Contos de Cinema – O Magnata

Voltando plenamente a ativa no blog estou (By Mestre Yoda). Ontem fui utilizar um desconto de 50% no cinema para conferir algo. Fuiporquê era o último dia para usufruir do benefício, mesmo ainda cansado do feriadão prolongado.

Depois do acontecido ontem, resolvi agora semanal ou quinzenalmente colocar um post com alguma história que já passei que tenha a ver com o assunto do blog, cines, series ou tv. Vou começar com a que ocorreu ontem logo.

O Shopping Aeroclube, situado a ‘beira-mar‘ aqui em Salvador, encontra-se em reformas e por isso o cinema está custando apenas R$5,00 a meia-entrada (quartas e quintas custa R$ 4,00), contando com meu desconto paguei apenas incríveis R$ 2,50 para ver o filme. Contando que era quase nada a se pagar fui logo comprar algo para comer e beber e já entrei na fila disposto a assistir qualquer coisa, e escolhi realmente uma coisa qualquer, o filme O Magnata.

O Magnata
Em apenas 10 minutos percebi que não dava para engolir o filme a seco, nem com coca-cola e pingo de ouro deu pra descer. É muito ruim, quer dizer, se depois dos 10 minutos iniciais o filme melhorar bastante ele vai ser apenas muito ruim, porquê achei simplesmente RI--CU-LO.

Inocentemente pensei que o filme por ter sido ‘feito‘ por Chorão do Charlie Brown Jr, iria contar a história dele e da banda, mas não, é uma história lá qualquer, com Paulo Vilhena de Riquinho Bad Boy, e algumas cenas tem a ver com a sua vida, isso foi o que descobri só depois dos 5 minutos iniciais. Em um diálogo eu ouvi a palavra ‘bagulho‘ umas 200 vezes.

– E aí? Vamos roubar aquele bagulho (se referindo a um carro)
– Vamos sim pegar o bagulho
– Vamos mesmo, pegar o bagulho
– É o bagulho, hehehe
– Bagulho vai vir pra nossa mão
– Vamos pegar o bagulho maluco…

E o filme continuava com seus diálogos em dialeto ladrão-bad boymaloqueiroplayboy metido a besta. Porra man, demais pro meu coração. Confesso que já fui fã mesmo do Charlie Brown Jr, numa época que estava ‘metido‘ a rockeiro, contando com meu kit cara-mau (composto de roupas pretas, cinto sobrando na frente, all star e barbicha) eu escolhi o CBJr como banda ‘preferida‘, na verdade só gostei mesmo do primeiro e segundo CDs da banda, o resto foi ficando muito ruim, inclusive os últimos eu sequer parei pra ler a capa do CD.

Não que um filme que conta a história do Charlie Brown Jr ou de Chorão deva ser boa coisa, mais por dois reais e cinquenta centavos de repente dava pra assistir, só que não, o que estava vendo era algo que sabia que não iria suportar por muito tempo. Bolei o velho plano de entrar em outra sala, uma advento maravilhoso oriundo da canalhice/esperteza brasileira depois da chegada dos complexos de cinema no país.

Dei uma de ‘João-sem-braço‘ e saí da sala fingindo que queria falar no celular, o sinal não funciona na entrada das salas apesar de funcionar dentro delas (fantástico isso não?), apenas com o intuito de conferir algum filme iniciando naquele horário. Fiquei feliz ao ver que faltava quase nada para começar a sessão de Mandando Bala, um filme que estava curioso para assistir. Não pensei nem duas vezes, fui até a outra sala que era do outro lado do complexo.

O legal é que o sujeito que recolhe os ingressos já tinha visto qual era a sala que eu me encontrava, então tive que esperar ele dar sopa e ir até o outro lado e entrar na sala do Mandando Bala, filme que, eu imaginava que já sabia o que esperar, tiroteios loucos e algumas mentiras insanas, só não sabia que eram tantas. Irei comentar em um próximo post.

Claro que talvez eu nem precisasse fazer tanta ‘ciência‘ para entrar em outra sala, o cinema estava vazio de qualquer forma, vi o filme com mais 7 pessoas apenas. É uma pena, pois o UCI Aeroclube é o que mais gosto aqui em Salvador, tem salas grandes e confortáveis (inclusive tem uma que é a maior tela do norte-nordeste), sem contar que é perto de minha casa. Espero que após as reformas do shopping o público volte ao local.

Pelo menos no meu caso e desta vez a troca de filme valeu a pena, caso tenha algum conto ou causo pode mandar que eu publico, ou deixe nos comentários ok? Só mais uma dica, NUNCA e em hipótese alguma pense em assistir O Magnata. Se você pagar vai estar perdendo muito dinheiro (até cinquenta centavos é caro), se você for baixar estará perdendo energia elétrica, e se você ver de graça vai perder seu tempo. Eu sei que é demais para alguém que assistiu nem 10 minutos, mas eu duvido muito que o filme preste.

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Author: Marcio Melo

Analista de Sistemas, amante da sétima arte desde os tempos imemoriais e com muito sangue nerd fervilhando em veias hipertensas, fundou o Porra, Man! com o intuito de comentar sobre cinema de forma descomplicada e fácil de entender. Nas horas vagas torce prum time que nunca vence e mata monstros que não existem.

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5 Comments

  1. Stop download Now!

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  2. Aii maluco vai tomat no cu e arrumar oq fazer filho da outa!!

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  3. porra escrevi tudo errado, quis dizer
    vai do o cu pra ser feliz seu viado

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  4. Sr. Anônimo:

    1º – Aprenda a escrever
    2º – Eu já sou feliz
    3º – Se você está recomendando ‘dar o cu’ para ser feliz é porquê você fez isso né?

    Continue dando o seu, que continuo sendo feliz escrevendo o que eu quero, afinal de contas o blog é meu 😀

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  5. O filme é mesmo um lixo… Não serve nem para o lixo!
    E se alguém me disser que esse anônimo aí de cima é o roteirista do mesmo, não me espantarei nem um pouco.

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