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	<title>Porra, man!documentario | Porra, man!</title>
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	<description>Cinema e Séries do jeito que você entende.</description>
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		<title>Bahêa Minha P&#124;¢@</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Oct 2011 15:04:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Tenha Medo!]]></category>
		<category><![CDATA[documentario]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou torcedor do glorioso Esporte Clube Vitória desde pequenininho, claro, quando criança ia pro estádio pra comer um monte de porcaria e tomar refrigerante, só mais tarde eu comecei a tomar gosto pelo futebol e hoje sou um dos raros torcedores de verdade deste clube secular (sou sócio do clube, vou pros jogos e, o mais importante, sei levar tudo na esportiva). Lembro como se fosse hoje quando meu pai me disse (e ensinou): &#8220;Filho, na minha época o Vitória não ganhava nada.&#8221; - Bravo ensinamento que poderei continuar passando para meus filhos e netos, dizendo-lhes a mesma coisa:  &#8220;&#8230; na minha época o Vitória não ganhava nada&#8221;. E vai rolar a crítica desse “filme” aqui no Porra, Man!? Pois bem, muitos amigos que torcem para esse time nojento (ganharam nem meia dúzia de jogos na Série A e pra eles equivale ao mundial interclubes) estão me enchendo o saco perguntando se verei e comentarei aqui no blog sobre este documentário. E a minha resposta a este questionamento é: &#8220;Depende do quanto vão me pagar&#8220;. Tem duas opções para me fazerem ir ao cinema assistir este documentário: 1 – 500 Reais Por 5 carpas azuis como esta da foto (modelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou torcedor do glorioso<strong> Esporte Clube Vitória</strong> desde pequenininho, claro, quando criança ia pro estádio pra comer um monte de porcaria e tomar refrigerante, só mais tarde eu comecei a tomar gosto pelo futebol e hoje <strong>sou um dos raros torcedores de verdade deste clube secular</strong> (<em>sou sócio do clube, vou pros jogos e, o mais importante, sei levar tudo na esportiva</em>).</p>
<div id="attachment_9062" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-9062" title="ivete-sangalo-no-barradao" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/10/ivete-sangalo-no-barradao.jpg" alt="" width="400" height="220" /><p class="wp-caption-text">Senta lá Claudia.</p></div>
<p>Lembro como se fosse hoje quando meu pai me disse (e ensinou):</p>
<blockquote><p>&#8220;Filho, na minha época o Vitória não ganhava nada.&#8221;</p></blockquote>
<p>- Bravo ensinamento que poderei continuar passando para meus filhos e netos, dizendo-lhes a mesma coisa:  <em>&#8220;&#8230; na minha época o Vitória não ganhava nada&#8221;.</em></p>
<h3>E vai rolar a crítica desse “filme” aqui no Porra, Man!?</h3>
<p>Pois bem, <strong>muitos amigos que torcem para esse time nojento</strong> (ganharam nem meia dúzia de jogos na Série A e pra eles equivale ao mundial interclubes)<strong> estão me enchendo o saco perguntando se verei e comentarei aqui no blog sobre este documentário</strong>. E a minha resposta a este questionamento é: &#8220;<em>Depende do quanto vão me pagar</em>&#8220;.</p>
<h3>Tem duas opções para me fazerem ir ao cinema assistir este documentário:</h3>
<h2 style="text-align: center;">1 – 500 Reais</h2>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-9064 aligncenter" title="500-reais" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/10/500-reais.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Por 5 carpas azuis como esta da foto (modelo novo “eurostyle”) eu vejo o filme e comento aqui no blog de forma imparcial.</p>
<h2 style="text-align: center;">2 – Musas do clube e uma noite de luxúria</h2>
<div id="attachment_9063" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-9063" title="bahiamusa" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/10/bahiamusa1.jpg" alt="" width="400" height="220" /><p class="wp-caption-text">Pra não dizer que só tem coisa ruim no Bahia</p></div>
<p><strong> Este é o preço do meu orgulho futebolístico. Qual o seu?</strong></p>
<p>Críticas para o documentário:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.cinemosaico.com/2011/10/critica-bahea-minha-vida.html" target="_blank">Cine Mosaico &#8211; Crítica do Filme &#8220;Baêa Minha Vida&#8221;</a></li>
<li><a href="http://www.cinepipocacult.com.br/2011/09/bahea-minha-vida.html">CinePipocaCult – Crítica do Filme “Baêa Minha Vida”</a></li>
</ul>
<p><strong>PS</strong>: Se você, torcedor do Vitória ou do <span style="text-decoration: line-through;">Bahia</span> Itinga, não souber levar também na esportiva, não terá o seu comentário aprovado aqui. E ainda tem gente que se mata por futebol, francamente.</p>
<p><strong>PS2</strong>: Disse que este documentário iria de chamar &#8220;<strong>Jahia, uma Noite no Museu</strong>&#8220;, mas parece que alguma tricolete não curtiu.</p>
<p><strong>PS3</strong>: Fifa 2012 não vou comprar, tem o bahia entre os times do Brasil, continuarei no PES.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Complete History of My Sexual Failures</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/09/a-complete-history-of-my-sexual-failures/</link>
		<comments>http://www.porraman.com/2011/09/a-complete-history-of-my-sexual-failures/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Sep 2011 03:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[documentario]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Há quem acredite que dinheiro move o mundo, mas eu sou da filosofia que o que move mesmo o mundo é a nossa eterna busca por nos relacionarmos sexualmente afetivamente com outra(s) pessoa(s), dinheiro apenas pode tornar as coisas menos complicadas. O britânico Chris Waitt, cansado de tantos insucessos com as mulheres, teve a brilhante (e porque não corajosa) ideia de ir atrás de suas ex-namoradas para saber o que havia de errado com ele afinal. E foi assim que nasceu o documentário “A Complete History of My Sexual Failures” que se tornou a sensação do Festival de Sundance no ano de 2008. O documentário segue então com próprio Chris Waitt em busca de respostas sobre sua terrível vida sentimental e, de início, ele tenta contatar suas ex-namoradas. Sem sucesso, recorre então a ajuda de sua mãe e começa a conseguir algumas entrevistas e, a partir daí, começa a ouvir coisas não muito agradáveis a seu respeito – imbecil, idiota, com sérios problemas mentais, só para citar algumas &#8216;definições&#8217; – tornando seu projeto mais do que uma obra cinematográfica, uma verdadeira terapia de autoconhecimento. O início é um pouco monótono e não precisa de muito tempo para quem está assistindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Regular: