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Amigos, Amigos, Mulheres à Parte (My Best Friend’s Girl)

Direção: Howard Deutch
Roteiro: Jordan Cahan
Elenco: Lizzy Caplan, Alec Baldwin, Dane Cook, Kate Hudson, Jason Biggs.
Ano: 2008.
Gênero: Comédia, Comédia Romântica.
Tempo: 101 min.

Sinopse: Tank precisa passar por um prova de amizade quando seu melhor amigo o contrata para sair com Alexis, sua ex-namorada, com o intuito de que ele finja ser um péssimo partido e faça ela querer voltar aos braços de seu antigo amor.

Sei que muitos devem estar estranhando eu dar uma nota dessas para um filme deste gênero, ainda mais se levarem em conta que a grande maioria das críticas não foram muito positivas, ainda sim, posso dizer que eu me diverti e que ele se diferencia das demais comédias românticas. Não posso dizer que é original, mas é diferente e isso já um ponto positivo, portanto, se sua namorada insistir para ver um filme ‘romantiquinho‘ no cinema, escolha este, garanto que mesmo se não curtir muito você vai rir de algumas situações.

Na verdade tudo vai muito bem até o finalzinho do filme, quando o diretor resolve se assumir como uma comédia romântica padrão e finaliza-lo de forma ‘bonitinha‘. Não fosse isso e ele tivesse terminado o filme uns 15 minutos antes, estaria dando uma nota maior para ele sem dúvidas. Confesso que fiquei empolgado com algumas cenas finais, quando parecia que ele realmente ia terminar a trama de forma corajosa, mas não chegou a por tudo a perder, no final das contas achei um bom entretenimento.

A trama segue a história de dois amigos (meio-irmãos na verdade) Tank (Dane Cook) e Dustin (Jason Biggs, que depois de American Pie parece não conseguir se destacar muito como ator). Tank é um completo e legítimo cafajeste, que usa suas ‘habilidades‘ em ser um completo idiota e dar a alguma vítima o pior encontro de sua vida, tudo isso encomendado por algum ex-namorado que paga a ele para dar uma noite tão ruim para sua ex que faz com que ela volte para seus braços. Dustin é um sujeito totalmente ‘Zé Ruela’, apaixonado por sua colega de trabalho Alexis (Kate Hudson do excelente filme “Quase Famosos“), que faz tudo para tentar conquistá-la, porém nunca consegue mais que sua amizade.

A história do filme começa a se construir mesmo quando Dustin resolve colocar Tank em ação para dar a pior noite da vida de Alexis, porém as coisas saem um pouco ao contrário. As situações em que vemos Tank (Dane Cook) sacaneando com as mulheres eu achei bem divertidas. Kate Hudson como Alexis é uma simpatia e não faz aquele papel padrão de ‘boa mocinha indefesa‘, isso ajuda bastante. Jason Biggs por sua vez não tem muito destaque a não ser em uma cena que tem as sombrancelhas cortadas. Outra participação muito legal é a de Alec Baldwin como o Professor Turner, pai dos garotos, um grandisíssimo cafajeste-mor.

Num universo onde comédias românticas sempre seguem aquele roteiro padrão ‘fofuxo‘ e chato, “Amigos, Amigos, Mulheres à Parte (My Best Friend’s Girl )” consegue sim se destacar, se diferenciar e proporcionar um divertimento interessante. Apesar de achar que o final poderia ser mais corajoso eu gostei do filme, podem acreditar! Se tiverem que ver algum filme do tipo, sem dúvidas escolha este antes que sua amada lhe chame para ver “Qualquer coisa do Amor“.


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Ressaca de Amor (Forgetting Sarah Marshall)

Direção: Nicholas Stoller.
Roteiro: Jason Segel.
Elenco: Jason Segel, Kristen Bell, Mila Kunis, Russell Brand, Bill Hader, Jonah Hill.
Gênero: Comédia, Romance.
Ano: 2007 (EUA) / 2008 (Brasil).
Tempo: 112 min.

Sinopse: Depois do fim de seu relacionamento com a apresentadora de TV Sarah Marshall, Peter Bretter decide viajar para o Havaí na desesperada tentativa de esquecê-la. Porém, o que ele não imaginava é que se hospedaria no mesmo hotel que a moça e seu novo namorado.

