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	<title>Porra, man!comédia | Porra, man!</title>
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	<description>Cinema e Séries do jeito que você entende.</description>
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		<title>Alvin e os Esquilos 3 (Alvin and the Chipmunks 3)</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 09:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
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		<category><![CDATA[aventura]]></category>
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		<description><![CDATA[O primeiro filme dos esquilos irritantes cantantes eu sequer tive interesse em assistir, passou outro dia na TV e acabei vendo algumas cenas. Com o segundo filme da agora “trilogia dos esquilinhos do barulho” aconteceu o mesmo e, confesso, somente o bater de asas de uma mariposa na Nova Zelândia pode explicar porque resolvi aceitar um convite e encarar “Alvin e os Esquilos 3” nos cinemas. Com uma estrutura extremamente infantil e inocente – indo na contramão das animações atuais que procuram agradar pessoas de todas as idades – trata-se, definitivamente, de uma produção destinada apenas aos pequeninos ou àqueles que ainda guardam dentro de si o espírito de uma criança. Na trama acompanhamos Dave (Jason Lee) embarcando em um cruzeiro luxuoso com os esquilos e as esquiletes em clima de férias. Como era de se esperar, os esquilos &#8216;liderados&#8217; por Alvin aprontam no navio altas confusões do barulho e, em uma destas trapalhadas, acabam parando acidentalmente em uma ilha deserta de onde precisarão mudar sua forma de encarar a vida para conseguir escapar e sobreviver. Ao contrário do que estava esperando, o foco musical não é muito intenso e o filme segue mais aquela linha de aventura recheada de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Fraco: Classificação 2 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/2_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>O primeiro filme dos esquilos <span style="text-decoration: line-through;">irritantes</span> cantantes eu sequer tive interesse em assistir, passou outro dia na TV e acabei vendo algumas cenas. Com o segundo filme da agora “<em>trilogia dos esquilinhos do barulho</em>” aconteceu o mesmo e, confesso, somente o bater de asas de uma mariposa na Nova Zelândia pode explicar porque resolvi aceitar um convite e encarar “<strong>Alvin e os Esquilos 3</strong>” nos cinemas. Com uma estrutura extremamente infantil e inocente – indo na contramão das animações atuais que procuram agradar pessoas de todas as idades – trata-se, definitivamente, de uma produção destinada apenas aos pequeninos ou àqueles que ainda guardam dentro de si o espírito de uma criança.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9883" title="Critica-Alvin-e-os-Esquilos-3" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/Critica-Alvin-e-os-Esquilos-3-1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Na trama acompanhamos Dave (<strong>Jason Lee</strong>) embarcando em um cruzeiro luxuoso com os esquilos e as esquiletes em clima de férias. Como era de se esperar, os esquilos &#8216;liderados&#8217; por Alvin aprontam no navio <em>altas confusões do barulho</em> e, em uma destas trapalhadas, acabam parando acidentalmente em uma ilha deserta de onde precisarão mudar sua forma de encarar a vida para conseguir escapar e sobreviver.</p>
<p>Ao contrário do que estava esperando, o foco musical não é muito intenso e o filme <strong>segue mais aquela linha de aventura recheada de lições e aprendizados para a meninada</strong>. O roteiro é pouco inspirado e não traz grandes problemas ou obstáculos a serem ultrapassados, fica até difícil saber se existe algum vilão realmente na história (podemos contar dois talvez, mas eles são praticamente inofensivos). No final das contas é somente aquela onda de aprendizado, amadurecimento e superação de limites, tudo isso intercalado com algumas gracinhas, reboladas e rápidos números musicais, afinal a meninada de hoje em dia não tem paciência pra ver nem vídeo de 2 minutos no youtube.</p>
<p>O elenco aparece pouco e o trabalho dos atores “reais” não traz nenhum destaque e nem faz muita diferença na história. O foco fica mais centralizado realmente no sexteto de esquilos. Enquanto as “meninas” são tão desinteressantes e implicantes quanto garotas naquela idade podem ser, os “meninos” trazem como destaque dentre eles possivelmente<strong> a única coisa que valha a pena em todo o filme, o esquilinho gordinho de verde, o mais novinho que é uma completa fofura cheia de carisma</strong>.</p>
<div id="attachment_9885" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-9885" title="Fofura define" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/mystique.jpg" alt="" width="400" height="220" /><p class="wp-caption-text">Fofura define</p></div>
<p>Quanto maior a sua idade menor são as chances de você se divertir e aproveitar “<strong>Alvin e os Esquilos 3</strong>”. Não chega a ser um filme ruim, mas é uma produção muito infantil e inocente para os padrões do cinema atual.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright  wp-image-9886" title="EXCLUSIVIDADE Oghido MDC" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/poster-Alvin-E-Os-Esquilos-3-212x300.jpg" alt="" width="148" height="210" />Alvin e os Esquilos 3 (Alvin and the Chipmunks 3, 2011 &#8211; 87 min)<br />
Animação, Comédia.</strong></p>
<p>Um filme de Mike Mitchell com roteiro por Jonathan Aibel e Glenn Berger. Estrelando: Jason Lee, David Cross, Jenny Slate, Sophia Aguiar, Lauren Gottlieb, Tera Perez, Anna Faris, Justin Long, Matthew Gray Gubler e Christina Applegate.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Histórias Cruzadas (The Help)</title>
		<link>http://www.porraman.com/2012/02/historias-cruzadas-the-help-critica-filme/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 10:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
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		<category><![CDATA[comédia]]></category>
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		<description><![CDATA[Não fossem as indicações ao Oscar confesso que dificilmente iria assistir “Histórias Cruzadas (The Help)”. O trailer não me deixou nada curioso mas estar na lista dos indicados a melhor filme, isso sim me levou a correr atrás dele. Adaptado de um best seller escrito por Kathryn Stockett o filme dirigido e escrito por Tate Taylor traz uma boa história sobre segregação racial, muito bem ambientada e com ótimas atuações que fazem jus e merecem as indicações para as atrizes no grande prêmio do cinema neste ano mas, sério, melhor filme? Na trama somos levados até uma pequena cidade do Mississipi na década de 1960 onde a segregação racial impera. Lá somos apresentados à jornalista Eugenia Skeeter (Emma Stone, “A Mentira”) que começa a entrevistar mulheres negras que já possuem seu destino previamente traçado como domésticas perguntando a elas como é a vida de empregada que toma conta dos filhos dos brancos (e deixa os seus em caso a cuidado de outras pessoas) dentre outras questões tão polêmicas quanto esta. A primeira a aceitar o desafio (era um crime nessa época) é Aibileen Clark (Viola Davis, “Dúvida”). Filmes sobre preconceito racial, infelizmente, nunca saem de moda nos cinemas até porquê [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Bom: Classificação 3 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Não fossem as <a href="http://www.imdb.com/title/tt1454029/awards" target="_blank">indicações ao Oscar</a> confesso que dificilmente iria assistir “<strong>Histórias Cruzadas (The Help)</strong>”. O trailer não me deixou nada curioso mas estar <strong>na lista dos indicados a melhor filme, isso sim me levou a correr atrás dele</strong>. Adaptado de um <em>best seller</em> escrito por <strong>Kathryn Stockett</strong> o filme dirigido e escrito por <strong>Tate Taylor</strong> traz uma boa história sobre segregação racial, muito bem ambientada e com ótimas atuações que fazem jus e merecem as indicações para as atrizes no grande prêmio do cinema neste ano mas, sério, melhor filme?</p>
