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	<title>Porra, man!suspense | Porra, man!</title>
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	<description>Cinema e Séries do jeito que você entende.</description>
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		<title>Precisamos Falar Sobre o Kevin (We Need to Talk About Kevin)</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 10:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
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		<category><![CDATA[horror]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando tragédias assustadoras acontecem todos ficamos a questionar quais motivos levaram até aquilo, porque se chegou a tal ponto, qual seria o propósito afinal? Ficamos complacentes com os parentes das vítimas e imaginamos a sua dor, mas será que paramos pra pensar na dor dos parentes mais próximos ou nos pais dos responsáveis por tal tragédia ou simplesmente os culpamos pelo “descuido” na criação destes tipos de indivíduos? Será que é apenas mal criação ou existe algo que predetermina as atitudes de um ser, ou seria o meio que faz o indivíduo? Os questionamentos são inúmeros e este filme de Lynne Ramsay, adaptação do livro escrito por Lionel Scriver (o qual eu não li e, portanto, não posso dizer o quão fiel está), ao contrário do que muita gente possa imaginar antes de o assistir, apenas apresenta uma história que é na verdade uma espécie de “apanhado” de diversos depoimentos e fatos de diferentes tragédias como aquela famosa de Columbine onde dois garotos entraram num colégio e mataram vários amigos antes de se suicidarem. Numa mistura muito interessante e intensa entre drama, suspense e horror, “Precisamos Conversar Sobre o Kevin (We Need to Talk About Kevin)”, traz a história de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Ótimo: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Quando tragédias assustadoras acontecem todos ficamos a questionar quais motivos levaram até aquilo, porque se chegou a tal ponto, qual seria o propósito afinal? Ficamos complacentes com os parentes das vítimas e imaginamos a sua dor, mas será que paramos pra pensar na dor dos parentes mais próximos ou nos pais dos responsáveis por tal tragédia ou simplesmente os culpamos pelo “descuido” na criação destes tipos de indivíduos? Será que é apenas mal criação ou existe algo que predetermina as atitudes de um ser, ou seria o meio que faz o indivíduo?</p>
<p>Os questionamentos são inúmeros e este filme de <strong>Lynne Ramsay</strong>, adaptação do livro escrito por <strong>Lionel Scriver</strong> (o qual eu não li e, portanto, não posso dizer o quão fiel está), ao contrário do que muita gente possa imaginar antes de o assistir, apenas apresenta uma história que é na verdade uma espécie de “apanhado” de diversos depoimentos e fatos de diferentes tragédias como aquela famosa de Columbine onde dois garotos entraram num colégio e mataram vários amigos antes de se suicidarem.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9874" title="Precisamos-falar-sobre-o-Kevin" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/Precisamos-falar-sobre-o-Kevin.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Numa mistura muito interessante e intensa entre drama, suspense e horror, <strong>“Precisamos Conversar Sobre o Kevin (We Need to Talk About Kevin)</strong>”, traz a história de uma mãe que tenta levar a vida e conviver com a dor e toda a sorte de sentimentos antagônicos em relação à responsabilidade que sente pelas ações de seu filho que, desde seu nascimento, viveu uma relação extremamente conturbada com ela.</p>
<p>Faz toda a diferença a forma como a história é <em>contada/apresentada</em> aqui, seguindo uma trajetória não linear e que deixa o expectador experimentar sensações de angústia e tensão à medida que vai descobrindo, aos poucos, como tudo aconteceu. A<strong> forma como o roteiro foi construído contribui e muito para todo o clima de suspense e mistério que gira em torno da trama</strong>.</p>
<p>Mas nada disso causaria um impacto tão grande (como causou em mim pelo menos) não fossem as atuações incríveis de <strong>Tilda Swinton</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2009/01/o-curioso-caso-de-benjamin-button-the-curious-case-of-benjamin-button/" target="_blank">O Curioso Caso de Benjamin Button</a>”) e <strong>Ezra Muller</strong> que fazem respectivamente mãe e filho (na fase adolescente). Enquanto Tilda (incrivelmente ignorada pelo Oscar) está excepcional em seu papel de mãe desesperada e sem saber como lidar com seu filho, <strong>Ezra Muller</strong> interpreta um adolescente detestável e assustador. É interessante também a forma como a relação dos dois é mostrada, inclusive com cenas sugerindo que apesar das aparentes diferenças eles podem ter muito em comum, mas até do que gostariam de admitir.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9872" title="417458-hit-3" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/417458-hit-3.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Em determinada parte do filme Kevin diz para a mãe que o propósito de tudo aquilo que ele vem fazendo é simplesmente não ter propósito. Para o espectador que estava até aquele instante procurando apontar um culpado para a forma como tudo aquilo veio acontecer (sem maiores detalhes para não acabar com surpresas) é um verdadeiro tapa na cara. E agora, de quem é a culpa? Será do pai um tanto quanto relapso, a mãe que nunca soube lidar com seu filho ou simplesmente o garoto foi um <em>enviado do coisa ruim</em>? E será que existem culpados?</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright  wp-image-9875" title="precisamos-falar-sobre-o-kevin-poster" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/precisamos-falar-sobre-o-kevin-poster-221x300.jpg" alt="" width="199" height="270" />Precisamos Falar Sobre o Kevin (We Need to Talk About Kevin, 2011/2012 &#8211; 112 min)<br />
Drama, Suspense.</strong></p>
<p>Dirigido por Lynne Ramsay com roteiro de Lynne Ramsay e Rory Kinnear adaptando livro de Lionel Shriver. Estrelando: Tilda Swinton, Ezra Miller, John C. Reilly e Jasper Newell.</p></blockquote>
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		<title>11-11-11</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 02:11:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem me conhece ou acompanha meu blog pessoal “Onze e Onze” sabe que o número 11 andava me perseguindo ultimamente, podia ser em uma comanda de restaurante ou até mesmo quando ia olhar as horas e estava lá cravado: “11:11”. Claro que a indústria do cinema não iria perder a oportunidade de no dia 11 de novembro de 2011 lançar o filme “11-11-11” que, em teoria, deveria explorar toda essa suposta mística que rondou este “acontecimento” (na verdade nada aconteceu). Perdi a “piada” de ir no cinema no fatídico e numerológico dia, mas até que foi bom, alugar no torrent me compensou alguns reais que seriam muito mal gastos caso eu tivesse pago pra ver essa obra medíocre, uma das piores do ano sem dúvidas. A trama segue a vida de Joseph Crone (Timothy Gibbs), um famoso autor de livros best-sellers que perdeu no passado a esposa e filho numa morte trágica. Com seu pai enfermo ele viaja até Barcelona onde encontra lá também o seu