A ‘turminha‘ Apatow tem feito muito sucesso ultimamente, com filmes como “Superbad“, “Ligeiramente Grávidos” e outros mais. A minha lista de filmes está recebendo muitas indicações dos leitores ultimamente e “Ressaca de Amor (Forgetting Sarah Marshall)” foi uma das que me interessei logo em assistir, justamente por causa disso, tinha todos os ingredientes e pré-requisitos para eu gostar e foi o que aconteceu, realmente um filme bem legal e divertido.

Além de ter feito o roteiro, Jason Segel interpreta Peter Bretter, um ‘músico’ que levava uma vida ‘pacata’ e muito boa com sua bela namorada Sarah Marshall (Kristen Bell de Heroes) até o dia em que ela resolve terminar tudo com ele. Depois de descobrir que ela está agora com um ridículo e insano cantor famoso conhecido como Aldous Snow (Russell Brand), Peter resolve tirar férias no havaí para tentar esquecer sua namorada, seus problemas aumentam quando ele descobre que ela também está lá com seu novo par.

Fugindo bem dos clichês e demais chatices encontrados aos montes em filmes do gênero, “Ressaca de Amor” nos trás uma história divertida, com algumas boas sacadas e que dá gosto de ver. Tirando algumas cenas deprimentes de nú frontal de Jason Segel é tudo muito bem feito. Ainda sim, acreditei que seria um pouco mais engraçado e divertido. A participação de Jonah Hill (Superbad) por exemplo no filme é até dispensável.

Destaque mesmo além de Segel fazendo muito bem um cara tentando esquecer a ex, a qual ele era totalmente dependente, e passando por terríveis situações, fica para Rusell Brand fazendo o hilariante Aldous Snow. Suas ‘performances‘ cantando e dançando são geniais de tão ridículas, rendem boas risadas. A atriz Kristen Bell no papel da ex fica mais como um rostinho bonito, aliás lindo (vou apanhar eu sei), do que como um papel de destaque.

O filme foi lançado ano passado nos Estados Unidos e teve uma boa bilheteria, por aqui só saiu esse ano e direto em DVD. Realmente fica cada vez mais impossível tentar compreender as distribuidoras de filmes nacionais. Enquanto vemos os cinemas recheados de comédias e romances idiotas e nada inteligentes, temos um bom filme como esse sendo ignorado.

Uma boa dica para quem for passar na locadora para pegar o filme é conferir os extras. Tem uns erros de gravações legais e tem o clipe ‘completo’ da música do grande Aldous Snow que é sensacional.

Menos um em minha lista, agradeço a quem me deu a dica (não vou mesmo me lembrar quem foi pois já tem um tempo), e posso afirmar que é um filme que vale mesmo a pena você ver. Não tem nada de espetacular, não é daqueles engraçadíssimos, mas tenha certeza que está a anos luz de qualquer obra do gênero disponível em nossas salas de cinema.


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Super-Heróis - A Liga da Injustiça (Disaster Movie)

Direção: Jason Friedberg, Aaron Seltzer.
Roteiro: Jason Friedberg, Aaron Seltzer
Elenco: Carmen Electra, Matt Lanter, Kimberly Kardashian, Tony Cox.
Ano: 2008.
Gênero: Comédia.
Tempo: 90 min.

Sinopse: Sátira de filmes como “Superbad - É Hoje”, “Hancock”, “The Love Guru”, “Hulk” e “Sex and the City”, o filme conta a história de um grupo de amigos que passa por diversas aventuras - desastres naturais, catástrofes, asteróides - que mudarão completamente suas vidas.

Tive que alterar o sistema de classificação aqui do blog que começava sempre com 1 controle para os filmes ruins ou péssimos. Agora com essa pérola da humanidade, um dos piores filme que já vi em minha vida (se não o pior), temos a nova classificação: ZERO CONTROLES. Me recuso a dar nota 1 de 5 a isto, Disaster Movie” é simplesmente inclassificável de tão ruim. Ainda bem que não precisei pagar.

