Archive for lista de filmes

Tive uma semana bastante cheia, por isso não deu para atualizar o blog, mesmo assim vou anunciar os novos filmes que incluí na minha lista para assistir. Alguns foram indicados em comentários aqui do blog:

A vida dos outros
Irina Palm
2 Dias em Paris
Estômago
Southland Tales
Paris Eu Te Amo
Cinema, Aspirinas e urubus
Ken Park

A lista foi atualizada e posso dizer que tenho 8 filmes a comentar. A partir de amanhã novos posts e durante esta semana muitas novidades.

Como sempre, se tiverem mais indicações eu aceito!


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Dreamgirls - Em Busca de um Sonho.

Direção: Bill Condon.
Roteiro: Bill Condon.
Elenco: Jamie Foxx, Beyonce Knowles, Eddie Murphy, Danny Glover, Anika Noni Rose, Jennifer Hudson, Keith Robinson, Bobby Slayton.
Ano: 2006 (EUA) / 2007 (Brasil).
Gênero: Musical, Drama.
Tempo: 131 min.

Sinopse: Três amigas moram em Chicago e formam um grupo musical, as Dreamettes. Acompanhadas por um compositor, viajam a Nova York para competir em um show de talentos. Apesar de não terem sucesso nessa ocasião, são apresentadas a um empresário que quer transformá-las em estrelas.

Depois das indicações ao Oscar de Eddie Murphy para ator coadjuvante e principalmente depois de Jennifer Hudson levar a estatueta como melhor atriz coadjuvante, fiquei interessado em ver Dreamgirls, mesmo sendo um musical. Musicais as pessoas andam cantando, falam cantando, respondem cantando, e eu não curto muito isso. Mas é incrível como ultimamente tenho visto alguns musicais e gostado.

Em Dreamgirls temos um musical que na verdade passa mais como um divertimento, pois a história acaba estragando um pouco os belos números e belas canções apresentadas. Além de ser um pouco grande demais o filme, a história se perde e as vezes você fica sem entender para onde querem te levar, e quando tudo termina eu achei muito sem graça. De qualquer forma é um bom filme.

Baseado na história da banda “The Supremes“, que chegou ao sucesso liderado por Diana Ross, a trama inicia na década de 60 em Detroit com um grupo de 3 garotas, as Dreamettes, que sonham em chegar ao estrelato. Auxiliadas pelo ‘empresário‘ Curtis Taylor Jr. (Jamie Foxx), elas seguem como backing vocals do grande cantor ‘do momento‘ James Early (Eddie Murphy) e começam a fazer sucesso.

Os problemas iniciam quando Curtis Jr. decide trocar a cantora principal Effie (Jennifer Hudson) - que sempre liderou o grupo e tem a melhor voz disparada - por Deena Jones (Beyonce Knowles) por ela ser mais bonita. Daí começam os conflitos, e é justamente no ponto que a personagem de Beyonce Knowles aparece com mais destaque que o filme fica chato, se perde, demora pra terminar e quando termina você fica com a sensação que poderiam ter caprichado mais, ou pelo menos usado todo o grande tempo (131 minutos) para contar uma história melhor.

As atuações no filme estão ótimas com destaque claro para Jennifer Hudson (cheguei a citá-la como único destaque do filme Sex And The City) que parece que leva jeito mesmo pra coisa. Quem diria que saída do American Idol já ganharia Oscar e tudo o mais? Eddie Murphy também está ótimo e um dos papéis que mais gostei foi o de Jamie Foxx, ele faz muito bem o personagem Curtis Taylor Jr., para mim um dos melhores no filme. Beyonce coitada, ficou difícil a situação dela, com tantos bons atores interpretando tão bem, ela fica bem ofuscada no filme. Não chega a ser uma péssima atuação, mas deixa um pouco a desejar.