irmão (Michael Landes) que não via a algum tempo. Cada vez mais estranhos acontecimentos envolvendo o número 11 começam a deixar Joseph um pouco preocupado até porque o dia 11 do 11 do 11 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Péssimo: Classificação 1 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/1_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Quem me conhece ou acompanha meu<em> blog pessoal</em> “<a href="http://marciomelo.posterous.com/" target="_blank">Onze e Onze</a>” sabe que o número 11 andava me perseguindo ultimamente, podia ser em uma comanda de restaurante ou até mesmo quando ia olhar as horas e estava lá cravado: “<strong>11:11</strong>”. Claro que a indústria do cinema não iria perder a oportunidade de no dia 11 de novembro de 2011 lançar o filme “<strong>11-11-11</strong>” que, em teoria, deveria explorar toda essa suposta mística que rondou este “<em>acontecimento</em>” (na verdade nada aconteceu). Perdi a “<em>piada</em>” de ir no cinema no fatídico e <em>numerológico</em> dia, mas até que foi bom, <em>alugar no</em> <em>torrent</em> me compensou alguns reais que seriam muito mal gastos caso eu tivesse pago pra ver essa obra medíocre, uma das piores do ano sem dúvidas.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9489" title="11-11-11" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/tn_620_600_PAG4-11-11-11_2.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>A trama segue a vida de Joseph Crone (<strong>Timothy Gibbs</strong>), um famoso autor de livros <em>best-sellers</em> que perdeu no passado a esposa e filho numa morte trágica. Com seu pai enfermo ele viaja até Barcelona onde encontra lá também o seu irmão (<strong>Michael Landes</strong>) que não via a algum tempo. Cada vez mais estranhos acontecimentos envolvendo o número 11 começam a deixar Joseph um pouco preocupado até porque o dia 11 do 11 do 11 está bem próximo de chegar. Joseph começa bastante incrédulo e quanto mais pesquisa a respeito do “11-11-11” aquilo que parecia bobagem se torna obsessão, tudo isso acompanhado de estranhas aparições.</p>
<p><strong>Daria para escrever umas 11 páginas com todas as falhas encontradas em “11-11-11”,</strong> filme dirigido e roteirizado por <strong>Darren Lynn Bousman</strong> (o carinha responsável por <em>Jogos Mortais 2, 3 e 4</em>). Como se já não bastasse o fato de que filmes profeticamente datados sempre possuem um prazo de validade – até a data da tal profecia chegar e o mundo continuar girando normalmente, no caso aqui foi em 11 de novembro de 2011 -, ele ainda <strong>abusa de clichês, sustos fáceis e medíocres incapazes de assustar até mesmo crianças criadas pelos avós</strong> e atuações e diálogos simplesmente deprimentes.</p>
<p>Existe um momento do filme, num intervalo de minutos, que o personagem de Joseph repete a mesma coisa pro irmão 3 vezes: “<em>Se você acredita em Deus porque eu não posso acreditar no 11?</em>”. E o péssimo roteiro segue assim, criando situações bobas e com justificativas deprimentes. A moça bonitinha precisa estar em Barcelona? Fácil, manda ela dizer que sua mãe é comissária de bordo e que ela consegue passagens grátis. <strong>Quando as explicações não são horríveis, são desnecessárias e sem propósito</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9488" title="cena-do-filme-11-11-11-de-darren-lynn-bousman-jogos-mortais" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/cena-do-filme-11-11-11-de-darren-lynn-bousman-jogos-mortais-2-1320957902751_615x300.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Os atores não ajudam muito, a história não é interessante e <strong>pouco se explora o tal 11 e 11</strong>, no máximo umas buscas na internet, livros satanistas e fim de papo, ou seja, toda a interessante premissa é jogada no ralo para se explorar um terror que nunca acontece. Avisem ao pessoal que faz cinema que ninguém mais se assusta com velhas puxando cortina rapidamente (e quem faz isso na vida real?). Até mesmo um bibliotecário joga um <em>calhamaço</em> de livros pesados na mesa tudo de vez acompanhado do som “<em>pam!</em>”, sério, parem com isso POR FAVOR!</p>
<p>E como já diria o velho <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Murphy" target="_blank">Murphy</a> (esse sim é um cara que me dá medo), nada é tão ruim que não possa piorar, e o desfecho do filme chega para comprovar essa máxima. Se a trama já não andava interessante, se já não torcíamos pelos personagens e tampouco existia um clima mínimo de suspense, o final consegue ser ainda pior. <strong>Assustador mesmo é o fato de produções como esta conseguirem apoio, dinheiro e ainda serem exibidas nos cinemas</strong>. Agora só nos resta torcer que não façam no ano que vem o “<em>12-12-12</em>”.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="size-medium wp-image-9490 alignright" title="11_11_11_2011_600x889_377405" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/11_11_11_2011_600x889_377405-202x300.jpg" alt="" width="141" height="210" />11-11-11 (2011, 90 min)<br />
</strong><strong>Suspense, Terror</strong></p>
<p>Um filme de Darren Lynn Bousman com Timothy Gibbs, Michael Landes, Denis Rafter, Wendy Glenn, Lluís Soler, Brendan Price, Lolo Herrero, Montserrat Alcoverro, Benjamin Cook, Salomé Jiménez.</p></blockquote>
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		<title>Sequestrados &#8211; Secuestrados/ Kidnapped 2011</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/09/sequestrados-secuestrados-kidnapped-2011/</link>
		<comments>http://www.porraman.com/2011/09/sequestrados-secuestrados-kidnapped-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 14:11:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Pai, mãe e filha, se mudam para uma nova e luxosa casa em um condomínio de Madri.  Na primeira noite, durante o jantarzinho de comemoração, a residência é invadida por homens mascarados que sequestram a família.&#8221; Sei que muitos não vão gostar de Secuestrados, vão fazer as inevitáveis comparações com outros filmes inclusive Funny Games que por sinal gosto bastante. Eu tinha expectativas muito altas em relação a  esta película de Miguel Angel Vivas e mesmo assim aprovei o que vi. Não vou contar muito a respeito da sinopse nem detalhes da trama porque acredito que o filme funciona melhor quanto menos informações tiver e desta forma poderá se deixar levar por esta onda de tensão que não abandona o filme em nenhum momento, nem mesmo quando uma aparente calmaria toma conta da tela ou em diálogos aparentemente inofensivos. A partir do meio do filme imaginamos que o desenho já está traçado e então percebemos que tudo é imprevisível. Violento, com uma brutalidade muito real, Secuestrados mostra uma silhueta difícil de ser encontrada em outros filmes do gênero. O choque de realidade se faz presente até mesmo quando situações onde aparentemente  se opta pelo politicamente correto &#8211; exemplo disso é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8969" title="secuestrados" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/09/secuestrados.jpg" alt="" width="332" height="480" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Pai, mãe e filha, se mudam para uma nova e luxosa casa em um condomínio de Madri.  Na primeira noite, durante o jantarzinho de comemoração, a residência é invadida por homens mascarados que sequestram a família.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Sei que muitos não vão gostar de <strong>Secuestrados</strong>, vão fazer as inevitáveis comparações com outros filmes inclusive <strong>Funny Games</strong> que por sinal gosto bastante. Eu tinha expectativas muito altas em relação a  esta película de Miguel Angel Vivas e mesmo assim aprovei o que vi.</p>
