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	<title>Porra, man!ação | Porra, man!</title>
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	<description>Cinema e Séries do jeito que você entende.</description>
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		<title>2 Coelhos</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 08:35:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Parece, mas não é, o famoso e antigo slogan de uma marca de produto anti-caspas pode servir para explicar aos mais desavisados – já que apenas as produções globais ganham destaque publicitário por aqui – do que se trata esse tal de “2 Coelhos”, pois, o longa metragem de estreia de Afonso Poyart parece filme gringo e traz suas inspirações de grandes produções hollywoodianas bem claras mas não é, é cinema nacional, de qualidade, e que insere um pouco de crítica social (referente a nós brasileiros corruptos e preguiçosos) em meio a toda explosiva diversão que o filme nos entrega do início ao fim, num roteiro muito bem construído e amarradinho. Na trama conhecemos Edgar (Fernando Alves Pinto) que no alto dos seus 30 anos está em uma crise existencial, mas ele tem um plano para isso. A partir da narrativa em off de Edgar vamos conhecendo aos poucos, e quando ele acha necessário nos apresentar, cada um dos personagens que irão compor sua jornada como justiceiro moderno, passeando entre o poder e a corrupção. Criatividade não faltou ao publicitário Afonso Poyart que fez (dirigiu e escreveu) um filme “pequeno” parecer filme grande. Trazendo muita ação com tiroteios, explosões e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Ótimo: Classificação 4 de 6" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Parece, mas não é, o famoso e antigo slogan de uma marca de produto anti-caspas pode servir para explicar aos mais desavisados – já que apenas as produções globais ganham destaque publicitário por aqui – do que se trata esse tal de “<strong>2 Coelhos</strong>”, pois, o longa metragem de estreia de <strong>Afonso Poyart</strong> parece filme gringo e traz suas inspirações de grandes produções <em>hollywoodianas</em> bem claras mas não é, é cinema nacional, de qualidade, e que insere um pouco de crítica social (referente a nós brasileiros corruptos e preguiçosos) em meio a toda explosiva diversão que o filme nos entrega do início ao fim, num roteiro muito bem construído e amarradinho.</p>
<p>Na trama conhecemos Edgar (<strong>Fernando Alves Pinto</strong>) que no alto dos seus 30 anos está em uma crise existencial, mas ele tem um plano para isso. A partir da narrativa em <em>off</em> de Edgar vamos conhecendo aos poucos, e quando ele acha necessário nos apresentar, cada um dos personagens que irão compor sua jornada como justiceiro moderno, passeando <strong>entre o poder e a corrupção.</strong></p>
<div id="attachment_9844" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-9844" title="2 coelhos" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/2-coe.jpg" alt="" width="400" height="220" /><p class="wp-caption-text">Corre corre, pega pega</p></div>
<p><strong>Criatividade não faltou ao publicitário Afonso Poyart</strong> que fez (dirigiu e escreveu) um filme “<em>pequeno</em>” parecer filme grande. Trazendo muita ação com tiroteios, explosões e um visual muito interessante &#8211; que traz uma forte linguagem de ‘videoclipe’ (trabalho que Poyart desempenhava antes deste seu debut) &#8211; <strong>“2 Coelhos” é uma produção deveras caprichada em toda a parte técnica</strong> (talvez faltou um pouco de grana pra fazer o carro pegar fogo direitinho mas isso é o de menos), inclusive na trilha sonora, afinal, um filme que começa ao som de “<em>Será que é Disso que eu Necessito</em>” do melhor (<strong>EM MINHA OPINIÃO</strong>) disco dos Titãs, o “<em>Titanomaquia</em>” de 1993, e ainda consegue inserir de forma muito legal em uma cena o “<em>Ding Ding, sou foda</em>” merece muito respeito.</p>
<p>Mas <strong>o grande trunfo está mesmo no roteiro que é muito bem escrito</strong> e segue aquela linha de história recortada e não linear cronologicamente que vai amarrando, aos poucos e por vezes com auxílios de alguns <em>flashbacks</em>, todas as suas pontas até no final tudo fazer sentido (algo que <strong>Guy Ritchie</strong> gosta muito de fazer em suas obras como “<a href="http://www.porraman.com/2010/09/lista-de-filmes-jogos-trapacas-e-2-canos-fumegantes/" target="_blank">Jogos, Trapaças e 2 Canos Fumegantes</a>”, por exemplo). Enquanto os fatos vão se desenrolando na tela, vamos conhecendo um a um todos os personagens e aí <em>Poyart</em> foi bem feliz em fazer com que todo mundo desempenhe um papel importante e plenamente justificável na trama (até mesmo aquele barbudinho meio <em>Jack</em> de “<a href="http://www.porraman.com/category/seriados/lost/" target="_blank">Lost</a>”, meio <em>Los Hermanos</em>, que vive sofrido e recluso).</p>
<div id="attachment_9846" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-9846" title="2 Coelhos x Suker Punch" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/2coelhos03.jpg" alt="" width="400" height="220" /><p class="wp-caption-text">Momento Suker Punch</p></div>
<p>E se na parte técnica e no roteiro tudo é muito bem conduzido <strong>o elenco também dá um show à parte</strong>. Desde as carinhas mais conhecidas como <strong>Caco Ciocler</strong> que interpreta muito bem um personagem que fala pouco mas diz muito apenas com suas expressões, a sempre bela <strong>Alessandra Negrini</strong> que alterba muito bem entre os papéis de “<em>femme fatale</em>” e de mocinha indefesa e até mesmo o rapper <strong>Thaíde</strong> faz uma ponta interessante e divertida. O ator principal <strong>Fernando Alvez Pinto</strong> que interpreta Edgar consegue conduzir bem a história, seja em seus momentos de &#8216;ação&#8217; seja quando ele vai narrando a trajetória de seu plano. Podemos destacar ainda <strong>Marat Descartes</strong> como o vilão Maicon, o <strong>Thogun</strong> como o “<em>Bolinha</em>” e por aí vai, no geral, todos estão muito bem em seus papéis.</p>
<p>Trazendo para a realidade nacional muito da cultura pop mundial, e aí não faltam odes a videogames (tem uma sequência com o game GTA), coisas nerds em geral e até espadas ninjas, “<strong>2 Coelhos” mostra a todos que com um pouco de criatividade e vontade dá pra fazer algo muito legal e que consiga trazer um entretenimento de muita qualidade com inteligência</strong>, item que tem faltado em nossos cinemas.</p>
<div id="attachment_9843" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-9843" title="2 coelhos " src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/384946-2coelhos_2.jpg" alt="" width="400" height="220" /><p class="wp-caption-text">We have to go back!</p></div>
<p>Com uma parte técnica e visual muito bem trabalhada, um roteiro bem escrito e amarradinho capaz de prender o interesse do espectador do início ao fim (não gostei tanto do final &#8216;redentor’, mas tudo bem, é nada comparado a tudo que foi apresentado), atuações bastante convincentes e carismáticas, este é o tipo de filme que recomendo fortemente, <strong>ação e diversão em doses cavalares e sem precisar deixar seu cérebro guardado do lado de fora da sala</strong>. <em>Porra, Man!</em> Isso é raridade.</p>
<p><em>PS: Quem escrever em meio ao seu comentário algo do tipo “apesar de ser filme brasileiro” vai ter o meu total desprezo. Já superamos isso há tempos, por favor, vamos ser mais inteligentes nos comentários, este filme merece.</em></p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright size-full wp-image-9847" title="2coelhosposter" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/02/2coelhosposter.jpg" alt="" width="185" height="272" />2 Coelhos (2011/2012 &#8211; 106 min)</strong><br />
<strong> Ação</strong></p>
<p>Um filme de Afonso Poyart com Alessandra Negrini, Caco Ciocler, Fernando Alves Pinto, Marat Descartes, Neco Vila Lobos, Roberto Marchese, Norival Rizzo, Thogun, Thaíde, Yoram Blaschkauer, Robson Nunes e Aldine Muller.</p></blockquote>
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		<title>Sherlock Holmes 2 &#8211; O Jogo de Sombras (Sherlock Holmes &#8211; The Game of Shadows)</title>
		<link>http://www.porraman.com/2012/01/sherlock-holmes-2-o-jogo-de-sombras-sherlock-holmes-the-game-of-shadows/</link>
		<comments>http://www.porraman.com/2012/01/sherlock-holmes-2-o-jogo-de-sombras-sherlock-holmes-the-game-of-shadows/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 09:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
