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Como hoje é dia de Halloween nada melhor do que se inspirar um pouco com o calendário de Zumbis Pin-up´s. Um calendário diferente onde as belas garotas das fotos são na verdade comedoras de cérebros! Braaaainnns!!!!

O Zumbie Pin-up tem o calendário completo, na verdade são 13 meses de janeiro a janeiro, para você comprar por $ 19,99. Confira lá outras imagens.


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Depois do relativo sucesso do primeiro post que fiz (se não conferiu pode clicar no link que é sucesso) com alguns comerciais clássicos e que marcaram época sem dúvida, resolvi fazer uma segunda lista. Alguns comerciais abaixo foram indicados através dos comentários.

Segue a listagem 2, a Volta dos que não foram:

O Gordinho da Honda

Classicão ein?

Compre Batom, compre Batom…

A maior lavagem cerebral coletiva do mundo de todos os tempos. Lembro que meu antigo cão se injuriava quando alguém tentava lançar esse técnica de hipnose nele…

Pirocóptero

“Pirulito que voa voa, pirulito que vai voar”… Da época em que minha única preocupação era fazer o dever de casa, leia-se cobrir desenhos com giz de cera.

Chocolates Garoto

Esse tinha Paula Toller cantando “Fly me to the moon”. Incrível como as propagandas antigamente usavam sem ‘dó’ jovens meninas se insinuando. Tem o nerd dando um “ataque carnavalesco” na menina que é engraçadíssimo.

Garoto 2 - Vários

Esse é tipo o comercial “completo” da Garoto. Claro que quando tinha o intervalo não passava ele nessa versão “full“, mas sim as partes de 30 ou 60 segundos. Só pra vocês terem certeza de que a Garoto foi responsável por criar grandes pevertidos.

Palio Weekend Peixinhos

Lindo e a música é muito boa hahahaha.

Sutiã Valisére

Esse é pras meninas lembrarem, e pra também não dizer que só tem coisa pra marmanjo aqui no blog. Com o Slogan “O Primeiro Sutiã a gente nunca esquece“, mais um dos comerciais dos anos 80/90 que continuam me deixando com uma leve impressão que o pessoal era muito sem noção naquela época. E eu brincando de Comandos em Ação sem ver malícia nenhuma, pobre garoto!

Tio da Sukita.

Não é tão antiga assim, mas também marcou época.

Margarina All Day

Essa também é muito clássica… “Oh Happy Day…”

Cofap - Eu Voltei

A volta do Turbogas Cofap. Emocionante.

Pra desespero de vocês eu ainda tenho alguns links de mais propagandas clássicas. Vou deixar para um próxima lista, sim a parte 3. Como sempre podem indicar mais nos comentários, lembrando que não vale as que já coloquei na primeira lista.


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Um dos gêneros que mais gosto de filmes é a Ficção Científica (Sci-Fi). E quais seriam as grandes musas de todos os tempos destes filmes? Fiz uma lista com as 10 mais belas e “hots”, não levando em consideração a qualidade do filme em si, afinal, como vocês verão abaixo tem muito filme “bomba” no Top 10.

Vou seguir como sempre do 10º até o 1º lugar.

[10] - Sigourney Weaver como Ellen Ripley em Alien.

Se não era assim tão bela, essa cena já lhe credenciou a aparecer na lista.

[09] - Milla Jovovich como Leeloo em O Quinto Elemento (The Fifth Element).


Ela que sempre abusou de aparecer com pouquíssimas roupas desde os seus primeiros filmes. Quem lembra dela como o quinto elemento?

[08] Kristanna Loken como Terminatrix em O Exterminador do Futuro 3 (Terminator 3: Rise of the Machines)


Convenhamos, foi a única coisa interessante do filme, que por sinal dormi durante 80% dele no cinema!

[07] Kelly LeBrock como Lisa em Mulher Nota 1000 (Weird Science).

Ela foi construída por dois nerds que juntaram o que havia de melhor em várias mulheres, só podia acabar resultando nesta perfeição que se tornou uma das grandes musas dos anos 80. Veja aqui uma resenha que Ramon fez pro blog sobre o filme.

[06] Tricia Helfer como a Cylon Number Six da série Battlestar Galactica.

Claro que não iria resistir colocar a Number Six em outro lugar que não fosse na 6º posição. Ela que deixa o doutor Gaius Baltar louco, que já saiu até na Playboy norte americana e que é um arraso, ou melhor dizendo, são um arraso já que temos milhares de cópias suas na série. Alguém se importa de colocar uma Cylon na lista das humanas?

[05] Carrie-Anne Moss como Trinity na trilogia Matrix.

Alguém ainda tem dúvidas do que levou Neo a entrar na toca do coelho? Charmosa, sensual e fatal, Trinity deixou uma geração de Nerds loucos.

[04] Scarlett Johansson como  Jordan Two-Delta no filme A Ilha (The Island).

