Crítica | The Witcher 1×03: Betrayer Moon

Eu estava na expectativa e na torcida para um episódio como esse maravilhoso Betrayer Moon. É facilmente o melhor episódio de The Witcher até agora.

Geralt chega em um reino assolado por um monstro que adora uma carnificina. O perigo representado por ele é estabelecido logo na primeira cena, quando um outro bruxo falha miseravelmente na tentativa de matá-lo.

A vida de Geralt não será fácil por vários motivos. O problema não é apenas a força do monstro, mas também todos os segredos em torno de sua criação.

Há bastante mistério em relação a esse mostro, algo que envolve o rei e outras pessoas próximas.

Acompanhar Geralt na caça desse monstro é realmente assustador. É criada uma atmosfera de suspense palpável digna de causar aquela ansiedade que esperamos em experiências do gênero. Essas sequências são dignas de um filme de terror de qualidade.

No final das contas, Geralt tem que usar muito mais suas sinapses do que seus músculos.

Intercalando com as cenas do bruxo, temos o processo de transformação de Yennefer. Aliás, é mais um brilhante trabalho de direção e fotografia. Ficamos como que absortos testemunhando uma magia que irá fazer a beleza de Yennefer aparecer. Há um momento um tanto visceral aqui com direito a uma cirurgia ginecológica.

E este episódio ofereceu uma bela pista sobre a linha temporal de The Witcher. Notaram nas cenas de Yennefer a presença do jovem rei Foltest e sua irmã? Então.

Nos últimos minutos eu estava me perguntando por onde andava a garota Ciri e isso foi logo respondido. Desta vez a trama dela não avança absolutamente nada, mas nos garante um decente cliffhanger.

Betrayer Moon foi um episódio intenso que passeou por alguns gênero com maestria. Agora os nomes de personagens e lugares já não são tão estranhos. O roteiro evitou diálogos expositivos e focou em uma trama equilibrada e envolvente. Já dá para dizer que empolgou.

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Author: brauns

Um despretensioso comentarista de filmes e seriados. Fã de Kubrick, Spielberg e Kurosawa, nomes que me ajudaram a perceber o enorme potencial do cinema.

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