Menos um em minha famosa lista de filmes à assitir, aquela boa companheira para quando você pensa em alugar algum filme (ou obtê-lo de qualquer outra forma nada bela). Esse eu recomendo como um bom divertimento, os números musicais são muito legais, no geral as atuações são ótimas também. Ficou faltando um pouco mais de história e um pouco menos de tempo, mas isso é pouca coisa quando você está afim mesmo é de entretenimento.


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Podecrer!

Direção: Arthur Fontes.
Roteiro: Marcelo O. Dantas.
Lançamento: 2007.
Elenco: Dudu Azevedo, Maria Flor, Gregorio Duvivier, Silvio Guindane, Marceli Adnet, Fernanda Paes Leme, Liliana Castro, Erika Mader, Julia Gorman, Malu Mader, José de Abreu, Patrycia Travassos, Lulu Santos, Stepan Nercessian.
Gênero: Comédia Romântica, Drama.
Tempo: 96 min.

Sinopse: Rio de Janeiro, 1981. Um grupo de amigos está no ano de sua formatura no colégio São Jorge. Entre eles está Carol (Maria Flor), filha de exilados políticos que retornou recentemente ao Brasil. Ela logo se torna amiga de Melissa (Fernanda Paes Leme) e Silvinha (Liliana Castro), que a apresenta a João (Dudu Azevedo), PP (Sílvio Guindane), Marquinho (Gregório Duvivier) e Tavico (Marcelo Adnet), os integrantes da banda de rock mais conhecida do colégio. Há ainda Ana Cláudia (Erika Mader) e Duda (Júlia Gorman), patricinhas que rivalizam em tudo com Melissa e Silvinha. João e Carol logo sentem-se atraídos, mas Ana Cláudia, que é a garota mais bonita do colégio, está decidida a conquistá-lo. Em meio às festas e namoros, eles ainda precisam se preocupar com o vestibular e o futuro de suas vidas.

Podia na verdade criar uma lista com os filmes que eu não sei porquê estava a fim de assistir. Criei a Lista de Filmes à Assistir para me apoiar na hora de escolher algum filme para ver, aqueles que já passaram no cinema e perdi a oportunidade. Podecrer nem lembro se chegou a passar aqui nos cinemas de Salvador, se passou foi muito rápido, lembro apenas de ter visto o trailer e de alguma forma ter me interessado. Anotei na lista, pintou a oportunidade de assistir, eu não pensei duas vezes. Pena que foi apenas tempo perdido.

O filme usa todos os possíveis e já imaginados clichês de filmes adolescentes, sexo, drogas, rock, música, gravidez na adolescência, aborto, pressão dos pais, vestibular, escolhar de uma carreira, namoro, traição, e todos os “zilhares” de temas disponíveis. Lembra as peças teatrais ou filmes feitos em colégio. Em meu 2º ano do 2º Grau participei de um filme da minha turma sobre clones e o fim do mundo, e sem sacanagem alguma, é muito melhor.

A história do filme eu fiquei sem saber qual era até os 15 minutos finais. Sem brincadeira alguma, o filme ia passando e eu sempre esperando ele “começar” de verdade. Não estava falando nada com nada, nada acontecia de relevante, não se via sequer algum problema sei lá, para ser enfrentado. Eram apenas as belas garotas nacionais, na maioria das vezes lembradas apenas como objetos sexuais, jovens drogados falando merda (literalmente também) e fim de papo. Até uma cena com o Stepan Nercessian que achei que seria cômica foi lamentável, uma em que ele toma “sem querer” um chá de cogumelos preparado pelos jovens protagonistas (pode existir protagonista quando não se encontra um antagonista?).

