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	<title>Porra, man!Lista de Filmes | Porra, man!</title>
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	<description>Cinema e Séries do jeito que você entende.</description>
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		<title>[Lista de Filmes] &#8211; Confissões de uma Mente Perigosa</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 12:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
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		<category><![CDATA[Lista de Filmes]]></category>
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		<description><![CDATA[Já tem um tempo que tenho deixado um pouco de lado minha lista de filmes a assistir, também, com tantos lançamentos de filmes e séries fica complicado, mas nunca é tarde e a lista de filmes está voltando com tudo. Darei prioridade agora às indicações que recebo aqui no blog (e que vou adicionando lá). E para recomeçar vamos com uma obra que foi a estreia na direção de um grande ator e produtor de cinema, “Confissões de uma mente perigosa (Confessions of a dangerous mind)” dirigido e &#8216;estrelado&#8217; por George Clooney e outros grandes atores. A trama segue a história de Chuck Barris (Sam Rockwell, “Lunar”), um conhecido produtor de TV americano. Foi ele o pai de vários games shows bastante difundidos como o &#8216;The Dating Game&#8216; e o &#8216;The Gong show&#8216; – aqui no Brasil Sílvio Santos chamou de &#8216;Namoro na TV&#8216; e &#8216;Show de Calouros&#8216; – e o filme segue a história de sua autobiografia. Nada de excepcional não fosse o fato de que o próprio Chuck Barris escreveu neste seu livro que além dessa sua profissão (onde criava diversos programas) ele também era um assassino contratado pela CIA. George Clooney não fez feio em sua estreia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Muito Bom: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Já tem um tempo que tenho deixado um pouco de lado minha <a href="http://www.porraman.com/lista-de-filmes-a-assistir/" target="_blank">lista de filmes a assistir</a>, também, com tantos lançamentos de filmes e séries fica complicado, mas nunca é tarde e a lista de filmes está voltando com tudo. Darei prioridade agora às indicações que recebo aqui no blog (e que vou adicionando lá). E para recomeçar vamos com uma obra que foi <strong>a estreia na direção de um grande ator e produtor de cinema, “Confissões</strong> <strong>de uma mente perigosa (Confessions of a dangerous mind)</strong>” dirigido e &#8216;estrelado&#8217; por<strong> George Clooney</strong> e outros grandes atores.</p>
<p>A trama segue a história de Chuck Barris (<strong>Sam Rockwell</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2010/01/lunar-moon/" target="_blank">Lunar</a>”), um conhecido produtor de TV americano. Foi ele o pai de vários games shows bastante difundidos como o <em>&#8216;The Dating Game</em>&#8216; e o &#8216;<em>The Gong show</em>&#8216; – aqui no Brasil <em>Sílvio Santos</em> chamou de <em>&#8216;Namoro na TV</em>&#8216; e &#8216;<em>Show de Calouros</em>&#8216; – e o filme segue a história de sua autobiografia. Nada de excepcional não fosse o fato de que o próprio Chuck Barris escreveu neste seu livro que além dessa sua profissão (onde criava diversos programas) ele também era um assassino contratado pela CIA.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8845" title="confessions-of-a-dangerous-mind-9[3]" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/confessions-of-a-dangerous-mind-93.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p><strong>George Clooney não fez feio em sua estreia na direção</strong>, se mostra bastante seguro e ainda conseguiu, com toda sua influência, trazer grandes nomes para atuarem como coadjuvantes a exemplo de<strong> Drew Barrymore</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2011/07/garota-fantastica-whip-it-filme/" target="_blank">Garota Fantástica</a>”) e <strong>Julia Roberts</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2010/10/comer-rezar-amar-eat-pray-love-critica-filme/" target="_blank">Comer Rezar Amar</a>”) e também alguns para fazem rápidas aparições como<strong> Brad Pitt</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2011/08/a-arvore-da-vida-the-tree-of-life/" target="_blank">A Árvore da Vida</a>”) e <strong>Matt Damon</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2011/08/a-arvore-da-vida-the-tree-of-life/" target="_blank">Os Agentes do Destino</a>&#8220;) em uma ponta (lá eles) bem divertida. O elenco é bem escolhido e todos funcionam muito bem na historia, com destaque para o protagonista<strong> Sam Rockwell</strong> que, na época em que o filme foi lançado, não era tão conhecido como hoje.</p>
<p>Ficou a cargo do grande<strong> Charlie Kaufman</strong> (“<em>Quero ser John Malkovich</em>”, “<em>Adaptação</em>”) adaptar o livro e escrever o roteiro, que é muito bem desenhado e conseguiu criar boas situações e saídas relacionados com o trabalho de Chuck como produtor de TV, sua conturbada vida amorosa e os tais trabalhos secretos para a CIA.</p>
<p>De ruim só fica a questão de<strong> Sam Rockwell a todo instante aparecer pelado</strong>. Sério, qual a necessidade? Porquê não <em>Drew</em> ou a <em>Srta. Roberts</em> desfilando todo o filme nuas? Apesar desse revés (<em>pelo menos para mim foi&#8230;</em>) o filme caminha bem e tem situações bastante divertidas que, aliadas com um bom roteiro, uma direção segura e um elenco bem inspirado resulta num filme realmente interessante.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8843" title="100mconfe" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/100mconfe.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>O fato mais curioso fica na veracidade dos fatos, será que Chuck foi mesmo um assassino contratado pela CIA? Ele mesmo confirma isso em sua autobiografia. Das duas uma, ou ele foi mesmo um super-assassino ou é apenas mais um desses gênios malucos da TV, tipo Sílvio Santos, só que mais sagaz.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-8844" title="anarquia 69 blogspo com" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/anarquia-69-blogspo-com-210x300.jpg" alt="" width="151" height="216" />Confissões de uma mente perigosa (Confessions of a dangerous mind, 2002 – 113min)<br />
Ação, Drama, Comédia.</strong></p>
<p>Dirigido por George Clooney com roteiro de Charlie Kaufman adaptando livro de Chuck Barris. Estrelando Sam Rockwell, George Clooney, Jennifer Rae Westley, Drew Barrymore, Julia Roberts, Rutger Hauer, Maggie Gyllenhaal, David Julian Hirsh, Jerry Weintraub e Frank Fontaine.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Wakewood &#8211; 2011</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/06/wakewood-2011/</link>
		<comments>http://www.porraman.com/2011/06/wakewood-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2011 14:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Lista de Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[ritual]]></category>
		<category><![CDATA[terror]]></category>