Classificação 2 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/2_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Há quem acredite que dinheiro move o mundo, mas eu sou da filosofia que o que move mesmo o mundo é a nossa eterna busca por nos relacionarmos <span style="text-decoration: line-through;">sexualmente</span> afetivamente com outra(s) pessoa(s), dinheiro apenas pode tornar as coisas menos complicadas. O britânico<strong> Chris Waitt</strong>, cansado de tantos insucessos com as mulheres, teve a brilhante (e porque não corajosa) ideia de ir atrás de suas ex-namoradas para saber o que havia de errado com ele afinal. E foi assim que nasceu o documentário <strong>“A Complete History of My Sexual Failures”</strong> que se tornou a<strong> sensação do Festival de Sundance no ano de 2008</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9025" title="Sexual Failures" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/09/sexualfailures1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>O documentário segue então com próprio<strong> Chris Waitt</strong> em busca de respostas sobre sua terrível vida sentimental e, de início, ele tenta contatar suas ex-namoradas. Sem sucesso, recorre então a ajuda de sua mãe e começa a conseguir algumas entrevistas e, a partir daí, começa a ouvir coisas não muito agradáveis a seu respeito – imbecil, idiota, com sérios problemas mentais, só para citar algumas &#8216;definições&#8217; – tornando seu projeto mais do que uma obra cinematográfica, uma verdadeira terapia de autoconhecimento.</p>
<p>O início é um pouco monótono e não precisa de muito tempo para quem está assistindo descobrir o porquê dele ser um completo fracasso com as mulheres. Só de olhar a cara do sujeito já dá para perceber que se trata de um ser bastante desajustado socialmente, mesmo assim, suas atitudes (começando por sua mãe ter que resolver seu próprio projeto) não são as esperadas para um homem da sua idade, mas são essas imbecilidades inerentes a ele que dão um certo tom cômico ao documentário, é aquela coisa,<strong> rir da desgraça dos outros é um prato delicioso para muitos</strong>. Mas aí temos que aturar várias cenas com ele peladão, sadomasoquismo e outras tosqueiras que são sim, apesar do título, totalmente desnecessárias. Fica até parecendo uma “homenagem” ao <em>JackAss</em> em algumas partes.</p>
<p>Sem entrar na discussão do quanto deste documentário é falso e o quanto ele é real – a cena em que ele toma dezenas de comprimidos de Viagra até rende momentos inusitados, mas vamos falar sério agora, quem faria isso sem imaginar que algo poderia sair errado? – <strong>o maior problema aqui é que o propósito inicial da produção é totalmente perdido, e pior, o desfecho é basicamente uma comédia romântica</strong>. Uma coisa é você propor alguma hipótese ou pesquisa e no final das contas não chegar a resposta esperada, outra é você fugir totalmente do ‘assunto’.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9023" title="a_complete_history_of_my_sexual_failures" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/09/a_complete_history_of_my_sexual_failures.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>A premissa era muito interessante e, em teoria, deveria não só divertir como também servir como aprendizado não só para ele mas também para todos que sofrem ou já sofreram com toda a arte do amor, relacionamentos e tudo o que gira em torno deste ‘pacote’. É uma pena que <strong>“A Complete History of My Sexual Failures” </strong>seja mais uma produção que tropece nas próprias pernas. <strong>O próprio Chris em um determinado momento diz que seu projeto se perdeu totalmente do que ele pretendia fazer</strong>.</p>
<p>Fica então como lição que você não deve ser um asno, não deve também se comportar como um imbecil e, por último, não deve tratar as mulheres como idiotas. Só que ninguém precisa perder 2 horas de sua vida com um documentário no máximo regular para saber tudo isso. Talvez valha pela diversão, mas pouca coisa é engraçada aqui, durante a maior parte do tempo você fica se lamentando de estar perdendo seu tempo ou sofrendo com tanta vergonha alheia.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="size-medium wp-image-9022 alignright" title="Poster " src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/09/220px_poster_COMPLETEH_2D_SMALL-212x300.jpg" alt="" width="148" height="210" />A Complete History of My Sexual Failures (2008)</strong></p>
<p>Um documentário de Chris Waitt.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Filhos de João &#8211; O Admirável Mundo Novo Baiano</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/08/filhos-de-joao-o-admiravel-mundo-novo-baiano/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 14:46:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[cinema nacional]]></category>
		<category><![CDATA[documentario]]></category>
		<category><![CDATA[musica]]></category>

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		<description><![CDATA[Tirando algumas músicas clássicas que ficaram imortalizadas e alguns relatos sobre as histórias dos antigos carnavais de Salvador e seus artistas, confesso que pouco conhecia a respeito dos “Novos Baianos”. O grupo que se formou no final da década sessenta trouxe bastante inovação musical para a época e se tornou um verdadeiro marco cultural. Graças a Henrique Dantas e ao Circuito de Sala de Arte daqui da terrinha pude finalmente corrigir essa minha falha de caráter e conhecer um pouco mais sobre o surgimento e toda a trajetória desse bando de visionários. De forma bastante interessante o documentário “Os Filhos de João – O Admirável Mundo Novo Baiano” remonta através de depoimentos, imagens e filmagens antigas como se deu o surgimento e a convivência entre os integrantes do grupo, passando aí por um lendário apartamento no Rio de Janeiro (que rendia altas confusões do barulho com uma turminha da pesada), um sítio que era uma verdadeira &#8216;nação paralela&#8217;, a paixão pelo futebol e também, de forma bem aberta, a relação deles com as drogas. Fica evidente no documentário a importância de João Gilberto para o grupo que antes tocava algo mais próximo do Rock´n´Roll. Foi ele quem sugeriu – convenhamos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Muito Bom: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Tirando algumas músicas clássicas que ficaram imortalizadas e alguns relatos sobre as histórias dos antigos carnavais de Salvador e seus artistas, confesso que <strong>pouco conhecia a respeito dos “Novos Baianos”</strong>. O grupo que se formou no final da década sessenta trouxe bastante inovação musical para a época e se tornou um verdadeiro marco cultural. Graças a<strong> Henrique Dantas</strong> e ao <a href="http://www.saladearte.art.br/" target="_blank">Circuito de Sala de Arte</a> daqui da <em>terrinha</em> pude finalmente corrigir essa minha falha de caráter e conhecer um pouco mais sobre o surgimento e toda a trajetória desse bando de visionários.</p>