<p style="text-align: justify;">Não vou contar muito a respeito da sinopse nem detalhes da trama porque acredito que o filme funciona melhor quanto menos informações tiver e desta forma poderá se deixar levar por esta onda de tensão que não abandona o filme em nenhum momento, nem mesmo quando uma aparente calmaria toma conta da tela ou em diálogos aparentemente inofensivos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8973" title="kidnapped1" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/09/kidnapped1.jpg" alt="" width="450" height="278" /></p>
<p style="text-align: justify;">A partir do meio do filme imaginamos que o desenho já está traçado e então percebemos que tudo é imprevisível. Violento, com uma brutalidade muito real, <strong>Secuestrados</strong> mostra uma silhueta difícil de ser encontrada em outros filmes do gênero. O choque de realidade se faz presente até mesmo quando situações onde aparentemente  se opta pelo politicamente correto &#8211; exemplo disso é quando uma personagem se vê obrigada a escolher entre deixar o sequestrador entrar ou permitir que ele mate a pessoa que está ameaçando.</p>
<p style="text-align: justify;">Não espere uma lição de moral, entender motivações ou quem sabe tirar algo de bom desta experiência. No mundo fora da tela também não é assim? A vida imita a arte? Assita e tire suas conclusões e de preferência não leia muito a respeito do filme. Se deixe levar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Trust &#8211; 2010</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 12:51:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#8220;Annie tem 14 anos e vive com sua família em uma confortável casa. O clima entre seu pai, mãe, irmãos parece muito harmonioso e como qualquer adolescente ela adora internet. O problema é que Annie conhece alguém chamado Charlie em uma sala de chat mas ele é mais perigoso do que se imagina e essa descoberta vai mudar a vida de toda a sua família.&#8221; Certo dia eu estava no salão de beleza e na tv passava um programa jornalístico onde um homem havia sido preso em flagrante fazendo sexo com uma garota de programa de 14 anos na região da Ladeira da Montanha ( local conhecido por ser um ponto de prostutição em Salvador). Logo depois que passou a reportagem, uma senhora que estava ao meu lado comentou que a garota não era nenhuma inocente, cobrou pelo serviço; afinal hoje tem muita menina que dá a volta em mulher feita. Aqueles comentários me deixaram tão atordoada que ensaiei dar uma resposta mas me contive. Não importa o que eu viesse a dizer, nada mudaria o conceito que aquela senhora tinha. Como eu poderia dizer a ela que a menina é uma vítima e que o adulto em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone" src="http://porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8547" title="trust_poster" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/trust-2010iii_poster.jpg" alt="" width="343" height="506" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Annie tem 14 anos e vive com sua família em uma confortável casa. O clima entre seu pai, mãe, irmãos parece muito harmonioso e como qualquer adolescente ela adora internet. O problema é que Annie conhece alguém chamado Charlie em uma sala de chat mas ele é mais perigoso do que se imagina e essa descoberta vai mudar a vida de toda a sua família.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Certo dia eu estava no salão de beleza e na tv passava um programa jornalístico onde um homem havia sido preso em flagrante fazendo sexo com uma garota de programa de 14 anos na região da Ladeira da Montanha ( local conhecido por ser um ponto de prostutição em Salvador). Logo depois que passou a reportagem, uma senhora que estava ao meu lado comentou que a garota não era nenhuma inocente, cobrou pelo serviço; afinal hoje tem muita menina que dá a volta em mulher feita. Aqueles comentários me deixaram tão atordoada que ensaiei dar uma resposta mas me contive. Não importa o que eu viesse a dizer, nada mudaria o conceito que aquela senhora tinha. Como eu poderia dizer a ela que a menina é uma vítima e que o adulto em questão é totalmente responsável? Não interessa se ela se ofereceu, se cobrou, se andava nua pela rua ou de quatro pelo chão&#8230; ELE é o adulto e cabe a ELE dizer não. Isso é tão absurdo quanto dizer que a culpa de um estupro é da mulher que estava com uma roupa curta ou se oferecia.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando ouvi falar de <strong>Trust</strong> não demonstrei muito interesse em assistir mas posso dizer que o nome de <strong>Clive Owen</strong> e <strong>Catherine Keener</strong> tiveram peso decisivo na escolha. O fato de David Schwimmer ( Dr. Ross Geller de Friends) ser o idealizador também teve seu crédito. Acreditava que o filme teria uma idéia muito parecida com a do filme <a href="http://www.porraman.com/2011/05/desaparecimento-de-megan-megan-is-missing-2011/" target="_blank"><strong>Desaparecimento de Megan</strong></a>, essa história de predador sexual, internet, crime, poderia ser a mesma história mas com rostos conhecidos na tela. Me enganei. Apesar da temática ser a mesma Trust se revela totalmente diferente de seu colega pois mostra três visões diferentes de uma tragédia (Annie, Mãe, Pai) mas ao final do filme entendemos que são na verdade 4 visões &#8230; isso é o mais assustador.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Trust, Annie é uma adoelscente confiante, com uma família feliz, boa relação em casa, boa aluna e praticante de vôlei na escola. Como qualquer adolescente ela é insegura quanto sua aparência e as vezes acredita que nunca se encaixará pois não é uma garota popular e custa a se enturmar com as meninas descoladas. Quando faz 14 anos, ganha do pai um MacBook que facilita muito suas conversas com seu amigo virtual Charlie, um garoto de 16, esportista e que mora na Califórnia. Sem grande alarde, Annie vai se aproximando cada vez mais dele, trocam sms, conversam via chat, depois de um tempo passam a falar por telefone. Ele é um garoto encantador, escuta o que ela tem a dizer, a incentiva, fala coisas românticas mas assume sua primeira mentira: ele não tem 16 anos e sim 20.  Finalmente eles marcam de se encontrar e desse fatídico encontro a vida de Annie e sua família nunca mais será a mesma.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8548" title="01" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/texto1.jpg" alt="" width="346" height="230" /></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das coisas que chamam a atenção em Trust é a forma como o estupro de Annie pesa em toda a família. O crime desestrutura a todos e tem impactos diferentes em cada um de seus membros, principalmente no pai que fica totalmente obcecado em encontrar o homem que estuprou sua filha. Esse tom realista e os arcos dramáticos são muito bem construidos apesar das situações sem muito sentido a exemplo do bullying que Annie sofre após os colegas de escola descobrirem o estupro. No geral, é mais um filme que todos os pais deveríam assistir e entender como devem estar vigilantes com seus filhos principalmente em relação as redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">*Acompanhem a cena que surge durante os créditos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Apollo 18</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Sep 2011 16:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