Fica difícil saber até por onde eu começo a falar mal, são tantos pontos terríveis que fico desnorteado. Vamos começar pelo incrível nome do filme “Disaster Movie“, algo como “Filme de Desastre“. No Brasil viram Hancock, Homem de Ferro e tal, pronto: “Super-Heróis - A Liga da Injustiça“. Não que o filme siga realmente uma linha apenas com os filmes de desastres, mas teoricamente seria a temática principal. A qualquer momento surge a turminha do High School Music, Hulk, Cinderela, Alvin e os Esquilos e pasmém, colocaram até a vaca de do filme Twist. Foram longe dessa vez.

Essa febre “mais atual” de filmes paródia começou com “Todo Mundo em Pânico“, que na época já não achava muito bom, só que comparado com esta escabrosidade (inventei agora) merece um Óscar. Na sala que fui assistir só uma pessoa estava rindo, aliás gargalhando e passando mal, um pequeno ser de uns 4 ou 5 anos de idade. Foi a melhor coisa do filme, tava do meu lado, diversão total pro pequenino.

Há quem reclame de que para rir nesses filmes é necessário você ter visto vários outros, nesse caso para você “entender“, já que para rir eu considero impossível (a não ser que você tenha 4 anos de idade), você precisa ter visto todos os últimos 350 sucessos do cinema. Mas não se preocupe caro espectador, os personagens fazem questão de falar de qual filme eles estão tirando sarro. Sim, você é tratado como um imbecil.

Os atores são muito fracos e nos apresentam não uma comédia, mas sim um verdadeiro show de horrores com piadas de muito mal gosto e sem graça alguma. Piadas escatológicas, piadas de placenta, vômito, arrôto, cocô e tudo mais o que você puder imaginar de ridículo. O único momento que o músculo de minha face moveu para iniciar um processo de sorriso, foi quando o cara fez referência a Hayden Christensen, enquanto rolava alguma piada sem graça nenhuma com o filme “Jumper“, como “o cara que estragou Star Wars 3“.

Não posso falar sobre a história porquê ela simplesmente não existe. Do nada surge algum HellBoy ou Amy Winehouse sem motivo ou precedente algum. Simplesmente eles conseguiram uma das piores qualificações de filmes tanto no IMDb (estão no top 100 piores de todos os tempos) quanto no Rotten Tomatoes (com incríveis 2% de aprovação). Eu vou inclusive adiantar uma notícia pra vocês, o primeiro lugar do meu Top 10 piores filmes de 2008 já tem seu campeão. A não ser que um “Desastre” aconteça!

Eu poderia escrever mais dezenas de parágrafos falando mal do filme, mas acho que está de bom tamanho e meu recado já foi mais do que dado. Super Herói sou eu, é minha namorada e todos os que conseguiram assistir a essa porcaria até o fim. Lastimável como se jogam tanto dinheiro fora. Mais lamentável ainda é que eles nunca param, pois, sempre obtêm retorno nas bilheterias. Para mim chega.


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Kung Fu Panda

Direção: Mark Osborne, John Stevenso.
Roteiro: Jonathan Aibel, Glenn Berger, Ethan Reiff, Cyrus Voris.
Elenco: Jack Black, Dustin Hoffman, Angelina Jolie, Jackie Chan, Lucy Liu, Seth Rogen.
Ano: 2008.
Gênero: Animação, Comédia.
Tempo: 92 min.

Sinopse: Um urso panda desajeitado é escolhido para cumprir uma profecia, o que faz treinar com seus ídolos do kung fu. Com vozes de Jack Black, Angelina Jolie, Dustin Hoffman, Lucy Liu, Seth Rogen, Jackie Chan e Michael Clarke Duncan.

Sempre que alguma animação aporta em nossos cinemas, o meu grande amigo Ramonaldo vem reclamar sobre a falta de cópias legendadas. Raros sãos os filmes de animação que aparecem aqui em Salvador que as pessoas lembram que não são apenas crianças que os assistem. Eu confesso que geralmente vou e assisto dublado mesmo, apesar de não gostar tanto, tem alguns filmes que não faz tanta diferença. Mas em Kung Fu Panda fica complicadíssimo deixar de conferir as vozes originais dos grandes atores Jack Black, Dustin Hoffman, Angelina Jolie, Jackie Chan e Lucy Liu.