<p>Na trama somos levados até uma pequena cidade do Mississipi na década de 1960 onde a segregação racial impera. Lá somos apresentados à jornalista Eugenia Skeeter (<strong>Emma Stone</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2011/06/a-mentira-easy-a-critica-filme/" target="_blank">A Mentira</a>”) que começa a entrevistar mulheres negras que já possuem seu destino previamente traçado como domésticas perguntando a elas como é a vida de empregada que toma conta dos filhos dos brancos (e deixa os seus em caso a cuidado de outras pessoas) dentre outras questões tão polêmicas quanto esta. A primeira a aceitar o desafio (era um crime nessa época) é Aibileen Clark (<strong>Viola Davis</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2009/08/duvida-doubt-critica-filme-oscar/" target="_blank">Dúvida</a>”).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9860" title="Historias-Cruzadas" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/20120201-filmes_1448_Historias-Cruzadas-10.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Filmes sobre preconceito racial, infelizmente, nunca saem de moda nos cinemas até porquê <strong>o tema ainda é algo que precisa ser amplamente debatido e combatido</strong>. Algumas das produções acabam diversas vezes soando piegas mas o diretor e roteirista<strong> Tate Taylor conseguiu trabalhar bem no roteiro entregando ao espectador uma história bem contada e sem maiores exageros</strong> (ainda que, em alguns momentos, o nível de pieguice chegue a soar o alarme). Sua obra discute sobre assuntos bastante delicados nos ambientando muito bem com o contexto histórico e social da época, desde pequenos detalhes como o lugar onde os negros se sentavam nos ônibus naqueles tempos até a algumas passagens com depoimentos televisivos de <em>Martin Luther King</em>.</p>
<p><strong>É quase unanimidade que o diferencial e grande ponto positivo desta produção está mesmo no elenco, a começar por Viola Davis indicada ao Oscar de melhor atriz</strong> que, como de praxe em sua carreira, entrega mais uma atuação incrível. Temos ainda as indicadas ao Oscar de melhor atriz coadjuvante <strong>Jessica Chastain</strong>, que faz a loirinha doidinha e muito carismática Celia Foote, e <strong>Octavia Spencer</strong>, que interpreta de maneira muito divertida a “<em>sem meias palavras</em>” Minny Jackson (que tem uma cena incrível de vingança). Foras as indicadas gostei também do trabalho de<strong> Emma Stone</strong>, fugindo um pouco (tá bom, nem tanto assim) de seus costumeiros trabalhos “<em>descolados</em>” e ainda <strong>Bryce Dallas Howard</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2008/03/lista-de-filmes-a-dama-na-agua-lady-in-the-water/" target="_blank">A Dama Na Água</a>”) que faz a detestável Hilly. O restante do elenco também não decepciona e todas (já que os homens estão meio ‘ocultos’ na história) estão muito bem em seus papéis.</p>
<p>Apesar das boas atuações e do bom trabalho no roteiro, que consegue manter o espectador com um grau de atenção e interesse aceitável durante suas quase duas horas e meia de projeção, <strong>“História Cruzadas</strong>” peca em alguns pontos que o tornam, em minha opinião,<strong> um filme bom sim, mas pouco ousado e muito clichê, feito do jeito que premiações gostam</strong>. Ao estigmatizar vilões e mocinhos trazendo personagens bastante caricatos e facilmente identificáveis como bonzinhos e malvadinhos – a mulher que quer lutar pelo direito das negras domésticas é uma solteirona que não arruma marido, a única mulher branca que trata bem sua empregada é uma que vive longe da ‘vila’ e meio reclusa, e por aí vai –  o filme fica naquele jogo do “<em>morde e assopra</em>”, apresenta um fato intrigante e sério, cutuca a ferida, mas logo em seguida alguém vem por panos quentes e dar ao espectador aquele conforto, aquela sensação que faz com que alguns o denominem (e irritem várias pessoas com isso, né <a href="http://turminhadoramon.blogspot.com" target="_blank">Ramon</a>?) como “<em>feel good movie</em>”.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9862" title="Histórias-Cruzadas" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/Histórias-Cruzadas.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>A sensação que tinha ao ver o trailer de que seria apenas mais um daqueles filmes bonitinhos, certinhos e manjados se perpetuou depois que o assisti. Tenho uma grande convicção que ele<strong> não possui a mínima chance na corrida para a estatueta de melhor filme neste Oscar de 2012</strong>, indicação esta que, para o bem da verdade e da justiça pessoal, me deixou bastante surpreso. Trata-se, apesar de todas estes meus “<em>poréns</em>”, de <strong>um bom drama com alguns momentos certeiros de humor que deve agradar a maioria do público</strong> que o for assistir nos cinemas e que merece todos os elogios, indicações e premiações em tudo que se refere ao elenco, mas como filme ele falta muito para estar em uma lista de melhores.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright  wp-image-9859" title="Poster - The Help" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/33-212x300.jpg" alt="" width="170" height="240" />Histórias Cruzadas (The Help, 2011 &#8211; 146 min)<br />
Drama, Comédia.</strong></p>
<p>Um filme de Tate Taylor adaptando livro de Kathryn Stockett. Estrelando: Emma Stone, Viola Davis, Octavia Spencer, Bryce Dallas Howard, Jessica Chastain, Ahna O&#8217;Reilly, Allison Janney, Anna Camp, Chris Lowell, Cicely Tyson e Mike Vogel.</p></blockquote>
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		<title>Os Descendentes (The Descendants)</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 11:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nem todo mundo se dá conta, mas às vezes levamos nossas vidas no automático e acabamos esquecendo de tudo que está ao nosso redor. Já aconteceu comigo – e provavelmente com boa parte daqueles que estão lendo este texto – e é sempre preciso que algo nos tire do chão, do lugar comum, para que possamos acordar do “transe” e enxergar a realidade, só a partir daí podemos tomar alguma iniciativa (ou nenhuma, procrastinar é uma arte milenar). Baseado em um romance escrito por Kaui Hart Hemmings, “Os Descendentes (The Descendants)” nos traz uma história que segue justamente esta “linha” de forma muito singela e interessante. Na trama somos apresentados a um advogado de meia idade conhecido como Matt King (George Clooney, “Amor sem Escalas”) que vê sua vida mudar completamente após sua esposa sofrer um acidente de lancha. Em coma no hospital e já ‘desenganada’, Matt precisa aprender a conviver com suas duas filhas (e se aproximar delas, na verdade) e ainda enfrentar sentimentos conflitantes à medida que vai descobrindo algumas coisas. Conversar sobre as reviravoltas da vida é tarefa costumeiramente presente nos cinemas e “Os Descendentes” nos chama para refletir sobre diversos assuntos como decepções, morte, sofrimento, lealdade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Bom" src="http://porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="Classificação 3 de 5" width="100" height="50" /></p>