		<category><![CDATA[wakewood]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#8220;O veterinário Parick e a farmacêutica Louise perdem a única filha &#8211; Alice &#8211; no dia do próprio aniversário, atacada por um cão violento. Tomados pela dor, eles se mudam para uma pequena cidade chamada Wake Wood, aparentemente tranquila e cercada por fazendas. As coisas mudam quando eles descobrem que os moradores locais fazem rituais pagãos para trazer mortos de volta a vida por um curto período, apenas para que a família possa passar mais um tempo com a pessoa e se despedir de forma apropriada, sem traumas.&#8221; Wake Wood é um filme sobre nascimento, morte e aceitação. Da mesma forma que questionei em Cemitério Maldito, é possível recriminar um pai/mãe que tem a oportunidade de trazer seu filho(a) de volta a vida? Há como pedir racionalidade? Parece óbvio que se algo assim de fato fosse possível a pessoa que retornaria a vida não seria o parente perdido mas sim algo de macabro que estará apenas esperando o momento certo para se mostrar. Quando se perde o único filho e alguém lhe oferece uma chance única de trazê-lo de volta, você seria forte o suficiente para recusar? Logo no início do filme, quando somos apresentados a Alice, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" src="http://porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-8428" title="WakeWood" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/06/WakeWood-405x600.jpg" alt="" width="405" height="600" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;O veterinário Parick e a farmacêutica Louise perdem a única filha &#8211; Alice &#8211; no dia do próprio aniversário, atacada por um cão violento. Tomados pela dor, eles se mudam para uma pequena cidade chamada Wake Wood, aparentemente tranquila e cercada por fazendas. As coisas mudam quando eles descobrem que os moradores locais fazem rituais pagãos para trazer mortos de volta a vida por um curto período, apenas para que a família possa passar mais um tempo com a pessoa e se despedir de forma apropriada, sem traumas.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Wake Wood</strong> é um filme sobre nascimento, morte e aceitação. Da mesma forma que questionei em <a href="http://www.porraman.com/2011/05/cemiterio-maldito-pet-sematary-1989/" target="_blank"><strong>Cemitério Maldito</strong></a>, é possível recriminar um pai/mãe que tem a oportunidade de trazer seu filho(a) de volta a vida? Há como pedir racionalidade? Parece óbvio que se algo assim de fato fosse possível a pessoa que retornaria a vida não seria o parente perdido mas sim algo de macabro que estará apenas esperando o momento certo para se mostrar. Quando se perde o único filho e alguém lhe oferece uma chance única de trazê-lo de volta, você seria forte o suficiente para recusar?</p>
<p style="text-align: justify;">Logo no início do filme, quando somos apresentados a Alice, uma menina cheia de vida e visivelmente a alegria daquela casa&#8230; é possível imaginar a dor daqueles pais. Quando encontramos o casal já em outra cidade, fragilizado pela morte da menina damos início a um novo rumo na vida daquelas pessoas, inclusive nas cenas de Patrick exercendo seu trabalho. Encontramos ele sempre em situações limite, com animais feridos ou em um grau de agressividade elevado, mostrando que ele também perdeu a sensibilidade e um exemplo é a cena em que ele precisa sacrificar um animal ou quando outro mata acidentalmente um empregado da fazenda; enquanto isso, Louise se deprime mais a cada dia enquanto trabalha atrás do balcão de uma farmácia.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8429" title="wake-wood-2011-7" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/06/wake-wood-2011-7-600x398.jpg" alt="" width="420" height="279" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quando a chance de trazer Alice de volta através de um antigo ritual, praticado com uma certa frequência pelos habitantes locais é oferecida ao casal, parece loucura não querer agarrar a chance. Serão apenas três dias para passar ao lado da filha e então deixá-la ir&#8230; Obcecados com a idéia e correndo contra o tempo eles entram em uma jornada &#8211; até profanando túmulos &#8211; para fazer Alice renascer. Por falar nisso, o renascimento de Alice é assustador e faz um paralelo interessante a outra cena de nascimento quando Patrick faz uma cesariana em uma vaca. De forma brutal, através de uma morte veio outra vida mas e a aceitação? Após viver o sonho de ter a filha de volta, será mesmo que o casal deixará Alice ir após os três dias?</p>
<p style="text-align: justify;">Wake Wood tem seus pontos fracos e acredito que um deles é a previsibilidade. Apesar de levantar questões interessantes e o final ser muito sugestivo algumas coisas ficaram a desejar. As personagens secundárias não são bem desenvolvidas e da metade paravo final filme fica desinteressante. Horror e Drama andam lado a lado em WakeWood.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>WakeWood </strong>- 2011 &#8211; Horror/ Terror</p>
<p style="text-align: justify;">Direção: David Keating. Estrelando: Aidan Gillen, Eva Birthistle, Ella Connolly.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[Lista de Filmes] &#8211; Mangue Negro</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Oct 2010 16:46:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O leitor Braiam entrou em contato comigo por email e também aqui nos comentários falando sobre algumas produções nacionais do gênero Zumbi, dentre elas a que mais me interessou foi “Porto dos Mortos” (confira o trailer), mas o que dava mesmo para assistir era “Mangue Negro” do capixaba Rodrigo Aragão e foi o que fiz. Para muitas pessoas do nosso querido e democrático país existe um axioma que nega o direito de falar mal de produções do cinema nacional. Falta investimento? Falta. Falta talento? De forma alguma. Agora o que eu nunca vou fazer é fechar meus olhos ou “pegar leve” com uma produção só porque ele tem o suor do nosso povo. Lançado em 2008, Mangue Negro conta a história de moradores de uma pequena vila situada nas margens de um manguezal que começam ser atacados por zumbis. Parece banal e sem criatividade mas a ideia de colocar personagens tipicamente nacionais lutando pela sobrevivência contra zumbis num mangue é muito boa. O filme recebeu diversos prêmios pela américa do sul e o trabalho do cineasta capixaba Rodrigo Aragão (foi diretor, maquiador, figurinista, dentre outras atribuições) merece realmente muito respeito. Fazer este filme com uma verba que girou em torno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/10/mangue_negro_mb01.jpg"><img class="size-medium wp-image-6460 alignright" title="mangue_negro_poster" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/10/mangue_negro_mb01-229x300.jpg" alt="" width="190" height="247" /></a><img class="alignleft" title="Regular: Classificação 2 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/2_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" />O leitor <em>Braiam </em>entrou em contato comigo por email e <a href="http://www.porraman.com/2010/02/lista-de-filmes-diario-dos-mortos-diary-of-the-dead/#comment-9812" target="_blank">também aqui nos comentários</a> falando sobre algumas produções nacionais do gênero Zumbi, dentre elas a que mais me interessou foi “<strong>Porto dos Mortos</strong>” (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=FKiZW2XbdzM" target="_blank">confira o trailer</a>), mas o que dava mesmo para assistir era <strong>“Mangue Negro</strong>” do capixaba<strong> Rodrigo Aragão</strong> e foi o que fiz.</p>