Um filme triste e muito fraco, nem as belas atrizes valem o esforço para assistí-lo. Em alguns sites ‘globais‘ as resenhas claro foram muito boas, o indicando como um bom filme nostálgico, para relembrar o início dos anos 80 e ainda um filme para os “jovens“. Acho que a única coisa que vale a pena são algumas cenas do Rio dessa década, ver os carros antigos - inclusive lembrei de quando meu pai comprou um Fiat 147 0km - as cenas na praia, não sei bem. Houve um esforço para fazer rir quando os pais da menininha imbecil interpretada por Maria Flor discutem sobre o filme que foram ver nos cinemas, Indiana Jones. Outras coisas são sempre lembradas para você não se esquecer que está nos anos 80, ditadura militar, o grupo de jovens querendo “quebrar as regras”, músicas da época, etc.

O filme só consegue ser melhor do que malhação no quesito atuação. Ao menos alguns atores não atuam tão mal, diríamos no estilo “Igor o Cigano” (quem lembra?), como no seriado global. O problema está um pouco além dos atores, que diga-se de passagem foi um belo elenco para filme. Será que encontrei o real motivo de ter assistido?

Eu não gosto também das pessoas que pegam pesado com filmes nacionais, entretanto, Podecrer exagerou e abusou. O filme não “acontece” e só começa no final. Com um motivo batido, rebatido, trebatido (nem existe essa palavra). E quando eu pensei que ao menos ele iria fugir de um final previsível, elevando a “dois controles” ele me passa a perna, puxa um fumo do capeta, lembra do sistema e da babilônia e me vem com um final tão previsível quanto final de novela. Sem contar que temos Lulu Santos ainda como um Padre numa participação que eu só não vou taxar como inútil, afinal ele atua não sei se nem 40 segundos, porquê foi a única coisa que me fez rir. Um filme idiota e imbecil, lastimável.


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Eu tenho andando com tão pouco tempo que ultimamente minha Lista de Filmes à assistir só vem aumentando. Quase todos foram indicações dos “broders”:

- Stardust
Na época não fiquei nem um pouco a fim de assistir, mas acho que vou conferir para ter um pouco de idéia do trabalho de Neil Gaiman, até porquê estou interessado em ler um livro dele.

- Podecrê
Eu vi o trailer nos cinemas ano passado. Filme nacional que parece não ter nada de excepcional mesmo assim fiquei bastante curioso, não sei o porquê. Onde encontrá-lo é que o problema.

- O Grande Lebowski
Indicação de Ramonaldo após ver que adorei o trabalho dos irmãos Coen em “Onde os fracos não tem vez”.

- Um Sonho de Liberdade e Veludo Azul
Agrupei os dois filmes pois foram indicações do grande Thiago e que não lembro de ter ouvido falar sobre eles.

- Os Guardiões da Noite

Vi o trailer e achei toscão. Mas é um filme russo e que Ramon insistiu em dizer que é bacana. Veremos.

Por enquanto acho que está bom. Prometo só colocar mais filmes na lista depois de ver pelo menos uns três dela ok?


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Um Crime de Mestre (Fracture)
Direção: Gregory Hoblit.
Roteiro: Daniel Pyne, Glenn Gers.
Lançamento: 2007
Elenco: Anthony Hopkins, Ryan Gosling, David Strathairn, Rosamund Pike, Embeth Davidtz, Billy Burke.
Gênero: Suspense
Tempo: 113 min.

Sinopse: Depois de descobrir que sua esposa está tendo um caso extra-conjugal com um polícial, Ted Crawford (Anthony Hopkins) assassina sua esposa. Tendo grandes conhecimentos da lei, ele faz uma estratégia para ser inocentado no caso.

Este entrou para minha lista de filmes a assistir no ano passado, indicação de alguns colegas de trabalho. O filme realmente é muito bom. Com uma história bastante envolvente e convicente (o mais importante) que deixa você preso ao filme.

