Paris, Eu te Amo (Paris, je t’aime, Romance, Comédia, Drama: 2006 – 120 min)

Conjunto de curtas-metragens com direção e roteiro por vários cineastas como Bruno Podalydès, Alfonso Cuarón, Walter Salles, Daniela Thomas, Sylvain Chomet, Gérard Depardieu, Alexander Payne, Olivier Assayas, Wes Craven, Tom Tykwer e dentre outros. Estrelando: Gaspard Ulliel, Steve Buscemi, Catalina Sandino Moreno, Juliette Binoche, Willem Dafoe, Nick Nolte, Ludivine Sagnier, Maggie Gyllenhaal, Bob Hoskins, Natalie Portman, Elijah Wood e outros.

A imagem que temos de Paris ser a capital do amor é explorada exaustivamente nos cinemas, grande parte deste fato se deve logicamente por sua impressionante arquitetura, já que os franceses (como já ouvi em relatos de pessoas próximas que foram para lá) têm a fama de serem péssimos anfitriões. “Paris Eu Te Amo” nada mais é que uma coletânia de curtas de variados e renomados cineastas, cada um com sua visão sobre a cidade.

O meu interesse foi parte por causa da curiosidade de ver algo mais “verdadeiro” sobre a tão famosa cidade e parte por parecer realmente um projeto interessante, que inclusive já derivou para “Nova York Eu Te Amo” e até um “Rio eu te amo” já encontrei em relatos nessas minhas andanças pela web.

O maior problema de classificar esta obra é que temos aqui uma diferença muito acentuada, seja  no estilo, visual, performance dos atores ou até mesmo na qualidade de cada curta. Essas discrepâncias me fizeram, no geral, achar “Paris Eu Te Amo” algo apenas regular. Mescla (poucos) excelentes curtas com trabalhos, pelo menos para meu gosto pessoal, muito chatinhos e sem graça.

Como a proposta aqui do blog é apenas tecer breves comentários, vou me abster de sair falando separadamente de cada um dos curtas, só  tenho mesmo a dizer que dos títulos que coloquei em minha lista de filmes a assistir, este foi um dos que menos me agradaram.

Muita gente pode pensar que seja algo que não valha a pena ser visto, ou ainda que eu não tive ‘sensibilidade’ artística suficiente para apreciar esta obra com ela merece. Não é nada disso, a verdade é que foram poucos os curtas que gostei de verdade. Não tenho dúvidas que é um trabalho que, caso você tenha curiosidade ou aquela vontade ‘longínqua’ de conferir, eu recomendo que assista e tire suas próprias conclusões. Até porque, no meio de tantos curtas, não é possível que nenhum deles lhe agrade.

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