<p>Para muitas pessoas do nosso querido e democrático país existe um axioma que nega o direito de falar mal de produções do cinema nacional. Falta investimento? Falta. Falta talento? De forma alguma. Agora o que eu nunca vou fazer é fechar meus olhos ou “<em>pegar leve</em>” com uma produção só porque ele tem o suor do nosso povo.</p>
<p>Lançado em 2008,<strong> Mangue Negro</strong> conta a história de moradores de uma pequena vila situada nas margens de um manguezal que começam ser atacados por zumbis. Parece banal e sem criatividade mas a ideia de colocar personagens tipicamente nacionais lutando pela sobrevivência contra zumbis num mangue é muito boa.</p>
<p>O filme recebeu diversos prêmios pela américa do sul e <strong>o trabalho do cineasta capixaba</strong> <strong>Rodrigo Aragão</strong> <em>(foi diretor, maquiador, figurinista, dentre outras atribuições</em>)<strong> merece realmente muito respeito</strong>. Fazer este filme com uma verba que girou em torno de 60 mil reais trata-se realmente de um grande feito. Agora é óbvio que a falta de investimento salta aos olhos de quem está acompanhando a história, e é sobre isto que quero falar <em>(e sei que vou ouvir muito nos comentários</em>).</p>
<p>Tenho consciência que<strong> os maiores problemas encontrados em “Mangue Negro” esbarram justamente na questão do baixo orçamento</strong>, mas infelizmente não vou aqui falar que o filme é bala só porquê é nacional, afinal uma produção é boa ou ruim independente de sua nacionalidade. <strong>Existem pontos interessantes e divertidos na produção</strong> eu sei, mas no geral deixa um pouco a desejar.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/10/mangue-negro-zumbi.jpg"><img class="size-full wp-image-6463 aligncenter" title="mangue-negro-zumbi" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/10/mangue-negro-zumbi.jpg" alt="" width="400" height="220" /></a></p>
<p>O que mais me incomodou foi a fraquíssima atuação do elenco. Vou salvar o pescador que é razoável e lança uns “<em>desgraaaaaça</em>” sensacionais. Tem a mocinha lavadeira que é quase razoável mas todo o resto é sofrível, em principal <strong>o protagonista que é muito ruim</strong>, me desculpem. Ele tem até aquela pegada divertida de ‘herói por acaso desastrado’, mas sua atuação não é boa. A velha benzedeira (<em>que é interpretado por um homem, fazendo lembrar até Eddie Murphy</em>) também é sofrível.</p>
<p>Trata-se de <strong>um trabalho digno do trash gore</strong>, tem muito sangue e é escuro (<em>apesar de algumas cenas noturnas serem filmadas ao dia e escurecidas com efeitos</em>). Correria, mortos-vivos levantado da lama e caminhando em direção aos mocinhos para os devorarem, muitas cabeças voam também, mas o ritmo poderia ser melhor. Alguns cortes acabam, por vezes, estragando a levada de suspense e adrenalina, dando um verdadeiro corte na emoção do espectador.</p>
<p>Para quem curte o gênero afirmo que, <strong>apesar de ter achado no geral apenas razoável, vale muito a pena dar um força e conferir o trabalho</strong> que pode ser até <a href="http://www.fabulasnegras.com/" target="_blank">comprado por aqu</a>i<em> (não é um link pago ou com comissão por venda, antes que você reclame disso também</em>). Não tenho e nunca terei a intenção de omitir ou maquiar os meus sentimentos em relação a qualquer produção, seja ela do Brasil, da China ou algum enlatado americano qualquer.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/10/mangue-negro2.jpg"><img class="size-full wp-image-6461 aligncenter" title="mangue-negro2" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/10/mangue-negro2.jpg" alt="" width="400" height="220" /></a></p>
<p>Ainda que minha classificação geral em relação a <strong>&#8220;Mangue Negro</strong>&#8221; seja apenas regular, reconheço que o trabalho de<strong> Rodrigo Aragão</strong> e de todos os que acompanharam nessa árdua batalha (pesquisei e vi como foi complicado) merece nota máxima. Como filme, para mim pelo menos, ficou devendo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[Lista de Filmes] Jogos, Trapaças e 2 Canos Fumegantes</title>
		<link>http://www.porraman.com/2010/09/lista-de-filmes-jogos-trapacas-e-2-canos-fumegantes/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Sep 2010 12:14:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
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		<category><![CDATA[Lista de Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[guy ritichie]]></category>

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		<description><![CDATA[Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (Lock, Stock and two smoking barrels &#8211; Ação: 1998, 107 min) Direção e roteiro por Guy Ritchie. Estrelando: Jason Flemyng, Dexter Fletcher, Nick Moran, Jason Statham, Steven Mackintosh. Guy Ritchie fez muito barulho na sua estréia como diretor em  “Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (Lock, Stock and two smoking barrels)” de 1998, fato este que fez dele ser um dos primeiros a figurar em minha lista de filmes a assistir. Trata-se realmente de uma produção interessante e muito divertida, mas que ainda fica devendo se formos comparar com outro trabalho seu como “Snatch: Porcos e Diamantes” de 2000. Na trama somos apresentado a um grupo de camaradas Eddie (Nick Moran), Tom (Jason Flemyng), Bacon (Jason Statham, “Os Mercenários”, “Adrenalina”) e Soap (Dexter Fletcher) que decidem apostar alto numa mesa de pôquer de um sujeito conhecido como  “Hatcher (machado) Harry”. Eddie é o escolhido por ser um mestre nas cartas, porém, o que ele não contava é que fosse ser trapaceado. Além de perder os 100 mil iniciais (25 mil de cada um), ele ainda sai devendo meio milhão de libras tendo 1 semana para levantar o dinheiro ou então todos irão começar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/09/images1.jpg"><img class="size-full wp-image-6404 alignright" title="Poster - Jogos e Trapaças" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/09/images1.jpg" alt="" width="183" height="275" /></a><img class="alignnone" title="Muito Bom: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<blockquote><p><strong>Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (Lock, Stock and two smoking barrels &#8211; Ação: 1998, 107 min)</strong></p>
<p>Direção e roteiro por Guy Ritchie. Estrelando: Jason Flemyng, Dexter Fletcher, Nick Moran, Jason Statham, Steven Mackintosh.</p></blockquote>
<p><strong>Guy Ritchie</strong> fez muito barulho na sua estréia como diretor em  “<strong>Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (Lock, Stock and two smoking barrels)</strong>” de 1998, fato este que fez dele ser um dos primeiros a figurar em <a href="http://www.porraman.com/lista-de-filmes-a-assistir/" target="_blank">minha lista de filmes a assistir</a>. Trata-se realmente de uma produção interessante e muito divertida, mas que ainda fica devendo se formos comparar com outro trabalho seu como “<strong>Snatch: Porcos e Diamantes</strong>” de 2000.</p>