<p>De forma bastante interessante o documentário “<strong>Os Filhos de João – O Admirável Mundo Novo Baiano</strong>” remonta através de depoimentos, imagens e filmagens antigas como se deu o surgimento e a convivência entre os integrantes do grupo, passando aí por um lendário apartamento no Rio de Janeiro (<em>que rendia altas confusões do barulho com uma turminha da pesada</em>), um sítio que era uma verdadeira &#8216;nação paralela&#8217;, a paixão pelo futebol e também, de forma bem aberta, a relação deles com as drogas.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8797" title="Os Novos Baianos" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/2011_07_2213_37_5961318novos_baianos1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Fica evidente no documentário<strong> a importância de João Gilberto para o grupo</strong> que antes tocava algo mais próximo do<em> Rock´n´Roll</em>. Foi ele quem sugeriu – convenhamos, uma sugestão de<em> João Gilberto</em>, por mais chato que ele seja como pessoa, é praticamente uma ordem – que os músicos utilizassem a sonoridade brasileira, samba, cavaquinho, etc. E foi essa mistura de sons que deu a identidade ao movimento “<strong>Novos Baianos</strong>”, se me permite descrevê-lo assim. O resto é história e clássicos como  <em>&#8220;Besta é Tu</em>&#8220;, <em>&#8220;Acabou Chorare</em>&#8220;, &#8220;<em>Brasil Pandeiro</em>&#8220;, &#8220;<em>Preta Pretinha</em>&#8221; se tornaram imortais.</p>
<p>Apesar de não ser integrante do grupo, <strong>Tom Zé era uma espécie de padrinho e seus depoimentos são os melhores</strong>. É incrível perceber como ele consegue ser, ao mesmo tempo, genial e engraçado (<em>talvez consiga isso por viver em um universo paralelo ao nosso onde apenas o seu corpo habita a nossa realidade</em>). Na verdade todos os depoimentos são bastante interessantes e a gente pode perceber que algumas pessoas que já eram loucas na época hoje em dia estão altamente sequeladas. Algumas sequências dá até pra gargalhar de tanto rir.</p>
<p>Outro fator interessante e curioso é a relação deles com o futebol que era realmente intensa, arrisco a dizer que eles gostavam mais de bater um bába (<em>aka jogar uma pelada</em>) do que cantar. Só que como jogadores eles não levavam jeito nenhum.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8802" title="Filhos de João" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/20_MHG_ZIN_JOÃO.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Ficou faltando apenas <em>Baby</em> liberar seus depoimentos para ficar completo. Sua ausência é sentida e ao final do filme aparece a informação que ela não liberou suas entrevistas. De qualquer forma <strong>o trabalho de Henrique Dantas é, fazendo um pouco de alusão ao título, admirável</strong>. Além de ser um projeto curioso e muito interessante, a levada é tão divertida que até mesmo para quem nunca foi fã dos “<strong>Novos Baianos</strong>” ou não gosta do estilo musical não se torna chato ou cansativo. Vale a pena dar uma força para o circuito de Sala de Arte (como sempre) e também para o cinema baiano, principalmente para quem acha que a única especialidade daqui é produzir <em>rebolations</em> e <em>raladas de tcheca no chão</em>.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong>Filhos de João – O Admirável Mundo Novo Baiano (2011, 75 min)<br />
Documentário</strong></p>
<p>Um filme de<span style="text-decoration: underline;"> Henrique Dantas</span> com roteiro por Henrique Dantas e Bau Carvalho.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Catfish</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 14:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[documentario]]></category>

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		<description><![CDATA[A melhor propaganda de Catfish é a que, se eu te contar do ele se trata exatamente ou entregar maiores detalhes perde a graça, é daquelas produções que você precisa assistir com o mínimo de conhecimento (quiçá nenhum). Sendo assim, não irei entregar nenhum spoiler e falarei apenas de parte (só uma parte) do que é apresentado nos trailers deste documentário que, segundo os participantes do projeto, é totalmente real. Catfish foi uma das maiores sensações do Festival de Sundance no ano de 2010. Lançado pouco antes do grande sucesso mundial “A Rede Social”, que fala sobre a criação do facebook, ele também nos apresenta um caso que aconteceu justamente através desta rede social. O fotógrafo Nev Schulman conhece através do facebook uma artista de apenas 8 anos que começa a lhe enviar quadros, alguns inclusive pinturas de fotos suas e, a partir daí, Nev começa uma relação com toda a família da pequena Abby, como sua mãe Angela e, principalmente, sua irmã de 19 anos (no seu &#8216;top&#8217;) Megan Faccio. Junto com seu amigo e seu irmão, Nev acaba documentando o desenrolar dessa história. Falar mais seria estragar a surpresa, como descrevi no início, mas acredito que todos já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Ótimo: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>A melhor propaganda de <strong>Catfish</strong> é a que, se eu te contar do ele se trata exatamente ou entregar maiores detalhes perde a graça, é daquelas produções que você precisa assistir com o mínimo de conhecimento (quiçá nenhum). Sendo assim, não irei entregar nenhum <em>spoiler</em> e falarei apenas de parte (só uma parte) do que é apresentado nos <a href="http://www.youtube.com/watch?v=bg5r7hTldR0" target="_blank">trailers</a> deste documentário que, segundo os participantes do projeto, é totalmente real.</p>
<p><strong>Catfish foi uma das maiores sensações do Festival de Sundance no ano de 2010</strong>. Lançado pouco antes do grande sucesso mundial “<a href="http://www.porraman.com/2010/11/a-rede-social-the-social-network/" target="_blank">A Rede Social</a>”, que fala sobre a criação do facebook, ele também nos apresenta um caso que aconteceu justamente através desta rede social. O fotógrafo<em> Nev Schulman</em> conhece através do facebook uma artista de apenas 8 anos que começa a lhe enviar quadros, alguns inclusive pinturas de fotos suas e, a partir daí, <em>Nev</em> começa uma relação com toda a família da pequena <em>Abby</em>, como sua mãe <em>Angela</em> e, principalmente, sua irmã de 19 anos (no seu &#8216;top&#8217;)<em> Megan Faccio</em>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-8367" title="catfish" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/06/catfish_initem1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Junto com seu amigo e seu irmão, <em>Nev</em> acaba documentando o desenrolar dessa história. Falar mais seria estragar a surpresa, como descrevi no início, mas acredito que todos já devam imaginar onde isso vai parar. O que posso dizer é que os momentos finais nos levam à extremos, se tudo começa de certa forma morna e até previsível (pelo menos nossos pensamentos nos levam a crer em todas a previsibilidades possíveis), os momentos finais – vendidos como<strong> 40 minutos finais de uma montanha russa de emoções</strong> – nos trazem sentimentos controversos e que nos fazem parar para refletir em nosso comportamento online nos dias de hoje.</p>