Sem dúvidas a mais bela atriz da atualidade, só que nesse filme meia boca ela ainda não estava em seu potencial máximo de provocação, por isso fica na “modesta” 4º colocação.

[03] Natasha Henstridge como Sil em A Experiência (Species).

Mesmo tendo continuações bizarras altamente levadas para o lado pornográfico, Natasha arrasou no primeiro filme da série que nem sei onde parou. Acho que mesmo sabendo que iriam morrer, muitos personagens “enfrentariam” ela novamente.

[02] Natalie Portman como Padme Amidala na “nova” trilogia de Star Wars (Star Wars: The New Trilogy).

Mais do que provado e justificado o porquê de Anakin ter se enfurecido e se tornado o Darth Vader. Só Yoda para resistir ao lado negro da força com essa princesa para salvar.

[01] Charlize Theron como Aeon Flux no filme Aeon Flux.

Se o filme não agradou e nem chegou aos pés do maravilhoso seriado animado Aeon Flux, Charlize Theron valeu todo o esforço em assistí-lo. Ela é praticamente um camaleão, em cada filme aparece de um jeito. Se olharmos para ela em Monster onde ela está inacreditavelmente horrenda e comparar com essa foto acima, duvido que alguém que não saiba diga que é a mesma atriz.

Como sempre o espaço dos comentários está livre para vocês me ofenderem, opnarem ou ainda fazer sua lista com as mais belas atrizes em filmes de ficção científica. Sintam-se à vontade também para sugerir o tema do próximo Top 10.


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Quem acompanha notícias de cinema na internet com toda certeza já deve ter ouvido no diretor alemão Uwe Boll, que fez grandes pérolas do cinema. Todo mundo que vê seus filmes, sejam críticos ou o público em geral, sempre tem grande repulsa a seus filmes. De tão ruim que ele é, já virou motivo de piada diversas vezes, e tem gente que corre como o Diabo corre da Cruz quando ele pede para ceder direito de alguma coisa para fazer filmes.

Todos os amantes de games sentem uma vontade imensa de aposentar Uwe, pois ele acaba destruindo jogos clássicos quando os adapta para o cinema. Prova disso foi que teve até uma petição online que arrecadou milhares de assinaturas para poderem aposentar o sujeito. Ele deu a palavra que abandonaria e tudo mais, só que é claro que ele não fez, e ainda mandou todo mundo “para aquele lugar”. Sensacional.

O mais sensacional foi que ele já foi pro ringue com alguns críticos que escaldavam seus filmes, no jargão soteropolitano poderíamos dizer que ele chamou todo mundo para o pau (lá ele). Pelo menos nos ringues ele se deu bem. Veja aqui uma de suas lutas no youtube.

O fato é que na verdade sempre acompanhei estas notícias mas nunca assiti um filme dele. Não sou de falar mal de algo que não conheço, sendo assim, estou aqui publicamente lançando a  mim mesmo um desafio de assistir a pelo menos 4 filmes dele. Segue abaixo uma pequena seleção que fiz, e que gostaria da opnião de vocês:

- House of the Dead.
- Alone in the Dark (adorava esse game).
- BloodRayne.
- Em Nome do Rei (In the name of the king: A Dungeon Siege tale).

Espero sair vido desta empreitada. Dizem por aí que o filme que ele está fazendo (ou quer fazer) Postal, está deixando milhares de fãs do excelente game estremamente desesperados. Segundo ele, logicamente, vai ser o melhor filme dos últimos 10 anos, e quem achar o contrário é porquê não entende toda a sua genialidade e ficam gostando de Eli Roth - que para ele sempre faz o mesmo filme - ou ainda dos filmes maduros-cabeça e chatos de George Clonney.

Tenho que admitir que pelo menos cara-de-pau ele tem, deve tomar óleo de peroba todas as manhãs. O Entertainment Weekly fez uma lista “Uwe Boll: Pior diretor dos cinemas?”. Confira que é fantástica.


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Tinha anunciado aqui tem um tempinho os indicados ao Mtv: Movie Awards, incluí ainda em minha listagem os meus favoritos. Pelo visto, quem votou, pensa um pouco diferente de mim hehehe. Não gostei nem um pouco de alguns prêmios. Aliás, só de McLovin não ter ganho já perdeu quase toda a graça. Vejam os vencedores:

- Melhor Filme: Transformers
- Melhor Ator: Will Smith em ‘Eu Sou a Lenda‘.
- Melhor Estreante: Zac Efron em ‘Hairspray’
- Melhor Atriz: Ellen Page em ‘Juno‘,
- Melhor Atuação em Comédia: Johnny Depp em “Piratas do Caribe: O Fim do Mundo”.
- Melhor Cena de Luta: Sean Faris e Cam Gigandet em “Quebrando as Regras (Never Back Down)”.
- Melhor Vilão: Johnny Depp em ‘Sweeney Todd‘.
- Melhr Beijo: Briana Evigan e Robert Hoffman em ‘Step Up 2 The Streets’.
- Melhor filme do Verão: ‘Iron Man - O Homem de Ferro‘.