<p>Na trama somos apresentado a um grupo de camaradas Eddie (<strong>Nick Moran</strong>), Tom (<strong>Jason Flemyng</strong>), Bacon (<strong>Jason Statham</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2010/08/os-mercenrios-the-expendables-critica-filme/" target="_blank">Os Mercenários</a>”, “<a href="http://www.porraman.com/2008/01/adrenalina-crank-2006/" target="_blank">Adrenalina</a>”) e Soap (<strong>Dexter Fletcher</strong>) que decidem apostar alto numa mesa de pôquer de um sujeito conhecido como  “<em>Hatcher (machado) Harry</em>”. Eddie é o escolhido por ser um mestre nas cartas, porém, o que ele não contava é que fosse ser trapaceado. Além de perder os 100 mil iniciais (25 mil de cada um), ele ainda sai devendo meio milhão de libras tendo 1 semana para levantar o dinheiro ou então todos irão começar a perder um a um os dedos, e isso é só o começo.</p>
<p>A partir do momento que eles começam a pensar em como levantar o dinheiro para pagar a absurda dívida é que outros personagens começam a surgir e ter suas histórias &#8216;ligadas&#8217; aos poucos. Daqueles filmes que iniciam com histórias paralelas mas com um elo que aos poucos vai aumentando até o grande conflito ser resolvido (ou não).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/09/jogo_trapacas_2_canos_03.jpg"><img class="size-full wp-image-6405 aligncenter" title="jogo_trapacas_2_canos_fumegantes" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/09/jogo_trapacas_2_canos_03.jpg" alt="" width="400" height="220" /></a></p>
<p>Este tipo de fórmula continua sendo muito bem explorada nos cinemas, inclusive o próprio <strong>Guy Ritchie</strong> a seguiu em seus outros projetos. Para mim “<em>Snatch</em>” é, de longe, o seu melhor trabalho, ainda assim, aqui temos um bom exemplo de <strong>uma obra que consegue ser divertida de forma inteligente e sem abusar dos clichês</strong>.</p>
<p>Mesmo tendo sido lançado a 12 anos atrás, “<strong>Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes</strong>” ainda consegue ser mais interessante do que muita coisa que ocupa nossas salas de cinema ou prateleiras de locadoras (se é que alguém ainda aluga filmes).</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[Lista de Filmes] &#8211; Pi</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 17:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Lista de Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ficção]]></category>
		<category><![CDATA[suspense]]></category>

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		<description><![CDATA[Pi (Suspense, Ficção: 1998 &#8211; 84 min) Dirigido por Darren Aronofsky com roteiro por Eric Watson, Sean Gullette e Darren Aronofsky. Estrelando: Sean Gullette, Abraham Aronofsky, David Tawil,Tom Tumminello, Lauren Fox e Stephen Pearlman. Quando gosto muito de um filme, sempre dou uma olhada em quem o dirigiu ou escreveu e vou correndo para trás na linha cronológica de sua filmografia. Darren Aronofsky é responsável por trabalhos como “Réquiem para um Sonho” e “O Lutador (The Wrestler)”, sendo que este último foi o que me despertou o interesse em adicionar suas outras obras em minha lista de filmes a assistir. A trama segue o matemático Max Cohen (Sean Gullete) um gênio recluso que acredita que existe um padrão matemático comum para tudo que nos cerca, inclusive na bolsa de valores. Sua pesquisa utiliza desde o cabala até o torá (livro sagrado judeu). Ele então começa a ser “perseguido e pressionado” tanto por representantes da Wall Street, quanto por religiosos judeus interessados em ‘entender’ (matematicamente) o seu livro sagrado. Lançado em 1998, “Pi” é um filme difícil de assistir apesar de ter uma história relativamente simples. Todo em preto e branco a sensação ao acompanhá-lo é atormentadora, por vezes o espectador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/09/pi.jpg"><img class="size-medium wp-image-6361 alignright" title="pi" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/09/pi-232x300.jpg" alt="" width="196" height="253" /></a><img class="alignnone" title="Bom: Classificação 3 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<blockquote><p><strong>Pi (Suspense, Ficção: 1998 &#8211; 84 min)</strong></p>
<p>Dirigido por Darren Aronofsky com roteiro por Eric Watson, Sean Gullette e Darren Aronofsky. Estrelando: Sean Gullette, Abraham Aronofsky, David Tawil,Tom Tumminello, Lauren Fox e Stephen Pearlman.</p></blockquote>
<p>Quando gosto muito de um filme, sempre dou uma olhada em quem o dirigiu ou escreveu e vou correndo para trás na linha cronológica de sua filmografia.<strong> Darren Aronofsky</strong> é responsável por trabalhos como “<strong>Réquiem para um Sonho</strong>” e “<a href="http://www.porraman.com/2009/03/o-lutador-the-wrestler/" target="_blank">O Lutador (The Wrestler)</a>”, sendo que este último foi o que me despertou o interesse em adicionar suas outras obras em <a href="http://www.porraman.com/lista-de-filmes-a-assistir/" target="_blank">minha lista de filmes a assistir</a>.</p>
<p>A trama segue o matemático Max Cohen (<strong>Sean Gullete</strong>) um gênio recluso que acredita que existe um padrão matemático comum para tudo que nos cerca, inclusive na bolsa de valores. Sua pesquisa utiliza desde o cabala até o torá (livro sagrado judeu). Ele então começa a ser “<em>perseguido e pressionado</em>” tanto por representantes da<em> Wall Street</em>, quanto por religiosos judeus interessados em ‘entender’ (matematicamente) o seu livro sagrado.</p>
<p>Lançado em 1998,<strong> “Pi” é um filme difícil de assistir apesar de ter uma história relativamente simples</strong>. Todo em preto e branco a sensação ao acompanhá-lo é atormentadora, por vezes o espectador tende a ficar aturdido e sem entender o que realmente está (ou deveria estar) acontecendo. Parte dessa “<em>confusão</em>” se deve ao personagem principal ter problemas sérios de dores de cabeça e fazer uso incontrolado de analgésicos e outras medicações. Daí a sequência dos fatos oscila entre os acontecimentos &#8216;verdadeiros&#8217; e alguns delírios de Cohen.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/09/pi-filme-1998-sean-guillete.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6362" title="pi-filme-1998-sean-guillete" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/09/pi-filme-1998-sean-guillete.jpg" alt="" width="400" height="220" /></a></p>
<p>Sem dúvidas <strong>Darren Aronofsky conseguiu criar uma obra bastante inovadora</strong>, ainda mais se analisarmos que foi lançada no final do século passado. Trata-se realmente de <strong>um filme interessante mas complicado de se recomendar</strong>, afinal, discorrer sobre questões existenciais e filosóficas tentando se basear em coisas ‘concretas’ trata-se realmente de uma tarefa difícil.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O Estranho Mundo de Jack de Tim Burton em Blu-Ray</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Sep 2010 08:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Lista de Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[bluray]]></category>