<p>Não tem muito tempo que nossa grande editora, a <strong>Dani Vidal</strong>, escreveu sobre um filme baseado em casos reais “<a href="http://www.porraman.com/2011/05/desaparecimento-de-megan-megan-is-missing-2011/" target="_blank">Desaparecimento de Megan</a>” que é mais uma das produções cinematográficas que servem de alerta sobre nossos relacionamentos online. <strong>Catfish</strong> não é só um alerta, é reflexão e em todos os níveis, não só no &#8216;mundo virtual&#8217;.</p>
<p><strong>Vendido como um caso real</strong> é claro que quem o assiste fica naquela linha tênue da credibilidade. Algumas passagens parecem muito “<em>acertadas</em>” para não terem sido ensaiadas ou previamente preparadas, por outro lado, toda a história é bastante crível, pois casos como estes acontecem. E o mais interessante é que, no final das contas, <strong>se é ou não um documentário falso não importa</strong>, a mensagem, a lição e a história apresentada é que fica arquivado em nossa mente.</p>
<p>Sem nenhuma previsão de lançamento aqui no Brasil, nem em DVD, você sabe muito bem o que fazer para conseguir conferir essa tão interessante produção. Não vai apresentar nada que a gente já não imagine ou desconfie que aconteça de montão nos dias hoje, todo o mistério que envolve o projeto é a chave mesmo de seu sucesso e por mais que você tenha dúvidas sobre a veracidade dos fatos, trata-se de um ótimo trabalho que <strong>é difícil não te tirar um pouco do lugar comum</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-8370" title="catfish-movie-best-movies-ever-curt-johnson-470x284" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/06/catfish-movie-best-movies-ever-curt-johnson-470x284.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Por fim, sei que <strong>muitos devem se perguntar o porquê do nome ser “Catfish”</strong>, bem, a tradução da palavra para nossa língua é <em>bagre</em> (sim, aquele peixe), mas a explicação é dada no finalzinho do documentário e só você assistindo pra descobrir. Não vai ser de mim que vocês terão <em>spoilers</em> que podem acabar com boa parte da &#8216;mística&#8217; em torno desta obra que vale sim muito a pena.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright size-full wp-image-8368" title="catfish_movie_poster" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/06/catfish_movie_poster.jpg" alt="" width="134" height="199" />Catfish (2010, 87 min)<br />
Documentário</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Dirigido por</span> Henry Joost e Ariel Schulman. <span style="text-decoration: underline;">Estrelando</span>: Ariel Schulman, Yaniv Schulman e Melody C. Roscher.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>The Haunted House Project &#8211; 2010</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/03/the-haunted-house-project-2010/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 14:11:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
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		<description><![CDATA[. . . . E o cinema não cansa de nos brindar com esses exemplares de &#8220;Falso Documentário&#8221;. São raros os filmes que conseguem ultrapassar a barreira das inevitáveis comparações com Bruxa de Blair ou REC. Digamos que The Haunted House Project não é um desses filmes que se destacam. Confesso também que a sinopse não me chamou a atenção, mas por se tratar de um filme sul coreano, eu criei expectativas positivas &#8230; até porque, minhas experiências com os filmes orientais são quase sempre muito boas. &#8220;Seis jovens vão filmar um documentário dentro de uma casa considerada mal assombrada. Segundo contam as histórias locais, um empresário casado teve um relacionamento com sua secretária e foi descoberto pela esposa que providenciou a morte da amante. Dizem que ela foi jogada em um poço de água ao lado da casa, mas seu espírito, coberto de ódio, voltou para matar toda a família do empresário &#8211; incluindo os três filhos pequenos dele. Após esse evento, o local se tornou amaldiçoado e por isso mesmo a equipe tentou filmar no local abandonado&#8230; mas todos eles desapareceram misteriosamente.&#8220; O filme é meio fraco, começa lento e permanece assim por um bom tempo. O problema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="alignleft" src="http://porraman.com/_imagens/2_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p style="text-align: center;">.</p>
<p style="text-align: center;">.</p>
<p style="text-align: center;">.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-7674" title="the-haunted-house-project" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/03/the-haunted-house-project-poster-405x600.jpg" alt="" width="324" height="480" /></p>
<p>.</p>
<p style="text-align: justify;">E o cinema não cansa de nos brindar com esses exemplares de &#8220;Falso Documentário&#8221;. São raros os filmes que conseguem ultrapassar a barreira das inevitáveis comparações com Bruxa de Blair ou REC. Digamos que <strong>The Haunted House Project</strong> não é um desses filmes que se destacam. Confesso também que a sinopse não me chamou a atenção, mas por se tratar de um filme sul coreano, eu criei expectativas positivas &#8230; até porque, minhas experiências com os filmes orientais são quase sempre muito boas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>Seis jovens vão filmar um documentário dentro de uma casa considerada mal assombrada. Segundo contam as histórias locais, um empresário casado teve um relacionamento com sua secretária e foi descoberto pela esposa que providenciou a morte da amante. Dizem que ela foi jogada em um poço de água ao lado da casa, mas seu espírito, coberto de ódio, voltou para matar toda a família do empresário &#8211; incluindo os três filhos pequeno</em>s <em>dele. Após esse evento, o local se tornou amaldiçoado e por isso mesmo a equipe tentou filmar no local abandonado&#8230; mas todos eles desapareceram misteriosamente.</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">O filme é meio fraco, começa lento e permanece assim por um bom tempo. O problema é que essa lentidão fica chata pois os personagens são desinteressantes ao ponto de ficarmos impacientes para ver logo alguma  morte ou até mesmo algum fenômeno sobrenatural. Nessa primeira metade do filme algumas coisas chamaram a atenção de maneira positiva como por exemplo um dos exploradores que é um geek japonês bem caricato, as ferramentas para capturar qualquer manifestação sobrenatural e o momento que a primeira pessoa do grupo é atingida.</p>
