Lost 6º Temporada – Episódios 13 e 14

Estamos chegando ao final da série mais interessante dos últimos tempos, claro estou falando de Lost. E como sempre com um considerável atraso, estou aqui para comentar sobre os episódios 13 (The Last Recruit) e 14 (The Candidate).

O meu compromisso pessoal, e com vocês também, é assistir o último episódio assim que ele estiver disponível para nós mortais e pecadores da web (com legenda e tudo certinho), o que deve acontecer um dia após ao seu lançamento nos EUA. Pretendo com isso alcançar redenção no final. 🙂

Como sempre é importante avisar que para quem não viu os episódios acima e não pretende saber nada sobre os acontecimentos nele apresentados, evite a leitura abaixo pois ela contém SPOILERS.

Episódio 13 – The Last Recruit

Já no início vemos Jack tendo uma conversar em particular com Fumacinha Locke que lhe revela que pode “assumir” pessoas que já morreram, e que foi ele que apareceu como o seu pai no início da série, os ajudando a encontrar água. Menos um ‘mistério’ e claro, mais alguma ‘balela’ com terceiras intenções do homem de preto. Dizer que Locke não era um crente mais sim um ‘otário’ deve ter ferido o sentimento dos fãs deste personagem sem dúvidas.

Na realidade paralela vemos que a atitude de Desmond ao atropelar Locke era parte de seu mega plano dos destinos cruzados. Ainda que tenha sido, pelo menos para mim, um pouco forçada a cena de Locke cair na mesa de cirurgião com Jack, vá lá, já estou aceitando quase todas as coisas apresentadas, afinal, anseio pelo desfecho como nunca. Inclusive relevei o fato de Sun (também indo para o mesmo hospital) lançar aquele “É ele, é ele…” quando viu Locke.

De volta a ilha Sawyer, sempre querendo salvar a própria pele independente de como, conta os planos do submarino para as pessoas que ele pretende levar pra fora da ilha. Daquelas coisas que tem tudo para dar errado (e dá). Na  ‘realidade’ paralela James comenta com Kate (sempre fugindo) sobre as coincidências de tantos encontros com ela a partir do voo Oceanic 815.

Foi um episódio bem mais ou menos e que continua a desenhar na realidade paralela os encontros e estranhas coincidências entre os personagens que, aos poucos, começam a sentir que existe algo de ‘diferente’ no ar. Na ilha, o embate apenas começa a ser mais iminente.

Diria que não é daqueles episódios inúteis, mas entra pra lista dos mais ‘sonolentos’ com toda a certeza.

Episódio 14 – The Candidate

Desde o início da série que Jack teve seus altos e baixos. Confesso que ultimamente estava com uma certa má vontade com as atitudes de seu personagem, que já estavam ficando bem chatas, entretanto, tenho que admitir que depois de “The Candidate”, Jack subiu novamente em meu conceito.

Se no início da série Jack acabou sendo um líder “a qualquer custo”, depois de passar um tempo deixando ser guiado e ter ativado o modo “qualquer coisa tá beleza”, seguindo até mesmo as ingênuas e por vezes insanas ideias de Hurley vemos que, novamente, quando as coisas se tornam extremamente urgentes com muitos clamando (ainda que inconscientemente) por um líder, Jack ressure como tal. A diferença agora é que ele está muito mais preparado e certo de suas ações e objetivos.

Novamente aquela questão de “Homem de Fé, Homem de Ciência” é apresentada com Jack, um sujeito que se vê sempre compelido a corrigir as coisas – como vemos na realidade paralela ele querendo convencer a Locke aceitar ser operado pois ele tem como fazê-lo andar – só que o problema é que nem sempre as pessoas estão dispostas a serem ajudadas ou ainda, falando em liderança, estão compelidas a seguir alguém cegamente.

E é isso que para mim ficou com este episódio, pelo menos como destaque, temos agora um Jack mais preparado e ciente do seu propósito, uma pessoa que sabe que é preciso ter fé para seguir em frente e, principalmente, fazer com que os outros lhe sigam.

Só que contra Jack temos o fumacinha Locke, temos Sawyer “sem fé” acionando a bomba e tivemos uma ‘redenção’ de Sayd que se sacrificou e recusou a matar Desmond, demonstrando que por trás do Zumbi que tinha se transformado ainda lhe restou algo.

Ponto negativo? Aquela cena deprimente de Sun e Jin. Sério, me desculpem os mais românticos e emotivos, mas que porra foi aquela? Vão embora sem deixar saudades, aliás, só a pequena (e agora órfã) Ji Yeon que vai sentir a falta dos dois.

Estamos chegando ao final da série mais interessante dos últimos tempos, claro estou falando de Lost. E como sempre com um tanto quanto de atraso, estou aqui para comentar sobre os episódios 13 (The Last Recruit) e 14 (The Candidate).

O meu compromisso pessoal, e com vocês também, é assistir o último episódio assim que ele estiver disponível para nós mortais e pecadores da web com legenda e tudo certinho, o que deve acontecer um dia após ao seu lançamento nos EUA. Pretendo com isso alcançara redenção no final. 🙂

Como sempre é importante avisar que para quem não viu os episódios acima e não pretende saber nada sobre os acontecimentos nele apresentados, evite a leitura abaixo pois ela contém SPOILERS.

