Elizabeth – A Era de Ouro (Elizabeth – The Golden Age: Drama, 2007 – 114 min)

Dirigido por Shekhar Kapur com roteiro de William Nicholson e Michael Hirst. Estrelando: Cate Blanchett, Geoffrey Rush, Clive Owen, Jordi Molla, Samantha Morton.

Sempre tive um fascínio pela história inglesa em épocas de colégio. Enquanto a história do Brasil era bastante deturpada e insossa (principalmente no período que estudei, com o tempo algumas ‘verdades’ foram surgindo), a história de países como a Inglaterra sempre se mostraram mais interessantes.

Juntando o interesse pelo período histórico retratado em “Elizabeth – A Era de Ouro” com a atuação indicada ao Oscar da excelente atriz Cate Blanchett (O Curioso Caso de Benjamin Button), a inclusão em minha lista de filmes a assistir foi feita com princípios louváveis, pena que o filme seja arrastado e um pouco monótono.

Apesar do conturbado período histórico em que ele é ambientado, a trama é focada mais na vida pessoal da rainha, que vão desde intrigas internas com intuito de tomarem  o seu trono e a falta de um herdeiro ‘legítimo’, até a sua vida amorosa que é sempre deixada de lado em prol do seu país.

Um dos fatos mais curiosos é que Cate Blanchett com este trabalho entrou para uma seleta lista, a dos atores que foram indicados ao Oscar duas vezes com o mesmo personagem. Ela já tinha sido indicada com o primeiro “Elizabeth” e aqui, mais uma vez, foi para o tapete vermelho com uma rainha mais amadurecida.

Sem muita coisa além da bela atuação de Blanchett, não sobra nada muito interessante ou digno de nota em “Elizabeth – A Era de Ouro” que valha a pena ser assistido por quem ainda não o fez. Infelizmente temos aqui um filme apenas regular e com um final tão sem emoção que não faz jus ao importante período histórico no qual a trama se passa.

Elizabeth – A Era de Ouro (Elizabeth – The Golden Age: Drama, 2007 – 114 min)

Dirigido por Shekhar Kapur com roteiro de William Nicholson e Michael Hirst. Estrelando: Cate Blanchett, Geoffrey Rush, Clive Owen, Jordi Molla, Samantha Morton.

Sempre tive um fascínio pela história inglesa em épocas de colégio. Enquanto a história do Brasil era bastante deturpada e insossa (principalmente no período que estudei, com o tempo algumas ‘verdades’ foram surgindo), a história de países como a Inglaterra sempre se mostraram mais interessantes.

Juntando o interesse pelo período histórico retratado em “Elizabeth – A Era de Ouro” com a atuação indicada ao Oscar da excelente atriz Cate Blanchett (O Curioso Caso de Benjamin Button), a inclusão em minha lista de filmes a assistir foi feita com princípios louváveis, pena que o filme seja arrastado e um pouco monótono.

Apesar do conturbado período histórico em que ele é ambientado, a trama é focada mais na vida pessoal da rainha, que vão desde intrigas internas com intuito de tomarem  o seu trono e a falta de um herdeiro ‘legítimo’, até a sua vida amorosa que é sempre deixada de lado em prol do seu país.

Um dos fatos mais curiosos é que Cate Blanchett com este trabalho entrou para uma seleta lista, a dos atores que foram indicados ao Oscar duas vezes com o mesmo personagem. Ela já tinha sido indicada com o primeiro “Elizabeth” e aqui, mais uma vez, foi para o tapete vermelho com uma rainha mais amadurecida.

Sem muita coisa além da bela atuação de Blanchett, não sobra nada muito interessante ou digno de nota em “Elizabeth – A Era de Ouro” que valha a pena ser assistido por quem ainda não o fez. Infelizmente temos aqui um filme apenas regular e com um final tão sem emoção que não faz jus ao importante período histórico no qual a trama se passa.

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