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		<category><![CDATA[ação]]></category>
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		<category><![CDATA[comédia]]></category>

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		<description><![CDATA[Em 2009 Guy Ritchie entregou para o cinema uma versão moderna e com uma “nova roupagem” do astuto, egocêntrico e famoso detetive Sherlock Holmes – personagem criado originalmente por Arthur Conan Doyle no século 19 – trazendo muita ação, pancadaria e humor. Lançado lá fora no ano passado e chegando agora em 2012 nos cinemas nacionais, “Sherlock Holmes  &#8211; O Jogo das Sombras (Sherlock Holmes – The Game of Shadows)” consegue superar o primeiro filme apresentando um pouco menos de ‘correria’ ao preencher a trama com mais inteligência adicionando um vilão à altura do louco e insano herói. Na trama acompanhamos  Sherlock Holmes (Robert Downey Jr, “O Homem de Ferro 2”) em face a desvendar uma série de atentados ligado a um gênio com uma mente criminosa, professor Moriarty (Jared Harris). Com um adversário tão ou mais inteligente que ele e que parece sempre estar um passo à frente, Holmes precisará da ajuda (mais uma vez e até atrapalhando sua despedida de solteiro, casamento e lua de mel) do seu fiel companheiro Dr. Watson (Jude Law, “Contágio”) e ainda do seu irmão Mycroft Holmes (Stephen Fry) – que é tão excêntrico quanto ele – e ainda de uma cigana chamada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Muito Bom: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Em 2009<strong> Guy Ritchie</strong> entregou para o cinema uma versão moderna e com uma <em>“nova roupagem</em>” do astuto, egocêntrico e famoso detetive <a href="http://www.porraman.com/2010/01/sherlock-holmes-critica-filme/" target="_blank">Sherlock Holmes</a> – personagem criado originalmente por <strong>Arthur Conan Doyle</strong> no século 19 – trazendo muita ação, pancadaria e humor. Lançado lá fora no ano passado e chegando agora em 2012 nos cinemas nacionais, “<strong>Sherlock Holmes  &#8211; O Jogo das Sombras (Sherlock Holmes – The Game of Shadows)</strong>” <strong>consegue superar o primeiro filme apresentando um pouco menos de ‘correria’ ao preencher a trama com mais inteligência</strong> adicionando um vilão à altura do louco e insano herói.</p>
<p>Na trama acompanhamos  Sherlock Holmes <strong>(Robert Downey Jr</strong>, “O <a href="http://www.porraman.com/2010/05/homem-de-ferro-2-iron-man-2/" target="_blank">Homem de Ferro 2</a>”) em face a desvendar uma série de atentados ligado a um gênio com uma mente criminosa, professor Moriarty (<strong>Jared Harris</strong>). Com um adversário tão ou mais inteligente que ele e que parece sempre estar um passo à frente, Holmes precisará da ajuda (mais uma vez e até atrapalhando sua despedida de solteiro, casamento e lua de mel) do seu fiel companheiro Dr. Watson (<strong>Jude Law</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2011/11/contagio-2011/" target="_blank">Contágio</a>”) e ainda do seu irmão Mycroft Holmes (<strong>Stephen Fry</strong>) – que é tão excêntrico quanto ele – e ainda de uma cigana chamada Simza (<strong>Noomi Rapace</strong>).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9819" title="sherlockholmes2_1" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/01/sherlockholmes2_1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Dando ao espectador as devidas pausas para respirar entre uma cena de ação e outra, adicionando arcos bem resolvidos e inteligentes entre elas, <strong>Guy Ritchie traz novamente os seus famosos planos em câmera lenta</strong> (tem uma cena na floresta que é espetacular) mesclando bem momentos de pancadaria e correria com momentos de suspense que quase sempre trazem reviravoltas bastante divertidas e bem boladas. São também novamente bem vindos os pensamentos “<em>premonitórios</em>” de Holmes encadeiam uma sequência de ações que o detetive monta em sua cabeça para escapar das mais diversas situações de perigo.</p>
<p>Com uma parte técnica e visual bem interessante, o filme traz ainda ótimas atuações, em principal é claro a de <strong>Robert Downey Jr.</strong> cada vez mais divertido e que demonstra uma química incrível com<strong> Jude Law</strong>. Os dois novamente trazem à tela um <em>bromance</em> (Brother´s Romance, aquele amor entre amigos irmãos) recheado de carisma. Fora eles a inclusão do irmão de Holmes que, à sua maneira é tão louco quanto o detetive, é um muito bem vinda e nos brinda com momentos bem humorados. Na linha dos ‘mocinhos’ talvez a única personagem que destoa um pouco dos demais é a cigana Simza interpretada sem muito brilho pela <strong>Noomi Rapace</strong>.</p>
<p>Ainda comentando sobre o elenco o vilão interpretado por <strong>Jared Harris</strong> (que estrela a série <em>Mad Men</em>) é um dos principais fatores de sucesso desta sequência. O vilão do primeiro filme, ainda que tenha sido interpretado pelo sempre competente <strong>Mark Strong</strong>, está anos luz atrás da sagacidade e inteligência do professor Moriarty. Os embates entre Holmes e Moriarty durante diversos momentos da história é menos físico (apesar daquele “<em>gancho</em>”) e mais intelectual e fecha com uma cena fantástica em dois planos, uma num tabuleiro e outra num salão de dança que é uma alusão à própria disputa travada pelos dois no desfecho do trama.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9816" title="mystique" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2012/01/mystique.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Ainda que tenha faltado um pouco do tom “<em>sobrenatural Scooby Doo</em>” de seu antecessor, “<strong>Sherlock Holmes – O Jogo das Sombras</strong>” consegue superar o antecessor ao adicionar à toda diversão e humor doses generosas de inteligência numa obra bem realizada técnica e visualmente. Entretenimentos assim que fazem valer o seu tempo e dinheiro estão cada vez mais difíceis de se encontrar nas salas de cinema, portanto, sugiro que prestigiem.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong>Sherlock Holmes &#8211; O Jogo de Sombras (Sherlock Holmes &#8211; The Game of Shadows, 2011/2012 &#8211; 129 min) </strong><br />
<strong>Aventura, Ação.</strong></p>
<p>Dirigido por Guy Ritchie com roteiro de Michele Mulroney e Kieran Mulroney. Estrelando: Robert Downey Jr., Jude Law, Jared Harris, Kelly Reilly, Stephen Fry, Noomi Rapace e Rachel McAdams.</p></blockquote>
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		<title>Missão Impossível 4 &#8211; Protocolo Fantasma</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/12/missao-impossivel-4-protocolo-fantasma/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 09:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem já conhece as produções que trazem Ethan Hunt e alguns coleguinhas realizando missões aparentemente impossíveis já sabe muito bem o que lhe aguarda nos cinemas. Trazendo todos os elementos que são referência na franquia “Missão Impossível”, o quarto filme da série nos cinemas, “Protocolo Fantasma”, mantém o mesmo clima de aventura e ação trazendo ainda um pouco de humor com belos alívios cômicos. Na trama acompanhamos mais uma vez a trajetória do agente Ethan Hunt (Tom Cruise, “Operação Valquíria”) que desta vez é desligado junto com toda a sua agência depois de serem acusados por um atentado na Rússia. Com o ‘protocolo fantasma’ ativado pelo presidente ele e sua equipe composta por Benji (Simon Pegg, “Star Trek”), Jane (Paula Patton, “Preciosa”) e Brandt (Jeremy Renner, “Guerra ao Terror”) precisa salvar o mundo e limpar o nome da IMF. O filme já começa com adrenalina em alta com Ethan sendo resgatado de uma prisão, a partir daí a ação segue numa crescente passeando pelo mundo indo da Rússia até a Índia passando pela cidade de Dubai com direito a “passeio” naquele prédio mais alto do mundo – fico imaginando essa cena num IMAX, deve ser muito vertiginosa e imersiva – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Ótimo: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Quem já conhece as produções que trazem <em>Ethan Hunt</em> e alguns coleguinhas realizando missões aparentemente impossíveis já sabe muito bem o que lhe aguarda nos cinemas. Trazendo todos os elementos que são referência na franquia “<strong>Missão Impossíve</strong>l”, o quarto filme da série nos cinemas,<strong> “Protocolo Fantasma”, mantém o mesmo clima de aventura e ação trazendo ainda um pouco de humor com belos alívios cômicos</strong>.</p>
