Lista de Filmes
[Lista de Filmes] – Elizabeth – A Era de Ouro
Aug 24th
Posted by Marcio Melo in Crítica de filme
Elizabeth – A Era de Ouro (Elizabeth – The Golden Age: Drama, 2007 – 114 min)
Dirigido por Shekhar Kapur com roteiro de William Nicholson e Michael Hirst. Estrelando: Cate Blanchett, Geoffrey Rush, Clive Owen, Jordi Molla, Samantha Morton.
Sempre tive um fascínio pela história inglesa em épocas de colégio. Enquanto a história do Brasil era bastante deturpada e insossa (principalmente no período que estudei, com o tempo algumas ‘verdades’ foram surgindo), a história de países como a Inglaterra sempre se mostraram mais interessantes.
Juntando o interesse pelo período histórico retratado em “Elizabeth – A Era de Ouro” com a atuação indicada ao Oscar da excelente atriz Cate Blanchett (O Curioso Caso de Benjamin Button), a inclusão em minha lista de filmes a assistir foi feita com princípios louváveis, pena que o filme seja arrastado e um pouco monótono.
Apesar do conturbado período histórico em que ele é ambientado, a trama é focada mais na vida pessoal da rainha, que vão desde intrigas internas com intuito de tomarem o seu trono e a falta de um herdeiro ‘legítimo’, até a sua vida amorosa que é sempre deixada de lado em prol do seu país.
Um dos fatos mais curiosos é que Cate Blanchett com este trabalho entrou para uma seleta lista, a dos atores que foram indicados ao Oscar duas vezes com o mesmo personagem. Ela já tinha sido indicada com o primeiro “Elizabeth” e aqui, mais uma vez, foi para o tapete vermelho com uma rainha mais amadurecida.
Sem muita coisa além da bela atuação de Blanchett, não sobra nada muito interessante ou digno de nota em “Elizabeth – A Era de Ouro” que valha a pena ser assistido por quem ainda não o fez. Infelizmente temos aqui um filme apenas regular e com um final tão sem emoção que não faz jus ao importante período histórico no qual a trama se passa.
Elizabeth – A Era de Ouro (Elizabeth – The Golden Age: Drama, 2007 – 114 min)
Dirigido por Shekhar Kapur com roteiro de William Nicholson e Michael Hirst. Estrelando: Cate Blanchett, Geoffrey Rush, Clive Owen, Jordi Molla, Samantha Morton.
Sempre tive um fascínio pela história inglesa em épocas de colégio. Enquanto a história do Brasil era bastante deturpada e insossa (principalmente no período que estudei, com o tempo algumas ‘verdades’ foram surgindo), a história de países como a Inglaterra sempre se mostraram mais interessantes.
Juntando o interesse pelo período histórico retratado em “Elizabeth – A Era de Ouro” com a atuação indicada ao Oscar da excelente atriz Cate Blanchett (O Curioso Caso de Benjamin Button), a inclusão em minha lista de filmes a assistir foi feita com princípios louváveis, pena que o filme seja arrastado e um pouco monótono.
Apesar do conturbado período histórico em que ele é ambientado, a trama é focada mais na vida pessoal da rainha, que vão desde intrigas internas com intuito de tomarem o seu trono e a falta de um herdeiro ‘legítimo’, até a sua vida amorosa que é sempre deixada de lado em prol do seu país.
Um dos fatos mais curiosos é que Cate Blanchett com este trabalho entrou para uma seleta lista, a dos atores que foram indicados ao Oscar duas vezes com o mesmo personagem. Ela já tinha sido indicada com o primeiro “Elizabeth” e aqui, mais uma vez, foi para o tapete vermelho com uma rainha mais amadurecida.
Sem muita coisa além da bela atuação de Blanchett, não sobra nada muito interessante ou digno de nota em “Elizabeth – A Era de Ouro” que valha a pena ser assistido por quem ainda não o fez. Infelizmente temos aqui um filme apenas regular e com um final tão sem emoção que não faz jus ao importante período histórico no qual a trama se passa.
[Lista de Filmes] – Welcome to Dongmakgol
Jul 21st
Posted by Marcio Melo in Crítica de filme


