Vencedor do prêmio Jabuti de melhor romance (2000), A mulher que escreveu a Bíblia foi escrita por Moacy Scliar que se baseou numa tese de um crítico norte-americano, Harold Bloom, que diz que a primeira versão da Bíblia teria sido redigida por uma mulher.
Uma mulher descobre, através de um ex-historiador que se converteu num “terapeuta de vidas passadas”, que foi uma das setecentas esposas do rei Salomão no século X a.C. Um fato lhe era peculiar, sua feiura.
A história relatada é dessa esposa feia de doer (o autor a descreve como tão feia que até pena você consegue sentir) mas “boa de corpo”, que tem como única vantagem a habilidade de ler e escrever. Encantado com essa habilidade, Salomão, depois de se assustar bastante ao conhecê-la, resolve encarregá-la de escrever um livro para contar a “história da humanidade”, com a ajuda de alguns velhos escribas.
O livro tem uma linguagem que vai desde elevados tons bíblicos e bastante religiosidade até o mais baixo nível. Um livro muito legal, de leitura rápida e que recriou o cotidiano da corte de Salomão e algumas passagens bíblicas com versões divertidíssimas. Vale a pena realmente, eu adorei.
Meu próximo livro agora é um de Agatha Christie - Assassinato no campo de golfe. Sempre tive curiosidade de ler alguma obra desta escritora que só conheço mesmo de nome. Este livro comprei por 3 reais numa feira que teve aqui em Salvador já tem mais de 1 ano eu acho.











Tarcila said
March 12 2008 @ 7:48 am
Boa dica. Vou ver se leio esse livro de Moacy pra tentar apreciar sua obra.
Quanto ao livro de Agatha, eu já li. E posso garantir que é muito bom.

RAMON(ES) said
March 12 2008 @ 8:19 am
Porra man, não me interessei nem um pouco em ler esse livro.
Quanto a Agatha Christie, tb nunca curti muito esse tipo de história.
Depois vc conta o que achou.
Eduardo said
March 12 2008 @ 6:28 pm
Boa Dica ainda que não seja do meu gosto esse tipo de livro.
Os últimos que li foram O Rei do Inverno, O Inimigo de Deus e Excalibur, ambos do autor Bernard Cornwell e narra uma incrível jornada do Rei Arthur. Muito bom e recomendado.
Abraços, Eduardo