<p style="text-align: justify;">Em compensação, o filme é morno na maior parte do tempo e a teimosia da produtora soa forçada. Além do mais, por mais que você seja um admirador/ interessado/ estudioso de coisas sobrenaturais, tudo tem um limite e não há motivos para se arriscar dessa forma. <em>&#8220;Você precisa ir SOZINHO pegar um objeto dentro da casa para que o espírito venha buscar de volta&#8221; </em>Como assim? Que tipo de explorador do sobrenatural faz algo assim? Apesar da correria na parte final, o camera parece não titubear na hora de filmar o corpo ou a morte de alguém. O momento da perseguição final dá um clima de tensão mas não é o suficiente para segurar o filme. Dessa vez posso dizer que esse filme de terror oriental foi bem abaixo do esperado.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bruxa de Blair – 1999</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 11:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
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		<description><![CDATA[.. Aproveitei este final de ano para rever alguns filmes que gostei e a muito tempo não assito, A Bruxa de Blair é um exemplo disso e como ganhei o DVD resolvi colocar minhas impressões sobre ele aqui no blog. O filme conta a história de três jovens que entram na floresta Black Hills para fazer um documentário sobre uma bruxa que segundo a lenda, foi a responsável por várias mortes na cidade, inclusive de crianças. Após alguns eventos estranhos, os jovens se perdem na floresta e nunca mais são vistos. O filme é um registro daquilo que eles filmaram enquanto estavam fazendo o documentário. A Bruxa de Blair foi um marco no cinema. Este filme de 1999 foi um prercusor de várias coisas, uma delas foi usar a internet para espalhar um viral que mexeu com boa parte do público. Era uma época onde se acreditava facilmente nas notícias e e-mails que circulavam na rede e a primeira coisa a ser amplamente comentada foi que este era um documentário real. A estratégia foi muito bem pensada, até o nome das personagens são iguais ao dos atores. Eles ficaram reclusos durante um tempo após as filmagens para que a imprensa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://porraman.com/_imagens/5_porraman.gif" alt="" width="92" height="50" /></p>
<p>.<img class="aligncenter size-full wp-image-7192" title="bruxablair" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/12/bruxablair.jpg" alt="" width="323" height="480" />.</p>
<p style="text-align: justify;">Aproveitei este final de ano para rever alguns filmes que gostei e a muito tempo não assito, A Bruxa de Blair é um exemplo disso e como ganhei o DVD resolvi colocar minhas impressões sobre ele aqui no blog. <em>O filme conta a história de três jovens que entram na floresta Black Hills para fazer um documentário sobre uma bruxa que segundo a lenda, foi a responsável por várias mortes na cidade, inclusive de crianças.</em> <em>Após alguns eventos estranhos, os jovens se perdem na floresta e nunca mais são vistos. O filme é um registro daquilo que eles filmaram enquanto estavam fazendo o documentário.</em></p>
<p style="text-align: justify;">A Bruxa de Blair foi um marco no cinema. Este filme de 1999 foi um prercusor de várias coisas, uma delas foi usar a internet para espalhar um viral que mexeu com boa parte do público. Era uma época onde se acreditava facilmente nas notícias e e-mails que circulavam na rede e a primeira coisa a ser amplamente comentada foi que este era um documentário real. A estratégia foi muito bem pensada, até o nome das personagens são iguais ao dos atores. Eles ficaram reclusos durante um tempo após as filmagens para que a imprensa, amigos ou curiosos para aumentar ainda mais o rumor do desaparecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Esqueça Atividade Paranormal, REC, Cloverfield, O Último Exorcismo e todos os outros filmes estilo falso documentário &#8211; câmera na mão. Antes de A Bruxa de Blair, não existia esta expectativa e muito menos a experiência do &#8220;será verdade mesmo?&#8221; E posso dizer que isso funcionou muito. Volte para o ano de 1999. Quantos anos você tinha? Assistiu ao filme no cinema? <img class="aligncenter size-full wp-image-7197" title="novo_filme_bruxa_blair_01" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/12/novo_filme_bruxa_blair_01.jpg" alt="" width="360" height="355" /></p>
<p style="text-align: justify;">Eu achei A Bruxa de Blair uma ótima experiência. O que assistimos na tela são 80 minutos de diálogos improvisados e de uma certa forma, um medo real. Isso porque aqueles três jovens estavam de fato sozinhos na floresta , recebiam instruções ocasionalmente por membros da equipe através de bilhetes, em busca de uma lenda que tinha um fundo verdadeiro e foram assustados de verdade pelo resto da equipe que bolou pequenas armadilhas para deixá-los ainda mais tensos. A partir do momento que conhecemos a história, as vezes pelo olhar de Heather outras pela camera de Mike, entendemos o medo em momentos de correria, ouvindo apenas as vozes e não enxergando os personagens, ficamos com raiva quando eles simplesmente saem correndo pela floresta na escuridão e só queremos que voltem para as barracas.</p>
<p style="text-align: justify;">O medo maior é imaginar se tudo aquilo realmente estava ligado a Bruxa, vilã que em nenhum momento aparece. Mas seria mesmo necessário expor uma figura bizarra para lhe amedrontar? Provavelmente a falta de uma imagem, um foco específico para direcionar nosso medo deixou o filme mais tenso. A impressão é que ela estava em todo lugar. Não havia escapatória, isso todos nós sabíamos&#8230; afinal, é dito no início do filme que nenhum dos jovens apareceu, apenas a fita do documentário foi encontrada.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale a pena rever. E dê uma atenção especial a cena em que Heather, desesperada, grava uma mensagem se desculpando com os pais de seus amigos por ter colocados todos naquela floresta. O momento é muito bem gravado e deu um ar muito real aquela atmosfera de medo. Não é a toa que virou uma das cenas clássicas do cinema.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Lake Mungo &#8211; 2008</title>
		<link>http://www.porraman.com/2010/11/lake-mungo-2008/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 13:14:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dani Vidal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