Welcome To Dongmakgol (Drama, Comédia: 2005/2006 – 133 min)
Dirigido por Kwang-Hyun Park com roteiro por Joong Kim e Kwang-Hyun Park, adaptando obra teatral de Jin Jang. Estrelando: Jae-yeong Jeong, Ha-kyun Shin, Hye-jeong Kang, Ha-ryong Lim, Jae-kyeong Seo.
São as vezes em simples comentários ou indicações que recebo para minha lista de filmes a assistir, que vejo que o tempo que gasto das minhas raras (e cada vez mais escassas) horas livres que tenho durante a semana aqui com este blog, sem maiores retornos financeiros, vale muito a pena. A leitora Ane, depois do meu post sobre o ótimo filme sul-coreano “O Hospedeiro (The Host)” me recomendou dois filmes do país, um deles o excelente, lindo e emocionante “Welcome to Dongmakgol”.
Baseado em uma peça teatral e vencedor de vários prêmios no ano de 2005 ele é ambientado durante a guerra entre as Coreias do Norte e Sul no início dos anos 50. Trata-se de uma bonita mensagem de paz que as vezes, infelizmente, só o cinema pode apresentar.
Na trama somos apresentado a um trio de soldados norte-coreanos tentando se safar de uma emboscada, dois sul-coreanos que se encontram de uma forma inusitada e também procuram um local seguro, um soldado americano que cai depois de ter seu avião abatido. Todos eles acabam se encontrando num vilarejo chamado Dongmakgol esquecido pelo tempo e totalmente alheio aos acontecimentos do mundo e principalmente da guerra.

Os aldeões, em especial a inocente jovem Yeo-il (autista talvez?), transformam a vida destes soldados inimigos de guerra fazendo com que, aos poucos, o clima de tensão e hostilidade dê lugar a uma belíssima trajetória.
Alguns podem apontar até um ou outro clichê e previsibilidades no roteiro, mas é muito pouco para uma direção excepcional e que mistura muito bem drama com profundas críticas antiguerra e cenas de humor, beirando as vezes o pastelão. A sintonia entre a parte visual, técnica e o trabalho do elenco é perfeita.
Trata-se realmente de uma obra excelente e que, mesmo conhecendo poucos filmes sul-coreanos, tenho certeza que deve ser um dos expoentes do cinema local. Poucas obras como “Welcome to Dongmakgol” são capazes de lhe fazer rir, emocionar e refletir ao mesmo tempo, e isso sem dúvidas deve ser levado em conta nesta linda história sobre amizade.

Como eu sempre gosto de frisar, cinema é antes de tudo emoção, sei que entendo quase nada da sétima arte, mas são trabalhos como este (e tenho que agradecer mais uma vez a leitora Ane, que ganhou pontos comigo agora) que me fazem continuar escrevendo. E é uma pena que existam coisas no mundo que só o cinema possa fazer (como unificar inimigos mortais, sul e norte-coreanos) mesmo que seja por apenas pouco mais de duas horas, só isso já vale muito.
[Lista de Filmes] Paris, Eu te Amo (Paris, je t’aime)
Jun 10th
Posted by Marcio Melo in Crítica de filme