		<category><![CDATA[tim burton]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre um dos vários motivos que me fizeram comprar o Playstation 3, um deles era o fato do console utilizar o Blu-Ray disc para os jogos e, consequentemente, para assistir filmes também. Meu grande amigo Ramon me emprestou um dos seus títulos, “O Estranho Mundo de Jack (Nightmare Before Christmas)”, o qual pude conferir e analisar os tais ganhos em relação ao dvd. Este post vai ter uma levada meio diferenciada, não vai ser propriamente uma crítica (apesar de que vou comentar rapidamente no final sobre o filme) e nem um parecer técnico e profundo sobre a ‘nova’ onda dos Blu-Rays. Só estou afim mesmo de escrever sobre esta minha experiência, afinal isso aqui é um blog. Blu-Ray, vale o seu investimento? A grande questão atual é saber se vale a pena você investir 500 a 800 reais em um aparelho leitor de Blu-Ray. Será que o ganho de qualidade vale mesmo o alto investimento? Lembre-se que além do aparelho os filmes também não são baratos. A bem da verdade o ganho nítido de imagem é melhor visto em filmes “claros e coloridos”. Vi alguns trechos de “O Cavaleiro das Trevas” e a imagem é realmente melhor, mas não lhe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/09/estranhobdbrasileiro-thumb.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6276" title="Blu-Ray - O Estranho Mundo de Jack" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/09/estranhobdbrasileiro-thumb-235x300.jpg" alt="" width="176" height="223" /></a>Dentre um dos vários motivos que me fizeram comprar o Playstation 3, um deles era o fato do console utilizar o<strong> Blu-Ray disc</strong> para os jogos e, consequentemente, para assistir filmes também. Meu grande amigo <a href="http://twitter.com/rpprates" target="_blank">Ramon</a> me emprestou um dos seus títulos, “<strong>O Estranho Mundo de Jack (Nightmare Before Christmas)</strong>”, o qual pude conferir e analisar os tais ganhos em relação ao dvd.</p>
<p>Este post vai ter uma levada meio diferenciada, não vai ser propriamente uma crítica (<em>apesar de que vou comentar rapidamente no final sobre o filme</em>) e nem um parecer técnico e profundo sobre a ‘<em>nova’</em> onda dos Blu-Rays. Só estou afim mesmo de escrever sobre esta minha experiência, afinal isso aqui é um blog. <img src='http://www.porraman.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<h2>Blu-Ray, vale o seu investimento?</h2>
<p>A grande questão atual é <strong>saber se vale a pena você investir 500 a 800 reais em um aparelho leitor de Blu-Ray</strong>. Será que o ganho de qualidade vale mesmo o alto investimento? Lembre-se que além do aparelho os filmes também não são baratos.</p>
<p>A bem da verdade o ganho nítido de imagem é melhor visto em filmes “claros e coloridos”. Vi alguns trechos de “<a href="http://www.porraman.com/2008/07/batman-o-cavaleiro-das-trevas-the-dark-knight/" target="_blank">O Cavaleiro das Trevas</a>” e a imagem é realmente melhor, mas não lhe salta aos olhos porque é um filme muito escuro. Por ser um filme antigo e sombrio (marca registrada de <strong>Tim Burton</strong>), “<strong>O Estranho Mundo de Jack</strong>” também não apresenta lá toda essa diferença.</p>
<p>Não fosse <a href="http://www.mundobablo.com/2010/06/meu-novo-brinquedo/" target="_blank">meu videogame</a> confesso que não investiria minha suada grana em um<em> Blu-Ray player</em>, acho que pode-se esperar baratear um pouco (como sempre ocorre com qualquer nova tecnologia). Agora, é claro que fico feliz em saber que além de matar monstros incríveis, eletrocutar pessoas ou se infiltrar em missões secretas eu possa, vez ou outra, assistir um Blu-Ray sem precisar pagar uns 600 reais a mais para ter esse privilégio.</p>
<h2>O Estranho Mundo de Jack (Nightmare Before Christmas)</h2>
<p><img class="alignleft" title="Ótimo: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" />Que bom que pude corrigir mais uma grave falha de caráter que possuía, não ter visto um dos primeiros trabalhos do grande Tim Burton. Lançado em 1993, “<strong>Nightmare Before Christmas</strong>” possui logicamente a estética e o visual sombrio do cineasta e é também um musical em stop-motion.</p>
<p>Dificilmente algum musical me agrada, mas <strong>“O Estranho Mundo de Jack” equilibra bem humor e história com todas as cenas cantadas</strong>, não dando aquela terrível sensação de <em>“termina logo essa música e parte pro que interessa</em>”.</p>
<p>Na trama Jack, o presidente da cidade do Halloween já encontra-se desestimulado com essa vida de ano após ano ficar fazendo os preparativos para o dia das bruxas. Certa feita ele acaba entrando na “Cidade do Natal” e se encantando com todas as novidades. Ele resolve então se apossar da festa do natal, mobilizando todos na cidade para isto. É claro que a sua ideia de natal é assustadora demais para dar certo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/09/o-estranho-mundo-de-jack.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6278" title="o-estranho-mundo-de-jack" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/09/o-estranho-mundo-de-jack.jpg" alt="" width="400" height="220" /></a></p>
<p>Trata-se de uma obra cativante e que, infelizmente, só conferi agora. Vale até o comentário para um ou outro que faz vistas grossas quando vê <a href="http://www.porraman.com/lista-de-filmes-a-assistir/" target="_blank">minha lista de filmes a assistir</a>, eu não tenho vergonha de admitir não ter visto alguns clássicos da sétima arte e sempre estou disposto a recuperar estas falhas, afinal, não sou crítico de cinema (<em>sequer estudei para ser</em>), sem contar que escrevo aqui porque gosto e me sinto bem, é um hobby para mim.</p>
<p>Menos um para a minha interminável lista que, um dia espero, esteja livre de graves falhas de caráter como não ter assistido em tempo este clássico do mestre <strong>Tim Burton</strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>[Lista de Filmes] &#8211; Elizabeth &#8211; A Era de Ouro</title>
		<link>http://www.porraman.com/2010/08/lista-de-filmes-elizabeth-a-era-de-ouro-critica-film/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 16:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Lista de Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>

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		<description><![CDATA[Elizabeth &#8211; A Era de Ouro (Elizabeth &#8211; The Golden Age: Drama, 2007 – 114 min) Dirigido por Shekhar Kapur com roteiro de William Nicholson e Michael Hirst. Estrelando: Cate Blanchett, Geoffrey Rush, Clive Owen, Jordi Molla, Samantha Morton. Sempre tive um fascínio pela história inglesa em épocas de colégio. Enquanto a história do Brasil era bastante deturpada e insossa (principalmente no período que estudei, com o tempo algumas &#8216;verdades&#8217; foram surgindo), a história de países como a Inglaterra sempre se mostraram mais interessantes. Juntando o interesse pelo período histórico retratado em “Elizabeth – A Era de Ouro” com a atuação indicada ao Oscar da excelente atriz Cate Blanchett (O Curioso Caso de Benjamin Button), a inclusão em minha lista de filmes a assistir foi feita com princípios louváveis, pena que o filme seja arrastado e um pouco monótono. Apesar do conturbado período histórico em que ele é ambientado, a trama é focada mais na vida pessoal da rainha, que vão desde intrigas internas com intuito de tomarem  o seu trono e a falta de um herdeiro &#8216;legítimo&#8217;, até a sua vida amorosa que é sempre deixada de lado em prol do seu país. Um dos fatos mais curiosos é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/08/Elizabeth-A-Era-De-Ouro-DVDRip-Dublado.jpg"><img class="size-full wp-image-5936 alignright" title="Elizabeth A Era De Ouro " src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/08/Elizabeth-A-Era-De-Ouro-DVDRip-Dublado.jpg" alt="" width="175" height="244" /></a><img class="alignnone" title="Regular: Classificação 2 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/2_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<blockquote><p><strong>Elizabeth &#8211; A Era de Ouro (Elizabeth &#8211; The Golden Age: Drama, 2007 – 114 min)</strong></p>