<p>Na trama acompanhamos mais uma vez a trajetória do agente Ethan Hunt (<strong>Tom Cruise</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2009/06/operacao-valquiria-valkyrie-critica-filme/" target="_blank">Operação Valquíria</a>”) que desta vez é desligado junto com toda a sua agência depois de serem acusados por um atentado na Rússia. Com o ‘protocolo fantasma’ ativado pelo presidente ele e sua equipe composta por Benji (<strong>Simon Pegg</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2009/05/star-trek-critica-filme-2009/" target="_blank">Star Trek</a>”), Jane (<strong>Paula Patton</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2010/03/preciosa-precious-critica-filme/" target="_blank">Preciosa</a>”) e Brandt (<strong>Jeremy Renner</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2010/02/guerra-ao-terror-the-hurt-locker/" target="_blank">Guerra ao Terror</a>”) precisa salvar o mundo e limpar o nome da IMF.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9702" title="mi-ghost-protocol1" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/mi-ghost-protocol1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>O filme já começa com adrenalina em alta com Ethan sendo resgatado de uma prisão, a partir daí a ação segue numa crescente passeando pelo mundo indo da Rússia até a Índia passando pela cidade de Dubai com direito a “<em>passeio</em>” naquele prédio mais alto do mundo – fico imaginando essa cena num IMAX, deve ser muito vertiginosa e imersiva – e ainda perseguição em meio a tempestade de areia. Fica claro em alguns momentos que<strong> a trama foi toda preparada apenas para seguirmos os passos dos personagens por estas grandes cenas de ação</strong>, mas apesar do roteiro não ser um primor em inovação, tudo é bem amarradinho e o filme, apesar de sua longa duração, segue a todo instante mantendo um clima de suspense e aventura capaz de deixar o espectador interessado do início ao fim da história.</p>
<p>Confesso que fico parecendo uma criança esperando um presente ao ver os ‘brinquedinhos’ tecnológicos que são utilizados pelos agentes durantes suas missões. Retina ocular com scanner, carrinho magnético que faz o agente flutuar dentro de tubulações mortais – fazendo uma clara alusão à cena clássica do primeiro filme e talvez preparando <strong>Renner</strong> para ser um futuro substituto de <strong>Cruise</strong> – e por aí vai. Os obstáculos ficam ainda mais complicados de serem ultrapassados aqui devido a falta do costumeiro apoio que os agentes da IMF sempre contam, trabalhando por conta própria o tom de urgência e o perigo fica mais eminentes nos presenteando com um pouco mais de emoção.</p>
<p>Toda a parte técnica, visual e de efeitos especiais é muito bem feita. O trabalho na parte da trilha sonora também é muito bem encaixado, e até mesmo a utilização da famosa música tema da série (que anos atrás era febre total nos toques de celulares) é bem comedida e certeira. Os créditos iniciais apresentando o nome da equipe e dos atores também é um show a parte.</p>
<p>O diretor <strong>Brad Bird</strong> veio de grandes sucessos no mundo da animação como “<em>Gigante de Ferro</em>”, “<em>Os Incríveis</em>” e “<a href="http://www.porraman.com/2007/07/ratatouille/" target="_blank">Ratatouille</a>” e fez seu debut com um filme com atores reais de maneira excelente. Conseguiu manter as marcas registradas da franquia e ainda introduzir um pouco de humor com ótimos alívios cômicos trazidos por <strong>Simon Pegg</strong> que sabe fazer isso como ninguém. Os atores coadjuvantes foram bem escolhidos e trabalham de maneira bem interessante, até mesmo o eterno <a href="http://www.porraman.com/category/seriados/lost/" target="_blank">Lost</a> <strong>Josh Holloway</strong> faz uma ponta.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-9703" title="mi-ghost-protocol03" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/mi-ghost-protocol03.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p><strong>Talvez a única coisa que não esteja em alta sintonia seja a construção do vilão</strong> que se mostra a todo instante um pouco desinteressante, até mesmo a atuação de <strong>Michael Nyqvist</strong> é bastante caricata e deixa a desejar se formos comparar com os vilões dos filmes anteriores. Mas é muito pouco para chegar a prejudicar o resultado final, que consegue se sobressair e entregar um ótimo entretenimento.</p>
<p>Não levava muita fé que fosse <em>possível</em> ainda fazer mais um “<strong>Missão Impossível</strong>” depois de tantas aventuras, ameaças mortais e mundias, ficava me perguntando o que mais eles poderiam inventar. Mas “<strong>Protoco Fantasma</strong>” além de entregar ótimos momentos de diversão deixa espaço aberto para mais continuações, provando que é possível fazer <em>blockbusters</em> (e lucrar mundo afora) entregando algo de qualidade e que caia no gosto de uma grande quantidade de pessoas.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright  wp-image-9704" title="missao-impossivel-protocolo-fantasma-poster" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/12/missao-impossivel-protocolo-fantasma-poster-202x300.jpg" alt="" width="141" height="210" />Missão: Impossível 4 &#8211; Protocolo Fantasma (Mission: Impossible &#8211; Ghost Protocol, 2011 &#8211; 133 min)<br />
Ação</strong></p>
<p>Dirigido por Brad Bird com roteiro de André Nemec e Josh Appelbaum. Estrelando: Tom Cruise, Jeremy Renner, Paula Patton, Simon Pegg, Michael Nyqvist, Léa Seydoux e Josh Holloway.</p></blockquote>
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		<title>Capitão América &#8211; O Primeiro Vingador</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/08/capitao-america-o-primeiro-vingador/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 11:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[marvel]]></category>

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		<description><![CDATA[Na minha lista de filmes mais esperados do ano “Capitão América &#8211; O Primeiro Vingador (Captain America &#8211; The First Avenger)” era o que eu tinha as menores expectativas. Os fatores que me levaram a isso foram muitos e começaram quando vi as primeiras imagens de divulgação. Mas se até mesmo a ironia de termos o filme do primeiro Vingador sendo, na verdade, o último na sequência criada pela Marvel nos cinemas para reunir seus heróis em 2012 com “Os Vingadores”, fazendo aí alusão a expressão “os últimos serão os primeiros”, não me espantei quando fui agradavelmente surpreendido nos cinemas com uma aventura bacana, divertida e que não chega a ofender nossa inteligência. O personagem do Capitão América nunca figurou entre os meus favoritos no mundo dos super-heróis, mas o trabalho dos roteiristas e principalmente do diretor Joe Johnston (Jumanji, Jurassic Park 3) teve êxito ao suprimir um pouco a questão do exacerbado patriotismo americano que ele carrega, conseguindo até mesmo encaixar a questão dele ter sido criado para levantar a moral dos estados unidos em tempos difíceis na própria trama do filme que segue num bom ritmo e nos apresenta, numa gostosa viagem “retrô”, todas as suas motivações e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Muito Bom: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Na minha <a href="http://www.porraman.com/2011/01/os-filmes-mais-esperados-de-2011/" target="_blank">lista de filmes mais esperados do ano</a> “<strong>Capitão América &#8211; O Primeiro Vingador (Captain America &#8211; The First Avenger)</strong>” era o que eu tinha as menores expectativas. Os fatores que me levaram a isso foram muitos e começaram quando vi as primeiras imagens de divulgação. Mas se até mesmo a ironia de termos o filme do primeiro Vingador sendo, na verdade, o último na sequência criada pela Marvel nos cinemas para reunir seus heróis em 2012 com “<em>Os Vingadores</em>”, fazendo aí alusão a expressão “<em>os últimos serão os primeiros</em>”, não me espantei quando fui agradavelmente surpreendido nos cinemas com uma aventura bacana, divertida e que não chega a ofender nossa inteligência.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8865" title="filme-capitao-america-cinema" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/filme-capitao-america-cinema-filme-noticia-santa-rita-hoje-2.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>O personagem do Capitão América nunca figurou entre os meus favoritos no mundo dos super-heróis, mas o trabalho dos roteiristas e principalmente do diretor<strong> Joe Johnston</strong> (<em>Jumanji</em>, <em>Jurassic Park 3</em>) teve êxito ao suprimir um pouco a questão do exacerbado patriotismo americano que ele carrega, conseguindo até mesmo encaixar a questão dele ter sido criado para levantar a moral dos estados unidos em tempos difíceis na própria trama do filme que segue num bom ritmo e nos apresenta, numa gostosa viagem “<em>retrô</em>”, todas as suas motivações e primeiros passos de forma tão certeira que, confesso, fiquei até com vontade de explorar um pouco mais o seu universo.</p>