Paris, Eu te Amo (Paris, je t’aime, Romance, Comédia, Drama: 2006 – 120 min)
Conjunto de curtas-metragens com direção e roteiro por vários cineastas como Bruno Podalydès, Alfonso Cuarón, Walter Salles, Daniela Thomas, Sylvain Chomet, Gérard Depardieu, Alexander Payne, Olivier Assayas, Wes Craven, Tom Tykwer e dentre outros. Estrelando: Gaspard Ulliel, Steve Buscemi, Catalina Sandino Moreno, Juliette Binoche, Willem Dafoe, Nick Nolte, Ludivine Sagnier, Maggie Gyllenhaal, Bob Hoskins, Natalie Portman, Elijah Wood e outros.
A imagem que temos de Paris ser a capital do amor é explorada exaustivamente nos cinemas, grande parte deste fato se deve logicamente por sua impressionante arquitetura, já que os franceses (como já ouvi em relatos de pessoas próximas que foram para lá) têm a fama de serem péssimos anfitriões. “Paris Eu Te Amo” nada mais é que uma coletânia de curtas de variados e renomados cineastas, cada um com sua visão sobre a cidade.
O meu interesse foi parte por causa da curiosidade de ver algo mais “verdadeiro” sobre a tão famosa cidade e parte por parecer realmente um projeto interessante, que inclusive já derivou para “Nova York Eu Te Amo” e até um “Rio eu te amo” já encontrei em relatos nessas minhas andanças pela web.
O maior problema de classificar esta obra é que temos aqui uma diferença muito acentuada, seja no estilo, visual, performance dos atores ou até mesmo na qualidade de cada curta. Essas discrepâncias me fizeram, no geral, achar “Paris Eu Te Amo” algo apenas regular. Mescla (poucos) excelentes curtas com trabalhos, pelo menos para meu gosto pessoal, muito chatinhos e sem graça.
Como a proposta aqui do blog é apenas tecer breves comentários, vou me abster de sair falando separadamente de cada um dos curtas, só tenho mesmo a dizer que dos títulos que coloquei em minha lista de filmes a assistir, este foi um dos que menos me agradaram.
Muita gente pode pensar que seja algo que não valha a pena ser visto, ou ainda que eu não tive ‘sensibilidade’ artística suficiente para apreciar esta obra com ela merece. Não é nada disso, a verdade é que foram poucos os curtas que gostei de verdade. Não tenho dúvidas que é um trabalho que, caso você tenha curiosidade ou aquela vontade ‘longínqua’ de conferir, eu recomendo que assista e tire suas próprias conclusões. Até porque, no meio de tantos curtas, não é possível que nenhum deles lhe agrade.
[Lista de Filmes] Tempos de Violência (Harsh Times)
May 12th
Posted by Marcio Melo in Crítica de filme


Tempos de Violência (Harsh Times, Ação: 2005/2006 – 129 min)
Direção e roteiro de David Ayer. Estrelando: Christian Bale, Freddy Rodrígueze Eva Longoria.
Depois dos mais recentes trabalhos do ator Christian “Batman” Bale, fiquei interessado em acompanhar a sua carreira e decidi colocar em minha lista de filmes a assistir alguns de seus trabalhos mais antigos. Seguindo esta trajetória o filme “Tempos de Violência (Harsh Times)”, que apareceu por aqui em 2006, marca mais uma bela atuação de Bale que, no final das contas, acaba sendo mesmo o destaque numa trama que não é lá muito interessante e original.
Acompanhamos aqui a estória de Jim Davis (Christian Bale, “O Operário”, “Inimigos Públicos”), um ex-combatente no Iraque que, como vários outros em sua situação, está tendo dificuldades de se recuperar dos traumas. O que ele almeja a todo custo é voltar a trabalhar na polícia, entretanto, acaba se envolvendo na verdade numa onda de crimes e violência, o que faz com que seu antigo amigo Mike Alonzo (Freddy Rodriguez) acabe seguindo os seus passos.
David Ayer, roteirista do premiado filme de 2001 “Dia de Treinamento”, marcou aqui a sua estreia na direção e acabou fazendo um bom trabalho. No elenco temos a presença forte de Christian Bale interpretando muito bem seu personagem (pra variar) e um belo trabalho regular de Freddy Rodriguez. A linda Eva Longoria aparece apenas para servir como colírio para os olhos masculinos.

Trata-se de um filme bem clichê e que tem como ponto positivo mesmo a atuação de Christian Bale que, apesar de nesta obra não ser nada de espetacular, acabou servindo como mais um bom motivo para ser escolhido como o “novo” Batman. Outro destaque é que esta obra está na ‘leva’ dos primeiros trabalhos a falar sobre os traumas causados aos que participaram da guerra no Iraque.
De todos os filmes que assisti com Bale este foi o mais fraco até aqui, ainda assim é um bom filme. Não é de forma alguma daqueles trabalhos bastante inspirados ou imperdíveis. Só é recomendável assisti-lo caso esteja passando na Tv e você não tenha nada melhor para fazer no momento. De qualquer forma é menos um, na minha interminável lista de filmes a assistir.
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