<p>Nem todo mundo se dá conta, mas às vezes levamos nossas vidas no automático e acabamos esquecendo de tudo que está ao nosso redor. Já aconteceu comigo – e provavelmente com boa parte daqueles que estão lendo este texto – e é sempre preciso que algo <em>nos tire do chão</em>, do lugar comum, para que possamos acordar do “<em>transe</em>” e enxergar a realidade, só a partir daí podemos tomar alguma iniciativa (ou nenhuma,<strong> </strong><em>procrastinar é uma arte milenar</em>). Baseado em um romance escrito por <strong>Kaui Hart Hemmings</strong>, “<strong>Os Descendentes (The Descendants)</strong>” nos traz uma história que segue justamente esta “linha” de forma muito singela e interessante.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9832" title="The Descendants" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/filmes_1665_The-Descendants-1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Na trama somos apresentados a um advogado de meia idade conhecido como Matt King (<strong>George Clooney</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2010/01/amor-sem-escalas-up-in-the-air/" target="_blank">Amor sem Escalas</a>”) que vê sua vida mudar completamente após sua esposa sofrer um acidente de lancha. Em coma no hospital e já ‘desenganada’, Matt precisa aprender a conviver com suas duas filhas (e se aproximar delas, na verdade) e ainda enfrentar sentimentos conflitantes à medida que vai descobrindo algumas coisas.</p>
<p>Conversar sobre as reviravoltas da vida é tarefa costumeiramente presente nos cinemas e “<strong>Os Descendentes</strong>” nos chama para refletir sobre diversos assuntos como decepções, morte, sofrimento, lealdade, paternidade, família, e por aí vai. O que não é muito comum é vermos filmes que consigam equilibrar de forma eficiente tudo o que gira ao redor destes temas sem cair na pieguice, e este é um dos pontos fortes desta produção que consegue ir do drama ao humor de forma fácil e leve.</p>
<p>O peso das cinco indicações ao Oscar de 2012,dentre elas a de melhor filme, talvez tenha aumentado as minhas expectativas em níveis além do que o filme dirigido por <strong>Alexander Payne</strong> pudessem me satisfazer. É fato que trata-se de uma obra muito bem trabalhada na parte técnica (a fotografia é muito linda), tem uma trilha sonora “<em>havaiana</em>” que nos ambienta muito bem ao clima local – as pessoas lá realmente andam com aquelas camisas a todo instante? Será mesmo? – e as atuações são realmente boas, mas parece que falta algo mais, algo que justifique tamanho apreço por essa produção que é sim bonita e sutilmente emocionante e divertida, mas que não nos entrega (em minha humilde opinião) nada muito fora do comum.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9831" title="George Clooney" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/20111116-descendants.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Apesar de discutir sobre importantes questões e de ter a capacidade de nos fazer refletir sobre nossos atos e a forma como, às vezes (ou quase sempre, ou até mesmo agora) estamos levando nossas vidas,<strong> “Os Descendentes” é daqueles filmes que preferem não ousar</strong> e que seguem uma trajetória totalmente segura e apenas satisfatória.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright  wp-image-9833" title="os-descendentes-2011_f_001" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/os-descendentes-2011_f_001-204x300.jpg" alt="" width="163" height="240" />Os Descendentes (The Descendants, 2011/2012 – 115 min)<br />
Drama, Comédia.</strong></p>
<p>Dirigido por Alexander Payne com roteiro de Alexander Payne e Nat Faxon adaptando romance de Kaui Hart Hemmings. Estrelando: George Clooney, Judy Greer, Shailene Woodley, Matthew Lillard, Beau Bridges e Robert Forster.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Sherlock Holmes 2 &#8211; O Jogo de Sombras (Sherlock Holmes &#8211; The Game of Shadows)</title>
		<link>http://www.porraman.com/2012/01/sherlock-holmes-2-o-jogo-de-sombras-sherlock-holmes-the-game-of-shadows/</link>
		<comments>http://www.porraman.com/2012/01/sherlock-holmes-2-o-jogo-de-sombras-sherlock-holmes-the-game-of-shadows/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 09:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[aventura]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 2009 Guy Ritchie entregou para o cinema uma versão moderna e com uma “nova roupagem” do astuto, egocêntrico e famoso detetive Sherlock Holmes – personagem criado originalmente por Arthur Conan Doyle no século 19 – trazendo muita ação, pancadaria e humor. Lançado lá fora no ano passado e chegando agora em 2012 nos cinemas nacionais, “Sherlock Holmes  &#8211; O Jogo das Sombras (Sherlock Holmes – The Game of Shadows)” consegue superar o primeiro filme apresentando um pouco menos de ‘correria’ ao preencher a trama com mais inteligência adicionando um vilão à altura do louco e insano herói. Na trama acompanhamos  Sherlock Holmes (Robert Downey Jr, “O Homem de Ferro 2”) em face a desvendar uma série de atentados ligado a um gênio com uma mente criminosa, professor Moriarty (Jared Harris). Com um adversário tão ou mais inteligente que ele e que parece sempre estar um passo à frente, Holmes precisará da ajuda (mais uma vez e até atrapalhando sua despedida de solteiro, casamento e lua de mel) do seu fiel companheiro Dr. Watson (Jude Law, “Contágio”) e ainda do seu irmão Mycroft Holmes (Stephen Fry) – que é tão excêntrico quanto ele – e ainda de uma cigana chamada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Muito Bom: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Em 2009<strong> Guy Ritchie</strong> entregou para o cinema uma versão moderna e com uma <em>“nova roupagem</em>” do astuto, egocêntrico e famoso detetive <a href="http://www.porraman.com/2010/01/sherlock-holmes-critica-filme/" target="_blank">Sherlock Holmes</a> – personagem criado originalmente por <strong>Arthur Conan Doyle</strong> no século 19 – trazendo muita ação, pancadaria e humor. Lançado lá fora no ano passado e chegando agora em 2012 nos cinemas nacionais, “<strong>Sherlock Holmes  &#8211; O Jogo das Sombras (Sherlock Holmes – The Game of Shadows)</strong>” <strong>consegue superar o primeiro filme apresentando um pouco menos de ‘correria’ ao preencher a trama com mais inteligência</strong> adicionando um vilão à altura do louco e insano herói.</p>
<p>Na trama acompanhamos  Sherlock Holmes <strong>(Robert Downey Jr</strong>, “O <a href="http://www.porraman.com/2010/05/homem-de-ferro-2-iron-man-2/" target="_blank">Homem de Ferro 2</a>”) em face a desvendar uma série de atentados ligado a um gênio com uma mente criminosa, professor Moriarty (<strong>Jared Harris</strong>). Com um adversário tão ou mais inteligente que ele e que parece sempre estar um passo à frente, Holmes precisará da ajuda (mais uma vez e até atrapalhando sua despedida de solteiro, casamento e lua de mel) do seu fiel companheiro Dr. Watson (<strong>Jude Law</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2011/11/contagio-2011/" target="_blank">Contágio</a>”) e ainda do seu irmão Mycroft Holmes (<strong>Stephen Fry</strong>) – que é tão excêntrico quanto ele – e ainda de uma cigana chamada Simza (<strong>Noomi Rapace</strong>).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9819" title="sherlockholmes2_1" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/01/sherlockholmes2_1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Dando ao espectador as devidas pausas para respirar entre uma cena de ação e outra, adicionando arcos bem resolvidos e inteligentes entre elas, <strong>Guy Ritchie traz novamente os seus famosos planos em câmera lenta</strong> (tem uma cena na floresta que é espetacular) mesclando bem momentos de pancadaria e correria com momentos de suspense que quase sempre trazem reviravoltas bastante divertidas e bem boladas. São também novamente bem vindos os pensamentos “<em>premonitórios</em>” de Holmes encadeiam uma sequência de ações que o detetive monta em sua cabeça para escapar das mais diversas situações de perigo.</p>
<p>Com uma parte técnica e visual bem interessante, o filme traz ainda ótimas atuações, em principal é claro a de <strong>Robert Downey Jr.</strong> cada vez mais divertido e que demonstra uma química incrível com<strong> Jude Law</strong>. Os dois novamente trazem à tela um <em>bromance</em> (Brother´s Romance, aquele amor entre amigos irmãos) recheado de carisma. Fora eles a inclusão do irmão de Holmes que, à sua maneira é tão louco quanto o detetive, é um muito bem vinda e nos brinda com momentos bem humorados. Na linha dos ‘mocinhos’ talvez a única personagem que destoa um pouco dos demais é a cigana Simza interpretada sem muito brilho pela <strong>Noomi Rapace</strong>.</p>
