Archive for November, 2008
Enquete: Qual prêmio você gostaria de ganhar aqui do Porra, man?!
Nov 27th
Pessoas, coloquei uma enquete no topo do sidebar de meu blog para vocês escolherem qual prêmio vocês gostariam que eu sorteasse aqui como ‘presente’ de final de ano/Natal. Ganhei uns trocadinhos com alguns posts e também com o adsense e vou compartilhar uma parte com vocês.
Infelizmente não sou um problogger ‘retado’ e não tenho como dispor de prêmios caríssimos, mesmo assim vai ser divertido e valer a pena. A promoção irei lançar no dia primeiro de dezembro ok?
Votem e fiquem alerta!
Abraços
O “Porra, man!” merece um brinde!
Nov 25th
O Lucas do grande blog parceiro “Sera ki presta?” disse que levou uma selada, e o pior, resolveu repassá-la para mim. Tenha medo amigo, como não sou a favor e nem adepto de levar seladas estou seguindo este meme ao pé da letra: “Seu Blog Merece um Brinde!”, então tá, brindemos!
Brincadeiras a parte fico muito agradecido pela lembrança e seguindo minha política de memes não irei repassar este diretamente a ninguém ok?
Todo mundo que está linkado aqui no blog sinta-se a vontade para participar, pois todos vocês merecem um brinde também.
Vicky Cristina Barcelona
Nov 24th
Vicky Cristina Barcelona
(Espanha, EUA 2008) – 96 min

Direção: Woody Allen.
Roteiro: Woody Allen.
Elenco: Rebecca Hall, Scarlett Johansson, Penélope Cruz, Javier Bardem, Christopher Evan Welch, Chris Messina, Patricia Clarkson, Kevin Dunn, Julio Perillán e Josep Maria Domènech.
Gênero: Romance, Comédia.
Sinopse: Duas jovens americanas – a conservadora Vicky e a aventureira Cristina – viajam para Barcelona a fim de passar as férias de verão e acabam se envolvendo em confusões amorosas com um artista extravagante e sua insana ex-esposa.
Woody Allen que ultimamente anda ‘rondando’ a Europa para fazer seus filmes fez sua ‘última parada’ em Barcelona para realizar “Vicky Cristina Barcelona“, contando inclusive com dois grandes atores espanhóis: Javier Bardem e Penélope Cruz. Claro que não poderia faltar sua atual musa Scarlett Johansson. Uma pena que o resultado de tudo isso, pelo menos em minha opnião, não foi nada além de um bom filme, com toda certeza esperava mais.
A trama acompanha a história de duas amigas com comportamentos diferentes, Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson). Enquanto Vicky é uma mulher que podemos classificar como ‘conversadora‘ ou do tipo ‘certinha‘, noiva, prestes a se casar e que vai a Barcelona a trabalho/estudo, Cristina é mais ‘aventureira’ ou ‘liberal’ e vai apenas para fazer companhia e se divertir. Uma vez chegando na espanha elas conhecem um pintor chamado Juan Antonio (Javier Bardem) que as convida para um fim de semana em Oviedo.
O fim de semana em Oviedo junto com Juan Antonio acaba mudando o destino das duas e as fazem cometer atitudes aparentemente não muito naturais ou pensadas. A partir deste ponto a história vai se desenrolando e temos também a excelente participação de Penélope Cruz, que dá uma vida a mais trama, que de início é um pouco monótona.
Woody Allen conduz o filme mostrando as diferenças entre os casais e pessoas mais conservadoras com os ditos casais ou pessoas ‘modernas’, mostrando visões distintas sobre o amor, tudo com um toque de humor muito leve e divertido. Ele conduz muito bem toda essa difícil definição e discussão em torno do amor e das formas que as pessoas tendem a se relacionar entre si. Ainda sim a narração em off em excesso me irritou bastante. Fora que a primeira narração em off que acontece no iniciozinho do filme vem acompanhada de uma irritante musiquinha.