<p>Dirigido  por Shekhar Kapur com roteiro de William Nicholson e Michael Hirst.  Estrelando: Cate Blanchett, Geoffrey Rush, Clive Owen, Jordi Molla,  Samantha Morton.</p></blockquote>
<p>Sempre  tive um fascínio pela história inglesa em épocas de colégio. Enquanto a  história do Brasil era bastante deturpada e insossa (principalmente no  período que estudei, com o tempo algumas &#8216;verdades&#8217; foram surgindo), a  história de países como a Inglaterra sempre se mostraram mais  interessantes.</p>
<p>Juntando  o interesse pelo período histórico retratado em <strong>“Elizabeth – A Era de  Ouro</strong>” com a atuação indicada ao Oscar da excelente atriz <strong>Cate Blanchett</strong> (<a href="http://www.porraman.com/2009/01/o-curioso-caso-de-benjamin-button-the-curious-case-of-benjamin-button/" target="_blank">O Curioso Caso de Benjamin Button</a>), a inclusão em minha <a href="http://www.porraman.com/lista-de-filmes-a-assistir/" target="_blank">lista de filmes  a assistir</a> foi feita com princípios louváveis, pena que o filme seja  arrastado e um pouco monótono.</p>
<p>Apesar  do conturbado período histórico em que ele é ambientado, a trama é  focada mais na vida pessoal da rainha, que vão desde intrigas internas  com intuito de tomarem  o seu trono e a falta de um herdeiro &#8216;legítimo&#8217;,  até a sua vida amorosa que é sempre deixada de lado em prol do seu  país.</p>
<p>Um  dos fatos mais curiosos é que<strong> Cate Blanchett</strong> com este trabalho entrou  para uma seleta lista, a dos<strong> atores que foram indicados ao Oscar duas  vezes com o mesmo personagem</strong>. Ela já tinha sido indicada com o primeiro  “<strong>Elizabeth</strong>” e aqui, mais uma vez, foi para o tapete vermelho com uma  rainha mais amadurecida.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/08/elizabeth-the-golden-age.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-5942" title="elizabeth-the-golden-age" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/08/elizabeth-the-golden-age.jpg" alt="" width="400" height="220" /></a></p>
<p>Sem  muita coisa além da bela atuação de <strong>Blanchett</strong>, não sobra nada muito  interessante ou digno de nota em “<strong>Elizabeth – A Era de Ouro</strong>” que valha a  pena ser assistido por quem ainda não o fez. Infelizmente temos aqui um  filme apenas regular e com um final tão sem emoção que não faz jus ao  importante período histórico no qual a trama se passa.</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Elizabeth &#8211; A Era de Ouro (Elizabeth &#8211; The Golden Age: Drama, 2007 – 114 min)</span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Dirigido  por Shekhar Kapur com roteiro de William Nicholson e Michael Hirst.  Estrelando: Cate Blanchett, Geoffrey Rush, Clive Owen, Jordi Molla,  Samantha Morton.</span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Sempre  tive um fascínio pela história inglesa em épocas de colégio. Enquanto a  história do Brasil era bastante deturpada e insossa (principalmente no  período que estudei, com o tempo algumas &#8216;verdades&#8217; foram surgindo), a  história de países como a Inglaterra sempre se mostraram mais  interessantes. </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Juntando  o interesse pelo período histórico retratado em “Elizabeth – A Era de  Ouro” com a atuação indicada ao Oscar da excelente atriz Cate Blanchett  (O Curioso Caso de Benjamin Button), a inclusão em minha lista de filmes  a assistir foi feita com princípios louváveis, pena que o filme seja  arrastado e um pouco monótono. </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Apesar  do conturbado período histórico em que ele é ambientado, a trama é  focada mais na vida pessoal da rainha, que vão desde intrigas internas  com intuito de tomarem  o seu trono e a falta de um herdeiro &#8216;legítimo&#8217;,  até a sua vida amorosa que é sempre deixada de lado em prol do seu  país.</span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Um  dos fatos mais curiosos é que Cate Blanchett com este trabalho entrou  para uma seleta lista, a dos atores que foram indicados ao Oscar duas  vezes com o mesmo personagem. Ela já tinha sido indicada com o primeiro  “Elizabeth” e aqui, mais uma vez, foi para o tapete vermelho com uma  rainha mais amadurecida.</span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0pt;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;">Sem  muita coisa além da bela atuação de Blanchett, não sobra nada muito  interessante ou digno de nota em “Elizabeth – A Era de Ouro” que valha a  pena ser assistido por quem ainda não o fez. Infelizmente temos aqui um  filme apenas regular e com um final tão sem emoção que não faz jus ao  importante período histórico no qual a trama se passa.</span></span></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>[Lista de Filmes] &#8211; Welcome to Dongmakgol</title>
		<link>http://www.porraman.com/2010/07/lista-de-filmes-welcome-to-dongmakgol/</link>
		<comments>http://www.porraman.com/2010/07/lista-de-filmes-welcome-to-dongmakgol/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 21:45:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Lista de Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>

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		<description><![CDATA[Welcome To Dongmakgol (Drama, Comédia: 2005/2006 – 133 min) Dirigido por Kwang-Hyun Park com roteiro por Joong Kim e Kwang-Hyun Park, adaptando obra teatral de Jin Jang. Estrelando: Jae-yeong Jeong, Ha-kyun Shin, Hye-jeong Kang, Ha-ryong Lim, Jae-kyeong Seo. São as vezes em simples comentários ou indicações que recebo para minha lista de filmes a assistir que vejo que o tempo que gasto das minhas raras (e cada vez mais escassas) horas livres que tenho durante a semana aqui com este blog, sem maiores retornos financeiros, vale muito a pena. A leitora Ane, depois do meu post sobre o ótimo filme sul-coreano “O Hospedeiro (The Host)” me recomendou dois filmes do país, um deles o excelente, lindo e emocionante “Welcome to Dongmakgol”. Baseado em uma peça teatral e vencedor de vários prêmios no ano de 2005 ele é ambientado durante a guerra entre as Coreias do Norte e Sul no início dos anos 50. Trata-se de uma bonita mensagem de paz que as vezes, infelizmente, só o cinema pode apresentar. Na trama somos apresentado a um trio de soldados norte-coreanos tentando se safar de uma emboscada, dois sul-coreanos que se encontram de uma forma inusitada e também procuram um local seguro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><img class="size-medium wp-image-5703 alignright" title="Welcome to Dongmakgol (Poster)" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/07/welcome_20to_20dongmakgol_201-209x300.jpg" alt="" width="173" height="248" /></p>