<p>Ainda comentando sobre o elenco o vilão interpretado por <strong>Jared Harris</strong> (que estrela a série <em>Mad Men</em>) é um dos principais fatores de sucesso desta sequência. O vilão do primeiro filme, ainda que tenha sido interpretado pelo sempre competente <strong>Mark Strong</strong>, está anos luz atrás da sagacidade e inteligência do professor Moriarty. Os embates entre Holmes e Moriarty durante diversos momentos da história é menos físico (apesar daquele “<em>gancho</em>”) e mais intelectual e fecha com uma cena fantástica em dois planos, uma num tabuleiro e outra num salão de dança que é uma alusão à própria disputa travada pelos dois no desfecho do trama.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9816" title="mystique" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/01/mystique.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Ainda que tenha faltado um pouco do tom “<em>sobrenatural Scooby Doo</em>” de seu antecessor, “<strong>Sherlock Holmes – O Jogo das Sombras</strong>” consegue superar o antecessor ao adicionar à toda diversão e humor doses generosas de inteligência numa obra bem realizada técnica e visualmente. Entretenimentos assim que fazem valer o seu tempo e dinheiro estão cada vez mais difíceis de se encontrar nas salas de cinema, portanto, sugiro que prestigiem.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong>Sherlock Holmes &#8211; O Jogo de Sombras (Sherlock Holmes &#8211; The Game of Shadows, 2011/2012 &#8211; 129 min) </strong><br />
<strong>Aventura, Ação.</strong></p>
<p>Dirigido por Guy Ritchie com roteiro de Michele Mulroney e Kieran Mulroney. Estrelando: Robert Downey Jr., Jude Law, Jared Harris, Kelly Reilly, Stephen Fry, Noomi Rapace e Rachel McAdams.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Roubo nas Alturas (Tower Heist)</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 10:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[parodia]]></category>

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		<description><![CDATA[Os últimos anos da carreira de Eddie Murphy foram marcados em sua maioria por filmes de gosto bastante duvidoso, aquele filão que alguns gostam de denominar de “filme família” (fazendo jus ao ditado que família a gente não escolhe, infelizmente já nasce com uma). Mesmo não o trazendo como protagonista “Roubo nas Alturas (Tower Heist)” pode ser considerado como o retorno de Eddie aos bons e velhos tempos em que fazia comédias e aventuras divertidas de verdade. Na trama acompanhamos a vida de Josh Kovaks (Ben Stiller, “Trovão Tropical”) que é um gerente muito bem quisto pelos moradores e funcionários de um luxuoso prédio em Nova York. Um dos inquilinos, o milionário Arthur Shaw (Alan Alda) é preso pelo FBI por fraude e o grande problema é que Kovaks confiou o dinheiro de todos os funcionários a ele para investir. Engando por Shaw e vendo seus colegas de trabalho em ‘desespero’, Kovaks decide que a única saída é invadir a cobertura do ricaço (mesmo com toda a proteção policial) e recuperar toda a grana perdida. Para isso ele vai precisar contar com a ajuda de um ‘profissional’ na arte do crime chamado Slide (Eddie Murphy, “Dreamgirls – Em Busca de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Divertido: Classificação 3 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Os últimos anos da carreira de<strong> Eddie Murphy</strong> foram marcados em sua maioria por filmes de gosto bastante duvidoso, aquele filão que alguns gostam de denominar de “<em>filme família</em>” (fazendo jus ao ditado que família a gente não escolhe, <span style="text-decoration: line-through;">infelizmente</span> já nasce com uma). Mesmo não o trazendo como protagonista “<strong>Roubo nas Alturas (Tower Heist)</strong>” pode ser considerado como o retorno de <em>Eddie</em> aos bons e velhos tempos em que fazia comédias e aventuras divertidas de verdade.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9798" title="roubo-nas-alturas-filme" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/01/roubo-nas-alturas-filme.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Na trama acompanhamos a vida de Josh Kovaks (<strong>Ben Stiller</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2009/01/trovao-tropic-tropical-thunder/" target="_blank">Trovão Tropical</a>”) que é um gerente muito bem quisto pelos moradores e funcionários de um luxuoso prédio em Nova York. Um dos inquilinos, o milionário Arthur Shaw (<strong>Alan Alda</strong>) é preso pelo FBI por fraude e o grande problema é que Kovaks confiou o dinheiro de todos os funcionários a ele para investir. Engando por Shaw e vendo seus colegas de trabalho em ‘desespero’, Kovaks decide que a única saída é invadir a cobertura do ricaço (mesmo com toda a proteção policial) e recuperar toda a grana perdida. Para isso ele vai precisar contar com a ajuda de um ‘profissional’ na arte do crime chamado Slide (<strong>Eddie Murphy</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2008/07/lista-de-filmes-dreamgirls-em-busca-de-um-sonho/" target="_blank">Dreamgirls – Em Busca de um Sonho</a>”).</p>
<p>O filme começa um pouco lento mas serve para nos ambientar e conhecer alguns personagens importantes. Quando chegamos no momento em que Kovacs está montando sua “<em>quadrilha</em>” e arquitetando o plano para invadir a cobertura extremamente bem protegida do milionário picareta é que a diversão começa. Em todas as vezes que Eddie Murphy surge ele rouba a cena pra si e, mesmo sendo apenas um coadjuvante, é sim o destaque do filme que conta ainda com outros coadjuvantes interessantes como Matthew Broderick (o eterno Bueller de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=tgd46QiHz4I" target="_blank">Curtindo a Vida Adoidado</a>), Casey Affleck, Gabourey Sidibe (“<a href="http://www.porraman.com/2010/03/preciosa-precious-critica-filme/" target="_blank">Preciosa</a>”) e Téa Leoni. Na linha de frente temos Stiller fazendo também um bom trabalho.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9797" title="roubo-nas-alturas-2011_f_004" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/01/roubo-nas-alturas-2011_f_004.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Servindo quase como uma paródia de filmes de roubo (como “<em>Onze Homens e um Segredo</em>”, por exemplo) <strong>“Roubo nas Alturas” consegue trabalhar muito bem com os clichês do gênero trazendo uma aventura divertida e bem bolada</strong>, inserindo ainda um “<em>tema social</em>” no meio sem soar forçado ou piegas.</p>
<p>O filme, infelizmente, passou um pouco despercebido pelas salas de cinema mas serviu, sem dúvidas, para mostrar que <strong>Murphy</strong> pode voltar à sua velha forma e ainda que é possível ter um bom entretenimento sem apelar tanto para as costumeiras baboseiras que vemos por aí.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright  wp-image-9796" title="filmes_1560_Roubo-Nas-Alturas-Poster" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/01/filmes_1560_Roubo-Nas-Alturas-Poster.jpg" alt="" width="135" height="198" />Roubo nas Alturas (Tower Heist, 2011 &#8211; 104 min) </strong><br />
<strong>Comédia, Aventura</strong></p>
<p>Dirigido por Brett Ratner com roteiro de Ted Griffin e Jeff Nathanson. Estrelando: Ben Stiller, Eddie Murphy, Casey Affleck, Alan Alda, Matthew Broderick, Téa Leoni, Michael Peña e Gabourey Sidibe.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Medianeras &#8211; Buenos Aires na Era do Amor Digital</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/12/medianeras-buenos-aires-na-era-do-amor-digital/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 13:19:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[comedia romantica]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>