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		<category><![CDATA[terror]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim que “Apollo18” chega ao fim, uma mensagem pode ser ouvida por todos aqueles que tem o mínimo de bom gosto: “Houston, we have a bad movie”. Seguindo a já aborrecida linha do ‘feito a partir de acontecimentos reais’ – sempre contando com o auxílio de material e/ou vídeos descobertos “misteriomagicamente” – o filme até conta com boas atuações, mas o clima de suspense é prejudicado por um roteiro risível, cenas manjadíssimas e até mesmo o tal mistério é deprimente. Se a própria ida ao homem à lua já é envolta para muitos em toda uma rede de teorias conspiratórias, o que dizer da tal missão Apollo 18 quando é divulgado oficalmente que a última foi a Apollo 17? E é justamente nessa ‘brecha’ que o espanhol Gonzalo López-Gallego se apoia para simular uma história que conta (no mundo imaginário do faz de contas) os tais acontecimentos que nunca foram revelados. Tem até um site [http://www.lunartruth.org/] que é divulgado durante os créditos onde você poderia saber a verdade. Lindo é quando você entra e tem lá dizendo “censurado, veja tudo no filme”. Na trama (sim, isso mesmo, deixe de ser bobo) acompanhamos a tal missão “Apollo 18” com um pequeno grupo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Ruim: Classificação 1 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/1_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Assim que <strong>“Apollo18</strong>” chega ao fim, uma mensagem pode ser ouvida por todos aqueles que tem o mínimo de bom gosto: “<span style="color: #c0504d;"><em><strong>Houston, we have a bad movie</strong></em></span>”. Seguindo a já aborrecida linha do ‘feito a partir de acontecimentos reais’ – sempre contando com o auxílio de material e/ou vídeos descobertos “<em>misteriomagicamente</em>” – o filme até conta com boas atuações, mas o clima de suspense é prejudicado por um roteiro risível, cenas manjadíssimas e até mesmo o tal mistério é deprimente.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8935" title="Apollo18-" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/09/Apollo18-.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Se a própria ida ao homem à lua já é envolta para muitos em toda uma rede de teorias conspiratórias, o que dizer da tal missão<em> Apollo 18</em> quando é divulgado oficalmente que a última foi a <em>Apollo 17</em>? E é justamente nessa ‘brecha’ que o espanhol <strong>Gonzalo López-Gallego</strong> se apoia para simular uma história que conta (<em>no mundo imaginário do faz de contas</em>) os tais acontecimentos que nunca foram revelados. Tem até um site [<a title="http://lunartruth.org/" href="http://www.lunartruth.org/">http://www.lunartruth.org/</a>] que é divulgado durante os créditos onde você poderia saber a verdade. Lindo é quando você entra e tem lá dizendo “<em>censurado, veja tudo no filme</em>”.</p>
<p>Na trama (<em>sim, isso mesmo, deixe de ser bobo</em>) acompanhamos a tal missão “<strong>Apollo 18</strong>” com um pequeno grupo de astronautas, pausa para cenas de dias felizes com a família e amigos na terra, pronto, podemos torcer por eles já que foram humanizados o suficiente para nos cativar com estas cenas. Ao chegar na lua coisas estranhas começam a acontecer e, pelo visto, a tal missão tinha outros objetivos que eles desconheciam.</p>
<p><strong>A premissa é até interessante e poderia render um bom suspense não fossem as absurdas faltas de coerência e furos no roteiro</strong>, sem contar com toda essa chatice de querer se passar por algo verídico. Pensem bem, um local inóspito como a lua, com astronautas enclausurados em naves diminutas, tem sim muita coisa a ser explorada em um suspense. E a tal revelação do porquê não existirem mais missões tripuladas à lua é daquelas que viram piadas instantaneamente. E se num suspense os sustos são esperados e clichês, ou pior, levam ao riso, as chances de um trabalho desses dar certo tendem a menos infinito.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8937" title="Apollo-18" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/09/Apollo-18-2011-Images-1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Não chega a ser algo inassistível, mas<strong> “Apollo 18” não funciona como deveria </strong>e é mesmo uma obra que fica devendo em tantos aspectos que não recomendo a ninguém ir lá perder seu tempo no cinema. Focaram tanto na coisa de ‘história real e reveladora’ que <strong>esqueceram de fazer um filme bom</strong>, que quanto nada divertisse (ou assustasse de verdade) o espectador por alguns momentos. No final das contas fica mais fácil você discutir se o homem foi mesmo a lua do que sobre essa tal missão secreta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-8934" title="Apollo18" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/09/Apollo18-202x300.jpg" alt="" width="162" height="240" />Apollo 18 (2011 &#8211; 88 min)<br />
Terror, Suspense, Ficção científica.</strong></p>
<p>Dirigido por Gonzalo López-Gallego com roteiro de Brian Miller e Cory Goodman. Estrelando: Warren Christie e Lloyd Owen.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Fogo no céu (Fire in the Sky &#8211; 1993)</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/05/fogo-no-ceu-fire-in-the-sky-1993/</link>
		<comments>http://www.porraman.com/2011/05/fogo-no-ceu-fire-in-the-sky-1993/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 May 2011 11:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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		<category><![CDATA[fatos reais]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; . . No dia 05 de Novembro de 1975, na Floresta Nacional de Apache-Sitgreaves, Arizona &#8211; EUA, o lenhador Travis Walton foi atacado por um OVNI sob os olhares de seus companheiros de trabalho e depois abduzido por esta mesma nave. Essa é a história do filme Fogo no Céu (Fire in the sky &#8211; 1993), baseado em uma história real que sacudiu a opinião pública americana. Eu considero Fogo no Céu o filme definitivo sobre abdução alienígena. Só não dei a nota máxima por que Travis Walton é uma personagem que não me causou nenhum tipo de empatia e isso dificultou o interesse por ele na segunda parte do filme mas a história realmente é interessante. Na introdução, somos apresentados a seis homens que estão atordoados, nervosos, amedrontados e discutem se devem de fato contar a verdade. Descobrimos que eles são lenhadores contratados para podar árvores na reserva e que no final da tarde daquele mesmo dia, quando voltavam do serviço, viram algo que parecia um incêndio na mata. Ao se aproximarem percebem que não havia fogo na mata mas sim uma luz alaranjada que emanava de um objeto parecido com um ovni que pairava sobre a região. