando cada dia a mais ao padrasto. Quando Kristi começa a conversar com um amigo imaginário chamado Tobby, a mãe resolve não dar importância e acredita que é só uma fase enquanto a irmã da menina pirraça a pequena dizendo que isso é coisa de bebê &#8211; conversar com amigos invisíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O padrasto de Kristi acidentalmente filma uma espécie de vulto e acredita que vale a pena investigar. Seguindo uma linha inversa e que eu não consigo entender é a mãe de Kristi que se recusa a assistir aos vídeos gravados e nem mesmo quer ouvir falar do assunto. Outra coisa que me espantou foi o fato do padrasto mesmo vendo aquelas coisas acontecerem e ter provas da gravidade da situação, continuar apenas filmando e não tomar uma providência concreta. Por falar nele, o rapaz trabalha filmando casamentos mas pelo visto está em época de vacas magras porque não o vi saindo para trabalhar uma vez.</p>
<div id="attachment_9268" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-full wp-image-9268" title="atividade-paranormal-" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/10/1319180526_atividade-paranormal-3-4_thumb.jpg" alt="" width="350" height="233" /><p class="wp-caption-text">Esta cena não está no filme</p></div>
<p style="text-align: justify;">Mas pensando no lado que interessa, pelo menos a grande parte do público, o Atividade Paranormal 3 é muito feliz em usar do mesmo argumento do primeiro filme como a filmagem caseira, os sustos, vultos, sombras &#8230; As pequenas Kristi e Kate são carismáticas, verdadeiras e nos levam a entrar na história. Em determinado momento uma babá está tomando conta das crianças enquanto algumas atividades estranhas acontecem e no ápice do problema ela corre para um outro cômodo apavorada. Me peguei pensando: Se fosse eu, teria ligado para os pais dessas meninas voltarem imediatamente, dava uma desculpa e ia embora na mesma hora. Mas parando para pensar, a história se passa em 1988 não existiam os celulares. Como iria contatar os dois?</p>
<p style="text-align: justify;">Por falar na &#8220;assombração&#8221; &#8230; ela não deve nada ao primeiro filme. A atmosfera de medo como se a quelquer momento a câmera fosse captar alguma coisa deixa o clima muito tenso, mesmo sabendo que este recurso já foi usado e você fica procurando sombras e objetos se movendo, quando as coisas acontecem você ainda sim é pego desprevenido. Em um momento de susto pregado pela mãe das meninas, você sabe que algo vai acontecer mas quando acontece, você é pego pelo pé. Quando Tobby ataca Kate, não tem como não ficar assustada. Uma dúvida que me ocorreu também é que ao tomar ciência dos acontecimentos sobrenaturais, porque os pais ainda permitiram que as crianças dormissem em um quarto sozinhas?</p>
<p style="text-align: justify;">Outra coisa que me chama atenção é que existe uma cena de incêndio no trailer onde explicaria a foto que Kate achou no primeiro filme mas ela ficou de fora. O final me surpreendeu e me fez pensar em como a coisa caminhou até chegar ao filme 1 da franquia. Elas esqueceram? Como a casa pegou fogo? E a mãe das pequenas? Enfim, o filme vale o ingresso e vai lhe garantir bons sustos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Joshua (2007)</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Oct 2011 11:11:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>

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		<description><![CDATA[Especial Mês das Crianças . Após o nascimento da irmã mais nova, Joshua, passa por uma transformação inimaginável. Ele passa a manipular as situações em que se envolve e faz de tudo para chamar a atenção dos pais e do tio. Com a personalidade de um pequeno psicopata, Joshua transforma a vida da família em um inferno sem que nenhum deles perceba quem é o real causador de tantos problemas. Travando jogos psicológicos ele tenta enlouquece toda a família É importante ressaltar que Joshua não é um filme de terror e sim de suspense, muitas vezes lento e arrastado. A atmosfera pertubadora que o filme instala é onde reside seu poder. Crianças psicopatas não são novidade em filmes e um dos mais recentes é A Órfã &#8211; um dos raros filmes deste perfil que chega aos cinemas brasileiros. O diferencial de Joshua é a sutileza como a trama é desenvolvida da mesma forma como as atitudes do menino, mesmo as mais doentias, são mostradas de forma cautelosa dando a entender o processo de destruição da família e o real desejo do garoto. Após o nascimento da irmã mais nova de Joshua, a casa da família vira um caos. Os contantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #993366;">Especial Mês das Crianças</span></h3>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9131" title="joshua" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/10/joshua_ver2-405x600.jpg" alt="" width="324" height="480" /></p>
