Piaf – Um Hino ao Amor (La Môme)

Piaf – Um Hino ao Amor (La Vie En Rose / La Môme)

Direção: Oliver Dahan.
Roteiro: Oliver Dahan e Isabelle Sobelman.
Elenco: Marion Cotillard, Gerard Depardieu, Sylvie Testud, Pascal Greggory, Emmanuelle Seigner.
Lançamento: 2007.
Gênero: Drama, Biografia.
Tempo: 140 min.

Sinopse: O filme nos mostra a extraordinária história de vida da cantora francesa Edith Piaf.

Depois da premiação do Oscar, onde “Piaf – Um Hino Ao Amor” (La Môme ou La Vie En Rose)” levou duas estatuetas, é que fiquei sabendo da existência deste filme. A descoberta de sua existência se deu muito mais pelo prêmio de melhor atriz para Marion Cotillard do que pelo prêmio de maquiagem. Edith Piaf foi uma cantora francesa que teve uma vida muito dramática desde sua infância até sua prematura morte, e ela é interpretada espantosamente (no bom sentido é lógico) por Marion Cotillard.

Não me animei muito para sequer saber do que se tratava, sabia apenas que era francês (na verdade houve uma co-participação ainda com a Inglaterra e República Tcheca). Fui meio que a contragosto e me surpreendi. Adorei. Realmente muito comovente e é de arrancar lágrimas das moças mais frágeis com toda certeza. Fiquei bastante comovido mas, é lógico que não chorei, afinal homens não choram!

Edith Piaf teve um vida bastante trágica. Desde sua difícil e pobre infância que diversos dramas foram a acompanhando. Para quem acha que vai ver apenas uma cinebiografia da vida de Edith Piaf e muita música se prepare porquê é tragédia atrás de tragédia. O filme é bastante longo (2 horas e 20 minutos) e pode ser um pouco cansativo para algumas pessoas, entretanto, a ordem que as cenas são apresentadas, fora da cronologia “normal“, ajuda bastante a você ficar o tempo todo ligado nos acontecimentos.

Eu não conhecia nada da vida dessa ilustre cantora, aliás, quando toca uma música (Je ne Regrette Rien), já no desfecho do filme, dona patroa lembrou na hora do acústico de Cássia Eller onde ela gravou esta canção. Eu desconhecia inclusive este fato.

Desde cedo sua vida já era bastante complicada. Ficava nas ruas de Paris (enquanto sua mãe tentava ganhar trocados cantando) e logo depois se mudou (levado por seu pai) para viver num prostíbulo com sua avô paterna. Outros fatos mais graves (que não quero contar) vão acontecendo e acompanhando a vida de Edith Piaf, passando pelos tempos que cantava nas ruas e em cabarés até se tornar uma grande cantora, viver um grande amor e ter uma vida curta e muito, muito mesmo, sofrida. É sofrimento pra dar e vender.

Com uma atuação espetacular da vencedora do Oscar de melhor atriz, uma narrativa “acronológica” e inteligente, o filme peca apenas por ser um pouco extenso. Quanto aos quesitos técnicos infelizmente eu não tenho conhecimento suficiente para enumerar os prós e contras, o que posso dizer é que, apesar do filme ser bastante dramático, ele não é nem um pouco piegas, ao menos em minha opnião.

Para àqueles que gostam de filmes biográficos e que querem também conhecer um pouco mais sobre a vida desta cantora francesa, o filme é bastante indicado. Prepare os lenços e assista. Já para as pessoas que não têm muita paciência para filmes deste gênero, ou ainda para filmes longos eu não recomendaria muito

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Author: Marcio Melo

Analista de Sistemas, amante da sétima arte desde os tempos imemoriais e com muito sangue nerd fervilhando em veias hipertensas, fundou o Porra, Man! com o intuito de comentar sobre cinema de forma descomplicada e fácil de entender. Nas horas vagas torce prum time que nunca vence e mata monstros que não existem.

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9 Comments

  1. Bom, eu continuo sem muito interesse em ver esse filme, mas ele parece ser bom.

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  2. Opa Marcio,obrigado pelo aviso ,porém não sei como resolver isso ,pois na verdade eu não uso nenhum site para postar as imagens,as maiorias das imagens eu faço upload do pc, e saõ hospedadas pelo blogger.

    E se não me engano as imagens postadas no blogger são do picasa …

    Sobre o filme,eu ainda não assisti,mas devo assistir me breve,deve ser muito bom mesmo,pois sei que Marion Cotillard está divina. òtima resenha !

    abraço.

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  3. Oi Marcio!
    É que a correria do dia-a-dia é muita, então os cartuns dessa semana foram saindo branco-e-preto mesmo; provavelmente só um ou outro vão sair coloridos por enquanto. Mas a intenção ainda é fazer todos os cartuns coloridos sim!
    Abraço!

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  4. Tô com o DVD aqui pra assistir.
    Recebi ótimas recomendações.

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  5. Bem eu assisti ao filme e também vi a peça no Teatro Liceo em Buenos Aires, foi muito lindo, adorei. Aconselho ver o filme antes da peça pois fica muito mais simples entender.

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  6. É uma pena, mas aqui em Salvador nada de peça sobre Piaf e duvido que algum dia chegue por aqui

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  7. não gostei doi
    filmeé pessimo

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    • Não gostar é um direito seu, mas péssimo é demais 😛

      Abração

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  8. Belíssimo filme. Conhecia as músicas de Piaf e após assistir a esse filme
    fiquei ainda mais apaixonado por suas músicas. Dramaticoooo como diz o galvão bueno mas nem um pouco piegas como disse vc. Marion está absurdamente espantosamente perfeita!

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  1. Crítica: Nine, Musical de Rob Marshal | Porra, man! - [...] em sua vida pessoal e profissional, em meio à sua adorável esposa (Marion Cotillard, “Piaf: Um Hino ao Amor“),…

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