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img class="alignnone" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-7895" title="fire_in_the_sky" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/05/fire_in_the_sky_poster.jpg" alt="" width="328" height="483" />.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 05 de Novembro de 1975, na Floresta Nacional de Apache-Sitgreaves<span style="font-family: Tahoma;">,  											Arizona &#8211; EUA, o lenhador <strong>Travis Walton</strong> foi atacado por um <strong>OVNI</strong> sob os olhares de seus companheiros de trabalho e depois abduzido por esta mesma nave. Essa é a história do filme <strong>Fogo no Céu (Fire in the sky &#8211; 1993)</strong>, baseado em uma história real que sacudiu a opinião pública americana.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Tahoma;">Eu considero Fogo no Céu o filme definitivo sobre abdução alienígena. Só não dei a nota máxima por que Travis Walton é uma personagem que não me causou nenhum tipo de empatia e isso dificultou o interesse por ele na segunda parte do filme mas a história realmente é interessante. Na introdução, somos apresentados a seis homens que estão atordoados, nervosos, amedrontados e discutem se devem de fato contar a verdade. Descobrimos que eles são lenhadores contratados para podar árvores na reserva e que no final da tarde daquele mesmo dia, quando voltavam do serviço, viram algo que parecia um incêndio na mata. Ao se aproximarem percebem que não havia fogo na mata mas sim uma luz alaranjada que emanava de um objeto parecido com um ovni que pairava sobre a região. Apavorados, eles querem fugir o mais rápido possivel mas Travis sai da caminhonete e fascinado pelo fenômeno se aproxima da luz e posiciona-se embaixo do objeto como se tivesse tentando entender aquilo que via. Ele é atingido por uma luz que o joga para trás e parece matá-lo. Os colegas fogem apavorados e no meio do caminho resolvem voltar e ter certeza se ele está morto ou precisa de socorro médico. Quando Mike volta para buscá-lo, não encontra mais nenhum vestígio de Travis.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Tahoma;"> </span></p>
<div id="attachment_7904" class="wp-caption aligncenter" style="width: 266px"><img class="size-full wp-image-7904" title="O verdadeiro Travis" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/05/i1970.4.gif" alt="" width="256" height="362" /><p class="wp-caption-text">O verdadeiro Travis</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Tahoma;">Essa é a espinha dorsal do filme <strong>Fogo no Céu</strong>. A abdução de Travis é apenas o pano de fundo para mostrar o redemoinho que a vida desses seis homens se tornou quando decidiram contar a verdade sobre a abdução e isso é feito de forma muito inteligente, desde o início do filme quando os mostra chegando da reserva. Eles poderíam inventar qualquer história para justificar o sumiço de Travis mas, mesmo sabendo das consequências, resolveram assumir publicamente que viram um Ovni acertar o amigo naquela floresta. A personagem principal, Mike, um homem conhecido na comunidade, respeitado pelo seu trabalho, pai de família, morou a vida toda em Snowflake, se vê sob a mira da polícia que acha que ele e os colegas mataram Travis, a cidade desconfia de sua honestidade e a imprensa do mundo inteiro o espiona em todos os lugares.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Tahoma;">Essa história é muito famosa no meio ufológico e ficou mundialmente conhecida, em uma época onde a internet não existia e a informação demorava a chegar a todos, o desaparecimento de Travis reuniu jornalistas do mundo inteiro na pequena Snowflake e muitas histórias controversas se instalaram. Até um polêmico teste do polígrafo (atestando que os lenhadores falavam a verdade) foi feito e quando todos  pensavam que aqueles homens iríam presos, eis que Travis reaparece e a história muda de rumo. O filme se concentra na história até este ponto mas  na vida real, muitas coisas aconteceram e perguntas sem respostas continuam até hoje. Independente de acreditar na história, o filme trata do assunto de forma humana, focando nos personagens certos principalmente se tratando de um caso que aconteceu em 1975. Recomendo!!</span></p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Tahoma;"><strong>Fogo no Céu (Fire in the sky &#8211; Suspense, </strong></span><strong>Ficção Científica</strong><span style="font-family: Tahoma;"><strong>, Drama. Ano: 1993)</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Tahoma;">Dirigido por </span>Robert Lieberman, roteiro de Tracy Tormé e Travis Walton, estrelado por D.B. Sweeney, Robert Patrick, Craig Sheffer, Peter Berg. <span style="font-family: Tahoma;"><strong> </strong></span></p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Tahoma;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rubber (2010)</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/05/rubber-2010-critica-filme/</link>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 11:03:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[horror]]></category>
		<category><![CDATA[nonsense]]></category>
		<category><![CDATA[rubber]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim que vi o trailer de Rubber (enviado pelo amigo e leitor Uraí) minha cabeça, assim como a de alguns personagens do filme, simplesmente explodiu. Vejam só queridos leitores, Rubber conta a história de um pneu que adquire ‘vida’ e poderes telepáticos e sai explodindo a cabeça das pessoas que aparecem em seu caminho, um serial killer de borracha (o signficado de rubber em inglês) que desperta e mata sem nenhuma razão. A premissa desta obra pode parecer absurda, aliás, é absurda, mas é também incrivelmente genial. A primeira cena de “Rubber” é daquelas para entrar na lista de cenas inesquecíveis do cinema. Depois de algumas insanidades sem motivo aparente (e realmente não possui) surge um xerife fazendo algumas perguntas como: “Porquê no filme de Steven Spielberg o ET é marrom?” ou ainda “Porquê não podemos ver todo ar que respiramos a nossa volta?”, a resposta: “Nenhuma razão”. E é basicamente do que se trata o trabalho do francês Quentin Dupieux, uma verdadeira ode à nenhuma razão, que, como é dito no filme, trata-se do elemento essencial dos grandes sucessos do cinema e também de nossas vidas e razão de existir. Por mais tosca que possa parecer a ideia de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Bom: Classificação 3 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Assim que vi <a href="http://youtu.be/6G5pyFhmAqE" target="_blank">o trailer de Rubber</a> (enviado pelo amigo e leitor <a href="http://twitter.com/uraix" target="_blank">Uraí</a>) minha cabeça, assim como a de alguns personagens do filme, simplesmente explodiu. Vejam só queridos leitores, <strong>Rubber conta a história de um pneu que adquire ‘vida’ e poderes telepáticos e sai explodindo a cabeça das pessoas que aparecem em seu caminho</strong>, um serial killer de borracha (o signficado de rubber em inglês) que desperta e mata sem <span style="text-decoration: underline;">nenhuma razão</span>.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7882 aligncenter" title="Rubber" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/05/Rubber3-thumb-600x375-14517.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>A premissa desta obra pode parecer absurda, aliás, é absurda, mas é também incrivelmente genial. A primeira cena de “<strong>Rubber”</strong> é daquelas para entrar na lista de cenas inesquecíveis do cinema. Depois de algumas insanidades sem motivo aparente (e realmente não possui) surge um xerife fazendo algumas perguntas como: “<em>Porquê no filme de Steven Spielberg o ET é marrom?</em>” ou ainda “<em>Porquê não podemos ver todo ar que respiramos a nossa volta?</em>”, a resposta: “<em>Nenhuma razão</em>”. E é basicamente do que se trata o trabalho do francês Quentin Dupieux, <strong>uma verdadeira ode à nenhuma razão</strong>, que, como é dito no filme, trata-se do elemento essencial dos grandes sucessos do cinema e também de nossas vidas e razão de existir.</p>