<p style="text-align: center;">.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Após o nascimento da irmã mais nova, Joshua, passa por uma transformação inimaginável. Ele passa a manipular as situações em que se envolve e faz de tudo para chamar a atenção dos pais e do tio. Com a personalidade de um pequeno psicopata, Joshua transforma a vida da família em um inferno sem que nenhum deles perceba quem é o real causador de tantos problemas. Travando jogos psicológicos ele tenta enlouquece toda a família</em></p>
<p style="text-align: justify;">É importante ressaltar que Joshua não é um filme de terror e sim de suspense, muitas vezes lento e arrastado. A atmosfera pertubadora que o filme instala é onde reside seu poder. Crianças psicopatas não são novidade em filmes e um dos mais recentes é A Órfã &#8211; um dos raros filmes deste perfil que chega aos cinemas brasileiros. O diferencial de Joshua é a sutileza como a trama é desenvolvida da mesma forma como as atitudes do menino, mesmo as mais doentias, são mostradas de forma cautelosa dando a entender o processo de destruição da família e o real desejo do garoto.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o nascimento da irmã mais nova de Joshua, a casa da família vira um caos. Os contantes choros do bebê, a paranóia e depressão da mãe, a incompreensão do pai e a falta de atenção com o filho mais velho vão culminando em uma bomba relógio. Como se não parecesse pertencer aquela família, Joshua é um garoto frio, distante e sua capacidade de manipular as situações torna suas atitudes ainda mais reprováveis.</p>
<h4 style="text-align: center;"><span style="color: #993366;">Criança Chave</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9136" title="foto2" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/10/foto2.jpg" alt="" width="320" height="214" /></p>
<p style="text-align: justify;">Joshua é frio e dissimulado demonstrando ser a mais adorável das criaturas quando lhe convém. Ele é capaz de torturar e matar animais, aterrorizar a própria família e machucar inclusive a irmã menor que é apenas um bebê.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Red State &#8211; 2011</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/10/red-state-2011/</link>
		<comments>http://www.porraman.com/2011/10/red-state-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 14:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
		<category><![CDATA[kevin smith]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>

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		<description><![CDATA[. Nome: Red State Direção: Kevin Smith Roteiro: Kevin Smith Elenco: John Goodman, Michael Parks, Melissa Leo, Michael Angarano, Kyle Gallner, Stephen Root, Kevin Pollak, Ralph Garman. Sinopse: Três amigos resolvem encontrar uma mulher mais velha que conheceram em um determinado site para encontros sexuais. Ao chegarem ao local onde ela mora, descobrem que foram vítimas de um golpe armado por fundamentalistas que pretendem mandá-los diretamente para o inferno. &#160; Eu não sou uma das maiores fãs de Kevin Smith. Apenas achei legal alguns de seus filmes e até o tão cultuado Dogma eu apenas achei &#8220;maneiro&#8221;, nada demais. Eis que me deparo com um trailer de tirar o fôlego mostrando o primeiro filme de horror do Kevin Smith. O interesse foi automático. Eis que me deparei com mais uma propaganda enganosa. Não estou me referindo a qualidade do filme mas sim a classificação como terror. Red State passa longe de ser um filme de terror e eu poderia até classificá-lo em um thriller, com suspense mas muita ação. Sua história é baseada na saga da Westboro Baptist Church. Esta é uma organização conhecida mundialmente por conta da sua oposição radical ao homossexualismo e seus protestos fervorosos que incluem passeatas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-9142" title="Red State " src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/10/Red-State-The-Father-394x600.jpg" alt="" width="315" height="480" /></p>
<p style="text-align: center;">.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nome:</strong> Red State</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Direção:</strong> Kevin Smith</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Roteiro:</strong> Kevin Smith</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Elenco:</strong> John Goodman, Michael Parks, Melissa Leo, Michael Angarano, Kyle Gallner, Stephen Root, Kevin Pollak, Ralph Garman.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinopse:</strong> Três amigos resolvem encontrar uma mulher mais velha que conheceram em um determinado site para encontros sexuais. Ao chegarem ao local onde ela mora, descobrem que foram vítimas de um golpe armado por fundamentalistas que pretendem mandá-los diretamente para o inferno.</p>
