Crítica | Chernobyl Diaries (2012)

A ideia de colocar jovens pouco inteligentes perdidos em Chernobyl é promissora para um filme de terror, pena que Chernobyl Diaries não sabe aproveitar essa premissa. Longe disso. O que poderia se tornar uma experiência assustadora, vira na realidade um festival de irritantes clichês. O suspense construído no início vai se perdendo a cada nova sequência. Quase tudo o que você já viu em um filme de terror aparece aqui, mas de um jeito tolo e previsível. Quando os personagens começam a morrer você percebe que não está nem aí, o que é um reflexo de seus desenvolvimentos nulos. As tentativas de adicionar um resquício de contexto entre eles chega a ser constrangedora. Chernobyl Diaries não tem nem 90 minutos, mas eles passam extremamente devagar. A vontade de desligar a televisão é quase incontrolável. Se eu tivesse respeitado a minha voz interior que dizia para parar com essa tortura, eu não teria testemunhado uma das reviravoltas mais ridículas da história do terror. Dá próxima vez serei mais obediente.


Chernobyl – Sinta a Radiação

Título Original: Chernobyl Diaries
Direção: Bradley Parker
Roteiro: Oren Peli, Carey Van Dike
Elenco: Jesse McCarnet, Jonathan Sadowski, Olivia Taylor Dudley
Ano: 2012
Duração: 1h 26min
Info: IMDb

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Author: brauns

Um despretensioso comentarista de filmes e seriados. Fã de Kubrick, Spielberg e Kurosawa, nomes que me ajudaram a perceber o enorme potencial do cinema.

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