Aquaman (2018) | Crítica do filme

Aquaman é um dos filmes mais aguardados do ano e já vinha sendo apontado como algo que iria romper com o estilo adotado nos filmes anteriores da Warner – DC que foram comandados por Zack Snyder (o Cristo Nerd).

Um visual repaginado cheio de cores e luz, com um protagonista cheio de carisma (e um corpo cheio de tatuagens que arrancou gritos de donzelas e donzelos), o novo filme consegue funcionar muito bem sozinho. Ou seja, sem a bendita participação de qualquer outro super herói, para a glória de nosso senhor Netuno.

Apesar da riqueza de detalhes e fan service para agradar gregos e troianos, o ponto mais falho dessa produção é ter feito um apanhado de kibes. Sim! Algumas das melhores cenas e parte do roteiro é cópia de filmes de aventura e ficção científica como Indiana Jones e o combalido Valerian e a Cidade dos Mil Planetas.

Nem vou citar que o filme tem um combate entre parentes pelo trono e a tentativa de um golpe de estado. Acho que você provavelmente já deve ter assistido isso em 94 ou 2018.

Enfim, vale a pena assistir Aquaman que, com certeza, vai ser sucesso de bilheteria e que alguns fãs já estão molhados de excitação. Mas você leu aqui que esse filme infanto juvenil só é melhor que os filmes atuais da dona Warner – DC, nada além disso.


Crítica escrita por Junio Queiroz

Obrigado, Marcio pela oportunidade de escrever aqui. Sempre quis um site com esse nome.


Aquaman

Direção: James Wan
Roteiro:
 David Leslie Johnson-McGoldrick e Will Beall; história de Geoff Johns, James Wan e Will Beall
Elenco: Jason Momoa, Amber Heard, Willem Dafoe, Patrick Wilson, Dolph Lundgren, Yahya Abdul-Mateen II e Nicole Kidman
Gênero: Ação, Aventura, Fantasia
Ano: 2018
Duração: 143 minutos

 

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Author: Marcio Melo

Analista de Sistemas, amante da sétima arte desde os tempos imemoriais e com muito sangue nerd fervilhando em veias hipertensas, fundou o Porra, Man! com o intuito de comentar sobre cinema de forma descomplicada e fácil de entender. Nas horas vagas torce prum time que nunca vence e mata monstros que não existem.

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1 Comment

  1. Gostei muito do filme de meu primo!

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Trackbacks/Pingbacks

  1. Shazam! | Crítica do Filme - Porra, man! - […] quase inconsequente) preencha todo o espaço. É sem dúvidas a afirmação (principalmente após Aquaman) que existe alegria e felicidade…

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