A premiação foi o de sempre, muito humor e diversão. Liderada pelo Mike Myers (Austin Powers), teve como destaques musicais as apresentações da ColdPlay e das Pussycat Dolls. Transformers ganhou o melhor filme, entretanto, o “grande vencedor” foi Johnny Depp, que acabou sendo o melhor ator (em comédia) e ainda o melhor vilão.

Decepção para mim mesmo ficou com o melhor estreante, como é que Zac Efron leva o prêmio de “McLovin“? Pior ainda, levou até de sua companheira de filme Nikki Blonsky. Pra mim Efron esteve bem atrás destes dois.

Via Blog de Cine


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Desejo e Reparação (Atonement)

Direção: Joe Wrigth
Roteiro: Christopher Hampton adaptando livro de Ian Macwan.
Lançamento: 2007 (EUA), 2008 (Brasil).
Elenco: Keira Knightley,James McAvoy, Romola Garai, Saoirse Ronan, Vanessa Redgrave, Brenda Blethyn, Juno Temple, Alfie Allen, Nonso Anozie.
Gênero: Drama, Romance.
Tempo: 130 min.

Sinopse: Briony Tallis (Saoirse Ronan) é uma jovem garota de 13 anos, escritora e com uma grande imaginação. Ela nutre um amor secreto, e não correspondido, pelo filho dos empregados, Robbie Turner (Jon MacAvoy), de sua tradicional família inglesa, que na verdade tem seu amor correspondido por sua irmã mais velha, Cecília Tallis (Keira Knightley). Depois de acusar Robbie de um crime que não cometeu, ele acaba mudando drasticamente a vida de todos.

Depois de ter começado muito bem com “Orgulho e Preconceito“, o diretor Joe Wrigth retornou com mais um romance de época “Desejo e Reparação“, trazendo ainda na bagagem a mesma atriz que participou do seu filme antecessor Keira Knightley. O filme foi adaptado do livro de Ian Macwan, recebeu 7 indicações ao Oscar e levou a estatueta de melhor trilha sonora original. E por quê, depois de tanto tempo, venho eu aqui comentar que o filme é “bom” e não “excelente“, seguindo a indicação ao Oscar e também a maioria das criticas especializadas? Porquê achei o filme realmente muito bom, mas é chatíssimo e sonolento.

A trama começa com a extraordinária atuação de Saoirse Ronan interpretando Briony Tallis (com 13 anos), uma garota ‘gênia‘, escritora, que faz algumas peças e nutre um amor secreto por Robbie (Jon MacAvoy) que é digamos o ‘caseiro‘ de sua família. Sua irmã Cecília (Keira Knightley) nutre um amor por Robbie que é correspondido. Depois de uma série de confusões ela acusa Robbie injustamente por um crime que não cometeu. A partir daí a tragédia se instaura na vida de Robbie, acaba com a felicidade de sua irmã e de quebra deixa um enorme sentimento para Briony de culpa, por seu grave erro cometido.

A situação toma proporções catastróficas e somos levados de uma forma muito bela, e nada convencional para filmes de romance, pelos acontecimentos na vida de cada um. O problema é que é tudo muito arrastado, e se você não estiver bem disposto pode acabar achando tudo muito monótono, ou pior, pode fazer como fiz e dormir. Eu só consegui ver o filme na terceira tentativa. É bem provável que o chato seja eu.

O filme conta com belas paisagens e uma ótima trilha sonora. As atuações são fantásticas e o roteiro é bem desenhado de uma forma que, ao terminar o filme, você fica bem satisfeito com tudo que lhe foi apresentado. Principalmente com o desfecho da história, que é de certa forma surpreendente. Fugindo dos finais manjados para filmes românticos, de época ou não.

Como as opniões aqui no blog ainda são bastante pessoais, eu não tenho problemas ao assumir que gostei do filme, mas não o achei excelente simplesmente porquê é um filme realmente chatinho e sonolento. O ritmo até próximo à metade da história é muito devagar. Depois transcorre num ritmo melhor. Para muita gente uma verdadeira aula de cinema, já para mim, trata-se de uma ótima história de romance, com uma narrativa bastante criativa, mas recomendado apenas para quem não se incomoda com filmes ‘arrastados‘.



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Pessoas, um assunto um pouco fora dos padrões de notícias mas é algo muito relevante para minha pessoa. Sabem da promoção do Mastercard - O que não tem preço (www.naotempreco.com.br) ?

Pois bem, minha namorada escreveu um breve relato mostrando que o nosso namoro não tem preço. Estamos concorrendo a um Ipod e, se vocês ajudarem votando na história, a um cartão mastercard com 60 mil em compras, caso nossa história seja escolhida por eles para virar uma propaganda.

Entrem aqui no site e procurem por “Carla Carvalho” - Categoria: “Namoro”. Aí vocês irão conhecer um pouco mais sobre nossa história e também sobre o mocinho aí da foto, Tobias.


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