<p>Por mais tosca que possa parecer a ideia de uma história onde temos como protagonista um pneu assassino com poderes telepáticos, toda a parte técnica do filme é bem trabalhada, com <strong>grande destaque para a fotografia</strong> que é muito boa. Fora isso, existe o recurso da chamada ‘metalinguagem’, se fala do filme dentro do filme. Existe na trama personagens que são espectadores e acabam nos representando na tela, eles comentam sobre as cenas e, em uma oportunidade, um deles inclusive dá seus pitacos de como deveria transcorrer a história.</p>
<p>Em um determinado ponto <strong>fica aquela sensação que poderia ser algo mais curto</strong> que não fosse necessariamente um longa metragem, ainda assim, existem algumas cenas que, pelo menos para mim, se tornaram memoráveis. Por esse e por outros motivos<strong> acredito que “Rubber” tenha potencial sim de se tornar um cult do cinema</strong>.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7883 aligncenter" title="Rubber" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/05/Rubber4-thumb-600x375-14518.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Com um orçamento declarado de 500 mil dólares, o filme chegou a ser exibido em alguns festivais de cinema como o de Cannes e também no festival de cinema do Rio no ano passado, nos cinemas comerciais acho bem complicado ele aparecer, seu destino deve ser mesmo o DVD (<em>na locadora torrent já tem…</em>).</p>
<p>Com <strong>um nível de ‘nonsense’ bastante alto</strong>, “<em>Rubber</em>” é um filme de horror, suspense e (porquê não?) drama. Note como é lindo quando o pobre pneu incompreendido por todos ao seu redor começa a aprender dar seus primeiros passos, ou melhor, giros. Ele mata, persegue, se esconde e até se apaixona. Qual a razão de se fazer uma obra cinematográfica onde temos um pneu serial killer com poderes telepáticos? Nenhuma. E qual a razão para você, caro leitor, assistir isto? Se depois de ver o trailer ou ler sobre ele você não tiver se interessado então não existe realmente nenhuma razão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><img class="alignright size-medium wp-image-7881" title="Rubber_movie_poster" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/05/Rubber_movie_poster-249x300.jpg" alt="" width="177" height="212" /></p>
<blockquote><p><strong>Rubber (Horror, Comédia, Drama: 2010 &#8211; 85 min)</strong></p>
<p>Um filme de Quentin Dupieux com Stephen Spinella, Roxane Mesquida, Jack Plotnick e Wings Hauser.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Pânico 4 (Scream 4)</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/04/panico-4-scream-critica-filme/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 10:52:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>

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		<description><![CDATA[No ano de 1996 Wes Craven nos brindou com o que seria um novo marco da reascensão do gênero terror nos cinemas com o primeiro “Pânico”. A ideia do quarto filme que surge mais de 10 anos após o deprimente “Pânico 3” era a de reinventar o subgênero que a muito tempo estava desgastado. Contando novamente com seu parceiro o roteirista Kevin Williamson, o diretor Wes Craven consegue atualizar a saga de forma interessante e bastante divertida. Na trama Sidney Prescott (Neve Campbell) retorna à cidade de Woodsboro 10 anos após escapar (pela terceira vez) de ser assassinada para lançar um livro de sua autoria. Chamada de ‘Anjo da Morte’ pelos adolescentes locais que realizam na cidade uma espécie de festejo comemorativo em memória ao assassino Ghostface, sua chegada a cidade coincide com novos assassinatos e aparição do sádico encapuzado. Tendo sem dúvidas um dos melhores inícios de filme dos últimos lançamentos, “Pânico 4” começa utilizando muito bem a metalinguagem para falar (e rir) de si mesmo e de outros trabalhos do gênero. Se em “A Origem” tínhamos ‘sonho dentro de sonho’, aqui a série “Stab” representa o filme dentro do filme. A franquia na história já está na sétima [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone aligncenter" title="Divertido: Classificação 3 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>No ano de 1996 <strong>Wes Craven</strong> nos brindou com o que seria um novo marco da reascensão do gênero terror nos cinemas com o primeiro “<strong>Pânico</strong>”. A ideia do quarto filme que surge mais de 10 anos após o deprimente “<strong>Pânico 3</strong>” era a de reinventar o subgênero que a muito tempo estava desgastado. Contando novamente com seu parceiro o roteirista <em>Kevin Williamson</em>, o diretor <strong>Wes Craven consegue atualizar a saga de forma interessante e bastante divertida</strong>.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7784 aligncenter" title="panico4" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/04/panico4.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Na trama Sidney Prescott (<strong>Neve Campbell</strong>) retorna à cidade de <em>Woodsboro</em> 10 anos após escapar (pela terceira vez) de ser assassinada para lançar um livro de sua autoria. Chamada de ‘Anjo da Morte’ pelos adolescentes locais que realizam na cidade uma espécie de festejo comemorativo em memória ao assassino <em>Ghostface</em>, sua chegada a cidade coincide com novos assassinatos e aparição do sádico encapuzado.</p>
<p>Tendo sem dúvidas um dos melhores inícios de filme dos últimos lançamentos, <strong>“Pânico 4</strong>” começa utilizando muito bem a metalinguagem para falar (e rir) de si mesmo e de outros trabalhos do gênero. Se em “<a href="http://www.porraman.com/2010/08/a-origem-inception-critica-filme/" target="_blank">A Origem</a>” tínhamos ‘sonho dentro de sonho’, aqui a série “<em>Stab</em>” representa o filme dentro do filme. A franquia na história já está na sétima parte e é o ponto de partida para vermos adolescentes inúteis (geralmente garotas indefesas e imbecis) serem sadicamente esfaqueadas <strong>mesclando sequências de sustos fáceis com boas risadas de uma forma que funciona</strong>, apesar de que, naturalmente, não esperamos sair rindo em um filme de terror.</p>