<p><img class="alignnone" title="Excelente: Classifição 5 de 5" src="http://www.porraman.com/_imagens/5_porraman.gif" alt="" width="92" height="50" /></p>
<blockquote><p><strong>Welcome To Dongmakgol (Drama, Comédia: 2005/2006 – 133 min)</strong></p>
<p>Dirigido por Kwang-Hyun Park com roteiro por Joong Kim e Kwang-Hyun Park, adaptando obra teatral de Jin Jang. Estrelando: Jae-yeong Jeong, Ha-kyun Shin, Hye-jeong Kang, Ha-ryong Lim, Jae-kyeong Seo.</p></blockquote>
<p>São as vezes em simples comentários ou indicações que recebo para <a href="http://www.porraman.com/lista-de-filmes-a-assistir/" target="_blank">minha lista de filmes a assistir</a> que vejo que o tempo que gasto das minhas raras (e cada vez mais escassas) horas livres que tenho durante a semana aqui com este blog, sem maiores retornos financeiros, vale muito a pena. <strong>A leitora Ane</strong>, depois do meu post sobre o <a href="http://www.porraman.com/2009/12/lista-de-filmes-o-hospedeiro-gwoemul-host-2006/" target="_blank">ótimo filme sul-coreano “O Hospedeiro (The Host)”</a> me <a href="http://www.porraman.com/2009/12/lista-de-filmes-o-hospedeiro-gwoemul-host-2006/#comment-6702" target="_blank">recomendou dois filmes do país</a>, um deles o excelente, lindo e emocionante “<strong>Welcome to Dongmakgol</strong>”.</p>
<p>Baseado em uma peça teatral e vencedor de vários prêmios no ano de 2005 ele é ambientado durante a guerra entre as Coreias do Norte e Sul no início dos anos 50. Trata-se de uma bonita mensagem de paz que as vezes, infelizmente, só o cinema pode apresentar.</p>
<p>Na trama somos apresentado a um trio de soldados norte-coreanos tentando se safar de uma emboscada, dois sul-coreanos que se encontram de uma forma inusitada e também procuram um local seguro, um soldado americano que cai depois de ter seu avião abatido. Todos eles acabam se encontrando num vilarejo chamado <em>Dongmakgol </em>esquecido pelo tempo e totalmente alheio aos acontecimentos do mundo e principalmente da guerra.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-5704" title="welcome_to_dongmakgol" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/07/welcome_to_dongmakgol.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Os aldeões, em especial a inocente jovem Yeo-il (<em>autista talvez?</em>), transformam a vida destes soldados inimigos de guerra fazendo com que, aos poucos, o clima de tensão e hostilidade dê lugar a uma belíssima trajetória.</p>
<p>Alguns podem apontar até um ou outro clichê e previsibilidades no roteiro, mas é muito pouco para uma direção excepcional e que mistura muito bem drama com profundas críticas antiguerra e cenas de humor, beirando as vezes o pastelão. A sintonia entre a parte <em>visual</em>, técnica e o trabalho do elenco é perfeita.</p>
<p>Trata-se realmente de <strong>uma obra excelente</strong> e que, mesmo conhecendo poucos filmes sul-coreanos, tenho certeza que deve ser um dos expoentes do cinema local. Poucas obras como “<strong>Welcome to Dongmakgol</strong>” são capazes de lhe fazer rir, emocionar e refletir ao mesmo tempo, e isso sem dúvidas deve ser levado em conta nesta linda história sobre amizade.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-5702 aligncenter" title="Welcome_to_dongmakgol" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/07/HF7Y5676_welcome_to_dongmakgol_blu-ray.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Como eu sempre gosto de frisar, cinema é antes de tudo emoção, sei que entendo quase nada da sétima arte, mas são  trabalhos como este (e tenho que <a href="http://www.porraman.com/2009/12/lista-de-filmes-o-hospedeiro-gwoemul-host-2006/#comment-6702" target="_blank">agradecer mais uma vez a leitora Ane</a>, que ganhou pontos comigo agora) que me fazem continuar escrevendo. E <strong>é uma pena que existam coisas no mundo que só o cinema possa fazer</strong> (como unificar inimigos mortais, sul e norte-coreanos) mesmo que seja por apenas pouco mais de duas horas, só isso já vale muito.</p>
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		<title>[Lista de Filmes] Paris, Eu te Amo (Paris, je t&#8217;aime)</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 10:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Lista de Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[curta]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>

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		<description><![CDATA[Paris, Eu te Amo (Paris, je t&#8217;aime, Romance, Comédia, Drama: 2006 – 120 min) Conjunto de curtas-metragens com direção e roteiro por vários cineastas como Bruno Podalydès, Alfonso Cuarón, Walter Salles, Daniela Thomas, Sylvain Chomet, Gérard Depardieu, Alexander Payne, Olivier Assayas, Wes Craven, Tom Tykwer e dentre outros. Estrelando: Gaspard Ulliel, Steve Buscemi, Catalina Sandino Moreno, Juliette Binoche, Willem Dafoe, Nick Nolte, Ludivine Sagnier, Maggie Gyllenhaal, Bob Hoskins, Natalie Portman, Elijah Wood e outros. A imagem que temos de Paris ser a capital do amor é explorada exaustivamente nos cinemas, grande parte deste fato se deve logicamente por sua impressionante arquitetura, já que os franceses (como já ouvi em relatos de pessoas próximas que foram para lá) têm a fama de serem péssimos anfitriões. “Paris Eu Te Amo” nada mais é que uma coletânia de curtas de variados e renomados cineastas, cada um com sua visão sobre a cidade. O meu interesse foi parte por causa da curiosidade de ver algo mais “verdadeiro” sobre a tão famosa cidade e parte por parecer realmente um projeto interessante, que inclusive já derivou para “Nova York Eu Te Amo” e até um “Rio eu te amo” já encontrei em relatos nessas minhas andanças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-5443  alignright" title="paris-eu-te-amo-poster" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/06/paris-eu-te-amo-poster-202x300.jpg" alt="" width="202" height="300" /></p>
<p><img class="alignnone" title="Regular: Classificação 2 de 5" src="http://www.porraman.com/_imagens/2_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<blockquote><p><strong>Paris, Eu te Amo (Paris, je t&#8217;aime, Romance, Comédia, Drama: 2006 – 120 min)</strong></p>
<p>Conjunto de curtas-metragens com direção e roteiro por vários cineastas como Bruno Podalydès, Alfonso Cuarón, Walter Salles, Daniela Thomas, Sylvain Chomet, Gérard Depardieu, Alexander Payne, Olivier Assayas, Wes Craven, Tom Tykwer e dentre outros. Estrelando: Gaspard Ulliel, Steve Buscemi, Catalina Sandino Moreno, Juliette Binoche, Willem Dafoe, Nick Nolte, Ludivine Sagnier, Maggie Gyllenhaal, Bob Hoskins, Natalie Portman, Elijah Wood e outros.</p></blockquote>