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		<description><![CDATA[A medida que a cidade cresce o ser humano parece tomar o caminho reverso, ele diminui mesmo frente à todas as promessas dos avanços tecnológicos de nos manterem sempre conectados, numa vã alusão de proximidade que não existe. Integrando a cidade de Buenos Aires como personagem (principal?), o filme argentino “Medianeras” &#8211; que ganhou por aqui o sugestivo subtítulo “Buenos Aires na Era do Amor Digital” &#8211; conversa sobre nossa eterna busca pelo amor, que pode se “atualizar” na era da internet e do ‘online’, mas no fim das contas não deixa de, em sua essência, ser a mesma coisa, estamos sempre em busca daquilo que nos faz falta, por mais que não tenhamos ideia do que (ou quem) seja. Na trama conhecemos a história de duas pessoas desajustadas socialmente e cheia de fobias que não sabem (apesar de serem ‘vizinhos’) mas são feitos um para o outro, duas almas gêmeas que precisam se encontrar. Martín (Javier Drollas) é um designer cheio de fobias, movido à medicações e encontros fulgazes com algumas garotas (mais loucas que ele) e Mariana (Pilar López de Ayala) é uma arquiteta frustrada que ganha a vida como vitrinista de lojas e nunca sabe como lidar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Excelente: Classificação 5 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/5_porraman.gif" alt="" width="92" height="50" /></p>
<p>A medida que a cidade cresce o ser humano parece tomar o caminho reverso, ele diminui mesmo frente à todas as promessas dos avanços tecnológicos de nos manterem sempre conectados, numa vã alusão de proximidade que não existe. Integrando a cidade de Buenos Aires como personagem (principal?), o filme argentino “<strong>Medianera</strong>s” &#8211; que ganhou por aqui o sugestivo subtítulo “<strong>Buenos Aires na Era do Amor Digital</strong>” &#8211; conversa sobre nossa eterna busca pelo amor, que pode se “atualizar” na era da internet e do ‘online’, mas no fim das contas não deixa de, em sua essência, ser a mesma coisa, estamos sempre em busca daquilo que nos faz falta, por mais que não tenhamos ideia do que (ou quem) seja.</p>
<p>Na trama conhecemos a história de duas pessoas desajustadas socialmente e cheia de fobias que não sabem (apesar de serem ‘vizinhos’) mas são feitos um para o outro, duas almas gêmeas que precisam se encontrar. Martín (<strong>Javier Drollas</strong>) é um designer cheio de fobias, movido à medicações e encontros fulgazes com algumas garotas (mais loucas que ele) e Mariana (<strong>Pilar López de Ayala</strong>) é uma arquiteta frustrada que ganha a vida como vitrinista de lojas e nunca sabe como lidar com os homens que se interessam por ela.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9720" title="Medianeras" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/timthumb.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Traçando paralelos com o crescimento urbano desenfreado da capital argentina – que facilmente podemos identificar com quaisquer grandes metrópoles urbanas do mundo – o filme começa contextualizando muito bem Buenos Aires como parte da história, e é neste ponto que interessantes questionamentos são deixados para o espectador. Existem inspirações claras com elementos utilizados por <em>Woody Allen</em> em seus trabalhos que são incluídos de forma bastante inteligente por<strong> Gustavo Taretto</strong> (diretor e roteirista) que inclusive deixa uma citação direta em determinada cena. Algumas outras inspirações podem ser encontradas e além disto o filme consegue contextualizar muito bem a tal “era virtual” que vivemos, onde estamos todos conectados por fios ou antenas, todos juntos de forma isolada em suas ‘caixas de sapatos’, um verdadeiro enclausuramento coletivo.</p>
<p>Me senti bastante identificado com o personagem masculino, Martin é um nerd e o filme traz diversas referências da cultura pop que vão desde bonecos de Star Wars, Astroboy até os games e a vida online. Sem contar com as interessantes passagens envolvendo Wally, sim, aquele sacaninha de roupas listradas em vermelho e branco que precisa a todo instante ser encontrado, e é justamente aí que entra a personagem feminina Mariana que possui um destes livros com diversos desafios para encontrar Wally onde ela já achou em todos, menos um, que mais parece não estar lá. Conectando os dois, temos as fobias, a falta de tato social, os desencontros românticos e, por último, os chats na internet.</p>
<p>Mais uma vez o cinema argentino comprova que consegue transpor de forma muito tranquila as barreiras dos gêneros cinematográficos, vamos de drama a romance passando por comédia sem, em nenhum momento, cairmos nos clichês das pieguices dos produtos enlatados hollywoodianos. O desfecho pode soar um pouco poético, mas faz jus a tudo que foi construído durante a história – inclusive você descobre depois o que são as tais medianeras do título – mas ainda assim saí da sala de cinema extremamente satisfeito com o que assisti.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-9719" title="timthumb (1)" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/timthumb-1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Narrado pelos personagens e inserindo a história num contexto tão atual, “<strong>Medianeras</strong>” pode ter seus defeitos e não ser uma obra prima, mas para mim cinema é emoção, e toda a identificação que tive com o filme me deixou com a certeza que este foi um dos melhores que vi no ano (em minha opinião que não vale nada mas, infelizmente, só tenho ela pra dar).</p>
<p>Estamos cada vez mais conectados ao mundo virtual, por vezes parece que estamos sendo escravizados por uma cultura que cada vez mais nos afasta do verdadeiro convívio com as pessoas, com a falsa bandeira de que querem nos manter mais próximos, mais unidos e mais integrados. Independente de em qual grau cada um de nós esteja, buscamos (seja onde for) tudo aquilo que nos faz falta, e quando encontramos parece fazer valer todo o tempo em que nos sentimos tristes e sozinhos, algo que centenas de seguidores no <a href="https://twitter.com/#!/marciosmelo" target="_blank">twitter</a> ou ‘amigos’ no <a href="http://www.facebook.com/porraman" target="_blank">facebook</a> não poderá nunca fazer.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright  wp-image-9716" title="MEDIANERAS_PORT_BAIXA" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/MEDIANERAS_PORT_BAIXA-202x300.jpg" alt="" width="141" height="210" />Medianeras – Buenos Aires na Era do Amor Digital (Medianeras, 2011)<br />
Drama, Comédia Romântica.</strong></p>
<p>Um filme de  Gustavo Taretto com Javier Drollas e Pilar López de Ayala</p></blockquote>
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		<title>Gato de Botas (Puss in Boots)</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[animacao]]></category>
		<category><![CDATA[animacao 3d]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[dreamworks]]></category>

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		<description><![CDATA[A Dreamworks conseguiu emplacar com Shrek um tipo de humor que agradou tanto as crianças quanto os adultos ao ‘brincar’ com os contos de fadas de maneira bastante inusitada. Dentre os personagens apresentados na franquia que ganharam o coração dos espectadores, o Gato de Botas (e aqueles seus olhinhos) se tornou rapidamente um dos mais queridos. Apesar de ser um projeto derivado da franquia do Ogro verde e sua turma, “Gato de Botas (Puss in Boots)” possui ‘vida própria’ e traz uma história divertidíssima e que consegue elevar ainda mais todo carisma e charme do personagem numa aventura bem amarradinha e inteligente. Na trama conhecemos um pouco mais do passado (desde sua infância) do sedutor e lutador Gato de Botas que acaba entrando numa aventura com um (ex)amigo de infância, o ovo Humpty Dumpty e uma “gatinha malvada” conhecida como Kitty Pata Mansa. Eles estão correndo atrás dos feijões mágicos capazes de levar até os ovos de ouro mas, para isto, precisarão enfrentar os assustadores Jack e Jill. Mesmo não tendo na história personagens “de peso” dos contos de fadas (a maioria deles é mais conhecido apenas nos EUA) todos eles são muito bem apresentados e ‘construídos’, até mesmo os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Ótimo: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>A <em>Dreamworks</em> conseguiu emplacar com <em>Shrek</em> um tipo de humor que agradou tanto as crianças quanto os adultos ao ‘brincar’ com os contos de fadas de maneira bastante inusitada. Dentre os personagens apresentados na franquia que ganharam o coração dos espectadores, o<em> Gato de Botas</em> (e aqueles seus olhinhos) se tornou rapidamente um dos mais queridos. Apesar de ser um projeto derivado da franquia do Ogro verde e sua turma, “<strong>Gato de Botas (Puss in Boots)</strong>” possui ‘vida própria’ e traz uma história divertidíssima e que consegue elevar ainda mais todo carisma e charme do personagem numa aventura bem amarradinha e inteligente.</p>