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		<category><![CDATA[documentario]]></category>
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		<description><![CDATA[. . . . A história é contada como um falso documentário mostrando o drama da família de Alice Palmer, uma jovem de 15 anos que morreu afogada em uma represa durante um passeio com a família. Com toda a dor que sentem os Palmer, é muito difícil levar a vida a diante principalmente quando aliado a isso começam a acontecer manifestações sobrenaturais atribuidas a Alice. São exatamente 00h57min, acabei de assistir Lake Mungo e ainda estou com aquela sensação de final do filme. Neste caso, uma sensação inesperadamente tensa. Quando ouvi falar deste filme australiano não dei quase nenhuma importância e vendo o trailer continuei sem pretensões. Esta história de falso documentário já me saturou e câmeras na mão com fantasmas a solta me parece uma idéia ultrapassada, mas eis que Lake Mungo de 2008, anterior a estes filmes da moda, veio me desarmar completamente. Quando o filme começa, somos apresentados aos Palmers e imediantamente a história do &#8220;desaparecimento&#8221; de Alice enquanto ela e o irmão nadavam na represa. É estranho como o formato consegue nos transportar de forma tão fácil para dentro do drama daquela família. A sensação de que Alice morreu paira no ar mas como acreditar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://porraman.com/_imagens/5_porraman.gif"><img class="alignleft" src="http://porraman.com/_imagens/5_porraman.gif" alt="" width="92" height="50" /></a>.</p>
<p>.</p>
<p>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-6780" href="http://www.porraman.com/2010/11/lake-mungo-2008/lake-mungo-capa/"><img class="aligncenter size-full wp-image-6780" title="lake-mungo" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/10/lake-mungo-capa.jpg" alt="" width="350" height="493" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>A história é contada como um falso documentário mostrando o drama da família de Alice Palmer, uma jovem de 15 anos que morreu afogada em uma represa durante um passeio com a família. Com toda a dor que sentem os Palmer, é muito difícil levar a vida a diante principalmente quando aliado a isso começam a acontecer manifestações sobrenaturais atribuidas a Alice.</em></p>
<p style="text-align: justify;">São exatamente 00h57min, acabei de assistir Lake Mungo e ainda estou com aquela sensação de final do filme. Neste caso, uma sensação inesperadamente tensa. Quando ouvi falar deste filme australiano não dei quase nenhuma importância e vendo o trailer continuei sem pretensões. Esta história de falso documentário já me saturou e câmeras na mão com fantasmas a solta me parece uma idéia ultrapassada, mas eis que Lake Mungo de 2008, anterior a estes filmes da moda, veio me desarmar completamente.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-6781" href="http://www.porraman.com/2010/11/lake-mungo-2008/lake-mungo-08/"><img class="aligncenter size-full wp-image-6781" title="lake-mungo" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/10/lake-mungo-08.jpg" alt="" width="432" height="324" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Quando o filme começa, somos apresentados aos Palmers e imediantamente a história do &#8220;desaparecimento&#8221; de Alice enquanto ela e o irmão nadavam na represa. É estranho como o formato consegue nos transportar de forma tão fácil para dentro do drama daquela família. A sensação de que Alice morreu paira no ar mas como acreditar sem um corpo? A sensibilidade como o assunto é tratado nos deixa intimo daquelas pessoas, da dor, do processo de perda e aceitação. Fiquei realmente triste com isso porque o filme é eficiente exatamente em tornar real esse sofrimento. As pessoas que aparecem são muito espontaneas e não parecem atuar, sem contar que seus biotipos são reais o bastante para acreditarmos ser um documentário&#8230; inclusive podemos ver legendas informando datas e nome das pessoas que estão falando.</p>
<p style="text-align: justify;">Se tudo isso já é difícil, quando estranhos acontecimentos começam a ocorrer com os Palmers os pesadelos parecem não ter fim. Manifestações sobrenaturais fazem aquela familia flutuar entre o medo, sofrimento e tentativa desesperada de manter o laço com Alice. Estas manifestações são vistas em fotos e videos da família e de outras pessoas da cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A muito tempo não vejo manifestações tão convincentes. Já estamos tão envolvidos com o drama da família Palmer que quando olhamos para aquelas fotos, já conhecemos Alice tão bem, que sobe um arrepio na espinha imediamente. Sabemos que é ela&#8230; mas o que ela quer? A coisa fica tão tensa que no meio do filme acontece uma reviravolta que lhe pega completamente desprevenido.</p>
<p style="text-align: justify;">Após esta reviravolta o drama famíliar aumenta e o filme passa a ser um misto de terror, suspense, policial e principalmente drama.  É neste momento, ao tomar uma atitude corajosa que Lake Mungo se sobressai a todos os outros filmes do gênero falso documentário porque ele não apela para os sustos, pelo contrário&#8230; os momentos assustadores são explicados, algumas vezes antes de acontecerem, mas mesmo assim não relaxamos. O final do filme me deixou muito satisfeita e com uma sensação de tristeza também. Até porque tudo indica que um remake americano vem por aí&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Acho que as pessoas precisam abrir os horizontes e não se prenderem a filmes americanos. Lake Mungo é um filme australiano e muitos bons filmes que assisti ultimamente, vou escrever sobre eles&#8230; são europeus. O lado ruim é que dificilmente chegam ao Brasil fazendo com que tenhamos que recorrer a aluguel de DVD ou download.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>Taça Rimet: A Incrível História da Copa do Mundo</title>