<p>A imagem que temos de Paris ser a capital do amor é explorada exaustivamente nos cinemas, grande parte deste fato se deve logicamente por sua impressionante arquitetura, já que os franceses (como já ouvi em relatos de pessoas próximas que foram para lá) têm a fama de serem péssimos anfitriões. “<strong>Paris Eu Te Amo</strong>” nada mais é que uma coletânia de curtas de variados e renomados cineastas, cada um com sua visão sobre a cidade.</p>
<p>O meu interesse foi parte por causa da curiosidade de ver algo mais “<em>verdadeiro</em>” sobre a tão famosa cidade e parte por parecer realmente um projeto interessante, que inclusive já derivou para “<strong>Nova York Eu Te Amo</strong>” e até um “<strong>Rio eu te amo</strong>” já encontrei em relatos nessas minhas andanças pela web.</p>
<p>O maior problema de classificar esta obra é que temos aqui uma diferença muito acentuada, seja  no estilo, visual, performance dos atores ou até mesmo na qualidade de cada curta. Essas discrepâncias me fizeram, no geral, achar “<strong>Paris Eu Te Amo</strong>” algo apenas regular. Mescla (poucos) excelentes curtas com trabalhos, pelo menos para meu gosto pessoal, muito chatinhos e sem graça.</p>
<p>Como a <a href="http://www.porraman.com/about/" target="_blank">proposta aqui do blog</a> é apenas tecer breves comentários, vou me abster de sair falando separadamente de cada um dos curtas, só  tenho mesmo a dizer que dos títulos que coloquei em minha <a href="http://www.porraman.com/lista-de-filmes-a-assistir/" target="_blank">lista de filmes a assistir</a>, este foi um dos que menos me agradaram.</p>
<p>Muita gente pode pensar que seja algo que não valha a pena ser visto, ou ainda que eu não tive ‘sensibilidade’ artística suficiente para apreciar esta obra com ela merece. Não é nada disso, a verdade é que foram poucos os curtas que gostei de verdade. Não tenho dúvidas que é um trabalho que, caso você tenha curiosidade ou aquela vontade ‘longínqua’ de conferir, eu recomendo que assista e tire suas próprias conclusões. Até porque, no meio de tantos curtas, não é possível que nenhum deles lhe agrade.</p>
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		<title>[Lista de Filmes] Tempos de Violência (Harsh Times)</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 17:20:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
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		<category><![CDATA[Lista de Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[violencia]]></category>

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		<description><![CDATA[Tempos de Violência (Harsh Times, Ação: 2005/2006 &#8211; 129 min) Direção e roteiro de David Ayer. Estrelando: Christian Bale, Freddy Rodrígueze Eva Longoria. Depois dos mais recentes trabalhos do ator Christian “Batman” Bale, fiquei interessado em acompanhar a sua carreira e decidi colocar em minha lista de filmes a assistir alguns de seus trabalhos mais antigos. Seguindo esta trajetória o filme “Tempos de Violência (Harsh Times)”, que apareceu por aqui em 2006, marca mais uma bela atuação de Bale que, no final das contas, acaba sendo mesmo o destaque numa trama que não é lá muito interessante e original. Acompanhamos aqui a estória de Jim Davis (Christian Bale, “O Operário”, “Inimigos Públicos”), um ex-combatente no Iraque que, como vários outros em sua situação, está tendo dificuldades de se recuperar dos traumas. O que ele almeja a todo custo é voltar a trabalhar na polícia, entretanto, acaba se envolvendo na verdade numa onda de crimes e violência, o que faz com que seu antigo amigo Mike Alonzo (Freddy Rodriguez) acabe seguindo os seus passos. David Ayer, roteirista do premiado filme de 2001 “Dia de Treinamento”, marcou aqui a sua estreia na direção e acabou fazendo um bom trabalho. No elenco temos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-5307 alignright" title="tempos de violencia" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/05/temposdeviolencia.jpg" alt="" width="174" height="244" /></p>
<p><img class="alignnone" title="Bom: Classificação 3 de 5" src="http://www.porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<blockquote><p><strong>Tempos de Violência (Harsh Times, Ação: 2005/2006 &#8211; 129 min)</strong></p>
<p>Direção e roteiro de David Ayer. Estrelando: Christian Bale, Freddy Rodrígueze Eva Longoria.</p></blockquote>
<p>Depois dos mais recentes trabalhos do ator <strong>Christian “<em>Batman</em>” Bale</strong>, fiquei interessado em acompanhar a sua carreira e decidi colocar em <a href="http://www.porraman.com/lista-de-filmes-a-assistir/" target="_blank">minha lista de filmes a assistir</a> alguns de seus trabalhos mais antigos. Seguindo esta trajetória o filme <strong>“Tempos de Violência (Harsh Times)</strong>”, que apareceu por aqui em 2006, marca mais uma bela atuação de <strong>Bale </strong>que, no final das contas, acaba sendo mesmo o destaque numa trama que não é lá muito interessante e original.</p>
<p>Acompanhamos aqui a estória de Jim Davis (<strong>Christian Bale</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2010/03/lista-de-filmes-o-operario-critica-filme-machnist" target="_blank">O Operário</a>”, “<a href="http://www.porraman.com/2009/07/inimigos-publicos-public-enemies-critica-filme/" target="_blank">Inimigos Públicos</a>”), um ex-combatente no Iraque que, como vários outros em sua situação, está tendo dificuldades de se recuperar dos traumas. O que ele almeja a todo custo é voltar a trabalhar na polícia, entretanto, acaba se envolvendo na verdade numa onda de crimes e violência, o que faz com que seu antigo amigo Mike Alonzo (<strong>Freddy Rodriguez</strong>) acabe seguindo os seus passos.</p>
<p><strong>David Ayer</strong>, roteirista do premiado filme de 2001 “<strong>Dia de Treinamento</strong>”, marcou aqui a sua estreia na direção e acabou fazendo um bom trabalho. No elenco temos a presença forte de <strong>Christian Bale </strong>interpretando muito bem seu personagem (<em>pra variar</em>) e um belo trabalho regular de <strong>Freddy Rodriguez</strong>. A linda <strong>Eva Longoria</strong> aparece apenas para servir como colírio para os olhos masculinos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-full wp-image-5306" title="harsh-times" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/05/harsh-times-1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p><strong>Trata-se de um filme bem clichê e que tem como ponto positivo mesmo a atuação de Christian Bale</strong> que, apesar de nesta obra não ser nada de espetacular, acabou servindo como mais um bom motivo para ser escolhido como o “<em>novo</em>” <a href="http://www.porraman.com/2008/07/batman-o-cavaleiro-das-trevas-the-dark-knight/" target="_blank">Batman</a>. Outro destaque é que esta obra está na &#8216;leva&#8217; dos primeiros trabalhos a falar sobre os traumas causados aos que participaram da guerra no Iraque.</p>
<p>De todos os filmes que assisti com <strong>Bale </strong>este foi o mais fraco até aqui, ainda assim é um bom filme. Não é de forma alguma daqueles trabalhos bastante inspirados ou imperdíveis. Só é recomendável assisti-lo caso esteja passando na Tv e você não tenha nada melhor para fazer no momento. De qualquer forma é menos um, na minha interminável lista de filmes a assistir.</p>
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