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“Durante três gerações acompanhamos de uma família. No primeiro bloco, um soldado comunista que vive frustrado e tratado como lixo por seu superior; ele passa os dias tendo fantasias sexuais com a mulher e as filhas do chefe além de se masturbar de todas as maneiras possíveis. No segundo um homem participa desde muito novo de concursos de comida e torna-xe um obeso mórbido apaixonado por uma mulher que disputa o mesmo esporte. Na terceira geração, um taxidermista que precisa cuidar do pai – um ex-atleta que vive preso as glórias do passado”.

Bizarro! Este é um adjetivo ideal para Taxidermia. Um filme Húngaro, lançado em 2006, foi destinado a salas de arte e platéias que gostam de filmes cult. O diferencial nesta história toda é que nenhuma das cenas fortes apresentadas no longa é feita de forma gratuita, inclusive as mais nojentas. E quanto a cenas asquerosas, ele tem uma grande variedade: masturbação até sair labaredas de fogo, um pênis sendo bicado por uma galinha, um homem se masturbando em cima de uma carcaça de porco, vômito coletivo, extração de órgãos e coisas afins.

Não recomendo Taxidermia. Ele não é um filme ruim, pelo contrário. Ele é muito bom no que se propõe, choca, sua atmosfera trágica sufoca a todo momento e por isso mesmo não é o tipo de filme que se recomende. Se você está aberto a ver algo totalmente diferente do que ja viu … então coloque seu preconceito em uma gaveta e assista a Taxidermia! Bom filme!

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