		<link>http://www.porraman.com/2010/10/taca-rimet-a-incrvel-hisotria-da-copa-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 13:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[documentario]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinema e futebol, duas ‘artes’ apaixonantes. É uma pena que quando combinadas o resultado quase sempre não é dos melhores. Filmes sobre futebol caem naquela cilada de cenas mescladas do ator com partidas fictícias e bastante inverossímeis. Talvez o formato do documentário seja realmente o ideal para unir estas duas paixões que carrego comigo. Participei de uma promoção no CinePipocaCult e consegui convite para conferir na sala de arte da UFBa uma das obras que estavam sendo exibidas na Mostra de Cinema Italiano. O documentário “A Taça Rimet: A Incrível História da Copa do Mundo” segue o formato tradicional, mesclando depoimentos com cenas da época, mostrando algumas curiosidades a respeito da Taça Rimet e da Copa do Mundo até o seu desaparecimento. Na verdade trata-se de um filme encomendado pela RAI (Emissora televisiva italiana) e foi um trabalho conjunto de 3 diretores, César Meneghetti, Filipo Macelloni e Lorenzo Garzella. César é brasileiro e inclusive participou da exibição e fez alguns comentários e respondeu algumas perguntas da plateia ao final da exibição, foi muito boa a presença dele. Confesso que fui assistir com um pé atrás, mas a habilidade de mesclar depoimentos de famosos com pessoas comuns e contar alguns relatos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/10/poster-taça-rimet-docu.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-6721" title="poster-taça-rimet-docu" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/10/poster-taça-rimet-docu-211x300.jpg" alt="" width="169" height="240" /></a><img class="alignnone" title="Bom: Classificação 3 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Cinema e futebol, duas ‘artes’ apaixonantes. É uma pena que quando combinadas o resultado quase sempre não é dos melhores. Filmes sobre futebol caem naquela cilada de cenas mescladas do ator com partidas fictícias e bastante inverossímeis. Talvez o formato do documentário seja realmente o ideal para unir estas duas paixões que carrego comigo.</p>
<p>Participei de <a href="http://www.cinepipocacult.com.br/2010/10/taca-rimet-incrivel-historia-da-copa-do.html" target="_blank">uma promoção no CinePipocaCult</a> e consegui convite para conferir na sala de arte da UFBa uma das obras que estavam sendo exibidas na Mostra de Cinema Italiano. O documentário “<strong>A Taça Rimet: A Incrível História da Copa do Mundo</strong>” segue o formato tradicional, mesclando depoimentos com cenas da época, mostrando algumas curiosidades a respeito da Taça Rimet e da Copa do Mundo até o seu desaparecimento.</p>
<p>Na verdade trata-se de um filme encomendado pela <em>RAI </em>(Emissora televisiva italiana) e foi um trabalho conjunto de 3 diretores, <strong>César Meneghetti, Filipo Macelloni e Lorenzo Garzella</strong>. César é brasileiro e inclusive participou da exibição e fez alguns comentários e respondeu algumas perguntas da plateia ao final da exibição, foi muito boa a presença dele.</p>
<p>Confesso que fui assistir com um pé atrás, mas a habilidade de mesclar depoimentos de famosos com pessoas comuns e contar alguns relatos curiosos que nunca tinha ouvido falar, mostra que os diretores acertaram a mão e entregaram assim um produto que <strong>consegue ser divertido e ao mesmo tempo muito interessante</strong>.</p>
<p>Seguimos a trajetória da <strong>Taça Rimet</strong>, que se confunde com a própria história da copa do mundo, desde o início das disputas mundiais até o seu sumiço. A seleção que conseguisse vencer três copas do mundo, levaria a taça para casa. O Brasil teve essa honra, porém em 1983 ela sumiu e diversas vertentes e histórias ficaram no ar.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/10/taça-rimet-historia-copa-do-mundo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-6722" title="taça-rimet-historia-copa-do-mundo" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/10/taça-rimet-historia-copa-do-mundo.jpg" alt="" width="400" height="220" /></a></p>
<p>Desde seu primeiro sumiço na Inglaterra onde um cachorrinho a encontrou, até a marmelada das investigações e do fraco esquema de segurança em torno deste objeto tão cobiçado, muitas histórias curiosas deixam no ar algumas dúvidas ao contrário de responder o que realmente aconteceu, afinal, isso só Jules Rimet sabe.</p>
<p>Um trabalho realmente interessante e que não deve aportar nos cinemas por aqui. O esforço do circuito de arte em trazer obras como esta para Salvador merecia até mais interesse por parte do público, que ficou devendo um pouco. Para vocês terem ideia a legenda era feita por um funcionário local e ela aparecia numa “<em>extensão</em>” abaixo da tela do filme. Se isso não é amor a arte eu não sei mais o que é.</p>
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		<title>Michael Jackson´s &#8211; This is it</title>
		<link>http://www.porraman.com/2009/10/this-is-it-michael-jackson-filme-ultimo-show-critica/</link>
		<comments>http://www.porraman.com/2009/10/this-is-it-michael-jackson-filme-ultimo-show-critica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 00:43:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[documentario]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>

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		<description><![CDATA[Michael Jackson&#8217;s This Is It (2009 &#8211; 112 min) Direção: Kenny Ortega. Gênero: Documentário, Musical. Tudo começa com o depoimento e escolha dos dançarinos para evento e logo depois surge Michael e a primeira canção. Ao longo de seus 112 minutos de duração, em todas as canções eu estava lá no cinema, batendo meu pé no chão e em alguns momentos praticamente dançando. E gostei do fato de não tentar trazer emoções baratas com cenas sobre sua morte e tudo mais. Quando chega ao fim e os créditos sobem com a última canção, mostrando mais algumas imagens dos ensaios, a emoção toma conta e fica aquela tristeza lá no fundo, em saber que aquilo nunca vai acontecer. Ao mesmo tempo fiquei contente, por ter visto o mais próximo que pude deste retorno que nunca aconteceu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Michael Jackson&#8217;s This Is It </strong>(<em>2009 &#8211; 112 min</em>)</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção</strong>: Kenny Ortega.<br />
<strong>Gênero</strong>: Documentário, Musical.</p>
<div id="attachment_3520" class="wp-caption aligncenter" style="width: 323px"><img class="size-medium wp-image-3520" title="michael-jackson-filme-poster" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2009/10/michael-jackson-filme-poster-film-download-divx-rmvb-avi-mpeg-300x225.jpg" alt="Dia 28/10/09 - Estréia Mundial" width="313" height="233" /></dt>
</dl>
</div>
<p>Numa tentativa de mostrar como seriam os grandes shows que <strong>Michael Jackson </strong>estava preparando para retomar sua carreira aos palcos depois de 10 anos, &#8220;<strong>This is it</strong>&#8221; trata-se de um documentário com alguns relatos e os ensaios paras os shows que aconteceriam em Londres.</p>
<p>Eu sei que agora, após a sua morte, parece ser &#8216;oportunista&#8217; ou fácil dizer que eu estava achando que iria ser um estrondoso retorno, com grandes shows trazendo uma apresentação sensacional por parte de <em>Michael </em>e sua equipe de dançarinos e tudo mais. Ainda bem que o documentário mostrou exatamente isto, vendo os ensaios e as preparações de todos os efeitos, vídeos e canções, o que se percebe é que, sim, iria ser foda.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_3683" class="wp-caption  aligncenter" style="width: 353px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-3683" title="mj-this-is-it" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2009/10/mj-this-is-it-300x192.jpg" alt="This is it - Seria um show fantástico" width="343" height="219" /><p class="wp-caption-text">This is it - Seria um show fantástico</p></div>