<p>Outra coisa que eu temia foi a escolha do ator<strong> Chris Evans</strong> para viver o personagem, seus trabalhos anteriores em filmes como “<a href="http://www.porraman.com/2009/07/herois-push/" target="_blank">Heróis</a>” e, principalmente, em “<a href="http://www.porraman.com/2007/05/detonando-a-lista/" target="_blank">Quarteto Fantástico</a>” – aquele tocha humana que ele fez era triste demais – não eram nem um pouco inspiradores, mas ele conseguiu imprimir um bom ritmo e se mostrou bastante seguro no papel, conseguindo ser engraçado quando necessário e trazendo uma atuação realmente convincente, apesar de não ser nada espetacular. O elenco como um todo trabalha bem e isso ajuda a deixar a história mais interessante.</p>
<p>Em boa parte do tempo fica aquela sensação de “<em>mais do mesmo</em>” por trazer vários elementos já consagrados e manjados de filmes do gênero, até mesmo as cenas de ação soam repetitivas em alguns momentos. Só que tudo isso acaba sendo relevado facilmente quando nos deparamos com bons alívios cômicos encaixados de forma certeira em algumas situações e momentos da história.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8862" title="capitao_america_o_primeiro_vingador_2011_g" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/capitao_america_o_primeiro_vingador_2011_g.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>Só que o melhor realmente em “<strong>Capitão América – O Primeiro Vingador</strong>” é que o filme consegue apresentar sua história de maneira clara sem, em nenhum momento, ser ofuscada pelas referências e ‘preparação de terreno’ para o futuro grande projeto da Marvel de reunir seus heróis do cinema em um filme, ao contrário de <a href="http://www.porraman.com/2011/05/thor-filme-2011/" target="_blank">“Thor</a>”, que acabou prejudicando a trama principal em detrimento a todas estas apresentações e ‘convergências’ de universos.</p>
<p>Sem ofender o passado e histórico do herói e mesmo com toda a “<em>vibe</em>” de clássico oitentista da<em> sessão da tarde</em>,<strong> o resultado final é positivo e a missão foi cumprida</strong>. Agora é esperar ver como se dará a reunião de todos estes herois no ano que vem, se levarmos em consideração os filmes solos não teremos muito com o que nos preocupar.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright size-full wp-image-8864" title="capitao-america-o-primeiro-vingador-poster-3-202x300" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/capitao-america-o-primeiro-vingador-poster-3-202x300.jpg" alt="" width="141" height="210" />Capitão América &#8211; O Primeiro Vingador (Captain America &#8211; The First Avenger , 2011 &#8211; 124 min)<br />
Aventura</strong></p>
<p>Dirigido por Joe Johnston com roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely. Estrelando: Chris Evans, Hugo Weaving, Hayley Atwell, Sebastian Stan, Dominic Cooper, Tommy Lee Jones, Stanley Tucci, Richard Armitage, Toby Jones, Neal McDonough, Derek Luke, Kenneth Choi, JJ Feild, Bruno Ricci, Lex Shrapnel, Michael Brandon, Martin Sherman e Natalie Dormer.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>[Lista de Filmes] &#8211; Confissões de uma Mente Perigosa</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 12:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Lista de Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[comédia]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>

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		<description><![CDATA[Já tem um tempo que tenho deixado um pouco de lado minha lista de filmes a assistir, também, com tantos lançamentos de filmes e séries fica complicado, mas nunca é tarde e a lista de filmes está voltando com tudo. Darei prioridade agora às indicações que recebo aqui no blog (e que vou adicionando lá). E para recomeçar vamos com uma obra que foi a estreia na direção de um grande ator e produtor de cinema, “Confissões de uma mente perigosa (Confessions of a dangerous mind)” dirigido e &#8216;estrelado&#8217; por George Clooney e outros grandes atores. A trama segue a história de Chuck Barris (Sam Rockwell, “Lunar”), um conhecido produtor de TV americano. Foi ele o pai de vários games shows bastante difundidos como o &#8216;The Dating Game&#8216; e o &#8216;The Gong show&#8216; – aqui no Brasil Sílvio Santos chamou de &#8216;Namoro na TV&#8216; e &#8216;Show de Calouros&#8216; – e o filme segue a história de sua autobiografia. Nada de excepcional não fosse o fato de que o próprio Chuck Barris escreveu neste seu livro que além dessa sua profissão (onde criava diversos programas) ele também era um assassino contratado pela CIA. George Clooney não fez feio em sua estreia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Muito Bom: Classificação 4 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/4_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Já tem um tempo que tenho deixado um pouco de lado minha <a href="http://www.porraman.com/lista-de-filmes-a-assistir/" target="_blank">lista de filmes a assistir</a>, também, com tantos lançamentos de filmes e séries fica complicado, mas nunca é tarde e a lista de filmes está voltando com tudo. Darei prioridade agora às indicações que recebo aqui no blog (e que vou adicionando lá). E para recomeçar vamos com uma obra que foi <strong>a estreia na direção de um grande ator e produtor de cinema, “Confissões</strong> <strong>de uma mente perigosa (Confessions of a dangerous mind)</strong>” dirigido e &#8216;estrelado&#8217; por<strong> George Clooney</strong> e outros grandes atores.</p>
<p>A trama segue a história de Chuck Barris (<strong>Sam Rockwell</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2010/01/lunar-moon/" target="_blank">Lunar</a>”), um conhecido produtor de TV americano. Foi ele o pai de vários games shows bastante difundidos como o <em>&#8216;The Dating Game</em>&#8216; e o &#8216;<em>The Gong show</em>&#8216; – aqui no Brasil <em>Sílvio Santos</em> chamou de <em>&#8216;Namoro na TV</em>&#8216; e &#8216;<em>Show de Calouros</em>&#8216; – e o filme segue a história de sua autobiografia. Nada de excepcional não fosse o fato de que o próprio Chuck Barris escreveu neste seu livro que além dessa sua profissão (onde criava diversos programas) ele também era um assassino contratado pela CIA.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8845" title="confessions-of-a-dangerous-mind-9[3]" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/confessions-of-a-dangerous-mind-93.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p><strong>George Clooney não fez feio em sua estreia na direção</strong>, se mostra bastante seguro e ainda conseguiu, com toda sua influência, trazer grandes nomes para atuarem como coadjuvantes a exemplo de<strong> Drew Barrymore</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2011/07/garota-fantastica-whip-it-filme/" target="_blank">Garota Fantástica</a>”) e <strong>Julia Roberts</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2010/10/comer-rezar-amar-eat-pray-love-critica-filme/" target="_blank">Comer Rezar Amar</a>”) e também alguns para fazem rápidas aparições como<strong> Brad Pitt</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2011/08/a-arvore-da-vida-the-tree-of-life/" target="_blank">A Árvore da Vida</a>”) e <strong>Matt Damon</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2011/08/a-arvore-da-vida-the-tree-of-life/" target="_blank">Os Agentes do Destino</a>&#8220;) em uma ponta (lá eles) bem divertida. O elenco é bem escolhido e todos funcionam muito bem na historia, com destaque para o protagonista<strong> Sam Rockwell</strong> que, na época em que o filme foi lançado, não era tão conhecido como hoje.</p>