<p>A ideia lançada no longa é a de “<strong>nova década, novas regras</strong>” apesar de, na essência, não termos nada de inovador assim. O que temos na verdade é uma bem aplicada atualização da trama. Os celulares, a internet e a questão da exposição (filmagens e vídeos), tudo é muito bem empregado e ajuda a deixar a velha<em> fórmula/história</em> interessante para a turma atual ao mesmo tempo que traz uma boa nostalgia e recordação pros mais velhos (como eu) que se impressionaram e se divertiram com a franquia nos anos 90.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7786 aligncenter" title="Scream_4_10" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/04/Scream_4_10.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Apesar de ficar a todo instante no ar a indagação de quem está por trás dos assassinatos, quem é dessa vez o <em>Ghostface</em>, o que me deixou mais intrigado na verdade é porque durante os 111 minutos de projeção o policial Dewey (revivido por <strong>David Arquette</strong>) não conseguiu ir sequer uma vez para o lado certo dos acontecimentos com sua viatura. Não tinha verba pra um GPS? Além de ter uma mira “ótima”, por vezes pensei estar assistindo a apresentação de <em>Fucker and Sucker</em> vendo ele “agir” em tela.</p>
<p>O elenco conta com algumas participações especiais interessantes como as de <strong>Anna Paquin</strong> (da série “<a href="http://www.porraman.com/category/seriados/true-blood/" target="_blank">True Blood</a>”) e <strong>Kristen Bell</strong> (<a href="http://www.porraman.com/2008/11/lista-de-filmes-ressaca-de-amor-forgetting-sarah-marshall/" target="_blank">Ressaca de Amor</a>). Os destaques ficam por conta da jovem <strong>Emma Roberts</strong> (<em>que além de cantora é sobrinha de Julia Roberts</em>), <strong>Hayden Paniettiere</strong> do seriado “<a href="http://www.porraman.com/category/seriados/heroes/" target="_blank">Heroes</a>” e ainda temos<strong> Courteney Cox</strong> que foi ‘eternizada’ na série “<em>Friends</em>”. <strong>Neve Campbell</strong> por sua vez revive bem o papel de eterna sobrevivente.</p>
<p>Mesmo trazendo à tona alguns clichês <em>incansáveis </em>do gênero, “<strong>Pânico 4</strong>” consegue misturar muito bem mortes sádicas, litros de sangue (com direito até a entranhas expostas) e diversão das boas fazendo valer seu tempo, dinheiro e sua ida ao cinema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-7785" title="panico-4-cartaz-filme" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/04/panico-4-cartaz-filme-cinema-SaladaCultural.com_.br_.jpg" alt="" width="170" height="250" /></strong></p>
<blockquote><p><strong>Pânico 4 (Scream 4: Terror, Suspense – 2011, 111 min)</strong></p>
<p>Dirigido por Wes Craven com roteiro de Kevin Williamson. Estrelando: Neve Campbell, Emma Roberts, Courteney Cox, David Arquette, Marielle Jaffe, Rory Culkin, Erik Knudsen, Hayden Paniettiere, Marley Shelton, Adam Brody, Anthony Anderson, Marielle Jaffe, Nico</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sem Limites (Limitless)</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/04/sem-limites-limitless-critica-filme/</link>
		<comments>http://www.porraman.com/2011/04/sem-limites-limitless-critica-filme/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Apr 2011 11:07:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[ficção cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>
		<category><![CDATA[thriller]]></category>

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		<description><![CDATA[A ideia que só usamos uma parte de nosso cérebro é bastante discutida mundo afora, se é verdade ou não já foge de minha &#8216;jurisprudência&#8217;. Tudo que vemos, sentimos e ouvimos estaria permanentemente registrado, a gente é que não seria capaz de acessar todas estas informações. E se existisse uma maneira de ter acesso total a tudo que registramos? Partindo desse pressuposto o filme “Sem Limites (Limitless)” conta a história de um escritor (Bradley Cooper, “Se Beber Não Case”) que não consegue escrever seu livro (eu sei que é manjado, mas vamos lá) e anda com uma vida bastante depressiva conseguindo, dentre outros infortúnios, perder até a namorada. Um certo dia (seeenta que lá vem a história&#8230;) ele encontra andando pelas ruas o seu ex-cunhado que lhe oferece uma droga chamada NZT capaz de fazer ele se tornar “inteligente”, quer dizer, ter acesso completo a sua mente, o tornando um ser bastante culto e o fazendo subir rapidamente de nível social. Os problemas e percalços em seu caminho de sucesso começam a surgir e ele precisa enfrentar os efeitos colaterais (estamos falando de uma droga ainda não devidamente testada e tampouco liberada para consumo), e também os inimigos que ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone aligncenter" title="Bom: Classificação 3 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>A ideia que só usamos uma parte de nosso cérebro é bastante discutida mundo afora, se é verdade ou não já foge de minha &#8216;jurisprudência&#8217;. Tudo que vemos, sentimos e ouvimos estaria permanentemente registrado, a gente é que não seria capaz de acessar todas estas informações. <strong>E se existisse uma maneira de ter acesso total a tudo que registramos? </strong></p>
<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-7733 aligncenter" title="bradley-cooper-limitless" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/04/art_bradley-cooper-limitless-420x0.jpg" alt="" width="400" height="220" /><br />
</strong></p>
<p>Partindo desse pressuposto o filme <strong>“Sem Limites (Limitless)</strong>” conta a história de um escritor (<strong>Bradley Cooper</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2009/09/se-beber-nao-case-the-hangover/" target="_blank">Se Beber Não Case</a>”) que não consegue escrever seu livro (eu sei que é manjado, mas vamos lá) e anda com uma vida bastante depressiva conseguindo, dentre outros infortúnios, perder até a namorada. Um certo dia (<em>seeenta que lá vem a história&#8230;</em>) ele encontra andando pelas ruas o seu ex-cunhado que lhe oferece uma droga chamada NZT capaz de fazer ele se tornar “<em>inteligente</em>”, quer dizer, ter acesso completo a sua mente, o tornando um ser bastante culto e o fazendo subir rapidamente de nível social.</p>
<p>Os problemas e percalços em seu caminho de sucesso começam a surgir e ele precisa enfrentar os efeitos colaterais (estamos falando de uma droga ainda não devidamente testada e tampouco liberada para consumo), e também os inimigos que ele vai conseguindo em sua jornada.</p>
<p><strong>O filme acerta em utilizar alguns artifícios visuais para demonstrar o que o personagem principal está sentindo ou sofrendo</strong>. Ora estamos sendo levado a frente em uma sequência de imagens que traz a sensação de vertigem, ora vemos como tudo ganha cor e brilho quando ele ingere mais uma pílula. Claro, tudo isso ajuda a colocar o espectador “<em>na onda</em>” da trama que mistura muito bem suspense com ação no meio de todo drama do personagem principal.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-7734 aligncenter" title="Sem Limites - De Niro e Cooper" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/04/image1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Como um dos produtores do filme, o ator<strong> Bradley Cooper</strong> parece querer alcançar lugares mais altos pois o filme é todo centrado nele. Não é lá um papel que exige muita dedicação mas sua atuação é boa. E ainda temos <strong>Robert De Niro</strong> fazendo um coadjuvante que, em tempos mais antigos, poderíamos chamar de ponta de luxo, mas como ele atualmente não vem fazendo nada muito significativo ele entrega o que se espera de um executivo de sucesso em busca de mais riquezas.</p>