<p>Na trama conhecemos um pouco mais do passado (desde sua infância) do sedutor e lutador<em> Gato de Botas</em> que acaba entrando numa aventura com um (ex)amigo de infância, o ovo <em>Humpty Dumpty</em> e uma “<em>gatinha malvada</em>” conhecida como <em>Kitty Pata Mansa</em>. Eles estão correndo atrás dos feijões mágicos capazes de levar até os ovos de ouro mas, para isto, precisarão enfrentar os assustadores <em>Jack e Jill.</em></p>
<div id="attachment_9588" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-9588" title="o-gatos-de-botas-filme-2011" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/o-gatos-de-botas-filme-2011.jpg" alt="" width="400" height="220" /><p class="wp-caption-text">Como resistir?</p></div>
<p>Mesmo não tendo na história personagens “<em>de peso</em>” dos contos de fadas (a maioria deles é mais conhecido apenas nos EUA) todos eles são muito bem apresentados e ‘construídos’, até mesmo os vilões. A aventura é dividida em alguns arcos que até funcionariam como uma pequena mini-série, seguimos o Gato em sua infância, depois na busca pelos feijões mágicos e quando se pensa que já estamos chegando no fim a história ainda se desenrola bastante à frente, sempre <strong>alternando momentos de bom humor com momentos de “fofura”</strong> (a todo instante na sessão que fui era possível ouvir uns “<em>owwnnnnn, que lindinho</em>”).</p>
<p>Além de tudo isso a parte técnica é muito deslumbrante, os cenários são muito vivos e coloridos num filme que nos remete aos famosos “<em>Western Spaghetti</em>” ou, como muita gente costuma falar, os filmes de “<em>bang-bang do velho oeste</em>”. Por minha descrença na tecnologia 3D acabei encarando a sessão “<em>normal</em>” mesmo, mas, pelo que andei pesquisando, parece que o trabalho foi caprichado e que realmente vale a pena ver com aqueles ridículos óculos mal lavados que os cinemas nos emprestam por um valor absurdo.</p>
<p><strong>Assisti ao filme dublado e não me arrependo</strong>, apesar de perder as vozes originais de <strong>Antonio Banderas, Selma Hayek </strong>e<strong> Zach Galifianakis</strong> (dentre outros), preciso elogiar a dublagem nacional nesta produção. A qualidade de nossa dublagem é muito grande e, quando não chamam algum ator global pra destruir o filme, quando usam profissionais da área, fica ótimo. <strong>O portunhol do Gato de Botas é muito lindo e, por si só, já garante boas risadas</strong>.</p>
<div id="attachment_9584" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-9584" title="cena-da-animacao-gato-de-botas-1319637143347_560x400" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/cena-da-animacao-gato-de-botas-1319637143347_560x400.jpg" alt="" width="400" height="220" /><p class="wp-caption-text">Botas e a Pata Mansa</p></div>
<p>Não chega a ser uma produção profunda e inovadora, ela passeia por grande parte do tempo entre situações que já estamos acostumados em trabalhos do gênero, mas<strong> o que lhe falta em ‘originalidade’ sobra (e muito) em carisma, charme e, principalmente, em inteligência</strong>. É daqueles filmes <em>“para toda a família</em>”, um ótimo entretenimento que ainda é capaz de deixar alguns bons ensinamentos para os mais jovens.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright  wp-image-9587" title="gato-de-botas-poster" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/gato-de-botas-poster-201x300.jpg" alt="" width="141" height="210" />Gato de Botas (Puss in Boots, 2011 &#8211; 90 min)<br />
Animação, Aventura.</strong></p>
<p>Dirigido por Chris Miller com roteiro de Tom Wheeler, David H. Steinberg e Brian Lynch. Com vozes (no original) de Antonio Banderas Salma Hayek, Zach Galifianakis, Billy Bob Thornton, Amy Sedaris, Zeus Mendoza e Constance Marie.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Os Muppets (The Muppets)</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/12/os-muppets-the-muppets/</link>
		<comments>http://www.porraman.com/2011/12/os-muppets-the-muppets/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 23:34:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[musical]]></category>

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		<description><![CDATA[Dentre as ótimas lembranças de minha infância “Os Muppets” possuem um lugar especial em minhas memórias, e foi justamente esta nostalgia que me levou ao cinema para rever esses bonequinhos de feltro. Este novo filme tenta marcar um retorno dos antigos personagens trazendo uma daquelas histórias “para todas as idades” mas que, ao meu ver, funciona um pouco melhor para quem já os conhecia. Dei boas risadas e tive algumas belas lembranças, mas o tom um pouco bobo além da conta e, em principal, a dublagem, acabaram por prejudicar o resultado final que é, apesar destes e de outros pequenos problemas, satisfatório. A trama é bastante simplória e manjada, nela conhecemos Walter que é um grande fã dos Muppets e tem como ‘irmão/melhor amigo’ Gary (Jason Segel, “Professora sem Classe”) que, por sua vez, é namorado de Mary (Amy Adams, “O Vencedor”). Eles viajam para conhecer os estúdios Muppets mas se deparam com um lugar totalmente abandonado. É lá que Walter acaba ouvindo um ardiloso plano de um grande empresário Tex Richman (Chris Cooper, “Soldado Anônimo”) que deseja acabar com tudo aquilo pois no local existe petróleo.  Walter e seus amigos precisam encontrar todos os Muppets, reuní-los novamente e ajudá-los [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Bom: Classificação 3 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Dentre as ótimas lembranças de minha infância “<strong>Os Muppets</strong>” possuem um lugar especial em minhas memórias, e foi justamente esta nostalgia que me levou ao cinema para rever esses bonequinhos de feltro. Este novo filme tenta marcar um retorno dos antigos personagens trazendo uma daquelas histórias “<em>para todas as idades</em>” mas que, ao meu ver, funciona um pouco melhor para quem já os conhecia. Dei boas risadas e tive algumas belas lembranças, mas <strong>o tom um pouco bobo além da conta e, em principal, a dublagem, acabaram por prejudicar o resultado</strong> <strong>final</strong> que é, apesar destes e de outros pequenos problemas, satisfatório.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9572" title="miss-piggy-in-the-muppets-2011" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/miss-piggy-in-the-muppets-2011.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>A trama é bastante simplória e manjada, nela conhecemos Walter que é um grande fã dos Muppets e tem como ‘irmão/melhor amigo’ Gary (<strong>Jason Segel</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2011/08/professora-sem-classe-bad-teacher/" target="_blank">Professora sem Classe</a>”) que, por sua vez, é namorado de Mary (<strong>Amy Adams</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2011/02/o-vencedor-the-fighter-critica-filme/" target="_blank">O Vencedor</a>”). Eles viajam para conhecer os estúdios <em>Muppets</em> mas se deparam com um lugar totalmente abandonado. É lá que Walter acaba ouvindo um ardiloso plano de um grande empresário Tex Richman (<strong>Chris Cooper</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2008/01/soldado-anonimo-jarhead-lista-de-filmes/" target="_blank">Soldado Anônimo</a>”) que deseja acabar com tudo aquilo pois no local existe petróleo.  Walter e seus amigos precisam encontrar todos os <em>Muppets</em>, reuní-los novamente e ajudá-los a preparar um show para arrecadar 10 milhões de dólares até um determinado tempo conforme o descrito num antigo contrato.</p>