Se aqui na cidade não pintou uma cópia sequer sem ser dublada com Juliana Paes como será que eu assisti legendado? Utilizem suas mentes e criatividade e vamos em frente. O filme em si é bem divertido e tem uma história bacana. Como sempre a Dreamworks faz animações mais ‘despojadas‘ e bem humoradas, explorando muitas vezes aquele lado nada “exemplar” de seus personagens. Po é um panda gordo e preguiçoso e que sonha em ser um grande mestre do Kung Fu. Simples assim.

Não achei um filme fantástico, mas tenho que admitir que é um filme que vale a pena, pois a diversão é garantida. A história é simples, as mensagens também são bem diretas e até meio batidas, mas isso como sempre digo, conta ponto positivo quando bem executado. Um filme para todas as idades com certeza. Não fica correndo atrás de piadas idiotas e imbecis o tempo todo, como foi no terrível Shrek 3, a Dreamworks com Kung Fu Panda conseguiu se redimir daquele péssimo trabalho.

A história segue a trajetória de Po o Panda “macorreneiro” que acaba sendo “o escolhido” para ser o grande Guerreiro do Dragão, e segundo a profecia, deve derrotar o temível Tai Long, protegendo assim o povoado do Vale da Paz. Nessa sua empreitada ele terá que contar com o apoio dos “Cinco Furiosos” que são a Tigresa, o Louva-Deus, o Macaco, a Víbora e a Garça e ainda com os ensinamentos do mestre Shifu.

Caindo aparentemente como “gaiato” nesse história, Po inicia com a desconfiança dos mestres do kung fu, com exceção do velho mestre Tartaruga que o indicou como o escolhido. No meio das histórias de superação a gente vai contando com belos ensinamentos chineses (ou seriam orientais ou budistas sei lá) e ainda aquelas velhas histórias de superação, de acreditar em você mesmo e tudo o mais.

Kung Fu Panda cumpre bem o seu papel com muita ação e humor e é um filme muito bom. Recomendo a todos que gostam de filmes divertidos e despretensiosos. Claro que boa parte da graça pode se perder se você ver a versão dublada, pois Jack Black arrasa até sendo um Panda. Ver Hoffman como um mestre ‘severo‘ do Kung Fu também é muito bom. O Louva-Deus Seth Rogen aparece pouco mas é muito legal. Em fim, as vozes do grande elenco original merecem ser vistas. Se você tiver a oportunidade na sua cidade não perca.


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Problemas de Um Dorminhoco (Narco)

Direção: Tristan Aurouet, Gilles Lellouche.
Roteiro: Gilles Lellouche, Philippe Lefebvre, Alain Attal.
Elenco: Guillaume Canet, Zabou, Benoit Poelvoorde, Jean-Claude Van Damme, Benoit Poelvoord, Guillaume Gallienne, François Berléand.
Ano: 2004 (França)
Gênero: Comédia, Drama.
Tempo: 105 min.

Sinopse: Gus (Guillaume Canet) é um sujeito que possui uma estranha e rada doença, a narcolepsia, que o coloca em estado de sono profundo em momentos inusitados, esteja ele onde estiver. Devido a este problema ele não consegue se firmar em nenhum emprego, e para piorar sua situação sua esposa já está cansada de ser casada com um “dorminhoco”. Carente ela acaba indo procurar atenção com o melhor amigo de seu marido, Lenny Bar (Benoît Poelvoorde), um sujeito que acha ser o melhor carateca do mundo, grande fã de Van Damme.

Tivesse eu numa locadora escolhendo algum filme para assistir, jamais pegaria um intitulado “Problemas de um Dorminhoco“. Narco foi lançado em 2004 na França - já estou quase formando um “hit-combo francês” - e recebeu este incrível título da máquina aleatória de títulos para filmes no Brasil. O filme começa muito bem e é “vendido” como comédia, mas o que começa hilário e engraçado, no fim se torna um uma obra dramática. Depois do meu primo me aparecer com este DVD, resolvi conferir, afinal já virei quase um admirador de filmes franceses e fiquei curioso com a sinopse do filme.