<p>Ficou a cargo do grande<strong> Charlie Kaufman</strong> (“<em>Quero ser John Malkovich</em>”, “<em>Adaptação</em>”) adaptar o livro e escrever o roteiro, que é muito bem desenhado e conseguiu criar boas situações e saídas relacionados com o trabalho de Chuck como produtor de TV, sua conturbada vida amorosa e os tais trabalhos secretos para a CIA.</p>
<p>De ruim só fica a questão de<strong> Sam Rockwell a todo instante aparecer pelado</strong>. Sério, qual a necessidade? Porquê não <em>Drew</em> ou a <em>Srta. Roberts</em> desfilando todo o filme nuas? Apesar desse revés (<em>pelo menos para mim foi&#8230;</em>) o filme caminha bem e tem situações bastante divertidas que, aliadas com um bom roteiro, uma direção segura e um elenco bem inspirado resulta num filme realmente interessante.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8843" title="100mconfe" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/100mconfe.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>O fato mais curioso fica na veracidade dos fatos, será que Chuck foi mesmo um assassino contratado pela CIA? Ele mesmo confirma isso em sua autobiografia. Das duas uma, ou ele foi mesmo um super-assassino ou é apenas mais um desses gênios malucos da TV, tipo Sílvio Santos, só que mais sagaz.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-8844" title="anarquia 69 blogspo com" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/anarquia-69-blogspo-com-210x300.jpg" alt="" width="151" height="216" />Confissões de uma mente perigosa (Confessions of a dangerous mind, 2002 – 113min)<br />
Ação, Drama, Comédia.</strong></p>
<p>Dirigido por George Clooney com roteiro de Charlie Kaufman adaptando livro de Chuck Barris. Estrelando Sam Rockwell, George Clooney, Jennifer Rae Westley, Drew Barrymore, Julia Roberts, Rutger Hauer, Maggie Gyllenhaal, David Julian Hirsh, Jerry Weintraub e Frank Fontaine.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Super 8</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 00:47:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
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		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[alien]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[ficção cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[steven spielberg]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos de overdose de informação (e tome trailer, e tome cena do filme, e tome foto, e tome spoiler) a estratégia de manter a trama sobre sigilo durante a produção e pré-lançamento foi a primeira coisa que me agradou em “Super 8”. Além disso, o fato de estar nas mãos de J.J. Abrams com produção do grande Steven Spielberg fez com que este fosse, pelo menos para mim, um dos filmes mais esperados do ano. Por mais que não seja um trabalho perfeito (tem suas falhas e até pieguices), é emocionante, divertido e tem momentos realmente deslumbrantes. Que me desculpem os nobres da arte da crítica cinematográfica mas, às vezes, é isso que me basta. Na trama, ambientada em 1979, acompanhamos um grupo de garotos que testemunham um acidente de trem enquanto estavam filmando uma cena de um filme zumbi que eles &#8216;produzem&#8217;, mas logo desconfiam que existe algo de errado. E é quando a cidade é tomada pela força aérea americana e desaparecimentos misteriosos começam a acontecer que eles (e outros habitantes locais) começam a investigar e acabam entrando numa jornada de mistérios e descobertas assustadoras. A própria descrição da sinopse já deixa no ar um clima de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Excelente: Classificação 5 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/5_porraman.gif" alt="" width="92" height="50" /></p>
<p>Em tempos de overdose de informação (<em>e tome trailer, e tome cena do filme, e tome foto, e tome spoiler</em>) a estratégia de manter a trama sobre sigilo durante a produção e pré-lançamento foi a primeira coisa que me agradou em “<strong>Super 8</strong>”. Além disso, o fato de estar nas mãos de <strong>J.J. Abrams</strong> com produção do grande<strong> Steven Spielberg</strong> fez com que este fosse, pelo menos para mim, <a href="http://www.porraman.com/2011/01/os-filmes-mais-esperados-de-2011/" target="_blank">um dos filmes mais esperados do ano</a>.<strong> Por mais que não seja um trabalho perfeito (tem suas falhas e até pieguices), é emocionante, divertido e tem momentos realmente deslumbrantes.</strong> Que me desculpem os nobres da arte da crítica cinematográfica mas, às vezes, é isso que me basta.</p>
<div id="attachment_8822" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-8822" title="super8" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/super8_1.jpg" alt="" width="400" height="220" /><p class="wp-caption-text">Diversão e nostalgia</p></div>
<p>Na trama, ambientada em 1979, acompanhamos um grupo de garotos que testemunham um acidente de trem enquanto estavam filmando uma cena de um filme zumbi que eles &#8216;produzem&#8217;, mas logo desconfiam que existe algo de errado. E é quando a cidade é tomada pela força aérea americana e desaparecimentos misteriosos começam a acontecer que eles (e outros habitantes locais) começam a investigar e acabam entrando numa jornada de mistérios e descobertas assustadoras.</p>
<p>A própria descrição da sinopse já deixa no ar <em>um clima de uma turminha do barulho aprontando altas confusões em uma aventura cheia de mistérios</em>, não deixa mesmo de ser um grande resgate a alguns clássicos oitentistas, e aí podemos ver referências a<em> E.T.</em>, <a href="http://www.porraman.com/2008/05/conta-comigo-stand-by-me-1986-esse-era-bala/" target="_blank">Conta Comigo</a>, <em>Goonies</em>, <em>Contatos Imediatos de 3º Grau</em> e por aí vai. Aí entra<strong> J.J. Abrams</strong> como bom <em>padawan</em> e faz uma espécie de &#8216;homenagem&#8217; ao seu produtor e ainda mescla com o que ele sabe fazer, mistério, numa pegada que, de início pelo menos, lembra bem o filme “<a href="http://www.porraman.com/2008/02/cloverfield-monstro-2008/" target="_blank">Cloverfield</a>”.</p>
<div id="attachment_8820" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-8820" title="super8" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/super8.jpg" alt="" width="400" height="220" /><p class="wp-caption-text">Elle &quot;irmã de Dakota&quot; Fanning e Joel Courtney</p></div>
<p>Não deixa de ser também uma boa homenagem ao “<em>fazer cinema</em>” o grupo de garotos produzindo (<em>com muita qualidade de produção</em>) o filme de zumbi numa câmera ‘Super 8’ (<em>daí o título</em>), não ficamos só na nostalgia. Estas interações rendem divertidos momentos e daí podemos destacar o jovem protagonista Joe (<strong>Joel Courtney</strong>) que, apesar enfrentar a morte de sua mãe e uma aproximação meio conturbada com seu pai que é policial na cidade (<strong>Kyle Chandler</strong>), ainda arruma tempo para se apaixonar por Alice (<strong>Elle Fanning</strong>).</p>
<p>A forma como somos ‘manipulados’ é manjada sim, é placa de posto que vira bem na hora, a trilha sonora que vem batendo no coração e até cenas com mensagens um tanto quanto piegas. Fora isso temos as velhas crianças prodígios, com frases, atitudes e pensamentos um pouco aquém de sua idade (ainda mais numa época como aquela). A questão é que, mesmo com estes pequenos detalhes que podem ter chateado alguns mais críticos, eu não deixei de ser levado pela história. Dei boas risadas e me emocionei de verdade (aqui fala o sujeito que chorou com <a href="http://www.porraman.com/2010/01/sempre-ao-seu-lado-hachiko-a-dogs-story/" target="_blank">um filme de Richard Gere e um cachorro</a>).</p>
<div id="attachment_8818" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-8818" title="super_8_3" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/super_8_3.jpg" alt="" width="400" height="220" /><p class="wp-caption-text">Luz, Câmera, Ação!</p></div>
<p>Parte da culpa de eu ter curtido tanto “<strong>Super 8</strong>” se deve ao fato de eu ser uma pessoa bem suspeita para comentar este tipo de filme, que fala muito de mim e das coisas que gosto e tenho saudades. Sim, sou um sujeito nostálgico além da conta. Até mesmo as cenas durante os créditos do filme (simplesmente SENSACIONAIS) contribuíram para que eu saísse do cinema extremamente satisfeito e, para mim ao menos, cinema é emoção.</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-8819" title="super_8_dublado" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/08/super_8_dublado-202x300.jpg" alt="" width="141" height="210" />Super 8 (2011 &#8211; 112 min)<br />
Ficção Científica, Aventura, Ação</strong></p>