<p style="text-align: center;">
</blockquote>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/KOvbSKO6SMM" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Eu não sou uma das maiores fãs de <strong>Kevin Smith</strong>. Apenas achei legal alguns de seus filmes e até o tão cultuado <strong>Dogma</strong> eu apenas achei &#8220;maneiro&#8221;, nada demais. Eis que me deparo com um trailer de tirar o fôlego mostrando o primeiro filme de horror do Kevin Smith. O interesse foi automático.</p>
<p style="text-align: justify;">Eis que me deparei com mais uma propaganda enganosa. Não estou me referindo a qualidade do filme mas sim a classificação como terror.<strong> Red State</strong> passa longe de ser um filme de terror e eu poderia até classificá-lo em um thriller, com suspense mas muita ação.</p>
<p style="text-align: justify;">Sua história é baseada na saga da Westboro Baptist Church. Esta é uma organização conhecida mundialmente por conta da sua oposição radical ao homossexualismo e seus protestos fervorosos que incluem passeatas em funerais, julgamentos ou locais onde eles acreditam ser o reduto de pecadores. A Igreja tem sede no Kansas (EUA), é comandada pelo pastor fundamentalista Fred Phelps e está sendo monitorada pelo Governo desde o início de suas atividades em 1995.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9153" title="red-state" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/10/red-state-1.jpg" alt="" width="448" height="298" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em Red State somos apresentados a um grupo de amigos que buscam uma noite de aventuras sexuais com uma estranha que conheceram na internet. Diálogos vazios e a clara demonstração de jovens cabeça-oca que só falam palavrões e pensam em sexo me dão a nítida sensação de que é desta forma que os próprios americanos vêem sua juventude. É muito comum encontrar este esteriótipo nos filmes&#8230; sem esquecer da maconha, claro. Viciados em sexo e todos usam drogas. Este é um bom pacote para qualquer filme americano que envolva jovens no seu elenco.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse primeiro momento somos induzidos a acreditar que este será um filme de terror. Quando os garotos caem na armadilha preparada por uma seita (?) chamada Igreja dos Cinco Pontos que abominam os homossexuais e acreditam que eles, assim como os outros pecadores, merecem ser punidos de forma exemplar e experimentarem a ira de Deus. Este grupo de pessoas (famílias) moram em uma fazenda como se fosse uma comunidade fechada ao mundo exterior e comandada pelo fanático Pastor Abin Cooper. Prestes a ser torturados e mortos, aqueles adolescentes tentam sobreviver ao que deveria ser apenas uma noite de diversão.</p>
<p style="text-align: justify;">Tive um pouco de dificuldades em aceitar aquele grupo de fanáticos como vilões. Na verdade eu acredito que minha maior dificuldade foi aceitar que aquelas pessoas acreditavam realmente no discursso que pregavam. Isso nem foi por causa dos atores, pelo contrário. Michael Parks é o responsável por um Abin Cooper inspirado e sua doçura enquanto prega não combina com as palavras de ódio que sai da sua boca enquanto sorri. Ele não é um simples aproveitador que usa da lavagem cerebral apenas para manipular, ele crê no que diz. Uma boa parte do filme pode ser creditada a sua construção de personagem.</p>
<p style="text-align: justify;">A ação não demora para acontecer. Mas quando acreditamos que veremos um filme de terror o foco muda. Admito que em dois momentos tomei susto com ação inesperada. O filme de repente vira um trhiller com muitas balas, federais, conspiração do governo e um final questionável. Esse tipo de coisa não torna o filme ruim. Em uma determinada cena de perseguição dentro de casa, por exemplo, você fica sem fôlego e torcendo para que aconteça um final feliz. Não consegui me aprofundar ou até mesmo torcer por nenhum personagem específico e no final das contas é como se nada disso importasse. Eu gostaria de ver o Pastor Abin Cooper em um outro filme&#8230; onde tivesse liberdade criativa para ser quem aparentava: um homem sádico e motivado por uma das mais perigosas armas: a fé.</p>
<p style="text-align: justify;">*OBS: Que explicação cretina foi aquela para as tais trombetas?</p>
<p style="text-align: justify;">*OBS2: Gostaram do novo formato para minhas críticas?</p>
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