<p>Com pouco esforço pode-se encontrar alguns problemas em “<strong>Sem Limites</strong>”, mas o filme é bem resolvido e traz um certo frescor ao gênero que seria perda de tempo ficar apontando seus defeitos. Mesmo não sendo nenhuma obra prima ou algo que vá abalar o mundo do cinema,<strong> “Sem Limites” é daqueles bons trabalhos que merecem uma certa atenção</strong>.</p>
<hr />
<p><img class="alignright size-medium wp-image-7735" title="Limitless " src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/04/Limitless-Poster-203x300.jpg" alt="" width="143" height="209" /></p>
<blockquote><p><strong>Sem Limites (Limitless – Suspense, Ficção Científica, Drama: 2011 &#8211; 105 min)</strong></p>
<p>Dirigido por Neil Burger com roteiro de Leslie Dixon. Estrelando: Bradley Cooper, Robert De Niro, Abbie Cornish, Anna Friel, Jennifer Butler, Johnny Whitworth e Robert John Burke.</p></blockquote>
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		<title>Cisne Negro (Black Swan)</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/02/cisne-negro-black-swan/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 14:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>

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		<description><![CDATA[Darren Aronofsky é (para mim) um dos diretores contemporâneos mais brilhantes e dos poucos que conseguem me despertar fortes emoções com suas obras. Fora a minha admiração por seus trabalhos, uma das primeiras coisas que me despertaram interesse em assistir “Cisne Negro (Black Swan)” tenho que confessar que foi a tão comentada cena de sexo entre Natalie Portman e Mila Kunis, minha masculinidade fala mais alto é verdade. É claro que nem de longe é a coisa mais importante deste excelente filme, lançado lá fora ano passado e que vem com muito prestígio da crítica e do público, isso sem contar as 5 indicações ao Oscar. A trama acompanha a obstinada e dedicada Nina Sayers (Natalie Portman, Entre Irmãos, A Outra) que deseja ser uma grande bailarina. Sua obsessão para ser a escolhida para o papel principal numa montagem de balé (ballet né?) ‘O Lago dos Cisnes’ a leva a extremos muito perigosos. Para viver o papel do Cisne Branco Nina é perfeita, doce e virginal, mas para o Cisne Negro ela precisa ser mais agressiva e sensual. Em um mergulho obscuro e denso “Cisne Negro” mistura devaneios, sonhos e alucinações com a realidade. Entram aí papéis importantes para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="alignnone" title="Excelente: Classificação 5 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/5_porraman.gif" alt="" width="92" height="50" /></p>
<p><strong>Darren Aronofsky</strong> é (para mim) um dos diretores contemporâneos mais brilhantes e dos poucos que conseguem me despertar fortes emoções com suas obras. Fora a minha admiração por seus trabalhos, uma das primeiras coisas que me despertaram interesse em assistir “<strong>Cisne Negro (Black Swan)</strong>” tenho que confessar que foi a tão comentada <strong>cena de sexo entre Natalie Portman e Mila Kunis</strong>, minha masculinidade fala mais alto é verdade. É claro que nem de longe é a coisa mais importante deste excelente filme, lançado lá fora ano passado e que vem com muito prestígio da crítica e do público, isso sem contar as <a href="http://www.porraman.com/2011/01/e-a-col-de-merma-desse-oscar-2011/" target="_blank">5 indicações ao Oscar</a>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-7369" title="cisne" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/02/cisne.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>A trama acompanha a obstinada e dedicada Nina Sayers (<strong>Natalie Portman</strong>, <a href="http://www.porraman.com/2010/04/entre-irmaos-brothers-critica-filme/" target="_blank">Entre Irmãos</a>, <a href="http://www.porraman.com/2008/10/a-outra-the-other-boleyn-girl/" target="_blank">A Outra</a>) que deseja ser uma grande bailarina. Sua obsessão para ser a escolhida para o papel principal numa montagem de balé (ballet né?) ‘<em>O Lago dos Cisnes’</em> a leva a extremos muito perigosos. Para viver o papel do <em>Cisne Branco</em> Nina é perfeita, doce e virginal, mas para o <em>Cisne Negro</em> ela precisa ser mais agressiva e sensual.</p>
<p>Em um mergulho obscuro e denso <strong>“Cisne Negro”</strong> mistura devaneios, sonhos e alucinações com a realidade. Entram aí papéis importantes para a trama: a mãe de Nina vivida por <strong>Barbara Hershey</strong> que a trata com um misto de carinho infantil e algo próximo a inveja (ela teve que abdicar de sua vida de bailarina para ter a filha), o diretor da montagem Thomas (<strong>Vincent Cassel</strong>, <a href="http://www.porraman.com/2009/08/a-deriva/" target="_blank">A Deriva</a>) que exige bastante da jovem em todos os sentidos e a bela Mila Kunis (<a href="http://www.porraman.com/2010/06/o-livro-de-eli-the-book-of-eli/" target="_blank">O Livro de Eli</a>, <a href="http://www.porraman.com/2008/11/lista-de-filmes-ressaca-de-amor-forgetting-sarah-marshall/" target="_blank">Ressaca de Amor</a>) que vive Lily, uma nova dançarina que, apesar de não ter a técnica de Nina carrega consigo atributos admirados por Thomas e que faltam para Nina se tornar perfeita. Existe ainda a sombra da antiga dançarina ‘principal’ Beth vivida por <strong>Wynona Rider</strong>.</p>
<p>Mais do que mostrar uma personagem paranoica, <em>Darren</em> nos faz vivenciar a paranoia de Nina com todo o jogo de câmeras e sons. Ouvimos sussurros, ouvimos vozes recriminando a bailarina por não estar indo bem. E como se não bastasse ainda temos muitas cenas de aflição, são sangramentos surgindo, feridas nos dedos e por aí vai, é agonizante.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-7368" title="black-swan-movie" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/02/black-swan-movie-photo-01-550x366.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Para quem acompanha o cinema de maneira mais superficial talvez seja um pouco complicado gostar dos trabalhos de <strong>Darren Aronofsky</strong> (<a href="http://www.porraman.com/2009/03/o-lutador-the-wrestler/" target="_blank">O Lutador</a>, <a href="http://www.porraman.com/2010/09/lista-de-filmes-pi-critica-darren-aronofsky/" target="_blank">Pi</a>). Por mais que “<strong>Cisne Negro</strong>” esteja longe de ser um filme ‘complexo’ e difícil de entender (de forma alguma), é daqueles trabalhos capazes de despertar sentimentos, assustar (tive medo sim) e trazer emoções para quem se permitir adentrar no estranho mundo da insanidade obsessiva de Nina.</p>
<hr /><img class="alignright size-medium wp-image-7367" title="trailer-cisne-negro" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/02/trailer-cisne-negro-202x300.jpg" alt="" width="131" height="191" /></p>
<blockquote><p><strong>Cisne Negro (Black Swan: Drama, Suspense -  2010/2011)</strong></p>
<p>Um filme de Darren Aronofsky com Natalie Portman, Mila Kunis, Barbara Hershey, Wynona Ryder e Vincent Cassel.</p></blockquote>
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