<p>Um filme de J.J. Abrams com Joel Courtney, Elle Fanning, Kyle Chandler, Riley Griffiths, Ryan Lee, Joel McKinnon Miller, Noah Emmerich, Glynn Turman, David Gallagher e Ron Eldard.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Eu Sou o Número 4 (I am Number Four)</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/07/eu-sou-o-numero-4-i-am-number-four/</link>
		<comments>http://www.porraman.com/2011/07/eu-sou-o-numero-4-i-am-number-four/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 12:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[ficção cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[numero 4]]></category>

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		<description><![CDATA[Lançado no início deste ano, “Eu Sou o Número Quatro (I Am Number Four)” trouxe consigo toda uma carga de desconfiança por se tratar de mais uma franquia adolescente de aventura, fato este que me fez deixar passar a oportunidade de conferí-lo nos cinemas. Por indicação de um colega de trabalho resolvi arriscar e, por mais que não seja nada de excepcional, trata-se de uma história que tem lá seus méritos apesar de toda a carga de clichê que carrega consigo. A trama segue a história do tal Número 4 (Alex Pettyfer), um jovem que além de enfrentar os problemas normais de sua idade vive com constantes mudanças junto ao seu protetor (interpretado por Timothy Olyphant, “A Epidemia”) para poder despistar os Morgadorianos, seres que destruíram seu planeta natal, Lorien, e estão na caçada dos 9 jovens que receberam poderes especiais, uma herança de seus ancestrais. Depois dos 3 primeiros serem assassinados, a bola da vez é o Número 4 que precisará aprender a controlar seus poderes para escapar dos impiedosos caçadores. De início o filme não empolga muito, apesar da cena de apresentação ser de pura correria. Logo jovens “sarados” surgem nas telas pilotando jet skys pela praia. Daí vamos para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="margin: 0px auto 15px; display: block; float: none;" src="http://porraman.com/_imagens/3_porraman.gif" alt="" /></p>
<p>Lançado no início deste ano, “<strong>Eu Sou o Número Quatro (I Am Number Four)</strong>” trouxe consigo toda uma carga de desconfiança por se tratar de <strong>mais uma franquia adolescente de aventura</strong>, fato este que me fez deixar passar a oportunidade de conferí-lo nos cinemas. Por indicação de um colega de trabalho resolvi arriscar e, por mais que não seja nada de excepcional, trata-se de uma história que tem lá seus méritos apesar de toda a carga de clichê que carrega consigo.</p>
<p>A trama segue a história do tal Número 4 (<strong>Alex Pettyfer</strong>), um jovem que além de enfrentar os problemas normais de sua idade vive com constantes mudanças junto ao seu protetor (interpretado por <strong>Timothy Olyphant</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2010/09/a-epidemia-the-crazies/" target="_blank">A Epidemia</a>”) para poder despistar os <em>Morgadorianos</em>, seres que destruíram seu planeta natal, Lorien, e estão na caçada dos 9 jovens que receberam poderes especiais, uma herança de seus ancestrais. Depois dos 3 primeiros serem assassinados,<em> a bola da vez</em> é o<em> Número 4 </em>que precisará aprender a controlar seus poderes para escapar dos impiedosos caçadores.</p>
<p><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/eu-sou-o-numero-quatro-822.jpg"><img style="background-image: none; margin: 0px auto 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; padding-top: 0px; border-width: 0px;" title="eu-sou-o-numero-quatro-822" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/eu-sou-o-numero-quatro-822_thumb.jpg" alt="eu-sou-o-numero-quatro-822" width="444" height="224" border="0" /></a></p>
<p><strong>De início o filme não empolga muito</strong>, apesar da cena de apresentação ser de pura correria. Logo jovens “<em>sarados</em>” surgem nas telas pilotando jet skys pela praia. Daí vamos para o manjado ambiente escolar, com direito aos velhos temas de paixão, bullying, amigo nerd e por aí vai. Quando o “<em>número 4</em>” vai descobrindo seus poderes e os tais exterminadores morgadorianos seguem em sua caçada é que a trama toma um rumo mais interessante, com direito a boas cenas de ação e efeitos especiais muito bem feitos.</p>
<p>Não deixa de ser claramente mais um “caça-níquel”, daqueles que querem pegar o rastro deixando por franquias como “<em>Harry Potter</em>” por exemplo, mas existem aqui alguns elementos que fazem “<strong>Eu Sou o Número 4</strong>” sair na frente de outras tentativas não tão interessantes como “<a href="http://www.porraman.com/2010/02/percy-jackson-e-o-ladrao-de-raios/" target="_blank">Percy Jackson</a>” ou até mesmo “<em>As Crónicas de Nárnia</em>”.  Tem o romancezinho inserido dentro da trama? Tem, mas não é centrado nele. Tem besteirol e alívios cômicos? Tem, mas não em demasia. Fora que, por ser adaptado de uma obra literária mais recente – o filme foi lançado na verdade antes mesmo do primeiro livro estar finalizado e chegar nas livrarias – o contexto é bem atualizado, com direito a youtube, internet, conversas via sms, etc.</p>
<p><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/Eu-Sou-o-Numero-Quatro-19.jpg"><img style="background-image: none; margin: 0px auto 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; padding-top: 0px; border-width: 0px;" title="Eu-Sou-o-Numero-Quatro-19" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/Eu-Sou-o-Numero-Quatro-19_thumb.jpg" alt="Eu-Sou-o-Numero-Quatro-19" width="444" height="224" border="0" /></a></p>
<p>Bem produzido e contando com um elenco que não faz feio, apesar de termos em sua maioria atores desconhecidos,<strong> “Eu Sou o Número 4” está muito longe de ser um trabalho primoroso ou revolucionário, mas consegue divertir sem ter que abusar de exageros</strong> em cenas de ação (tudo bem que o desfecho é no melhor estilo <strong>Michael Bay, </strong>que assinou apenas como produtor por estar ocupado com “<a href="http://www.porraman.com/2011/07/transformers-3-o-lado-oculto-da-lua-transformers-dark-of-the-moon/" target="_blank">Transformers 3</a>”) ou se ancorar em demasia num romance meloso e enfadonho. A largada para uma nova saga foi dada de forma bem resolvida  ainda que não seja nada altamente recomendável ou imperdível.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/number4.jpg"><img style="background-image: none; margin: 0px 0px 15px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: right; padding-top: 0px; border-width: 0px;" title="number4" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/number4_thumb.jpg" alt="number4" width="129" height="185" align="right" border="0" /></a>Eu Sou o Número Quatro (I Am Number Four, 2011 &#8211; 109 min)</strong><br />
Aventura, Ficção Científica</p>
<p>Dirigido por D.J. Caruso com roteiro de Alfred Gough e Miles Millar. Estrelando: Alex Pettyfer, Timothy Olyphant, Teresa Palmer, Dianna Agron, Callan McAuliffe e Kevin Duran.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Assalto ao Banco Central</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/07/assalto-ao-banco-central/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 11:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[cinema nacional]]></category>
		<category><![CDATA[policial]]></category>

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		<description><![CDATA[O trabalho de divulgação do filme “Assalto ao Banco Central”, contando ai site, entrevistas e até mesmo o trailer, foi tão grandioso quanto o assalto em Fortaleza do qual o filme se baseia. Até mesmo dois atores (não os mais famosos, mas já é algo) vieram para Salvador no dia pré-estreia que lotou 3 salas de cinema por aqui. Confesso que fui esperando uma grande bomba e o que vi definitivamente não foi um filme ruim, mas carrega algumas falhas e exageros que acabam prejudicando um pouco o resultado final. No ano de 2005 um grupo de assaltantes arquitetou um plano para assaltar o banco central de Fortaleza. Cavaram um túnel durante 3 meses, saíram no cofre e levaram quase 165 milhões de reais, 3 toneladas de dinheiro, sendo este um dos maiores assaltos a banco do mundo. Os assaltantes conseguiram tudo isso sem dar um único tiro. É bom lembrar que é apenas baseado em fatos reais, até mesmo porque ninguém encontrou até hoje toda a trupe para saber como tudo aconteceu. De fato é uma história deveras impressionante e a opção de narrar os acontecimentos de forma não linear, ou seja, misturando idas e vindas é até interessante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Regular: Classificação 2 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/2_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>O trabalho de divulgação do filme “<strong>Assalto ao Banco Central</strong>”, contando ai site, entrevistas e até mesmo o trailer, foi tão grandioso quanto o assalto em Fortaleza do qual o filme se baseia. Até mesmo dois atores (não os mais famosos, mas já é algo) vieram para Salvador no dia pré-estreia que lotou 3 salas de cinema por aqui. Confesso que fui esperando uma grande bomba e o que vi <strong>definitivamente não foi um filme ruim</strong>, mas carrega algumas falhas e exageros que acabam prejudicando um pouco o resultado final.</p>