Episódio 13 – The Last Recruit

Já no início vemos Jack tendo uma conversa em particular com Fumacinha Locke que lhe revela que pode “assumir” pessoas que já morreram, e que foi ele que apareceu como o seu pai no início da série, os ajudando a encontrar água. Menos um ‘mistério’ e claro, mais alguma ‘balela’ com terceiras intenções do homem de preto. Dizer que Locke não era um crente mais sim um ‘otário’ deve ter ferido o sentimento dos fãs deste personagem sem dúvidas.

Na realidade paralela vemos que a atitude de Desmond ao atropelar Locke era parte de seu mega plano dos destinos cruzados. Ainda que tenha sido, pelo menos para mim, um pouco forçada a cena de Locke cair na mesa de cirurgião com Jack, vá lá, já estou aceitando quase todas as coisas apresentadas, afinal, anseio pelo final de tudo isso. Inclusive relevei o fato de Sun (também indo para o mesmo hospital) lançar aquele “É ele, é ele…” quando viu Locke.

De volta a ilha Sawyer, sempre querendo salva a própria pele independente de como, conta os planos do submarino, daquelas coisas que tem tudo para dar errado. Enquanto na realidade paralela James comenta com Kate (sempre fugindo) sobre as coincidências de tantos encontros com ela a partir do voo Oceanic 815.

Foi um episódio bem mais ou menos e que continua a desenhar na realidade paralela os encontros e estranhas coincidências entre os personagens que, aos poucos, começam a sentir que existe algo de ‘diferente’ no ar. Na ilha, o embate apenas começa a ser mais iminente.

Diria que não é daqueles episódios inúteis, mas entra pra lista dos mais ‘sonolentos’ dúvidas.

Episódio 14 – The Candidate

Desde o início da série que Jack teve seus altos e baixos. Confesso que ultimamente estava com uma certa má vontade com as atitudes de seu personagem, que já estavam ficando bem chatas, entretanto, tenho que admitir que principalmente depois de “The Candidate”, Jack subiu novamente em meu conceito.

Se no início da série Jack acabou sendo um líder “a qualquer custo”, depois de passar um tempo deixando ser guiado e ter ativado o modo “qualquer coisa tá beleza”, seguindo até mesmo as ingênuas e por vezes insanas ideias de Hurley, vemos que novamente, quando as coisas se tornam extremamente urgentes, com muitos clamando (ainda que inconscientemente) por um líder, vemos Jack ressurgindo como tal, só que agora muito mais preparado e certo de suas ações e objetivos.

Novamente aquela questão de “Homem de Fé, Homem de Ciência” é apresentada com Jack, um sujeito que se vê sempre compelido a corrigir as coisas – como vemos na realidade paralela ele querendo convencer a qualquer custo a Locke aceitar ser operado pois ele tem como fazê-lo andar – só que o problema é que nem sempre as pessoas estão dispostas a serem ajudadas ou ainda, falando em liderança, estão compelidas a seguir alguém cegamente.

E é isso que para mim ficou com este episódio, pelo menos como destaque, temos agora um Jack mais preparado e ciente do seu propósito, uma pessoa que sabe que é preciso ter fé para seguir em frente e, principalmente, fazer com que os outros lhe sigam.

Só que contra Jack temos o fumacinha Locke, temos Sawyer “sem fé” acionando a bomba e tivemos uma ‘redenção’ de Sayd que se sacrificou e recusou a matar Desmond, demonstrando que por trás do Zumbi que tinha se transformado, ainda lhe restou algo.

Ponto negativo? Aquela cena deprimente de Sun e Jin. Sério, me desculpem os mais românticos e emotivos, mas que porra foi aquela? Vão embora sem deixar saudades, aliás, só a pequena (e agora órfã) Ji Yeon que vai sentir a falta dos dois.

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Author: Marcio Melo

Analista de Sistemas, amante da sétima arte desde os tempos imemoriais e com muito sangue nerd fervilhando em veias hipertensas, fundou o Porra, Man! com o intuito de comentar sobre cinema de forma descomplicada e fácil de entender. Nas horas vagas torce prum time que nunca vence e mata monstros que não existem.

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5 Comments

  1. Que isso, eu vou sentir saudades de Jin e Sun, mas devo concordar que o final deles foi meio forçado demais.
    Jack is the one, ok, but e now? Confesso que a expectativa está quase se transformando em decepção. Tá tudo enrolado e embolado demais para um quase fim.

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  2. Eu não estou achando tão enrolado assim não Amanda, Lost já esteve muito mais embolado. Eu to até achando que estão explicando várias coisas.

    De qualquer forma o final dificilmente vai nos agradar hehehe

    Jin ainda vá lá 2%, agora Sun? Só fazia esbulhar aqueles olhos. Vai com Deus, ou melhor com Jacob, ou ainda quem sabe com o Homem de Preto

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  3. Lost tem explicado muita coisa e confesso que os 3 últimos episódios foram fódas.

    Explica explica explica, mas o que mais quero saber é que porra é essa ilha. o episódio 15 tá muito fóda man, se eu fosse você não esperaria acumular.

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  4. Ramon, não vamos deixar o episódio de ontem para a semana que vem! Vamos marcar logo essa porra hehehe

    Uraí, eu também penso como você, estão explicando muitas coisas, mas é óbvio que o melhor deve ficar pro final! Não vou deixar embolar mais não, agora vai!

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