Anthony Hopkins (Hannibal, Silêncio dos Inocentes) interpreta Ted Crawford e como sempre faz em seus filmes dá um ótimo tom e credibilidade à trama. Tem gente que já está saturada de filmes com sequencias em tribunal, para essas pessoas talvez o filme não seja tão bom. Logo de início você acaba achando que vai ser mais um daqueles filmes manjadinhos de sempre, onde o vilão vai se saindo bem por ser uma pessoa ‘inteligente’. Só que o desenvolvimento e principalmente o fim do filme são muito bons.


A cena inicial já lhe mostra toda a ação e quase todos os tiros que você vai ver no filme. Não espere perseguições, correria, tiros pra cima. O filme se estende boa parte no tribunal mas não é chato não, é muito legal as sacadas que Ted Crawford faz no tribunal, com uma suposta inocência apresentada por ele que chega a ser bastante irônico. É ele usando a lei para benefício próprio, se vingar da mulher e do policial e ainda sair ganhando com isso.


Não vou me estender e contar muito da história, deixo para vocês se surpreenderem (ou não). Uma boa dica para quem ainda não viu e menos um filme na minha lista para assistir. Se bem que em breve devo adicionar muitos outros. Acaba se tornando um círculo vicioso.


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A Dama Na Água (Lady in the Water)
Direção: M. Night Shyamalan
Roteiro: M. Night Shyamalan
Lançamento: 2006 .
Elenco: Paul Giamatti, Bryce Dallas Howard, Jeffrey Wright, Bob Balaban, Sarita Choudhury, Cindy Cheung, M. Night Shyamalan, Freddy Rodríguez, Bill Irwin, Mary Beth Hurt.
Gênero: Fantasia.
Tempo: 110 min.

Sinopse: Cleveland Heep (Paul Giamatti) é o administrador de um complexo de apartamentos. Em uma noite ele encontra uma moça nadando na piscina, depois do susto que tomou ele escorrega, bate com a cabeça, cai dentro d´água, e ela o resgata. Ele descobre então que ela é uma Narf, uma criatura de conto de fadas que saiu do ‘mundo azul‘ para encontrar alguém em seu condomínio e retornar com uma águia do mundo em que saiu. Cleveland vai precisar contar com o apoio de seus moradores para ajudá-la a cumprir seu destino.

Depois de conhecer o 6º sentido e principalmente a partir de Sinais virei meio que fã do indiano M. Night Shyamalan. Depois do “I See Dead People” que fez um grande sucesso mundial, muitos disseram que sua carreira foi decaindo. Eu acho que faço parte da pequena parcela que gostou bastante de Sinais e Corpo Fechado (esse um pouco menos). E A Vila? Acho que foi um dos mais odiados, eu adorei. A Dama Na Água foi o único filme seu que deixei escapar a oportunidade de conferir nos cinemas, presa fácil para minha lista de filmes a assistir.


Porquê eu gosto tanto? Seus roteiros são bem característicos, temos quase sempre uma grande reviravolta na trama, todos os personagens e alguns fatos que achamos banais quando vemos são importantes para história e tem um propósito, e ele também sempre dá uma ‘palhinha‘ aparecendo em seus filmes. Ele consegue fazer você sentir medo de um sujeito fantasiado de Sonic (A Vila), ele consegue fazer você ficar angustiado e aterrorizado com medo dos ET´s em Sinais sem ao menos você ter visto um deles (quando você vê é o que o filme fica ruim), ele consegue fazer você ficar sem entender nada ao ver que Corpo Fechado é um filme de Super-Herói, ou seja, ele é o cara.

Para fazer A Dama Na Água (Lady in the Water) ele teve que brigar com a Disney, que sempre fica querendo que ele faça um novo 6º sentido, inclusive todos os seus filmes tem nos trailers e poster “Do criador de 6º sentido”. Isso acaba as vezes prejudicando. Neste no entanto tenho que admitir que de seus trabalhos (pelo menos os que assisti) foi o pior de todos, não acho que tenha tido a ver com o fato dele ter feito o filme de forma independente.