<p>No ano de 2005 um grupo de assaltantes arquitetou um plano para assaltar o banco central de Fortaleza. Cavaram um túnel durante 3 meses, saíram no cofre e levaram quase 165 milhões de reais, 3 toneladas de dinheiro, sendo este um dos maiores assaltos a banco do mundo. Os assaltantes conseguiram tudo isso sem dar um único tiro. É bom lembrar que é apenas baseado em fatos reais, até mesmo porque ninguém encontrou até hoje toda a trupe para saber como tudo aconteceu.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-8674" title="centraldobrasil01" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/centraldobrasil01.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>De fato é uma história deveras impressionante e a opção de narrar os acontecimentos de forma não linear, ou seja, misturando idas e vindas é até interessante e não te cansa, porém, acaba destruindo qualquer chance de deixar o espectador curioso. É impossível entrar num clima de suspense se, logo de início, sem você sequer conseguir “conhecer” os personagens ou se inteirar em toda “tramamóia”, já lhe mostram como tudo vai terminar. Qualquer situação apresentada, qualquer problema que surja, poucos segundos depois já lhe é dada a resposta.</p>
<p>Nem todos os atores estão bem em seus papéis, mesmo assim algumas situações engraçadas são criadas e<strong> o filme acaba divertindo na maior parte do tempo</strong>. Mas só que, como disse no início, existem exageros. Algumas piadas são bem forçadas e com tantos personagens extremamente caricatos ainda sobram situações risíveis, mas de forma pejorativa, contando ai com frases de efeito que soam por demais “artificiais” sem contar ainda com péssimas escolhas para os efeitos sonoros. É hora de luta? Toca alto a música do <em>Dragon Ball Z</em>. É hora de aparecer <strong>Milhem Cortaz</strong> (“<a href="http://www.porraman.com/2010/10/tropa-de-elite-2-o-inimigo-agora-e-outro-critica-filme/" target="_blank">Tropa de Elite 2</a>”) como um super gênio do crime? Close nele jogando Xadrez com fundo musical “ambiente”.</p>
<div id="attachment_8672" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-8672" title="A assaltante fatal" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/128.jpg" alt="" width="400" height="220" /><p class="wp-caption-text">Nem se anime, ela não vai lhe mostrar nada...</p></div>
<p>Não é nenhum demérito sua comparação com filmes de assalto gringos, que também são recheados de situações manjadas e personagens bem estereotipados, na verdade, eu até acho que o cinema nacional tem mesmo que diversificar as produções e criar obras que gerem um retorno financeiro para os investidores. Só espero que, com o tempo, elas cheguem cada vez mais próximas de produções como “<a href="http://www.porraman.com/2010/10/tropa-de-elite-2-o-inimigo-agora-e-outro-critica-filme/" target="_blank">Tropa de Elite</a>” e se distanciem cada vez mais das produções pouco inspiradas que vemos por aí.</p>
<p>Talvez o maior defeito de “<strong>Assalto ao Banco Central</strong>” é querer ser algo além de apenas um simples e puro entretenimento. Caso fosse mais focado na diversão, sem toda essa pretensão de criar cenas e frases emblemáticas, teríamos com toda certeza um filme com mais condições de agradar os mais diferentes públicos. Está longe de ser um filme desagradável, faltou talvez um pouco da inteligência que sobrou nos bandidos que assaltaram o banco em Fortaleza para entregar uma obra com menos erros e, assim, ser classificada como um bom filme. Faltou bem pouco, mas faltou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright size-full wp-image-8675" title="filme_assalto_ao_banco_central" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/filme_assalto_ao_banco_central.jpg" alt="" width="160" height="238" />Assalto ao Banco Central ( 2011 &#8211; 104 min)</strong><br />
Policial, Ação.</p>
<p>Um filme de Marcos Paulo com roteiro de Renê Belmonte. Estrelando: Milhem Cortaz, Lima Duarte, Giulia Gam, Eriberto Leão, Hermila Guedes e Gero Camilo.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Nas Garras do Tráfico (Bristol Boys)</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/07/nas-garras-do-trafico-bristol-boys/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 14:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contos]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[drama]]></category>
		<category><![CDATA[policial]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante os festejos juninos (tradição aqui na região nordeste) me apareceram na pacata Conceição do Almeida (minha cidade natal) com uma pilha de DVDs de origem escusa. Dentre os títulos, o escolhido pela turma foi “Nas Garras do Tráfico (Bristol Boys)” e como não tinha nada melhor para fazer, aliás, não tinha nada mesmo para fazer, resolvi encarar. Nunca tinha ouvido falar neste filme que é baseado em fatos reais e foi lançado lá fora no ano de 2005, aportando aqui no Brasil (se não me engano direto para DVD) em 2006. A trama segue então a trajetória de dois amigos que começam a se “dar bem” como traficantes de maconha. Não fosse esse acaso do destino, duvido muito que assistiria a este trabalho do desconhecido, pelo menos para mim, Brandon David. As caras conhecidas no elenco ficam para Tom Guiry que já participou de filmes como “Sobre Meninos e Lobos”, Will Janowitz que participou da série “The Sopranos” &#8211; os protagonistas, digamos assim – e mais um ou dois outros atores de razoável expressão. Mesmo trazendo uma adaptação de relatos de uma história real, é tudo muito manjado e batido e acaba sendo mais um daqueles filmes desinteressantes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Fraco: Classificação 2 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/2_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Durante os festejos juninos (tradição aqui na região nordeste) me apareceram na pacata Conceição do Almeida (minha cidade natal) com uma pilha de DVDs de origem escusa. Dentre os títulos, o escolhido pela turma foi “<strong>Nas Garras do Tráfico (Bristol Boys)</strong>” e como não tinha nada melhor para fazer, aliás, não tinha nada mesmo para fazer, resolvi encarar.</p>
<p>Nunca tinha ouvido falar neste filme que é<strong> baseado em fatos reais</strong> e foi lançado lá fora no ano de 2005, aportando aqui no Brasil (<em>se não me engano direto para DVD</em>) em 2006. A trama segue então a trajetória de dois amigos que começam a se “<em>dar bem</em>” como traficantes de maconha.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-8665" title="Nas Garras do Trafico - Bristol Boys" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/i235045-600x330.jpg" alt="" width="420" height="231" /></p>
<p>Não fosse esse acaso do destino, duvido muito que assistiria a este trabalho do desconhecido, pelo menos para mim, <strong>Brandon David</strong>. As caras conhecidas no elenco ficam para<strong> Tom Guiry</strong> que já participou de filmes como “<em>Sobre Meninos e Lobos</em>”, <strong>Will Janowitz</strong> que participou da série “<em>The Sopranos</em>” &#8211; os protagonistas, digamos assim – e mais um ou dois outros atores de razoável expressão.</p>
<p>Mesmo trazendo uma adaptação de relatos de uma história real, é tudo muito manjado e batido e acaba sendo mais um daqueles filmes desinteressantes e que não nos acrescentam em nada. Ficar perdendo tempo comentando sobre erros, acertos (que aqui são muito raros) é perda de tempo.</p>
