Sempre ao seu Lado (Hachiko – A Dog’s Story, 2009 – 93 min)

Direção: Lasse Hallström.
Roteiro: Stephen P. Lindsey.
Elenco: Richard Gere, Joan Allen, Cary-Hiroyuki Tagawa, Sarah Roemer, Jason Alexander, Erick Avari.
Gênero: Drama

 

Sinopse: Quando Hachi, um filhote de cachorro da raça akita, é encontrado perdido em uma estação de trem por Parker (Richard Gere), ambos se identificam rapidamente. O filhote acaba conquistando todos na casa de Parker, mas é com ele que acaba criando um profundo laço de lealdade.

 

Baseado em uma incrível história real ocorrida no japão no início do século passado, “Sempre ao Seu Lado (Hachiko – A Dog´s History)” é uma das obras mais comoventes que já vi. A história do cão Akita Hachiko (Hachi nesta versão) virou lenda no japão e a praça onde ele sempre ia esperar seu dono ganhou uma estátua sua. E o cinema mais uma vez nos prova que nem sempre é preciso ter super produções com efeitos especiais (ou sei lá mais o que se espera hoje) para se fazer um grande filme.

A trama é uma adaptação desta famosa história japonesa, trazendo para um tempo mais moderno e num subúrbio americano, com Richard Gere interpretando o sujeito que encontrou (ou foi encontrado?) um lindo cãozinho Akita quando estava voltando para casa. Sua mulher de início não aprova a idéia mas ele acaba ficando mesmo com Hachi. O professor Parker (Richard Gere) e o cão acabam criando um profundo laço de amizade.

Trata-se realmente de um filme muito simples e que nem deixa muita margem para ficar considerando atuações ou outros aspectos técnicos, porque é realmente uma história muito tocante. Outro ponto interessante é que em algumas cenas estamos na ‘visão’ do cachorrinho, e é fantástico de se ver ou imaginar no lado dele.

Para quem adora dramas e já teve ou tem cachorro(s) entende perfeitamente tudo o que o filme nos apresenta e é mesmo muito difícil segurar as lágrimas. Confesso que só não chorei porque aprendi quando criança que meninos não choram, segurei ao extremo as lágrimas e dei umas respiradas profundas antes de me levantar e sair da sala. E cinema para mim é isso, emoção. E por ter me emocionado tanto com esta história deveras comovente acredito que classificá-lo como ótimo é mais do que merecido.

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