V Olhar de Cinema em Curitiba – Os Premiados

16 de junho de 2016

Com uma seleção de filmes instigantes, que só contou com títulos inéditos no brasil, o festival internacional de Curitiba se reafirmou como uma das mais importantes vitrines do cinema independente no país.

Dirigido por José Luís Torres Leiva, o longa-metragem chileno O VENTO SABE QUE VOLTO À CASA, que fala sobre a filmagem de um desaparecimento 32 anos depois, foi escolhido como o melhor filme da mostra competitiva, com o Prêmio Olhar de Melhor Filme. Entre os curtas, o escolhido foi o português MARIA DO MAR, de João Rosas.

Na mesma categoria, o longa austríaco IRMÃOS DA NOITE, de Patric Chiha, ganhou o prêmio especial do júri, enquanto o brasileiro ELES VIERAM E ROUBARAM SUA ALMA, de Daniel de Bem, levou o prêmio de contribuição artística. O longa-metragem do diretor gaúcho também recebeu uma menção especial do júri do Prêmio Olhares Brasil.

Os escolhidos do público foram o longa-metragem baiano CIDADE DO FUTURO, de Cláudio Marques e Marília Hughes, e o curta A MOÇA QUE DANÇOU COM O DIABO, de João Paulo Miranda Maria.

Confira abaixo a lista completa de premiação:

Prêmio Olhar de Melhor Filme (longa-metragem)
O Vento Sabe que Volto à Casa (El viento sabe que vuelvo a casa), de José Luis Torres Leiva
Prêmio Especial do Júri
Irmãos da Noite (Brüder der nacht), de Patric Chiha
Prêmio de Contribuição Artística
Eles Vieram e Roubaram sua Alma (idem), de Daniel de Bem
Prêmio Olhar de Melhor Filme (curta-metragem)
Maria do Mar (idem), de João Rosas
Prêmio do Público (longa-metragem)
A Cidade do Futuro (idem), de Cláudio Marques e Marília Hughes
Prêmio do Público (curta-metragem)
A Moça que Dançou com o Diabo (idem), de João Paulo Miranda Maria
Prêmio Olhares Brasil Melhor Longa-Metragem Brasileiro
Talvez deserto talvez universo (idem), de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes
Menção Especial do Júri – Prêmio Olhares Brasil
Eles Vieram e Roubaram sua Alma (idem), de Daniel de Bem
Prêmios Olhares Brasil Melhor Curta-Metragem Brasileiro
A casa cinza e as montanhas verdes (idem), de Deborah Viegas
Prêmio Novo Olhar – Melhor Filme da mostra Novos Olhares
Nó na cabeça (Dans ma tête un rond point), de Hassen Ferhani
Prêmio da Crítica (ABRACCINE)
Um outro ano (You yi nian), de Shengze Zhu
Prêmio da Hors Pistes
Ta’ang (idem), de Wang Bing


Confira as resenhas críticas dos filmes em nosso post especial sobre o Olhar de Cinema de Curitiba.

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Author: Diogo Berni

A paixão pelo cinema surgiu ao mesmo tempo igual pela música. Assistia a sessão da tarde e depois ia ouvir cantando junto os vinis dos Titãs, Raul Seixas e Legião Urbana. O cinema ficou mais sério depois de um espanto vendo o filme Blade Runner: O Caçador de Androides. Sonhava todos os dias com aqueles seres de um outro mundo que eram imunes a dor , mas ainda assim ou talvez por isso mesmo, existia da minha parte uma profunda curiosidade e admiração em saber o porquê eles eram daquela maneira: sem sentimentos e medos alguns. O cinema significou primeiramente um espanto, e após anos mais tarde descobri que aquele espanto fazia-me bem Daí por diante viciei e virei cinéfilo; hobby que carrego até hoje com muito orgulho: cinéfilo de carteirinha.

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