<p>Soubesse antes, ou confiasse no meu “<em>sensor cilada Bino</em>”, teria recusado a proposta, pego uma boa dose de licor, amendoim e teria acompanhado o <em>&#8216;Vale a Pena Ver de Novo&#8217;</em> com a reprise da novela “<em>O Clone</em>”, ao invés de ver um DVD que deveria ser mesmo era queimado nos mármores do inferno. Não é nem que seja um filme péssimo, é apenas perda de tempo de vida com <strong>um filme fraquíssimo e que não tem mesmo nada a acrescentar na história do cinema</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PS</strong>: Vejam fotos do meu São João e da minha cidade natal do interior da Bahia <a href="http://www.flickr.com/photos/mmelo/5870673335/in/photostream" target="_blank">aqui</a>, <a href="http://www.flickr.com/photos/mmelo/5870673887/in/photostream" target="_blank">aqui</a>, e <a href="http://www.flickr.com/photos/mmelo/5870672749/in/photostream" target="_blank">aqui</a>.<br />
<strong>PS2</strong>: Não é bem uma crítica, é só um textinho que vou até <em>&#8216;tagear&#8217;</em> como “<a href="http://www.porraman.com/category/contos/" target="_blank">Contos de Cinema</a>”.<br />
<strong>PS3</strong>: Se tiver um me chame pra jogar na PSN (<strong>marciosmelo</strong> meu id).</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-8666" title="nas_garras_do_trafico" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/nas_garras_do_trafico_dublado-205x300.jpg" alt="" width="164" height="240" />Nas Garras do Tráfico (Bristol Boys, 2005/2006)<br />
Ação, Drama, Policial.</strong></p>
<p>Um filme de Brandon David.com Tom Guiry, Will Janowitz, Adrian Martinez, Tammy Trull, Daniel Franzese, Bridget Barkan, Dean Winters, Kevin Toolen, Max Casella, Gillian Foss, Steven Marcus, Alexander Norton e David Zayas.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Transformers 3 &#8211; O Lado Oculto da Lua (Transformers &#8211; Dark of the Moon)</title>
		<link>http://www.porraman.com/2011/07/transformers-3-o-lado-oculto-da-lua-transformers-dark-of-the-moon/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 01:01:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcio Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica de filme]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[ficção cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[shea labeouf]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o primeiro filme da franquia dos brinquedos Hasbro foi lançado nos cinemas lembro de ter me empolgado e gostado bastante. O segundo filme foi lançado e o achei tão absurdo que o coloquei como um dos piores filmes do ano em que foi lançado. Chegamos então no que espero seja o fim de uma trilogia, um trabalho que vem despertando sentimentos bastante antagônicos e trazendo a tona o velho embate “crítica x público”. Ainda que, no geral e com uma dose de boa vontade seja até divertido, “Transformers 3 &#8211; O Lado Oculto da Lua (Transformers &#8211; Dark of the Moon)” em sua essência é um filme bem boboca. Entendo perfeitamente que é justamente esta a proposta, mas não muda o fato de que é preciso relevar muitos e muitos defeitos para encontrar os pontos positivos. Com cansativos 157 minutos de duração, a impressão que fica é que se fossem retiradas as cenas em &#8216;slow motion&#8217; o filme teria metade do tempo. Junte-se a isso algumas passagens totalmente desnecessárias e personagens irrelevantes. Do elenco “descartável” o grande John Malkovich (“Jonah Hex”, “Queime Depois de Ler”) arranca algumas boas risadas com seu surtado personagem, mas não tivesse ele no filme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Regular: Classificação 2 de 5" src="http://porraman.com/_imagens/2_porraman.gif" alt="" width="100" height="50" /></p>
<p>Quando <a href="http://www.porraman.com/2007/07/transformes-o-filme/" target="_blank">o primeiro filme da franquia dos brinquedos Hasbro</a> foi lançado nos cinemas lembro de ter me empolgado e gostado bastante. O <a href="http://www.porraman.com/2009/06/transformers-a-vinganca-dos-derrotados-critica-filme/" target="_blank">segundo filme</a> foi lançado e o achei tão absurdo que o coloquei como <a href="http://www.porraman.com/2009/12/top-10-piores-filmes-de-2009/" target="_blank">um dos piores filmes do ano</a> em que foi lançado. Chegamos então no que espero seja o fim de uma trilogia, um trabalho que vem despertando sentimentos bastante antagônicos e trazendo a tona o velho embate “<em>crítica x público</em>”.</p>
<p><strong>Ainda que, no geral e com uma dose de boa vontade seja até divertido, “Transformers 3 &#8211; O Lado Oculto da Lua (Transformers &#8211; Dark of the Moon)” em sua essência é um filme bem boboca</strong>. Entendo perfeitamente que é justamente esta a proposta, mas não muda o fato de que é preciso relevar muitos e muitos defeitos para encontrar os pontos positivos.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-8529" title="shia-labeouf-transformers3-dark-side-moon" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/shia-labeouf-transformers3-dark-side-moon1.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p><strong>Com cansativos 157 minutos de duração, a impressão que fica é que se fossem retiradas as cenas em &#8216;slow motion&#8217; o filme teria metade do tempo</strong>. Junte-se a isso algumas passagens totalmente desnecessárias e personagens irrelevantes. Do elenco “<em>descartável</em>” o grande John Malkovich (“<a href="http://www.porraman.com/2010/11/jonah-hex/" target="_blank">Jonah Hex</a>”, “<a href="http://www.porraman.com/2008/12/queime-depois-de-ler-burn-after-reading/" target="_blank">Queime Depois de Ler</a>”) arranca algumas boas risadas com seu surtado personagem, mas não tivesse ele no filme falta nenhuma faria. Só que além de inchar o elenco Bay tenta arrumar um papel para todos eles, até mesmo para a “<em>gostosa</em>” da história que substituiu a outra que não prestava por ter discutido e ofendido o diretor.</p>
<p>De fato a jovem <strong>Rosie Huntington-Whiteley</strong> e todas as suas curvas (aquela cena inicial é de matar toda a plateia masculina) nos faz esquecer <em>Megan Fox</em>, mas fica claro que ela está ali apenas como uma variável da velha forma hollywoodiana de blockbusters, tem que ter o interesse romântico. Só que o casal protagonista não funciona, não existe o mínimo de química. Some a isso o fato de que simplesmente não me importei com nenhum personagem, nem humanos, nem robôs, quer dizer, a dupla de autobots <em>“rock´n´roll</em>” que vive com Sam <strong>(Shea Labeouf</strong>, “<a href="http://www.porraman.com/2008/05/indiana-jones-e-o-reino-da-caveira-de-cristal/" target="_blank">Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal</a>”) esbanjam um certo carisma.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-8528" title="transformers-o-lado-oculto-da-lua-" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/transformers-o-lado-oculto-da-lua-.jpg" alt="" width="400" height="220" /></p>
<p>O que realmente faltou aqui foi entregar uma história mais enxuta e coerente,<strong> fica evidente que Michael Bay monta grandiosas cenas de ação em sua mente e depois tenta “ligá-las” de qualquer jeito</strong>, quando deveria ser o contrário, trazer um roteiro pelo menos razoável e enxertar toda a pirotecnia ao seu redor. De fato, podemos dizer que as cenas de ação são muito boas, isso ele faz com maestria. E vale ressaltar ainda o 3D, que se não é lá nada revolucionário como foi “<a href="http://www.porraman.com/2009/12/avatar-critica-filme/" target="_blank">Avatar</a>”, pelo menos não é dos piores.</p>
<p><strong>Se você for capaz de deixar o seu cérebro no lado oculto da lua tem boas chances de se divertir com “Transformers 3”</strong>, caso contrário fique em casa porque sair do conforto do seu lar para passar quase 3 horas vendo um show de câmera lenta, explosões e discursos de livros de auto-ajuda profanados por um robô-caminhão não é tarefa das mais fáceis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<hr />
<blockquote><p><strong><img class="alignright size-medium wp-image-8527" title="transformers-dark-side-of-the-moon-poster-5" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2011/07/transformers-dark-side-of-the-moon-poster-5-200x300.jpg" alt="" width="140" height="210" />Transformers 3 &#8211; O Lado Oculto da Lua (Transformers &#8211; Dark of the Moon, 2011 &#8211; 157 min)<br />
Ação, Ficção Científica.</strong></p>
<p>Dirigido por Michael Bay com roteiro de Ehren Kruger. Estrelando: Shia LaBeouf, John Turturro, Josh Duhamel, Tyrese Gibson, Rosie Huntington-Whiteley, Patrick Dempsey, Kevin Dunn, John Malkovich, Frances McDormand, Ken Jeong, Leonard Nimoy e Peter Cullen.</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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