Na verdade não é só a tal narração que incomoda, ao meu ver não tem nada de extraordinário ou interressante a ponto de tornar o filme ótimo. Até o polêmico beijo entre Penélope e Scarlett é sem graça e não valeu nem um pouco todo o ‘alarde’ em torno deste acontecimento. No geral eu diria que é um bom e divertido filme com doses leves e certeiras de humor. Vale a pena e eu recomendo.
Max Payne
Nov 22nd
Max Payne (2008) – 100 min.

Direção: John Moore.
Roteiro: Beau Thorne, Sam Lake (jogo).
Elenco: Mark Wahlberg, Mila Kunis, Beau Bridges, Ludacris, Chris O’Donnell, Amaury Nolasco, Olga Kurylenko.
Gênero: Ação, Policial.
Sinopse: Max Payne (Mark Wahlberg) é um policial atormentado pela perda trágica de sua família. Paralelamente, ele investiga uma série de assassinatos misteriosos. Seu mentor, B.B. Hensley (Beau Bridges), o ajuda a capturar os responsáveis pela morte de seus familiares.
Já se tornou clichê falar mal de adaptação de games para o cinema, sempre que um novo filme deste tipo é lançado todos já ficam com um pé atrás. Max Payne lamentavelmente, apesar de ter tido um trabalho muito bonito tecnicamente, não conseguiu fugir a regra. Um roteiro fraco, trama tediosa, personagens e atores sem empatia alguma e no final das contas apenas uma perda de tempo. Não consigo conceber a idéia de um filme de ação (policial também eu sei) que dá sono, por pior que seja a história acho isso inadimissível.
Baseado num dos melhores games que já joguei (e zerei!), Max Payne traz a história de um policial que teve sua mulher e filho assassinados de forma trágica e tenta a todo custo procurar os responsáveis. Tanto no game quanto no filme – que até manteve algumas coisas bem semelhantes – vemos tudo indo de encontro a um grande conspiração em torno de uma droga sintética que deixa os usuários bem alucinados.
O jogo fez muito sucesso por utilizar bem o recurso de “bullet time” e ter muita ação, tiros e interação com o jogador. O filme não nos traz muito disso, além de algumas cenas em câmera lenta – que de tão lenta nos deixa ver como a mira dos vilões deste tipo de filme é ruim – e algumas localizações bem fieis ao game. A cena inicial do metrô é uma cópia perfeita, e é também no início do filme o único momento de ação mesmo, depois disso somos levados a uma jornada tediosa de quase 1 hora.
A trama de tão fraca deixa tudo bastante claro em poucos minutos e não é preciso se esforçar muito para descobrir o vilão, a história e tudo mais. Fora isso Mark Wahlberg não transmite muito carisma, os personagens coadjuvantes também são muito fracos e você em nenhum momento se importa com a história. Temos muitos personagens interpretados por atores de seriados (Prison Break, Heroes) que nem vale a pena citar. Fora isso tem a participação da “Bond Girl“ Olga Kurylenko que é praticamente dispensável, fora o vestidinho que ela usa (já estou imaginando o tapa em ‘bullet time’ que vou levar em casa). Outra coisa difícil de engolir é a ‘parceira’ de Max Payne interpretada pela Mila Kunis (Ressaca de Amor), sintonia zero entre os dois.
Apesar de termos um trabalho técnico bonito com algumas cenas inovadoras e fiéis ao game, o filme é ruim demais para ser recomendado, tanto para fãs de filmes policiais e de ação, quanto para os fãs do game. A trama tediosa, a história fraquíssima e as atuações que beiram ao ridículo fazem de Max Payne um dos piores filmes que vi esse ano. Não perca seu tempo com essa historinha ridícula, vá atrás do game e saia atirando em tudo que se mexer que você irá se divertir muito mais.
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