Gus (Guillaume Canet) sofre de um mal raro e bastante estranho, a narcolepsia. Quem possui esta doença cai em estado de sono profundo sem nenhum motivo aparente, simplesmente desaba do nada. Devido a este problema ele não consegue se manter em nenhum emprego. Sua mulher, que antes achava isso “fofinho” e sempre foi apaixonada por ele, já começa a dar sinais de cansaço, pois ele sempre pode dormir, seja quando ela está falando com ele, beijando e tudo mais o que vocês imaginarem.

É neste início de filme que temos as cenas mais hilárias e inusitadas. Quando Gus cai no sono, ele começa a sonhar com um protagonista de filme de ação. Vários sonhos meio loucos com ele detonando tudo. Ninguém de início se interessa muito, até mesmo quando ele decide desenhar e transformar seus relatos em histórias em quadrinhos. Quem primeiro percebe que suas HQ´s são uma mina de ouro é um psicanalista de um grupo de “ajuda” que Gus começa a frequentar a pedido de sua esposa.

Lenny Bar (Benoît Poelvoorde) é o melhor personagem do filme, ele é também o melhor amigo de Gus. Lenny se acha o melhor carateca do mundo. Suas cenas são muito legais, principalmente quando nos é apresentado seus métodos “nada usuais” de ensino do Karatê para crianças. Ele é um grande fã de Van Damme, que tem algumas participações no filme, já que Lenny em alguns momentos “conversa” com ele e recebe lições de moral e de vida. Só isso já valeu ter visto o filme, muito genial.

A história vai se desenvolvendo, e todos que eram pra ajudar Gus acabam se aproveitando dele e de suas HQ´s para ganhar dinheiro sem ele saber é lógico. Depois de passarmos bons momentos rindo e nos divertindo, o filme começa a se perder um pouco. Termina com uma “lição de moral meia-boca” e fiquei com a sensação de que poderia ter sido melhor.

No geral um filme legal e divertido, com algumas sacadas geniais como as aparições de Jean-Cloude Van Damme e Lenny também se achando o melhor carateca do mundo. Gus fica com a parte de trazer carisma à trama. Não é nada de outro mundo, por tanto, só assista se a oportunidade lhe bater à porta, não é daqueles filmes que eu precise dizer “corra e vá tratá-lo de assistir“.


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Agente 86 (Get Smart)

Direção: Peter Segal.
Roteiro: Tom J. Astle e Matt Ember adaptação da série de Mel Brooks e Buck Henry.
Elenco: Steve Carell, Anne Hathaway, Dwayne “Rock” Johnson, Alan Arkin, Terence Stamp, Terry Crews, David Koechner, James Caan, Bill Murray, Patrick Warburton, Masi Oka.
Lançamento: 2008.
Gênero: Comédia / Ação.
Tempo: 110 min.

Sinopse: A Controle é uma organização secreta dos EUA que se vê diante de uma perigosa armadilha arquitetada pela sua inimiga KAOS. Com todas as identidades de seus agentes reveladas, Maxwell Smart(Steve Carell) finalmente tem sua oportunidade de se tornar um agente. Ao lado da experiente parceira agente 99 (Anne Hathaway), que não se sente nem um pouquinho segura ao seu lado, eles precisam impedir que a KAOS destrua o mundo com suas bombas nucleares.

Adaptado da clássica série dos anos 60, que acabou tendo reprises na década de 70/80, Agente 86 (Get Smart) é um filme que acertou em cheio na escolha do elenco, e soube dosar bem cenas de humor com ação. Confesso que nunca vi a série, mas pelo que andei lendo, o filme foi uma ótima homenagem. Para quem não conhecia o seriado o filme funciona direitinho, pelo menos para o que ele se propõe.

Steve Carell interpreta Maxwell Smart, ou simplesmente Max, que é um analista da Controle (Control) e sonha em ser um agente de campo. Depois de uma invasão na base de sua agência, e da revelação da identidade e posteriores assassinatos dos agentes de campo, a chance que Max sonhou surge, ele se torna o agente 86. Acompanhando ele como sua parceira temos a agente 99 (Anne Hathaway), que fez cirurgia plástica para não ser mais reconhecida.