<p>Tudo começa com o depoimento e escolha dos dançarinos para evento e logo depois surge <em>Michael </em>e a primeira canção. Ao longo de seus 112 minutos de duração, em todas as canções eu estava lá no cinema, batendo meu pé no chão e em alguns momentos praticamente dançando.</p>
<p>E gostei do fato de não tentar trazer emoções baratas com cenas sobre sua morte e tudo mais. Quando chega ao fim e os créditos sobem com a última canção, mostrando mais algumas imagens dos ensaios, a emoção toma conta e fica aquela tristeza lá no fundo, em saber que aquilo nunca vai acontecer. Ao mesmo tempo fiquei contente, por ter visto o mais próximo que pude deste retorno que nunca aconteceu.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Brüno</title>
		<link>http://www.porraman.com/2009/08/bruno-critica-do-filme-2009/</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 12:23:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[documentario]]></category>

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		<description><![CDATA[Brüno (2009 &#8211; 83 min) Direção: Larry Charles. Roteiro: Sacha Baron Cohen, Anthony Hines, Dan Mazer, Jeff Schaffer. Elenco: Sacha Baron Cohen, Gustav Hammarsten, Clifford Bañagale. Gênero: Comédia, Documentário. Sinopse: Brüno, um afetado e exibicionista repórter gay especializado em moda, vai alfinetar o universo fashion na América. Adaptação para o cinema de um personagem criado para a televisão por Sacha Baron Cohen. Sacha Baron Cohen foi &#8216;o cara&#8217; de 2006 com o excelente e muito divertido Borat. Seu retorno como o exibicionista repórter gay Brüno figurou na lista dos filmes mais esperados deste ano em quase todos os lugares. Como o reporter &#8216;cazaque&#8217; já era bastante conhecido mundo a fora, o britânico Sacha Baron Cohen resolveu pegar outro de seus personagens para fazer um novo &#8216;falso documentário&#8217;. Se Borat foi tão 2006, posso afirmar que Brüno é tão Borat. A transformação de Cohen aqui não é só de personalidade mas também física. Desta vez a sátira é sobre o mundo das celebridades e o seu culto exarcebado. Novamente chegando a América com um assessor ele procura alfinetar de todas as formas, de preferência abusando do politicamente incorreto, o estilo americano de vida. Brüno quer alcançar a fama a qualquer custo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" title="Divertido: Classificação 3 de 5" src="http://www.porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /> <img class="size-medium wp-image-3004 alignright" style="margin-left: 6px; margin-right: 6px;" title="bruno-poster" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2009/08/bruno-poster-210x300.jpg" alt="bruno-poster" width="171" height="243" /></p>
<p><strong>Brüno </strong>(<em>2009 &#8211; 83 min</em>)</p>
<p><strong>Direção</strong>: Larry Charles.<br />
<strong>Roteiro</strong>: Sacha Baron Cohen, Anthony Hines, Dan Mazer, Jeff Schaffer.<br />
<strong>Elenco</strong>: Sacha Baron Cohen, Gustav Hammarsten, Clifford Bañagale.<br />
<strong>Gênero</strong>: Comédia, Documentário.</p>
<blockquote><p><strong>Sinopse</strong>: Brüno, um afetado e exibicionista repórter gay especializado em moda, vai alfinetar o universo fashion na América. Adaptação para o cinema de um personagem criado para a televisão por Sacha Baron Cohen.</p></blockquote>
<p><strong>Sacha Baron Cohen</strong> foi &#8216;o cara&#8217; de 2006 com o excelente e muito divertido <em>Borat</em>. Seu retorno como o exibicionista repórter gay <strong>Brüno</strong> figurou na lista dos filmes mais esperados deste ano em quase todos os lugares. Como o reporter &#8216;cazaque&#8217; já era bastante conhecido mundo a fora, o britânico <strong>Sacha Baron Cohen</strong> resolveu pegar outro de seus personagens para fazer um novo &#8216;falso documentário&#8217;. <strong>Se Borat foi tão 2006, posso afirmar que Brüno é tão Borat.</strong></p>
<p>A transformação de <strong>Cohen </strong>aqui não é só de personalidade mas também física. Desta vez a sátira é sobre o mundo das celebridades e o seu culto exarcebado. Novamente chegando a América com um assessor ele procura alfinetar de todas as formas, de preferência abusando do politicamente incorreto, o estilo americano de vida. <strong>Brüno </strong>quer alcançar a fama a qualquer custo.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-3003" title="bruno-filme" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2009/08/bruno-filme-300x225.jpg" alt="bruno-filme" width="326" height="244" /></p>
<p>As comparações com <em>Borat </em>ficam impossíveis de não serem feitas. Para quem já viu seu outro personagem em ação sabe muito bem o que lhe aguarda. Não tem como você se chocar mais com nada que é exibido, pelo menos eu sabia de antemão o que isto poderia me reservar. Chocado mesmo ficarão os homofóbicos e os que se dizem machões com &#8216;H&#8217; maiúsculo (ver um pênis rodopiante e falador não é mesmo para qualquer um), os que não viram <em>Borat</em>, ou ainda, os que viram e acharam um absurdo.</p>
<p><strong>O filme é sim muito divertido</strong>, em algumas cenas eu passei mal de rir, só que eu não estou aqui para expressar opiniões imparciais ou estudadas e &#8220;<em>cheias de dedo</em>&#8220;. A <a href="http://www.porraman.com/about/" target="_blank">proposta do blog</a> é ser pessoal mesmo e falar do jeito que a maioria do público entenda. Sendo assim, acredito que por não ver nada de muito diferente de seu filme antecessor (mudou-se apenas a temática e o personagem), que não considero como um filme <em>übber </em>a nível de lhe dar uma classificação maior.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-3002" title="bruno_final" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2009/08/bruno_final-300x200.jpg" alt="bruno_final" width="325" height="216" /></p>
<p><strong>Sasha Baron Cohen</strong> continua na &#8220;<strong>mesma pegada</strong>&#8220;, politicamente incorreto até a alma, escancarado, totalmente infâme e por que não dizer, genial. Além de me fazer usar bastante tremas, <strong>Brüno </strong>me fez recorrer bastante ao filme do repórter do cazaquistão, talvez isso tenha afetado um pouco minha visão sobre o filme. Só sei de uma coisa, <strong>a partir do ano que vem poderei afirmar que Brüno não é mais &#8220;übber&#8221;, e mesmo não sendo &#8220;out&#8221; é tão 2009</strong>.</p>
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