O filme é adaptação de um conto de fadas e tem um pouco de sátira no ar. Ele despeja um pouco de sua raiva contra os críticos de cinema, com um personagem bastante caricato e que no filme tem uma cena boba, mas engraçada. Fora isso foi o filme que ele mais participou como ator, e eu confesso que fica difícil levá-lo a sério como alguém que tenha um papel importante na trama. Eu acho que fica muito melhor ele fazer como nos outros filmes, em que ele se portou como um vizinho que prendeu um ET em casa e fugiu pra lagoa, ou quando ele era simplesmente um delegado que resmungava algo.


Não tenho como negar no entanto que o filme tem uma história bonita, uma atuação ótima de Paul Giamatti e alguns momentos divertidos. Para quem, assim como eu, gosta dos filmes dele vai acabar achando um bom filme (apenas), isso porquê vai ficar vendo por todos os lados as referências marcantes de suas obras. Para quem desconhece estes fatos, e até mesmo nem sabe quem é esse indiano diretor-roteirista-ator provavelmente vai achar o filme um pouco chato e sem grandes atrativos, caso se encontre neste grupo não recomendado assistí-lo.


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Obrigado por fumar (Thank you for smoking)
Direção: Jason Reitman
Roteiro: Jason Reitman, adaptação em livro de Christopher Buckley
Lançamento: 2005 Estados Unidos, 2006 Brasil
Elenco: Aaron Eckhart, Katie Holmes, William H. Macy, Maria Bello, Robert Duvall, Rob Lowe, Adam Brody, Sam Elliott, Cameron Bright, David Koechner.
Gênero: Comédia/Drama
Duração: 92 min.

Sinopse: Adaptação do romance best-seller de Christopher Buckley, Obrigado Por Fumar, conta a história de Nick Taylor um lobista da indústria tabagista. Com um talento incrível de argumentação, além de defender o cigarro, Nick precisa educar bem seu filho, que vive com a mãe.

Uma das melhores coisas que fiz ao começar escrever este blog foi a minha lista de filmes a assistir. Sempre deixava passar vários alguns filmes no cinema sem conferir. É a melhor aliada na hora de ir na casa de alguém pegar um filme emprestado ou numa locadora, você quase nunca fica perdido e correndo o risco de pegar alguma bomba.


Obrigado por Fumar já vinha tendo ótimas críticas na época em que foi lançado e agora finalmente eu posso dizer que o filme é muito bom. Aaron Eckhart interpreta Nick Taylor perfeitamente, um sujeito com uma argumentação fantástica. O filme tem um tom bastante sarcástico e que deixa você às vezes sem saber se ele está realmente ao lado da industria tabagista ou se apenas tirando sarro da situação que envolve o cigarro.


Nick Taylor é um lobista da Academia de Estudos do Tabaco. Seu talento falando e discursando a favor do cigarro, quer dizer, do poder de escolha ‘imparcial‘ é invejável. Mesmo nas situações mais difíceis (uma inclusive ao lado de um menino com câncer) ele consegue se sair muito bem. Ele tem como grandes amigos a representante do conselho dos negócios de bebidas alcóolicas e o representante da indústria das armas. Eles se denominam os mercadores da morte. Ficam disputando nestes encontros alegremente quem consegue matar mais pessoas, é incrível, pois parece muito divertido esse absurdo.

Aliado a seu difícil emprego Nick tem outra missão bastante complicada, educar bem seu filho. Separado de sua mulher ele tem apenas os finais de semana para se encontrar com ele. São nesses momentos que ele tenta passar alguns valores que acham importante para o filho, inclusive ele tenta mostrar a ele que o importante não é estar certo, é ter argumento suficiente para mostrar que o outro está errado.


O filme todo é muito bom, as atuações são boas também, contamos ainda com Katie Holmes como uma repórter que tenta conseguir uma boa matéria se envolvendo com Nick Taylor. Se você ainda não o viu recomendo bastante. Menos um filme na minha interminável lista!


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