O filme é um pouco idiota algumas vezes, algumas cenas são bem bestinhas, mas é o que faz dele um bom filme. Steve Carell tem um talento nato para fazer rir, sem ser simplesmente um imbecil. Tenho que admitir que as cenas de ação são até boas demais para uma “comédia“. Anne Hathaway é pura sensualidade no papel da agente 99, e manda muito bem. Temos ainda ótimos vilões bastante caricatos, Alan Arkin como o chefe da organização também tá muito bem no papel. Temos o truculento Dwayne “Rock” não fazendo feio. Sem contar ainda com uma pequena “ponta” de Masi Oka, o Hiro Nakamura do seriado Heroes.

Agente 86 é uma comédia leve e que deve agradar aos fãs da série e também a quem não conhecia. O elenco é muito bom e Steve Carell é um gênio da comédia. O filme é um pouco besta, se você não gosta muito de comédias deste tipo talvez irá ficar no cinema sentindo que está perdendo seu tempo. O filme não é todo engraçado e nem chega a ser uma comédia grandiosa, mas algums momentos são bastante hilários e valem a pena serem conferidos no cinema.


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Sex And The City

Direção: Michael Patrick King.
Roteiro: Michael Patrick King
Elenco: Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kim Cattrall, Kristin Davis, Jennifer Hudson, Chris Noth, David Eigenberg.
Lançamento: 2008.
Gênero: Comédia, Romance.
Tempo: 148 min.

Sinopse: Uma grande escritora de sucesso e três amigas buscam equilibrar o trabalho com seus relacionamentos. Depois de 6 temporadas na HBO a série é exibida nas ‘grandes telas’ do cinema.

Graças a esta maravilhosa jornada que tive no cinema com dona patroa, obtive (sem direito a recursos ou apelações) o direito de comparecer a todos os jogos do meu Vitória na Série-A, ou ainda assistir a 20 filmes de luta e explosões. Amigos, esta experiência foi realizada na semana retrasada e, devido ao meu ‘pequeno’ problema com a Velox, só estou retornando hoje com os posts. Já vi filmes “de mulher” muito piores que este, mas tenho certeza que nenhum homem deveria assistir, ou muito menos dar opniões sobre esta ‘película‘, se não vai acabar fazendo como eu, detonar tudo!

Não vi nunca o seriado então quem for fã releve meus comentários, ou melhor, comente dizendo o que achou do filme se foi coerente com a série televisiva, se realmente valeu a pena ter sido feito, etc. Na minha visão de “não fã“, desconhecedor da trama e ainda de homem eu posso dizer que o filme é altamente fútil. Mulheres que já deviam se portar como pessoas maduras parecendo menininhas de 15 anos indo às compras com um cartão de crédito sem limites. Um universo idiota mesmo, de roupas de marca (aquelas horríveis que às vezes passam nos telejornais) e moda.

Marcas, marcas, marcas e um pouco de amor. Esta é a temática do filme. Amor daqueles de cinderela. Os homens do filme aparecem simplesmente como destruidor de corações ou idiotas. Se elas são tão independentes e sonham tanto em ter uma vida de “rainha“, de casar com um grande homem e viver um grande amor, recheado de Dolce´s e Vitton´s (não sei outras marcas e nem como estas são escritas, e não vou pesquisar no Google também), porquê passam o filme (ou sua vida) correndo atrás destes “tipos“?

A história não preciso comentar muito, afinal, quem é fã da série deve conhecer e quem não é nem vá perder seu tempo indo ao cinema. A melhor participação do filme é de uma ajudante de Sarah Jessica Parker (que interpreta Carrie), o nome dela é Jennifer Hudson e ela interpreta Louise. É a única “esperta” do filme e parece até uma “gênia“, no meio de tantas mulheres imbecis.

Ao contrário do filme que é muito longo, bastante mesmo, meus comentários vão ficar por aqui. Como um filme ele é muito ruim, sem nada de interessante na trama. Quem é fã pode livremente escrever nos comentários se ele fez jus a série, e se foi boa a espera, se valeu à pena. Quem sabe não publico aqui no blog alguma crítica de outra pessoa?


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