<p><strong>Os tempos são outros e até mesmo Caco agora se chama Kermit</strong> (numa imposição da Disney de deixar os nomes de seus personagens ‘universais’, como acontece com o ursinho Pooh, antes conhecido no Brasil como Puff). Mas <strong>o maior problema é mesmo a dublagem</strong> que deixa as partes com os atores reais – principalmente nas cenas musicais que elevaram o nível do meu sofrer a índices preocupantes – muito toscas. Na minha infância eu via dublado também já que passava em um canal aberto aqui no Brasil, mas as vozes dos personagens são diferentes, e você se acostuma com as vozes clássicas não tem jeito. Fora que, tirar o direito de quem quer assistir ao filme com os sons originais é triste, muito triste. Mas isto é assunto prum outro post.</p>
<p><strong>A história muito boba e ‘ingênua’ não chega a se tornar um grande problema</strong>, ainda mais se você for como eu, um adulto com uma criança dentro de si (não engoli nenhuma, é no sentido figurado mesmo) que ri de bobagens como “<em>risada maligna</em>” no cinema. Mas <strong>o grande número de muppets na tela acabou ofuscando alguns de meus favoritos</strong> como Gonzo, por exemplo. Talvez o melhor destaque dentre eles fique mesmo com <em>Miss Piggy</em> que traz boas referências do filme “<em>O Diabo Veste Prada</em>”.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9573" title="The-Muppets-2011-Movie-Image-7" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/The-Muppets-2011-Movie-Image-7.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>As “pontas” contam com alguns nomes muito famosos que vão desde astros do rock até grandes atores, mas que poderiam ser melhor utilizados. Talvez <strong>Jack Black</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2011/02/as-viagens-de-gullivers-travels-critica-filme/" target="_blank">As Viagens de Gulliver</a>”) seja um dos poucos que possuem um merecido destaque e uma atuação interessante. <strong>Jason Segel</strong>, que ainda escreveu o roteiro, carecia de um pouco mais de carisma e desenvoltura também nas canções e dancinhas.</p>
<p>Contando com recursos interessantes (<em>a famosa metalinguagem, o filme dentro do filme, a canção que toca num momento oportuno e quando se revela é na verdade um coral passando dentro de um ônibus, e por aí vai</em>), algumas boas piadas e situações que remetem aos velhos tempos de sucesso, <strong>“Os Muppets” apresentam um divertido retorno (assim espero) destes personagens que fizeram a alegria de muita gente entre os anos 70 e 90</strong> mas, inegavelmente, poderia ser melhor.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright  wp-image-9574" title="the-muppets-poster-2" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/the-muppets-poster-2-202x300.jpg" alt="" width="141" height="210" />Os Muppets (The Muppets, 2011 &#8211; 98 min)<br />
Comédia, Musical</strong></p>
<p>Dirigido por James Bobin com roteiro por Jason Segel e Nichollas Stoller. Estrelando: Jason Segel, Amy Adams, Chris Cooper, Rashida Jones, Steve Whitmire, Eric Jacobson, Dave Goelz, Bill Barretta, David Rudman, Matt Vogel, Peter Linz, Zach Galifianakis, Jack Black, Donald Glover e Emily Blunt.</p></blockquote>
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		<title>Não Sei Como Ela Consegue (I Don&#8217;t Know How She Does It)</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/11/nao-sei-como-ela-consegue-i-dont-know-how-she-does-it/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 22:25:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>

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		<description><![CDATA[Devido a uma conjunção de fatores como, por exemplo, a disposição geoespacial de Tritão (uma lua de Júpiter) perante o sol, fui ao cinema conferir “Não Sei Como Ela Consegue (I Don&#8217;t Know How She Does It)”, filme protagonizado por Sarah Jessica Parker e baseado no best-seller da escocesa Allison Pearson. Acredito que a ideia e vontade do diretor Douglas McGrath era a de trazer para as telonas uma obra que apresentasse e discutisse alguns questionamentos da “mulher moderna”, mas a única coisa que consegue realmente é amontoar clichês e situações nada interessantes durante 1 hora e meia de projeção. Na trama conhecemos Kate (Sarah Jessica Parker, “Sex and the City”) que consegue lidar muito bem (daí o título que é, convenhamos, certeiro) com sua vida profissional movimentada e ainda cuidar de sua família, o marido (Greg Kinnear) e seus dois filhos. O problema é que ela é constantemente posta em cheque tanto na empresa, onde seus colegas tentam comprovar que vida profissional e familiar são destoantes, quanto em casa, onde sua família começa a sentir a sua falta assim que ela recebe uma proposta “irrecusável” em seu trabalho como analista financeira, que envolve viagens com um chefe “galã” (Pierce [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Fraco: Classificação 2 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/2_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Devido a uma conjunção de fatores como, por exemplo, a disposição geoespacial de Tritão (uma lua de Júpiter) perante o sol, fui ao cinema conferir “<strong>Não Sei Como Ela Consegue (I Don&#8217;t Know How She Does It)</strong>”,<strong> filme protagonizado por Sarah Jessica Parker e baseado no best-seller da escocesa Allison Pearson</strong>. Acredito que a ideia e vontade do diretor<strong> Douglas McGrath</strong> era a de trazer para as telonas uma obra que apresentasse e discutisse alguns questionamentos da “<em>mulher moderna</em>”, mas a única coisa que consegue realmente é amontoar clichês e situações nada interessantes durante 1 hora e meia de projeção.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9477" title="Não sei como eles conseguem ser tão chatos" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/11/AD5A3A3914C2A6C7F222DBCDDAA9E0.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Na trama conhecemos Kate (<strong>Sarah Jessica Parker</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2008/06/sex-and-the-city-o-filme/" target="_blank">Sex and the City</a>”) que consegue lidar muito bem (daí o título que é, convenhamos, certeiro) com sua vida profissional movimentada e ainda cuidar de sua família, o marido (<strong>Greg Kinnear</strong>) e seus dois filhos. O problema é que ela é constantemente posta em cheque tanto na empresa, onde seus colegas tentam comprovar que vida profissional e familiar são destoantes, quanto em casa, onde sua família começa a sentir a sua falta assim que ela recebe uma proposta “irrecusável” em seu trabalho como analista financeira, que envolve viagens com um chefe “<em>galã</em>” (<strong>Pierce Brosnan</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2010/02/percy-jackson-e-o-ladrao-de-raios/" target="_blank">Percy Jackson</a>”).</p>
<p>Algumas boas sacadas são utilizadas no filme, como por exemplo em algumas cenas onde a protagonista fala diretamente com o espectador e as pessoas ao redor ainda se congelam até que ela discuta algum questionamento “existencial”. Em outras partes lembra (de longe) “<em>O Diabo Veste Prada</em>”. Na verdade, o filme tenta utilizar de artifícios que já fizeram (e ainda fazem) sucessos em outras produções cultuadas, mas a maioria, infelizmente, não é realizada de forma satisfatória.</p>
<p>A feinha da <strong>Sarah Jessica Parker</strong> ainda demonstra algum talento, mas é incrível como cada vez mais minha antipatia por ela aumenta, fruto obviamente de seus trabalhos na TV ou no cinema que nunca são de meu agrado. O outrora <em>James Bond</em> <strong>Pierce Brosnan</strong> se limita a ficar lançando seu <a href="http://www.youtube.com/watch?v=zK8ZroGrm6Q" target="_blank">olhar 43</a> (<em>aquele assim meio de lado, já saindo, indo embora…</em>) toda vez que surge em cena,<strong> e o marido da protagonista interpretado por Greg Kinnear é um boneco de neve, inerte e inanimado.</strong> Para os nerds talvez a presença da musa<strong> Olívia Munn</strong> que faz a amiga <em>workholic</em> (viciada em trabalho) seja umas das poucas coisas que se salvam em “<strong>Não Sei Como Ela Consegue</strong>”, mas não por sua personagem, que é caricata ao extremo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9479" title="Nao-Sei-Como-Ela-Consegue" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/11/Nao-Sei-Como-Ela-Consegue-5-1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Talvez a única coisa engraçada nesta obra é ver como o discurso que começa “<em>moderno</em>” vai caminhando para um desfecho um pouco mais conservador e totalmente previsível. Não chega a ser um filme ruim por ter algumas (poucas) boas sacadas, mas é daqueles trabalhos sem muitos atrativos.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright size-full wp-image-9478" title="filmes_1606_Nao-Sei-Como-Ela-Consegue-Poster" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/11/filmes_1606_Nao-Sei-Como-Ela-Consegue-Poster.jpg" alt="" width="150" height="220" />Não Sei Como Ela Consegue (I Don&#8217;t Know How She Does It, 2011 &#8211; 89 min)<br />
Romance, Comédia.</strong></p>
<p>Dirigido por Douglas McGrath com roteiro de Aline Brosh McKenna adaptando livro de Allison Pearson, Estrelando: Sarah Jessica Parker, Pierce Brosnan, Kelsey Grammer, Christina Hendricks, Seth Meyers, Olivia Munn, Jane Curtin, Greg Kinnear e Busy Philipps.</p></blockquote>
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		<title>Amanhã Nunca Mais</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 09:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[cinema nacional]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[lazaro ramos]]></category>

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		<description><![CDATA[Diversão despretensiosa, era essa a impressão que carreguei comigo no intervalo de tempo desde o dia que assisti ao trailer até quando finalmente pude conferir nos cinemas “Amanhã Nunca Mais”. É uma pena que a expressão ‘a primeira impressão é a que fica’ não faz valer o ditado para todas as coisas na vida. Liderado por Lázaro Ramos e dirigido por Tadeu Jungle, o filme até reserva algumas poucas e boas risadas no início, mas se perde numa chata aventura pelas congestionadas ruas paulistanas. Na trama acompanhamos a vida do anestesista Walter (Lázaro Ramos, “Saneamento Básico”) que nunca tem tempo para sua família devido ao seu trabalho no hospital, lugar onde é constantemente humilhado pelo seu chefe. Depois de abandonar um dia de praia em família para (mais uma vez) ter que ir trabalhar, Walter toma para si a missão de buscar o bolo de aniversário de sua filha. Só que para isso ele terá que dar uma escapada de suas obrigações e correr pela cidade de São Paulo para chegar a tempo. São vários os problemas advindos da manjada história de pessoa sem tempo para a família (no caso aqui um pai) por conta de sua profissão. Walter tem que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Fraco: Classificação 2 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/2_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Diversão despretensiosa, era essa a impressão que carreguei comigo no intervalo de tempo desde o dia que assisti ao trailer até quando finalmente pude conferir nos cinemas “<strong>Amanhã Nunca Mais</strong>”. É uma pena que a expressão ‘<em>a primeira impressão é a que fica</em>’ não faz valer o ditado para todas as coisas na vida. <strong>Liderado por Lázaro Ramos e dirigido por Tadeu Jungle, o filme até reserva algumas poucas e boas risadas no início, mas se perde numa chata aventura pelas congestionadas ruas paulistanas.</strong></p>
<p>Na trama acompanhamos a vida do anestesista Walter (<strong>Lázaro Ramos</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2007/09/saneamento-basico/" target="_blank">Saneamento Básico</a>”) que nunca tem tempo para sua família devido ao seu trabalho no hospital, lugar onde é constantemente humilhado pelo seu chefe. Depois de abandonar um dia de praia em família para (mais uma vez) ter que ir trabalhar, Walter toma para si a missão de buscar o bolo de aniversário de sua filha. Só que para isso ele terá que dar uma escapada de suas obrigações e correr pela cidade de São Paulo para chegar a tempo.</p>
<div id="attachment_9431" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-9431" title="amanha_nunca_mais" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/11/amanha_nunca_mais.jpg" alt="Maria Luisa Mendonça, uns bons drinks e Lázaro Ramos" width="400" height="220" /><p class="wp-caption-text">Maria Luisa Mendonça, uns bons drinks e Lázaro Ramos</p></div>
<p>São vários os problemas advindos da manjada história de pessoa sem tempo para a família (no caso aqui um pai) por conta de sua profissão. Walter tem que aturar a sogrinha, cuidar de sua filha, conviver com caras dando em cima da sua linda esposa (<strong>Fernanda Machado</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2010/10/tropa-de-elite-2-o-inimigo-agora-e-outro-critica-filme/" target="_blank">Tropa de Elite</a>”) ao seu lado (como se ele nem existisse) que, por sua vez, sente falta do afeto e demais intimidades com o seu marido. Estes problemas pessoais deveriam ser responsáveis por gerar “<em>altas confusões do barulho</em>”, divertir o espectador no cinema e até, quem sabe, se fosse essa a intenção, fazê-lo refletir um pouco sobre suas atitudes. Mas, infelizmente, não é isto que acontece.</p>
<p>Enquanto <strong>Lázaro Ramos</strong> faz a todo instante um sujeito prestes a explodir &#8211; quando caminhamos pro desfecho da história ele está cada vez mais parecido com <strong>Michael Douglas</strong> em “<a href="http://www.imdb.com/title/tt0106856/" target="_blank">Um Dia de Fúria</a>” – seu colega de trabalho (<strong>Milhem Cortaz</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2010/10/tropa-de-elite-2-o-inimigo-agora-e-outro-critica-filme/" target="_blank">Tropa de Elite 2</a>”) e um motoqueiro que ele encontra pelo seu caminho (literalmente) interpratado pelo baiano <strong>Luís Miranda</strong> (<a href="http://www.porraman.com/2010/06/quincas-berro-dgua/" target="_blank">“Quincas Berro D´Água</a>”) rendem divertidos momentos.<strong> Na verdade</strong>, <strong>as poucas e boas cenas de humor (dei algumas belas risadas) são todas por ‘culpa’ dos atores coadjuvantes</strong>.</p>
<div id="attachment_9433" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-9433" title="amanhã-nunca-mais" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/11/amanhã-nunca-mais-1.jpg" alt="" width="400" height="220" /><p class="wp-caption-text">Família feliz na praia</p></div>
<p>Talvez eu tenha entrado no cinema com expectativas erradas mas, para mim ao menos, “<strong>Amanhã Nunca Mais</strong>” não funciona de forma satisfatória como um bom entretenimento. Existem algumas boas sacadas como na cena de abertura no melhor estilo “<em>Need For Speed</em>” e até mesmo na forma como tudo se encerra e, não se engane, você conseguirá rir em alguns momentos só que, na maior parte do tempo, você terá a mesma sensação de quando fica preso no trânsito. Pensando bem, se foi essa a verdadeira intenção, pode-se dizer que acertaram em cheio.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-9430" title="2038612-5676-rec" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/11/2038612-5676-rec-225x300.jpg" alt="" width="180" height="240" />Amanhã Nunca Mais (2011 &#8211; 74 min)<br />
Comédia</strong></p>
<p>Dirigido por Tadeu Jungle com roteiro de Marcelo Muller, Mauricio Arruda e Tadeu Jungle. Estrelando: Lázaro Ramos, Maria Luiza Mendonça, Fernanda Machado, Milhem Cortaz e Luís Miranda.</p></blockquote>
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